“Como filha do prefeito Castelo, é natural que eu seja a deputada mais assediada”, admite Gardeninha

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gardeninha21.jpgEm uma conversa franca e ao mesmo tempo descontraída com o blog, nesta segunda-feira, a deputada estadual Gardênia Castelo (PSDB) negou que exerça qualquer influência na administração do pai, o prefeito de São Luís, João Castelo. A parlamentar afirmou, no entanto, que se mantém vigilante em relação aos bastidores do governo municipal e que isso a fez perceber a existência de intrigas entre alguns membros da equipe. Ela falou ainda da expectativa criada em torno da desfiliação de vários deputados do seu partido e, com uma sinceridade incomum ao meio político, admitiu ser a parlamentar mais assediada dentre os 42 com assento na Assembléia Legislativa do Maranhão. A seguir, a entrevista:

Influência

“Não existe esse negócio de que eu mando na Prefeitura de São Luís. É óbvio que esses comentários sempre irão surgir, pois sou filha do prefeito. Mas essa suposta influência, esse poder excessivo que me atribuem são impensáveis. Quem conhece o João Castelo sabe que ele tem personalidade forte e jamais permitiria que alguém, mesmo que fosse seu filho, mandasse em sua gestão”.

Vigilância

“Apesar de não mandar, resolvi assumir uma postura vigilante em relação à administração municipal, tanto pelos laços afetivos que mantenho com o prefeito, como pelo compromisso que tenho com a população de São Luís. Além disso, é inegável que se o grande projeto que ele tem para a cidade for bem sucedido me trará benefícios”.

Intrigas

“Intrigas acontecem em qualquer administração, seja pública, seja privada. A atual equipe da prefeitura é formada, em grande parte, por pessoas que acompanham a trajetória política do João Castelo há décadas. Há outros que foram nomeados por sua reconhecida competência técnica. Dentre todos, no entanto, existem aqueles que trabalham para o grupo e uma minoria que visa apenas beneficiar a si própria. Daí surgem as desavenças e traições”.

Esvaziamento

“Vejo duas alternativas para evitar que a diminuição da bancada do PSDB na Assembléia enfraqueça o partido na próxima legislatura: ou investimos em novos nomes que venham somar em densidade eleitoral ou formamos um chapão, coligando com outras agremiações. É importante observar, entretanto, que na eleição passada tivemos mais de 90 mil votos na legenda (voto apenas no partido), o que reforçou nosso quosciente eleitoral. No próximo pleito, o cenário pode nos ser ainda mais favorável, pois, no plano nacional, teremos uma candidatura a presidente com chances reais de vencer, o que dá ainda mais visibilidade ao partido. Vejo uma grande vantagem nisso”.

Desfiliação

“Os deputados que tomaram a iniciativa de deixar o nosso partido tiveram prazo para fazer isso. Esse prazo termina hoje (31/08). Caso algum tente sair após o período legal, o partido não poupará esforços para tentar reaver o mandato”.     

Dobradinha 

“As dobradinhas com deputados federais do meu partido, nas eleições do ano que vem, serão interessantes em algumas regiões. Em São Luís, por exemplo, seria importante uma parceria com o Pinto Itamaraty. Em alguns municípios, pedirei votos junto com o Carlos Brandão. Já o deputado Roberto Rocha, apesar de ter sido o mais votado do estado no último pleito, tem a maioria do seu eleitorado concentrado em regiões onde sou pouco lembrada, a exemplo de Balsas. Minha estratégia será pulverizar os votos pelo maior número de municípios possível. Na eleição passada, fui votada em 198 cidades, o que foi um grande resultado”.     

Assédio 

“O fato de atualmente eu ser a deputada mais assediada é mais do que natural. Se o prefeito de São Luís fosse o Clodomir Paz, você acha que o gabinete da mulher dele, a deputada Graça Paz, não seria o mais procurado? Isso me deixa, de certo modo, satisfeita, mas também reforça o meu compromisso, pois tenho que corresponder às expectativas de todos”.      

   

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Infarto mata infectologista que coordenava ações contra gripe suína no Maranhão

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wellington.jpgMorreu na tarde deste domingo, aos 48 anos, vítima de infarto, no UDI Hospital, o médico Wellington da Silva Mendes (foto). Um dos profissionais mais renomados na área de infectologia no Maranhão, ele vinha se destacando nos últimos meses por sua atuação nas ações de prevenção e tratamento da gripe suína no estado.  

Wellington Mendes era graduado em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (1984). Possuía ainda os títulos de mestrado em Saúde e Ambiente, também pela UFMA (1998) e doutorado em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela Universidade de São Paulo (2004). Era professor adjunto do Departamento de Medicina da UFMA, coordenador do comitê de doenças emergentes e re-emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia, consultor do comitê de hantavírus do Ministério da Saúde e consultor da Fundação de Amparo a Pesquisa do Maranhão (FAPEMA), do Distrito Federal (FAPDP) e do PIBIC-UFMA.

Tinha vasta experiência na área de Medicina, com ênfase em doenças infecciosas e parasitárias, atuando principalmente no tratamento de doenças como hantavirose, aids, dengue e raiva humana. Ultimamente, vinha prestando consultoria à Secretaria Estadual de Saúde nas ações de prevenção e tratamento da gripe suína no Maranhão.

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Aviso aos leitores do blog

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Precisei dar uma pausa no noticiário do blog e nas demais atividades que exerço como jornalista por alguns dias. Mas o motivo é mais do que justo: o nascimento da minha filha, Maria Vitória, na última terça-feira (25/08). A qualquer momento, voltarei a publicar textos neste espaço. Enquanto isso não acontece, darei dedicação exclusiva à minha princesinha. Um abraço a todos. 

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Castelo promete abrir o verbo em coletiva neste sábado

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castelo-faz.jpgA Assessoria do prefeito de São Luís, João Castelo, convocou a imprensa para uma entrevista coletiva na manhã deste sábado. Além de falar das ações planejadas pela sua gestão, Castelo promete abrir o verbo contra os jornalistas e órgãos de comunicação que vêm criticando sua administração e que nos últimos dias abordaram com ênfase seu afastamento de quase um mês das atividades de chefe do Executivo municipal.

O prefeito deu uma pequena amostra, em discurso proferido esta manhã, durante a entrega de fardamentos a estudantes da rede municipal, do quanto as criíticas o irritaram. Transtornado, Castelo emendou seu discurso com um desabafo. Desferiu ataques contra os que apontam falhas em sua administração e acusou alguns profissionais de imprensa de especular sobre a sua saúde e envolver sua família em atos irregulares com o propósito de atingi-lo. “Jornalistas desse tipo não precisam mais nem dirigir a palavra a mim”, disparou, para espanto da platéia formada por assessores, políticos aliados e populares.

A entrevista de Castelo é aguardada com enorme expectativa, já que ele ainda não apresentou à população da capital a prestação de contas dos seus mais de 200 dias de gestão. Espera-se que ele tenha muito mais a dizer do que impropérios contra jornalistas.

Foto: arquivo/O Estado do Maranhão   

      

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Na contramão

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Ignorando todas as regras de trânsito, motorista segue na contramão pela avenida Dom Pedro II, em direção à Beira-mar. Pelo modelo luxuoso do veículo, percebe-se que pertence a algum abastado – ou abestado -, que por empáfia, soberba ou qualquer sentimento menor que o valha, não deu a mínima para o ato tresloucado que cometeu.

Foto: Paulo Soares/O Estado do Maranhão      

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Possível erro no censo pode trazer risco governamental para São Luís

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censo1.JPGO alerta foi feito pelo presidente da União Brasileira dos Municípios (Ubam), Leonardo Santana (foto), e vale para São Luís. Em caso de erro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na contagem populacional, várias prefeituras perderão fatias significativas de repasses constitucionais, o que poderá comprometer as respectivas gestões.

A estimativa divulgada no último dia 14 pelo IBGE revelou que a capital maranhense tem 997.098 habitantes, contrariando a expectativa predominante de que o contingente populacional da cidade já havia atingido a casa de 1 milhão. O número contrariou políticos e vários outros segmentos da sociedade, que passaram  a  questionar os métodos de contagem adotados pelo órgão.

Preocupado com a situação, o presidente da Ubam advertiu que se não houver a revisão do censo, muitos municípios perderão receita e estarão sujeitos ao risco governamental. Em outras palavras, será difícil para os prefeitos custear todas as despesas de suas administrações, o que refletirá diretamente na qualidade de vida dos habitantes.

Leonardo Santana aponta a revisão da estimativa feita pelo IBGE como único meio de reverter eventuais prejuízos ocasionados por uma contagem equivocada às gestões municipais. Seguindo o conselho, a Prefeitura de São Luís já entrou com uma ação pedindo a rechecagem dos números.      

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“Quem mandava no seu governo era o Aziz”, diz ouvinte a Jackson em entrevista de rádio

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jackson-cassado.jpgO ex-governador Jackson Lago (PDT) ocupou, na manhã de hoje, os microfones de uma emissora de rádio local para falar de seus projetos políticos. Entre uma resposta e outra, ele se viu obrigado enfrentar a revolta de alguns ouvintes. Chamou a atenção a participação de uma mulher que se declarou ex-eleitora do pedetista. Sem rodeio, ela afirmou que “no governo Jackson quem mandava era Aziz”.  

Mesmo tentando aparentar serenidade, o governador cassado foi traído, em alguns momentos, pelo rancor e disparou contra o grupo político que pôs fim aos desmandos da sua malfadada gestão. Ele falou da sua suposta vida humilde, apesar de morar em um condomínio de luxo, na Ponta d’Areia, e repetiu a cantilena dos 40 anos de domínio do grupo Sarney no Maranhão.

Em pouco mais de uma hora de entrevista, Jackson foi confrontado por ouvintes por causa do seu pífio desempenho nos 27 meses que governou o Maranhão. Uma das intervenções chamou a atenção: a de uma mulher que afirmou com todas as letras que no governo do pedetista quem dava as ordens era o ex-secretário estadual de Planejamento e Orçamento, Aziz Santos. Visivelmente decepcionada, ela fez o seguinte questionamento a Jackson: “por que o senhor não deu um murro na mesa para mostrar que quem mandava era o governador? Por que permitiu que tantos absurdos e irregularidades acontecessem?”. A ouvinte mencionou o descaso de Aziz com o funcionalismo público como uma das provas da omissão de Jackson.

O ex-governador falou ainda do delicado tratamento contra um câncer ao qual está se submetendo em São Paulo e assegurou que caso recupere a saúde disputará a indicação do seu grupo político para disputar a eleição ao governo estadual em 2010. Jackson defendeu a unidade de todas as correntes políticas que se opõem ao grupo Sarney e, de forma surpreendente, disse que apesar de sua pretensão em voltar a concorrer ao governo, não vê problema em abrir mão de seu projeto em favor de outra liderança. “É importante que surjam novos nomes”, declarou, deixando claro que está ciente das poucas chances que tem de se viabilizar.        

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Func em guerra com Gardeninha

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euclides5.jpgFontes do blog asseguram a existência de uma crise entre o presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func), Euclides Moreira Neto, e a deputada estadual Gardeninha Castelo (PSDB). O motivo seria o forte controle que a filha do prefeito João Castelo vem exercendo sobre as finanças do Município, o que teria provocado o atraso do pagamento dos cachês às brincadeiras que se apresentaram durante a programação junina organizada na praça Maria Aragão e em outros arraiais patrocinados pela Prefeitura de São Luís.

Usando a excessiva influência que tem na gestão do pai, principalmente na área financeira, Gardeninha teria determinado que fossem priorizados outros gastos em detrimento do repasse dos cachês aos bumba-bois, quadrilhas, cacuriás e outros grupos folclóricos que animaram a temporada oficial bancada pelo Município, que se estendeu de maio até o início deste mês. 

gardeninha2.jpgA intromissão da deputada teria deixado Euclides furioso, já que o planejamento feito pela Func previa o pagamento dos cachês no menor prazo possível. Com o atraso, dezenas de donos de brincadeiras passaram a montar plantão diariamente na sede do órgão, na Fonte do Ribeirão, para cobrar o que têm a receber. Sem saber o que dizer, a direção da fundação passou a recomendar paciência aos credores.

O blog chegou a ligar para o diretor da área financeira da Func, Marcelo Berredo, para tentar obter uma explicação técnica para o atraso, mas não foi possível o contato. A Assessoria de Imprensa do órgão informou que os cachês começarão a ser pagos na próxima segunda-feira.

Fotos: arquivo/O Estado do Maranhão    

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Com autonomia para firmar alianças, DEM quer aumentar bancada no Maranhão em 2010

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dem.JPGA Executiva Nacional do Democratas (DEM) deu total autonomia para que o partido firme as alianças que lhe forem convenientes nas eleições de 2010 no Maranhão. Em reunião realizada na última terça-feira, em Brasília, o presidente nacional da sigla, Rodrigo Maia, não só assegurou ao presidente do Diretório Regional, Clóvis Fecury, liberdade para as composições locais, como pregou o fortalecimento da bancada do DEM na Câmara Federal.    

“A discussão sobre possíveis coligações é fundamental para que nosso partido saia das próximas eleições com a maior bancada legislativa possível”, explicou Fecury. Segundo o parlamentar, no final do ano, o partido vai realizar uma convenção para definir os melhores quadros que vão disputar o pleito do ano que vem.

“Hoje, temos uma das maiores bancadas da Assembléia Legislativa do Maranhão e o nosso objetivo é manter esse número e aumentar em pelo menos 30% a bancada da Câmara Federal”, salientou o presidente regional do DEM.

Para o deputado estadual Francisco Gomes, que esteve presente ao encontro, a conversa também serviu para dar tranqüilidade aos representantes do partido no estado. “O Rodrigo Maia nos tranqüilizou, afirmando que podemos seguir com as nossas atividades no estado, uma vez que o partido, segundo ele, não vai tomar nenhum outro caminho além daquele que já estamos percorrendo”, ressaltou o parlamentar.

Além de Francisco Gomes, líder do governo Roseana Sarney na Assembléia Legislativa, participaram da reunião em Brasília os deputados estaduais Carlos Alberto Milhomen e Raimundo Cutrim e o secretário-geral do Diretório Regional do DEM, Ricardo Guterres.

A Executiva Nacional do Democratas (DEM) deu total autonomia para que o partido firme as alianças que lhe forem convenientes nas eleições de 2010 no Maranhão. Em reunião realizada na última terça-feira, em Brasília, o presidente nacional da sigla, Rodrigo Maia, não só assegurou ao presidente do Diretório Regional, Clóvis Fecury, liberdade para as composições locais, como pregou o fortalecimento da bancada do DEM na Câmara Federal.    

“A discussão sobre possíveis coligações é fundamental para que nosso partido saia das próximas eleições com a maior bancada legislativa possível”, explicou Fecury. Segundo o parlamentar, no final do ano, o partido vai realizar uma convenção para definir os melhores quadros que vão disputar o pleito do ano que vem.

“Hoje, temos uma das maiores bancadas da Assembléia Legislativa do Maranhão e o nosso objetivo é manter esse número e aumentar em pelo menos 30% a bancada da Câmara Federal”, explicou o presidente regional do DEM.

Para o deputado estadual Francisco Gomes, que esteve presente ao encontro, a conversa também serviu para dar tranqüilidade aos representantes do partido no estado. “O Rodrigo Maia nos tranqüilizou, afirmando que podemos seguir com as nossas atividades no estado, uma vez que o partido, segundo ele, não vai tomar nenhum outro caminho além daquele que já estamos percorrendo”, ressaltou o parlamentar.

Além de Francisco Gomes, líder do governo Roseana Sarney na Assembléia Legislativa, participaram da reunião em Brasília os deputados estaduais Carlos Alberto Milhomen e Raimundo Cutrim e o secretário-geral do Diretório Regional do DEM, Ricardo Guterres.

O entendimento do Diretório Regional com a cúpula nacional do DEM devolveu a normalidade ao braço maranhense do partido, abalada por algum tempo por boatos segundo os quais outros grupos agiriam para controlar a legenda no estado.

Foto: deputado Milhomen, Ricardo Guterres, deputado Clóvis Fecury, deputado e presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia; deputado Francisco Gomes e secretário Raimundo Cutrim 

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Alívio para a maioria

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cigarro1.jpgSe cumprida à risca, a lei anti-fumo promulgada ontem pela Assembléia Legislativa representará alívio para milhões de maranhenses, que se viam expostos a uma elevada carga de susbstâncias nocivas à saúde em ambientes fechados de uso coletivo. Por outro lado, a discussão com os segmentos de bares, restaurantes e congêneres conferiu à nova legislação o mérito de respeitar o direito de todos.

De uns anos para cá, os danos provocados pelo uso indiscriminado de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos derivados do tabaco são objetos de polêmica de norte a sul do Brasil. O caso mais recente é o de São Paulo, onde os fumantes, acuados por uma lei estadual, foram praticamente banidos de todos os ambientes cuja estrutura física não permite a exaustão imediata da fumaça que expelem. Considerada radical ao extremo, a lei não faz qualquer concessão ao usuário: ou evita o fumo ou é convidado imediatamente a se retirar.

Nesse aspecto, a legislação maranhense é mais flexível. Aqui, fumantes poderão continuar dando suas tragadas em locais fechados, desde  que esses disponham de espaços reservados para esse fim, os já populares fumódromos. A medida soa razoável, mas, para que não haja desvios de conduta, é necessária uma fiscalização permanente e austera. Por sua vez, os que pregam a eliminação completa do cigarro continuarão vendo com maus olhos qualquer concessão aos adeptos das baforadas.

A polêmica em torno do fumo está longe de ter um fim. Sempre abastecida de informações sobre os perigos desse hábito à saúde, a sociedade tende a mostrar-se cada vez mais intolerante com os que o cultivam, incentivam ou exploram comercialmente. O cerco se fecha gradativamente ao cigarro e similares, e não será surpresa se propostas ainda mais restritivas sejam apresentadas.

A medicina exerce papel fundamental para a formação da opinião pública sobre o assunto. Influenciados pelo que pregam os profissionais de saúde, governos se mostram dispostos a regular o convívio de fumantes com os que não cultivam o hábito e muitas vezes não o suportam. Cabe, portanto, aos adeptos das tragadas uma postura consciente, para o bem de sí próprios e para alívio da maioria.

Foto: Biaman Prado/O Estado do Maranhão

Reproduzido de O Estado do Maranhão

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