SUBSTITUTO DE EDUARDO

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O deputado Waldir Maranhão, 1º vice-presidente da Câmara Federal, e, como tal, o substituto imediato do presidente Eduardo Cunha.

Se algum impedimento de ordem legal forçar o afastamento do deputado Cunha do cargo que ocupa, quem o substituirá é o parlamentar maranhense, guindado ao posto por uma jogada articulada pelo atual presidente da Câmara Federal.

Mas, nos corredores do Congresso Nacional, correm informações de que mesmo sendo Waldir o substituto legal de Cunha, dificilmente ocupará o cargo de presidente.

Para isso, um esquema para detonar Waldir da  presidência da Câmara Federal, já está pronto e acabado.

NAS MÃOS DE GASTÃO

Os irmãos Ciro e Cid Gomes,fundadores do PROS-Partido Republicano da Ordem Lega, devem migrar para o PDT.

No caso de confirmação, o PROS pode cair no colo de Gastão Vieira.

Com o partido nas mãos, Gastão se fortalecerá politicamente no plano nacional, pois para o lado que se bandear carregará a representação do PROS no Congresso Nacional.

COLECIONADORES

EM São Luis tem colecionador para todos os gostos.

Há gente que coleciona jóia, revista, jornal, sapato, retrato, louça, enfim, objetos antigos e inusitados.

Mas, há, também, colecionadores de processos. São os que gostam de agir fora da lei.

CIDADE DA PIZZA

Barreirinhas, com toda a fama internacional que conquistou, não atraiu moradores estrangeiros para se fixarem na cidade.

Os que lá aparecem são turistas, que na cidade ficam poucas horas ou dias.

Para atender essa expressiva quantidade de turistas, em Barreirinhas  só existem pizzarias. Parece um pólo italiano implantado em pleno litoral maranhense.

AMIGO DE VERDADE

Quando o advogado Alberto Tavares devota amizade a uma pessoa é pra valer.

Dessa legião de amigos, um conserva com muito carinho: o também advogado Clóvis Viana.

Alberto estava em São Paulo e soube que Clóvis adoecera e internara-se no Hospital São Domingos.

Sem perder tempo, rumou para o aeroporto de Cumbica e tomou o primeiro avião com destino a São Luis. Do aeroporto foi direto ao hospital ver o amigo, que se encontra em pleno restabelecimento.

ASSESSOR DO CEUMA

O engenheiro Luis Raimundo Azevedo durante anos trabalhou em diversos órgãos da administração federal e estadual.

Agora, presta serviços à iniciativa privada.

A convite de Mauro Fecury, presta consultoria à UniCeuma na área técnica.

EXEMPLO DE TRABALHO

O governador Flávio Dino deve reunir o seu secretariado nos próximos dias para fazer uma avaliação de gestão e de trabalho.

Na reunião, exigirá dos componentes do primeiro escalão do governo a dinamização das ações e seguirem o exemplo do diretor do Procon, o jovem advogado Duarte Filho, que faz um trabalho exemplar e se destaca de maneira fantástica. Até à noite, solitária.

O governador quer que o secretariado siga os passos de Duarte, que trabalha até noturnamente,  para o governo ganhar mais visibilidade junto à opinião pública.

ASTRO DE OGUM

Muita gente achava que o vereador Astro de Ogum era uma figura do reino do folclore político.

Quebrou a cara quem pensa assim.

Eleito presidente da Câmara Municipal de São Luis, está a dirigi-la de modo convincente e fazendo a diferença.

Seu desempenho no comando da edilidade agrada colegas de vereança e o eleitorado que torcem para sempre acertar e sem deixar o rastro sujo.

BUZAR E PELÉ

No ano passado, o jornalista Benedito Buzar submeteu-se no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a uma cirurgia idêntica a que Pelé fez agora, no Hospital Albert Einstein.

Foi um ato cirúrgico na coluna lombar, para descompressão da raiz nervosa, chamada de estenose.

Segundo o próprio Buzar, uma pequena diferença marca a cirurgia dele com a do jogador.

A de Pelé, o mundo inteiro tomou conhecimento. A de Buzar, só o povo de Itapecuru soube.

CARRO DE COLLOR

Em recente ação, a Polícia Federal, autorizada pela Justiça, retirou três carros de luxo da Casa da Dinda, residência do senador Fernando Collor, em Brasília.

Um Lanborghini(2014), uma Ferrari(2011) e um Posche(2012).

Dos três automóveis, apenas dois são vistos nas ruas de São Luis: a Ferrari e o Posche.

O Lanborghini, pelo seu alto custo, ainda é desconhecido nesta cidade. Mas há gente pensando em adquiri-lo, mesmo sabendo que as ruas esburacadas de São Luis tendem a desgastá-lo rapidamente.

VÔOS LOTADOS

As companhias aéreas anunciam, em face da crise, a diminuição de vôos nas rotas nacionais, sob o pretexto da ausência de passageiros.

Esse problema pode até acontecer em outras cidades, mas em São Luis, não.

Tanto nas chegadas como nas partidas, aqui, nada mudou. Os aviões continuam voando lotados, trazendo ou levando passageiros.

PASSAPORTE MARANHENSE

Trabalhar ou prestar serviços em órgão público no Maranhão é como receber um valioso passaporte.

Não é por acaso que Fábio Gondin, que ocupou no governo de Roseana Sarney, o cargo de secretário de Administração, foi nomeado para o cargo de secretário de Saúde, de Brasília.

Gondin não foi o primeiro e nem será o último a conquistar no Maranhão o passaporte de habilitação profissional e de garantia de emprego certo em outras cidades.

A FOTO E O FATO

A foto que ilustra esta página, na semana passada, bombou nas redes sociais.

Postado apenas para recordar o passado, acabou sendo objeto de especulação e investigação internética.

A foto retrata um fato do começo dos anos 1970, em que esquerdistas e direitistas participaram de um curso patrocinado, vejam só, pela Esso.

Em pé, da esquerda para a direita, Gastão Vieira, Edson Vidigal, Benedito Buzar (de bigode), Austregésilo Fonseca, Lourenço Vieira de Silva, Almir Marques, Djalma Nina Rodrigues e desconhecido. Sentados: Bandeira Tribuzi, Chico Batista, Orlando Leite, Luiz Rego, desconhecido, e José Teixeira.

 

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O IMPACTO DO PACTO

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Os acostumados a ler os artigos de José Reinaldo Tavares, certamente tomaram um bruto susto nesta última terça-feira. O texto não falava mal de José Sarney.

Aquela linguagem grosseira, pesada e injusta que Zé Reinaldo dedicava a José Sarney, de repente mudou e deixou muita gente perplexa e sem saber os motivos que o levaram a assim proceder, ele, que, ao longo dos anos, teve um relacionamento pessoal e político bem próximo da família Sarney, especialmente com o ex-presidente da República, que sempre o prestigiou e o indicou para altos cargos estaduais e federais.

Seria um despautério dizer que o ex-governador chegou a tais funções públicas, apenas porque fazia parte da cota de amizade de Sarney. Absolutamente.  Competência técnica ele tem e desempenhou em vários órgãos públicos, mas sem o dedo de Sarney não teria ocupado tantos e em tão pouco tempo.

Por conta disso, Zé Reinaldo construiu um currículo admirável e percorreu uma estrada longa e iniciada ao vir de Fortaleza para São Luis, trazido pelo amigo Vicente Fialho, que o indicou ao então governador José Sarney para dirigir o Departamento de Estradas de Rodagem, de onde saiu para comandar a secretaria de Viação e Obras Públicas.

Sempre com o beneplácito de Sarney, no governo seguinte, do governador Pedro Neiva, foi alçado ao cargo de secretário de Planejamento.  Cumprida essa tarefa, recebeu convite do governador de Brasília, Elmo Serejo, para ocupar o cargo de superintendente da Novacap e depois o de secretário de Viação e Obras do Distrito Federal.

Com Sarney na presidência da República, em 1985, a biografia de Zé Reinaldo enriqueceu sobremodo com a nomeação para três cargos relevantes: presidente do Departamento Nacional de Obras contra as Secas; superintendente da Sudene, e ministro dos Transportes.

Findo o mandato de Sarney, ingressa na política e se candidata a deputado federal nas eleições de 1990. Cumpria o mandato no Congresso Nacional, quando Sarney o escolhe para vice na chapa encabeçada por Roseana Sarney.  Com esta, elege-se para o mandato de 1994 a 1998 e reelege-se para o de 1998 a 2002.

Em 2002, Roseana renuncia ao governo e se candidata ao Senado Federal. Automaticamente, Zé Reinaldo assume, completa o mandato e candidata-se a governador para o mandato de 2004 a 2008.

Nos exercício desse mandato, os desentendimentos entre Zé Reinaldo e José Sarney vieram à tona. Não quero e nem devo, por motivos particulares, falar dos entreveros que resultaram no rompimento de uma amizade que parecia ser infinita enquanto durasse. Mas tudo começa com as queixas do governador às emissoras de rádio e televisão do Sistema Mirante, pelas críticas a ex-esposa.

Inconformado, Zé Reinaldo responsabiliza irresponsavelmente Sarney, que nada tinha a ver com aquilo. A partir daí, a criatura transforma o criador em caixão de pancada, fato que marca definitivamente o fim de uma fraterna e longa amizade.

Mas a ira de Zé Reinaldo a Sarney não para e vai mais longe. Por conta e risco, assume o encargo de destruir politicamente o grupo em que nasceu, cresceu e prosperou. Com esse desiderato, alia-se aos opositores de Sarney e adere à candidatura de Jackson Lago à sua sucessão, que tinha Roseana por adversária.  Usou e abusou da máquina administrativa, ganhou o pleito e realizou o que desejava.

Nas eleições de 2014, novamente lutou contra a família Sarney. Apoiou o candidato Flávio Dino e continuou a desancar sem dó e piedade o seu ex-líder e guia político, que, algumas vezes, retribuía as diatribes com que era alvejado.

Depois de todos esses anos de confronto com Sarney, Zé Reinaldo surpreende. Em vez dos costumeiros ataques, escreve um artigo bem mais ameno, com o título de “Pacto pelo Maranhão”, em que a pacificação política é o tema dominante. Sem agredir Sarney, ao contrário, o elogia e enaltece as suas qualidades de líder político nacional. Com esse tom, o convida a uma reflexão sobre a união dos segmentos políticos em favor do desenvolvimento do Maranhão.

Dois pontos de luz iluminam o artigo de Zé Reinaldo: 1) o levantamento da bandeira branca da paz na direção de Sarney; 2) a descrença no governo de Flávio Dino, do qual esperava mais preparo e mais conhecimento sobre a realidade maranhense. Perdida a esperança, a salvação do Maranhão será através de um pacto, mas com a presença de Sarney.

 

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SARNEY VEM AÍ

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O ex-presidente José Sarney já agendou viagem de Brasília para o Maranhão: no começo de agosto.

Como padrinho, vem participar do casamento da filha do prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes.

Na cidade em que nasceu Sarney pode ser pressionado a disputar a única eleição para a qual não foi eleito: a de vereador.

Tempos atrás chegou admitir o encerramento de sua fulgurante trajetória pública na Câmara Municipal de Pinheiro.

Depois de visitar Pinheiro, Sarney vai para outra cidade que também tem importância acentuada em sua vida: São Bento, onde foi gerado.

BANCA DE REVISTA

Eis a dica para quem quiser bater um papo descontraído com o governador Flávio Dino e sem necessidade de marcar audiência no Palácio dos Leões.

Aos domingos, invariavelmente, entre as 10 e 11 horas, sai de seu apartamento para comprar revistas e jornais numa banca situada nas proximidades do Edifício Multiempresarial.

Ali, com os seguranças à distância, o governador passa alguns minutos e na expectativa de uma conversa dominical.

DILMA QUE SE CUIDE

A presidente Dilma que se cuide.

Agosto está chegando e reza a história que é o mês mais catastrófico do país.

Só para lembrar: em agosto, Getúlio Vargas suicidou-se e Jânio Quadros renunciou; Juscelino Kubitscheck morreu em desastre de carro e José Sarney sofreu um atentado.

Para quem vive num inferno astral, como a atual presidente da República, todo é cuidado é pouco.

POPULARIDADE EM QUEDA

O Maranhão foi o estado que a candidata Dilma Roussef recebeu mais votos na sua reeleição a Presidente da República.

Em vários municípios conquistou mais de oitenta por cento da votação.

O jornal O Globo, na semana passada, mandou um repórter às cidades nas quais Dilma recebeu essa votação e saber se a população estava satisfeita com o seu desempenho no governo.

A resposta foi arrependimento total.

SOLTEIRÃO INTERNACIONAL

O engenheiro Antônio Cordeiro Filho, o mais disputado solteirão maranhense, vai mudar de pouso.

Cansado de viver na rota Rio de Janeiro-Nova York, prepara-se para nova experiência de vida e Portugal como destino.

Antes de embarcar para Lisboa, Cordeirinho veio a São Luis despedir-se dos amigos, sendo recebido para um jantar na casa de Genoveva e Luis Raimundo Azevedo.

Também participaram do jantar: Ana Lúcia, Mauro Fecury, Valéria, Nelson Almada Lima, Rosimar, José Carlos Salgueiro e Benedito Buzar.

SANDRA CANTA NONATO

É pena que Nonato Buzar não esteja mais entre nós para ouvir o primoroso CD que a notável cantora Sandra Duailibe acaba de concluir,  apenas de composições do músico itapecuruense.

O repertório, especialmente escolhido pela cantora maranhense, corresponde ao que de melhor Nonato produziu ao longo de sua carreira musical.

Treze composições fazem parte do disco e com destaque para Irmãos Coragem, Rio Antigo, Vesti Azul, Céu Vermelho e Olho Dágua.

Sandra já marcou para 10 de setembro, no Teatro Artur Azevedo, o show de lançamento do CD.

AVENIDA DOS HOLANDESES

Se dependesse do empresário Carlos Gaspar, a Avenida dos Holandeses mudaria de nome.

Ele não se conforma com a homenagem a um país que invadiu São Luis nos primórdios de sua origem e cuidou de destruí-la totalmente.

Gaspar faz pesquisa para saber quando e qual o governante que tomou a iniciativa de prestar essa homenagem a um povo que não a merece pelo que fez em nossa cidade.

ENCONTRO MUSICAL

O povo de Itapecuru-Mirim comemora 145 anos de transformação de vila em cidade.

Ontem, ocorreu um evento considerado o ponto altos da efeméride: o encontro musical, a céu aberto, com músicos da nova e da velha geração itapecuruense, que fizeram um show espetacular, com a participação da população.

O jornalista Benedito Buzar, itapecuruense de fibra, marcou presença no evento e saiu de lá rouco de tanto cantar.

ACADEMIA E SEBRAE

Está nascendo uma parceria entre a Academia Maranhense de Letras e o Sebrae-Ma.

As tratativas para a materialização da parceria estão a cargo do presidente da AML, Benedito Buzar, e do superintende do Sebrae, João Martins.

O fecho da parceria se dará numa reunião no começo de agosto, com as presenças das diretorias das instituições.

RESPIROU ALIVIADA

Afinal, uma notícia deixou a secretária da Cultura mais aliviada.

Quem se encarregou de fazer Ester Marques respirar ar mais leve foi o próprio governador, Flávio Dino.

Em alto e bom som, disse que só em fevereiro do ano vindouro fará alterações no secretariado.

Agora que Ester sabe que não cairá tão cedo, espera-se que apareça com mais freqüência no órgão para o qual foi nomeada.

RONALDO EM ALTA

A intelectual Cheng Hong, mulher do primeiro-ministro da China, acompanhou o marido em sua recente visita ao Brasil.

Ela estudou nos Estados Unidos e especializou-se em autores que trabalham com a relação homem-natureza.

Em Brasília, Cheng teve um encontro com os escritores Márcio de Sousa, Ronaldo Costa Fernandes, Elizabeth Haiz e Nicolas Behr.

O maranhense Ronaldo falou sobre o livro “Cacau”, em que o autor, Jorge Amado, trata a natureza como um bem da vida.

Por falar em Ronaldo, o filho Daniel, diplomata de carreira, após três anos em Londres, como 2º secretário da embaixada brasileira, foi promovido e designado para trabalhar em Israel.

MAIS UM PRÊMIO

O cineasta e acadêmico Joaquim Haickel  foi premiado pela produção do documentário  “A Pedra e a Palavra”, que retrata a vida do padre Antônio Vieira.

O prêmio, conquistado no Festival Internacional de Cinema, será recebido pessoalmente esta semana na cidade do Porto, em Portugal.

O mesmo documentário acaba de ser selecionado para exibição no Festival de Cinema em Montpellier, na França.

 

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MAIS ASFALTO, MENOSVOTOS

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Um dos programas que o governo Flávio Dino desenvolve com prioridade é o “Mais Asfalto”, que, segundo o secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto, objetiva “melhorar a qualidade de vida dos maranhenses, através do asfaltamento de ruas e avenidas de nossas cidades.”

Em São Luis, diz o secretário que “por meio de convênio com a prefeitura o governo destinou R$ 20 milhões para pavimentação de 296 ruas e avenidas de 17 bairros da capital”.

Por conta disso, e não por acaso, jornais e blogs mostram, quase diariamente, o prefeito Holanda Junior nas ruas e bairros da cidade a acompanhar a execução dos trabalhos de pavimentação e a comunicar ao povo que, agora, com a ajuda do governo do estado, ele e a prefeitura vivem momentos novos e podem mostrar serviços para melhorar São Luis.

Na verdade, a pavimentação de ruas ajuda a melhorar a qualidade de vida da população e proporciona a qualquer gestor virar a página do derrotismo, sobretudo aos que, como Holandinha, comiam o pão que o diabo amassou.

Mas a prudência chama a atenção do prefeito para o seguinte: asfalto é um serviço que toda pessoa, seja morador urbano ou suburbano almeja ter um dia, mas, em São Luis, até aonde a vista alcança, não significa dinamizar máquina eleitoral e nem encheu com votos a barriga de candidato a cargo majoritário ou proporcional. Para a comprovação disso, basta remontar às eleições de 1978 e de 1985.

Em 1978, pela Arena, José Sarney concorreu à reeleição de senador. Pelo PMDB, o economista José Mário Ribeiro da Costa foi lançado apenas para fazer número.

Sarney no exercício do cargo de governador (1966 a 197) realizou uma administração exemplar e voltada à promoção de mudanças e construção do desenvolvimento. Tratou São Luis como se fosse o seu prefeito. Cuidou de modernizá-la e de expandi-la para a orla litorânea, construindo a ponte de São Francisco, que gerou um bairro, considerado o mais importante da cidade.

Além disso, executou obras de vulto, que deram à cidade imponência e vigor, pontificando as Barragens do Bacanga e do Batatan, a maternidade do Anil, os conjuntos habitacionais das COHABS, o Porto do Itaqui, as Faculdades de Engenharia e Administração, o Centro Educacional do Maranhão, com a TV Educativa, a Ponte do Caratatiua,a  Avenida dos Franceses, a Prodata e a Vila Anjo da Guarda .

Este acervo de preciosas obras foi acompanhado de um plano de pavimentação da cidade. O centro urbano, com a retirada dos trilhos sob os quais trafegavam os bondes movidos a eletricidade e da cristalização da indústria automobilística no país, foi literalmente asfaltado, ato que levou a classe média citadina ao delírio.

Sarney por tudo que realizara em benefício da cidade, não imaginava que o povo de São Luis não lhe desse uma votação consagradora. Abertas as urnas, o que se viu?  Para ele os votos minguaram, mas para o opositor, José Mário Ribeiro da Costa, os sufrágios quase ultrapassaram a barreira do som.

Em 1985, com José Sarney na Presidência da República, a autonomia política e administrativa das capitais de estados voltou e com ela as eleições diretas de prefeitos.

Naquelas eleições, concorreram seis candidatos à prefeitura de São Luis: Gardênia Gonçalves, Jaime Santana, Jackson Lago, Haroldo Saboya , Luiz Vila Nova e Emanoel Viana. O candidato do grupo Sarney era Jaime Santana.

Para elegê-lo, um programa audacioso foi preparado e ser urgentemente executado em São Luis, centrado na pavimentação de ruas e bairros. Com essa finalidade, arregimentaram-se, em abundância, recursos federais e aplicados por uma força tarefa da prefeitura.

Em tempo recorde, centenas de quilômetros de ruas foram pavimentadas, algumas com perfeição, outras nem tanto, para o candidato da Nova República sair ungido das urnas como o mais votado e ganhar o pleito, fato atestado pelas pesquisas.

Apurados os votos, eis a surpresa: Jaime foi ultrapassado eleitoralmente pela candidata Gardênia Gonçalves, que, na campanha, não se comprometeu a asfaltar nenhuma rua.

Elegeu-se graças ao marido, João Castelo, que, quando governador,empregou só em São Luis cerca de 40 mil pessoas. Foi, portanto, emprego e não asfalto, que a elegeu e fez Castelo, ao longo de várias eleições, a obter, nesta cidade, gigantescas votações que lhe valeram cargos proporcionais ou majoritários.

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FUFUQUINHA BRILHANDO

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Na legislatura passada, André Fufuquinha se elegeu deputado estadual, mas com atuação sem brilho e próprio de um garoto que o pai, Fufuca, mandou para Assembleia Legislativa para passar tempo e ganhar os subsídios.

Nas eleições do ano passado, o pai tomou outra decisão: elegê-lo deputado federal, façanha que poucos julgavam vingar.

Fufuquinha, bem votado em Brasília chegou determinado a ser bom deputado e brilhar no Congresso Nacional.

Na semana passada, teve o seu momento de glória:  apareceu no horário nobre da TV Globo, no Jornal Nacional, como presidente de uma comissão importante da Câmara de Deputados.

MÉDICO DA VELHA GUARDA

Faleceu no Rio de Janeiro o médico maranhense, João Maranhão Ayres.

Especializado em doenças do aparelho digestivo, marcou época em São Luis como profissional competente e dotado de uma expressiva clientela.

Há anos ausente do Maranhão, João Maranhão Ayres pertenceu a uma geração de médicos respeitados e conceituados, da qual, seguramente, era o último sobrevivente.

GRAVATAS EVANGÉLICAS

UM camelô chamava a atenção dos consumidores que na Rua Osvaldo Cruz faziam compras na quinta-feira.

Ele vendia gravatas e anunciava que tinha para todos os gostos e para diversos eventos.

Dentre as mais vendidas as que ele apontava para uso em eventos evangélicos.

HOSPITAIS E ESTACIONAMENTO

OS dois maiores hospitais de São Luis estão investindo gigantescamente em obras visando aumentar e melhorar a capacidade de atendimento.

São Domingos e UDI travam uma concorrência saudável não apenas para oferecer mais leitos, mas dar melhor assistência médica e hospitalar aos pacientes.

Ambos lutam para isso, mas não esquecem um problema terrível: estacionamento para suportar a demanda de pacientes e de visitantes.

Não é à toa que São Domingos e UDI fizeram recentemente operações imobiliárias de vulto para aquisição de boas áreas de terras e destinadas exclusivamente ao estacionamento de veículos.

TURISMO MUDOU

A luta para que a Secretaria de Turismo do Estado do Maranhão se instalasse no Centro Histórico foi árdua e longa.

Os operadores do turismo, depois de muita luta, conseguiram vencer a resistência dos governantes, que, afinal, instalaram no Centro Histórico o  órgão que cuida das atividades ligadas ao setor.

Mas agora as autoridades descobriram que a Secretaria de Turismo estava em local errado e resolveram  transferi-la para a Avenida dos Holandeses.

DIA DA POESIA

A Academia Maranhense de Letras vai encampar a sugestão do intelectual Sebastião Moreira Duarte.

Convencer a Câmara Municipal de São Luis a fazer uma lei determinando 29 de outubro como Dia da Poesia.

Nesse dia nasceu o grande poeta José Chagas, cuja obra poética é quase toda dedicada a São Luis.

Para transformar a déia de Sebastião em realidade, Buzar conversou com o vereador José Joaquim que se comprometeu apresentar o projeto.

CASTELO E MALUF

O resultado de uma pesquisa recente e voltada para a sondagem do eleitorado em torno das eleições de 2016 para a prefeitura de São Luis, fermentou o processo eleitoral e fez os pretensos candidatos saírem do casulo.

Um deles, o deputado João Castelo, que, pela boa posição conquistada na sondagem, já admite voltar às ruas e disputar os  votos com vistas à prefeitura de São Luis.

Sobre a intenção de Castelo de querer novamente ocupar o cargo de prefeito, o ex-governador José Reinaldo burilou esta frase: – Castelo é igual a Maluf. Tem votos em São Luis, mas, insuficientes para elegê-lo ao cargo que já ocupou.

SEXO EM BAIXA

A crise é grave e chegou fervendo no mercado sexual de São Luis.

Os homossexuais que fazem ponto na Praça Benedito Leite e adjacências, dizem que a escassez de grana está prejudicando a prática do sexo.

Com o sumiço dos clientes, as bichas fazem questão de mostrar publicamente a insatisfação e revolta contra o governo Dilma.

EMPRESÁRIO DOANO

O ex-deputado Nan Sousa estranhou sua indicação para figurar na lista de candidato a Empresário do Ano.

Surpreso, pediu explicação a respeito de tamanha honraria.

A resposta foi convincente e pertinente: – Conseguiu o quase impossível vender um hotel em São Luis.

QUEBRA DA TRADIÇÃO

Este ano, o desembargador e acadêmico Lourival Serejo, por motivos profissionais, não compareceu à Feira Internacional do Livro de Paratí.

Quebrou uma tradição que cumpria religiosamente.

Nenhum outro membro da Academia Maranhense de Letras também marcou presença no evento. Mas o acadêmico Joaquim Itapary coordena um grupo para em 2016 participar da FLIP.

 

BATIZADO NA TOSCANA

Aquela parte da família Cella, que mora em São Luis, viajou para a Itália.

Destino: a região da Toscana, onde os Cella se reúnem todos os anos para se rever e matar saudades.

O encontro da família Cella, este ano, tem como atração o batizado da neta de Dulce e Mário Cella e filha do médico Wener Passarinho Cella, oftalmologista da nova geração maranhense.

MEMÓRIA E CULTURA

Pouca gente sabe o que há, em matéria de equipamento de ponta, na sede da Fundação Nagib Haickel e qual a finalidade daquele aparato tecnológico.

Os equipamentos foram adquiridos pelos irmãos Joaquim e Nagib Haickel, com o objetivo de ali desenvolverem projetos de relevância cultural. Só por isso, já merecem ser exaltados

Por meio daquelas máquinas sofisticadas e voltadas para o mundo virtual, os Haickel reproduzem e conservam o que de mais precioso dispõe o acervo artístico, arquitetônica e cultural do Maranhão, ainda disperso ou abandonado, mas que vem sendo arrebanhado, recuperado e tratado para a perpetuação e glorificação de nossa memória.

O trabalho que a Fundação Nagib Haickel presta ao povo maranhense é tão valioso e importante que se comparado com as ações culturais dos governos, estas se minimizam e aquele se maximiza e ganha extraordinário vulto.

CONTADORAS ASSOCIADAS

Depois de vinte anos de experiência na profissão contábil, Daniela Moura e Ariza Marshelli se uniram e fundaram a empresa Moura&Marshelli Contadoras Associadas, com o objetivo de oferecer ao mercado prestação de serviços diferenciados na área contábil, com atendimento presencial aos clientes e assistência direta das profissionais.

 

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DILMA E A MANDIOCA DE ITAPECURU

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Eu, na condição de itapecuruense, lamento Dilma Roussef não ocupar a Presidência da República do Brasil na década de 1940, não porque desejasse vê-la à frente de nossos destinos, numa época em que, desgraçadamente, o país estava sob a égide da ditadura, chefiado pelo gaúcho Getúlio Vargas.

Gostaria de, naqueles idos, Dilma chegasse ao comando supremo da nação brasileira, só por um motivo: a certeza de que não permitiria a desativação da usina de álcool, que o governo federal projetara para montar Itapecuru, usando a mandioca como matéria prima, que ela considera “uma das maiores conquistas do país”.

A história da construção dessa usina, que tanto esperança deu à população itapecuruense, começa em 1943, quando o interventor Paulo Ramos recebe a informação de que no Maranhão a União instalaria uma fábrica para a produção de 40 mil litros anuais de álcool.

O interventor tentou levar o projeto para Caxias, sua terra natal, mas os técnicos acharam que a cidade de Itapecuru-Mirim seria melhor e a mais adequada à instalação da usina, por estar mais próxima da capital do Estado, em que os equipamentos, vindos do exterior por via marítima, seriam descarregados e transportados pela estrada de ferro ao local do empreendimento.

As tratativas para execução da obra se iniciam em 1944, com a assinatura de um convênio entre a CEPM-Comissão Executiva dos Produtos da Mandioca e o Governo do Maranhão, com este contraindo um empréstimo no Banco do Brasil, no valor de sete milhões de cruzeiros (em moeda da época), destinado ao levantamento dos prédios, aquisição de equipamentos e outros procedimentos, a cargo da empresa carioca, Construpan, que, contratada para tal fim, aprovou de imediato o terreno doado pela prefeitura e localizado na Rua do Fio, para a montagem da fábrica.

Começadas as obras, vieram à tona problemas que fizeram a construtora a interromper os trabalhos em execução pelos seguintes fatores: o rigoroso inverno que atacou o interior do Maranhão e fez subir significativamente as águas do rio Itapecuru; a deficiência do transporte ferroviário, que não entregava com presteza os materiais e equipamentos; a ausência de pessoal qualificado para realizar adequadamente os serviços de construção civil; e a pequena produção de telhas e tijolos que a construção carecia.

Sanados, ainda que parcialmente os obstáculos, nos meados de 1946, os trabalhos e serviços de construção civil foram novamente interrompidos. Desta feita, por falta de recursos. Um novo empréstimo, também, contraído entre o Governo do Estado e o Banco do Brasil foi assinado, no valor de três milhões e quinhentos mil cruzeiros, para ser resgatado nas mesmas condições do anterior, ou seja, em 10 anos, com 7% de juros ao ano.

Com a retomada dos trabalhos da destilaria, paralelamente, a CEPM iniciou o movimento para estimular os agricultores de Itapecuru e das cidades vizinhas, para a necessidade de plantar e cultivar a mandioca em grandes escala, matéria prima que usina precisaria para a produção de álcool.  Nesse sentido, foram oferecidos aos lavradores financiamento para o cultivo da planta, compra de instrumentos agrícolas e transporte do produto para a fábrica, que estaria preparada para, diariamente, consumir 35 toneladas de raízes da planta.

Mas os recursos advindos do recente empréstimo, que deveriam ser aplicados na obra e no financiamento da produção agrícola, foram desperdiçados e tomaram o destino da corrupção. Resultado: a construção da fábrica, no final de 1946, enveredou no rumo da desativação dos trabalhos e da operação.

Mas não foi apenas isso o que aconteceu. Sem que os governantes federais e estaduais, a CEPM e a Construpan se manifestassem quanto ao destino da usina, os prédios construídos e os equipamentos instalados, viram-se destruídos, não apenas pela ação inclemente do sol e da chuva a que estavam expostos, mas, também, pela vontade criminosa de malfeitores, que de lá levaram tudo o que puderam.

Vítimas, também, desse projeto mal conduzido: os pobres agricultores que, iludidos com promessas mirabolantes, endividaram-se e viram os seus esforços rolaram por águas abaixo, levando de roldão as esperanças de dias melhores.

Sem que os responsáveis por toda aquela situação tenham sido molestados ou investigados por qualquer autoridade policial ou jurídica, excetuando-se a imprensa que sempre clamava por explicações das autoridades ou pedia a punição dos criminosos, o sonho dos itapecuruenses de contar com uma fábrica para empregar mão de obra local e incentivar a produção agrícola regional, só não se desmoronou  por completo por que a Associação Comercial e Industrial de Itapecuru, tendo à frente o incansável José Alexandre de Oliveira, fez várias tentativas para o projeto ser reativado,  mas todas em vão, a despeito da solidariedade de alguns políticos.

Por tudo que comentei acima, acho que Dilma chegou tardiamente à Presidência da República e ocupou o palácio errado. O Palácio do Catete seria bem mais confortável do que o Palácio do Planalto, onde vive um inferno astral. Se tivesse optado pela década de 1940, a minha terra, quem sabe, poderia ser hoje um pólo industrial, graças à mandioca, descoberta por ela e considerada  “uma das maiores conquistas do país”.                ,

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AVENIDA IV CENTENÁRIO

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AVENIDA IV CENTENÁRIO

As avenidas Expressa e IV Centenário foram construídas no governo de Roseana Sarney e inauguradas antes de acabar o seu mandato.

São obras da moderna engenharia e projetadas para melhorar a mobilização urbana de São Luis.

Mas enquanto a Expressa ganhou fluxo e vulto, a IV Centenário ficou em plano inferior e subutilizada.

Construída para ligar a cidade ao bairro da Alemanha, perdeu esse objetivo pelo desprezo da população, que diariamente e em plena luz do dia, vê nela ocorrer atos criminosos e praticados por falta de policiamento.

É pena ver uma obra projetada para desafogar o trânsito ser transformada em propriedade da bandidagem, que a usa para molestar e prejudicar a população.

ANA KAREN ESPECIAL

A revista Metrópole, editada na capital paulista, voltada para o mundo dos negócios e do turismo, dedica o último número à prefeita de Cruzeiro, Ana Karen.

Ela, a capa da revista e em policromia, através de longa e interessante reportagem, revela o seu lado de mulher empreendedora e de gestora pública.

Ana Karen, que já ocupou cargos importantes, destacando-se a presidência da Maratur e a diretoria da Embratur,  credenciaram-na a eleger-se e reeleger-se prefeita de Cruzeiro, cidade paulista em que nasceu, onde realiza uma  notável administração, ainda que prejudicada pela politicalha que predomina na Câmara Municipal.

SANGUE MARANHENSE

A arquiteta Christine Velloso está brilhando como profissional competente e criativa, na cidade paulista de Bauru.

Metade do sangue que corre nas veias de Christine procede do pai, o maranhense de São Luis, Carlos Velloso, que se diplomou veterinário no Rio de Janeiro e exerceu a profissão em Bauru.

Naquela cidade paulista, Velloso conheceu, enamorou-se e casou com Maria Amélia Mercadante, com a qual teve três filhas: Christine, Natália e Mariana.

Christine, antes de concluir o curso de arquitetura na Universidade Júlio de Mesquita Filho, em Bauru, passou dois meses em São Luis, estagiando no Instituto do Patrimônio Artístico e Artístico Nacional, tempo em que se encantou com a beleza arquitetônica e histórica de nossa cidade.

Os pais de Christine, Maria Amélia e Carlos Velloso, estão atualmente em São Luis. Vieram a convite de Ana Lúcia e Mauro Fecury participar de uma festa junina.

PROTESTO DE MARANHENSE

Circula pelo país mensagem da autoria do advogado maranhense Carlos Nina, contra as recentes declarações da presidente Dilma Roussef.

Endereçada às entidades a que Carlos Nina pertence, Associação dos Magistrados do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil e Instituto dos Advogados Brasileiros, a mensagem repercutiu de maneira estrondosa e já levantou veementes protestos da categoria contra as leviandades proferidas pela presidente da República, aqui e fora do país.

O advogado maranhense acha que as representações profissionais não devem só protestar, mas, também, responsabilizar Dilma juridicamente pelas palavras insensatas que vocifera.

PORCÃO FECHADO

Um dos templos da gastronomia carioca, a tradicional churrascaria Porcão, localizada no bairro de Ipanema, encerrou as atividades.

Não só os cariocas vão sentir falta do Porcão. Os maranhenses, que costumam viajar e passar temporadas na Cidade Maravilhosa, também,  ficarão com saudade dela.

Antes do Porcão, de Ipanema, outra churrascaria da mesma rede, localizada na Barra da Tijuca, já fechara as portas.

PREFEITO DE ITAPECURU

O prefeito de Itapecuru-Mirim, Magno Amorim, além de evangélico fervoroso, tem coragem de sobra.

A audácia do gestor é tamanha que no dia de seu aniversário, final de junho, o funcionalismo municipal não trabalhou por ser ponto facultativo.

Como se não bastasse, o aniversário foi comemorado com grande festa que se prolongou ao longo do dia e com comes e bebes à vontade.

BOEIRO ASSUMIDO

O empresário e líder da construção civil, Fábio Nahuz, na época junina,  não deixa por menos: acompanha o bumba boi de Maracanã  aonde a brincadeira vai.

Na festa que Ana Lúcia e Mauro Fecury realizaram, na semana passada, em comemoração ao aniversário da filha, Luciana, Fábio era só alegria.

Há anos Fábio prestigia o bumba boi de Maracanã e sabe todas as toadas que os brincantes cantam nas apresentações.

COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO

O reitor da Universidade Federal do Maranhão, Natalino Salgado, criou comissão para organizar a programação do centenário de nascimento do professor Mário Meireles.

O evento contará, também, com a participação da  Academia Maranhense de Letras, que, na comissão organizadora,  tem dois representantes: Benedito Buzar e Ceres Costa Fernandes.

Na programação, destaques para a exposição da vida e da obra do saudoso mestre, lançamento e relançamento de livros da sua autoria, palestras, mesas redondas, com a presença de professores da Ufma e de membros da AML.

SELA DE CASTIGOS

O problema carcerário de São Luis volta ao noticiário político e jornalístico, com a discussão da desativação da sela de castigo da Penitenciária de Pedrinhas, fato esse que é lembrado por quem assistiu a uma cena ocorrida na época do governo João Alberto.

O governador e o secretariado foram a Pedrinhas ver as obras em execução naquela penitenciária..

Em chegando na famigerada sela de castigos, ao vê-la em péssimas condições físicas, o governador João Alberto imediatamente ordenou que os presos fossem retirados dali e permitir que o infecto depósito humano pudesse ser destruído sob as vistas de todos que lá estavam.

Enquanto a cela de castigo não sumiu do mapa, João Alberto dali não saiu.

HOMENAGEM A NAURO

Por indicação do reitor Natalino Salgado, o Conselho Universitário da Universidade Federal do Maranhão aprovou concessão do titulo de doutor honoris causa ao saudoso bispo Dom José Delgado, in memorian e ao intelectual Nauro Machado.

Tímido por natureza e avesso a homenagem, Nauro já se convenceu a comparecer à solenidade em que será homenageado.

Mas a resistência do poeta chegou ao fim graças ao trabalho persistente da esposa Arlete, do filho Frederico, e dos amigos mais chegados.

Nauro decidiu participar do festivo evento, mas jamais discursar.

FICOU NO LUCRO

Enquanto o PT se esfarela no país, pelo cometimento de erros políticos seguidos e graves, em São Luis, um petista histórico assiste a tudo isso sem poder nada fazer.

Trata-se de Washington Oliveira, que renunciou a vice-governança para ser nomeado ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.

Na época em que Washington decidiu sobre a questão, meditou muito e pediu conselhos a amigos. Uns o aconselhavam a renunciar, outros faziam o contrário.

Depois que o tempo passou Washington acha que tomou o rumo certo e muito deve a quem o aconselhou a trocar a função pelo cargo que ora ocupa.

PALMAS PARA A CEMAR

Dentre todas as empresas habilitadas a patrocinar projetos respaldados na lei de incentivo à cultura e ao esporte, mais conhecida por Lei Haickel, existe uma que se destaca.

A Cemar, a maior empresa eminentemente maranhense e a que mais incentiva as nossas manifestações artísticas, culturais, folclóricas e esportivas.

Atualmente, a Cemar sozinha é responsável, no mínimo, 25 por cento dos projetos culturais e esportivos realizados no Maranhão e, por isso,  deve receber o acato, a louvação e o agradecimento dos produtores culturais e dirigentes esportivos.

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A CLEROCRACIA, LUIZ ROCHA E FLÁVIO DINO

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Luiz Rocha e Flávio Dino não são parentes e nasceram em dias e lugares diferentes. O primeiro já faleceu, mas o segundo está vivo e no vigor da maturidade. Os dois, através de eleições diretas, chegaram ao governo do Estado. Luiz Rocha elegeu-se para o mandato de 1983 a 1987; Flávio Dino, para o mandato de 2015 a 2019.

Um fato, contudo, aconteceu na vida de ambos, quando em pleno exercício do poder, viram-se envolvidos numa guerra santa, em que a clerocracia marcava presença e com toda força.

Na história do Maranhão e ao longo da vida republicana, não há registro de que, excetuando-se Luiz Rocha e Flávio Dino, outros governadores tenham batido de frente com membros do clero e fazendo com que se manifestassem publicamente, pela voz de seus representantes mais credenciados, contra atos praticados e considerados inaceitáveis pela igreja católica.

Se os gestos de Luiz Rocha e Flávio Dino convergem quanto ao alvo, no que concerne ao desfecho, não se cruzam e divergem. Enquanto o atual governador, até agora, apenas recebeu protestos e indignações do clero e das entidades ligadas ao catolicismo, o falecido governador, além de ter a sua ação condenada pelos sucessores de São Pedro, ainda foi contemplado com a pena da excomunhão.

Levando em conta que o episódio entre o clero e Flávio Dino é recente e continua no noticiário dos jornais e dos blogs, o que teve Luis Rocha como protagonista, deu-se anos atrás, por isso, nada mais oportuno do que relembrá-lo para se fazer um cotejo entre os dois atos e vindos a lume em momentos diferenciados.

A 13 de abril de 1986, o então bispo de Bacabal, Dom Pascácio Rettler, tomou uma atitude que surpreendeu a família católica maranhense e o mundo político: proibiu o governador Luiz Rocha do exercício da comunhão.

A origem desse insólito gesto deu-se quando o lavrador Antônio Fontenele Araújo foi barbaramente assassinado a mando do fazendeiro Adelino Pereira Lima, no povoado Centro do Aguiar, município de Lago do Junco.

Os padres da diocese de Bacabal, liderados pelo seu bispo, logo se mobilizaram para exigir das autoridades estaduais e federais providências relacionadas aos assassinatos de lavradores da região, crimes esses atribuídos à União Democrática Ruralista.

O governador Luiz Rocha, simpatizante da UDR, em vez de tentar apurar os fatos, fez uma declaração pública que irritou profundamente o clero maranhense. Acusou diretamente os padres da diocese de Bacabal de incentivarem a luta dos lavradores contra os fazendeiros, acusando-os ainda da compra de armas para os trabalhadores agrícolas.

A invectiva do governador contra os padres de Bacabal foi o bastante para que onze bispos do Maranhão se reunissem em Teresina e emitissem uma Carta ao Povo de Deus, em que comunicavam que o governador Luiz Rocha, o secretário de Justiça e Segurança, coronel João Ribeiro Silva Junior, e a diretoria da União Democrática Ruralista, “pelas suas atitudes anti-evangélicas foram excluídos da comunhão eclesial, não tendo sentido continuarem recebendo os sacramentos que a Igreja oferece, enquanto não apresentarem sinais públicos de conversão à sabedoria evangélica”.

Ao tomar conhecimento da nota da Igreja, o governador Luiz Rocha, citando a Bíblia, limitou-se a fazer esta irônica declaração: “Ai dos que decretam leis injustas e editam escritos de opressão (Isaías, capítulo 10, versículo I)”. E arrematou: “Continuarei amando o Deus de minha fé e comungando a hóstia mesmo que tenha eu próprio de fazê-la. Não quero continuar comungando outras hóstias feitas por mãos assassinas que misturam o trigo com o sangue dos inocentes”.

A excomunhão do governador e o seu revide ao clero chegaram ao domínio público e repercutiram intensamente na Assembleia Legislativa, onde só os deputados contrários a Luiz Rocha se manifestaram.  Os parlamentares oposicionistas Luiz Pedro e Haroldo Saboya hipotecaram solidariedade aos padres de Bacabal e louvaram a atitude de excomungarem o governador, o secretário de Justiça e Segurança e a diretoria da UDR, acusados e responsabilizados pelos crimes praticados no Vale do Mearim.

O silêncio dos deputados governistas foi respondido pelos pecuaristas de todo o país que fizeram uma reunião em Goiânia para homenagear Luiz Rocha pelas posições assumidas contra os padres defensores dos lavradores.

Diante da celeuma causada pela excomunhão do governador, a Secretaria de Comunicação Social do Governo do Estado fez publicar esta nota: “O senhor Governador do Estado, Dr. Luiz Rocha, tomou conhecimento da decisão de alguns bispos de excluí-lo do sacramento da comunhão. Ele entendeu que isto aconteceu pelo fato de ter demonstrado ao Brasil inteiro que alguns setores da Igreja Católica são os responsáveis pela violência no campo, provando inclusive que munições estrangeiras foram apreendidas em mãos de membros de comunidades dominadas por padres estrangeiros”.

Na nota, o chefe do Executivo julgou oportuno também lembrar aos padres e bispos estas sagradas, mas ferinas citações bíblicas: 1) “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Lucas, (23-34)”; 2) “Ai dos sacerdotes que se apresentam a si mesmos! Não são os sacerdotes que devem apascentar suas ovelhas? Comeis de seu leite, vestis sua lã, mas não apascentais suas ovelhas. Não fortalecestes a ovelha fraca, não curastes a ovelha doente nem enfaixastes a ovelha quebrada. Não trouxestes de volta a ovelha extraviada. Não procurastes a ovelha perdida, mas as dominastes com dureza e brutalidade. Aqui estou contra os sacerdotes para reclamar deles as minhas ovelhas e lhes cassar o ofício de pastor (Ezequiel, 34-2)” 3) “Não chamarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não deixará impune quem pronunciar seu nome em vão. (Êxodo 20. Dos Mandamentos)”. 4) “O que agora faço, também no futuro o farei, para cortar pela raiz todo o pretexto àqueles que procuram algum motivo para se envaidecerem. São falsos apóstolos, operários desonestos, que se disfarçam em apóstolos de Cristo. O que não é de se espantar, pois o próprio Satanás se transforma em anjo de luz, não é nada extraordinário que seus ministros se disfarcem em ministros da justiça. (Paulo em Cartas aos Corintos)” 5) “Ainda que eu falasse a língua dos homens, mas não tivesse amor, seria como o bronze que soa ou tímpano que retine.(Paulo em Carta aos Corintos)”. 6) Guardai-vos dos falsos profetas. Vêem a vós disfarçados com peles de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. (Mateus, 7-15)”. 7) “Jesus entrou no templo e expulsou de lá todos quanto desvirtuavam o trabalho do Senhor, afirmando: Está escrito. Minha casa será chamada Casa de Oração, mas vós a convertestes em covil de ladrões. (Mateus, 21-12)”. 8) “Assim disse o Senhor contra os profetas que seduzem o meu povo contra os que proclamam a paz, mas declaram a guerra.(MiIqueias ,3,5)”.

Também correu a notícia de que o governador teria levado ao conhecimento do Papa a decisão do bispo da diocese de Balsas de excomungá-lo, mas o Vaticano fez ouvido de mercador. A guerra santa entre o clero e o governador só acabou no ocaso do mandato de Luiz Rocha. Quem se encarregou de enterrá-la foi o arcebispo Dom Paulo Ponte, que, numa celebração na igreja da Sé, pessoalmente fez questão de ir ao encontro do governador e dar-lhe o sacramento da comunhão.

Luiz Rocha, emocionado e feliz, recebeu contritamente a hóstia, e como se nada tivesse acontecido entre ele e a clerocracia maranhense, comemorou, no Palácio dos Leões, o seu retorno ao rebanho de Cristo.

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MEXIDA NO SECRETARIADO

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A mídia que se dedica a comentar fatos e atos do governador Flávio Dino anuncia uma boa-nova: mudanças no secretariado do governo.

Com quase seis meses de mandato, o governador pensa mudar algumas peças, tendo em vista que quando as nomeou, não conhecia o nomeado muito menos o seu desempenho profissional.

Fontes palacianas dão conta de que agora, conhecendo a máquina administrativa que nomeou, pode melhor avaliá-la e fazer alterações que precisam para o governo deslanchar e corresponder às expectativas geradas na campanha eleitoral.

Há quem diga que a reforma, pela extensão que terá, deixará muita gente desempregada. O secretário do Meio Ambiente seria um dos primeiros a dançar.

OS ANJOS DE ROSEANA

Ao longo de sua vida pública, Roseana Sarney sempre teve um anjo da guarda a acompanhar os seus passos e ajudar a resolver problemas pessoais.

Esse anjo tem um nome: Olga Simões. Além de confidente e amiga de todas as horas, ocupou diversos cargos no seu governo. O último foi na Secretaria da Cultura.

No final do governo passado, Roseana ganhou mais um anjo da guarda: Ana Graziela Neiva Costa, que exerceu o cargo de secretária-chefe da Casa Civil.

Com o término do governo, Ana Gabriela manteve a amizade com Roseana e com Olga assessora a ex-governadora em tempo integral e dedicação exclusiva.

HOMENAGEM A ITAPARY

Amanhã, Joaquim Itapary parte, em companhia da esposa, Edna, para o Rio de Janeiro.

Como faz todos os anos, cumprirá temporada em terras cariocas,  período em que trata da saúde e se atualiza com as coisas do mundo cultural.

Ontem, Waldemiro e Iara Viana chamaram alguns amigos para o bota-fora de Joaquim, ao qual foi oferecido um almoço à base de mocotó e muçum, pratos preferidos do homenageado.

NOME DE ARTISTA

O mais novo membro do Tribunal de Justiça, além das qualidades morais e profissionais, carrega uma singularidade.

Foi batizado com o nome de um dos artistas do cinema americano e que fez enorme sucesso nas telas mundiais no século passado: Tyrone

O Tyrone maranhense chega por mérito à cúpula do Poder Judiciário e é uma figura humana respeitada, reservada e conceituada no meio em que atua e na sociedade.

PAR ARTÍSTICO

A piauiense Dadá Coelho nasceu artisticamente em São Luis do Maranhão.

Ela é hoje uma comediante de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, atuando em teatro e televisão.

Dadá ganhou agora mais notoriedade por conta do namoro assumido com o ator global, José de Abreu.

Dizem que o romance esquentou tanto que pode dar em casamento.

PRESENÇAS JUNINAS

Na festa junina que Ana Lúcia e Mauro Fecury realizaram sexta-feira, em comemoração ao aniversário da filha Luciana, as presenças de maranhenses que moram no sul do país.

Iolanda Paraíso, que reside no Rio de Janeiro, e Carlos e Maria Amélia Veloso, de Bauru, cidade paulista.

Vieram a São Luis com a finalidade de participar do evento que os Fecury ofereceram aos amigos e convidados, os quais não pouparam os anfitriões de merecidos elogios pelo bom e melhor que ofereceram.

CRISE NOS SHOPPINGS

Os que gostam de fazer compras ou de passear em shoppings já devem ter sentido algo que não demorou a chegar: o peso da crise financeira nas costas dos lojistas.

Nos shoppings, não dá para esconder o grande número de lojas fechadas e em processo de encerramento das atividades comerciais, diminuídas sensivelmente com o sumiço dos consumidores e retração das compras.

Essa crise chega a São Luis no exato momento de expansão dos shoppings.

LIVRO DE EULÁLIO

Vem aí mais um livro do juiz e intelectual José Eulálio.

Deve ser lançado no mês de julho vindouro. Trata-se de um estudo sobre a prostituição no Maranhão, na época em que a Zona do Baixo Meretrício prosperava em São Luis.

Intitulado de Vidas Profanas, o livro não deixa escapar nada sobre  a prostituição praticada nas pensões da ZBM, a vida das prostitutas e  fatos e atos nas noitadas que tinham as Ruas da Palma e 28 de Julho como palcos.

EMOÇÃO DE TURÍBIO

Antes de retornar ao Rio de Janeiro, o violonista Turíbio Santos fez questão de manifestar ao presidente da Academia Maranhense de Letras, Benedito Buzar, a emoção que viveu em São Luis, ocasião em que foi empossado membro da AML e do concerto de primeira linha musical que aqui fez.

O músico maranhense prometeu voltar brevemente para lançar o livro recentemente publicado, intitulado Caminhos, Encruzilhadas e Mistérios.

Turíbio mostrou-se sumamente grato com a acolhida que teve no Rio Poty Hotel, que o hospedou gentilmente por iniciativa de Armando Ferreira.

HOMENAGEM A LEOMAR

O desembargador Cândido Ribeiro Filho, presidente do Tribunal Regional Federal, da 1ª Região, presidirá nesta sexta-feira, em Caxias, uma solenidade, em que a emoção marcará presença.

Trata-se da aposição do nome e da fotografia do saudoso desembargador Leomar Amorim no Fórum da Subseção Judiciária de Caxias.

Amigos e colegas do homenageado já anunciaram presenças no significativo evento.

COMO UMA LUVA

O ex-presidente Lula soltou recentemente uma frase que, pela verdade nela contida, repercutiu intensamente nos meios políticos e no PT, mais enfaticamente.

Segundo Lula, o PT só pensa em cargo.

Quem conhece a trajetória do PT no Maranhão, não vacila quanto à veracidade da frase lulista, que caiu com uma luva na cabeça dos companheiros maranhenses.

ASSISTENCIALISMO CARO

A primeira ação paternalista do governo do Estado, vinda de gestões passadas, ocorreu quando abriu os cofres para a promoção de eventos carnavalescos no interior.

Cidades com ou sem tradição de carnaval, aproveitaram politicamente a bonança do governo, para conseguirem verbas, as quais os prefeitos nem sempre aplicaram corretamente.

Como se não bastasse o carnaval, as festas juninas vieram depois e o governo do Estado, por pressão de deputados, também, passou a patrociná-las.

Com o quinhão de recursos prometidos, prefeitos e deputados prometem fazer festas juninas majestosas, mas estas geralmente não acontecem porque um naco daquele recurso some misteriosamente.

 

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