Confirmada volta de Pimentinha ao Sampaio

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Pimentinha acertou seu retorno ao Sampaio

Pimentinha acertou seu retorno ao Sampaio

Confirmado o retorno de Pimentinha ao Sampaio Corrêa. O arisco atacante, principal destaque do título invicto do Campeonato Brasileiro da Série D, em 2012, e um dos principais nomes da boa campanha na Série C, ano passado, acertou sua volta ao Tricolor e poderá estar à disposição do técnico Flávio Araújo já no jogo do próximo sábado, contra o Oeste-SP, no Castelão.

Pimentinha, que em 2013 trocou o Sampaio pelo São Caetano-SP, no meio da Série C, permanecia em São Luís desde o fim da temporada passada e nem sequer se reapresentou ao clube paulista. A atacante vinha participando de jogos amadores e assistiu à estreia do Tricolor na Série B, no último dia 18, quando o time foi derrotado por 2 x 0 pelo Paraná Clube, em pleno Castelão.

Nos bastidores, comenta-se que o presidente Sérgio Frota desembolsou R$ 300 mil para trazer o jogador de volta ao Sampaio. O salário de Pimentinha girará em torno de R$ 25 mil. O contrato do atleta vai até o fim de 2015.

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Prefeitura de Paço do Lumiar forma conselheiros municipais de educação

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Prefeitura de Paço do Lumiar forma turma de conselheiros municipais de educação

Prefeitura de Paço do Lumiar forma turma de conselheiros municipais de educação para fiscalizar verba do Fundeb

Com objetivo de formar membros dos Conselhos Municipais de Educação, de Acompanhamento e Controle do Fundeb e de Alimentação Escolar para o exercício de sua função como monitores, legisladores e propositores em relação às políticas públicas executadas a nível municipal, a Secretaria Municipal de Educação de Paço do Lumiar ( Semed), realizou de 28 a 30 de abril, a I Etapa do Curso de Formação de Conselheiros, no Instituto de Ensino Superior Franciscano, no Maiobão. O encontro proporcionou também, uma ampla abordagem, considerando a municipalização como instrumento de exercício e construção de cidadania.

O professor Mauro Gurgel, formador do curso, destacou a necessidade da promoção de momentos de diálogo e interação entre Conselheiros Municipais que atuam nas diretrizes educacionais no município de Paço do Lumiar. “A formação acontece na perspectiva de assegurar a esses conselheiros, o acesso às informações que permitam a elaboração do conhecimento, no âmbito das questões específicas que tratam suas atribuições, e ainda, a possibilidade de integração entre esses sujeitos e o fortalecimento das ações que perpassam o ensino”, enfatizou.

De acordo com a secretária de Educação, Ana Paula Pires, o incentivo à formação de conselheiros é o ponto chave para a evolução das políticas educacionais no município. “Os conselhos existem para cooperar com a SEMED na elaboração e implantação das políticas públicas educacionais. Essas organizações só podem contribuir se forem formadas para a execução deste trabalho, e assim, terão autonomia normativa para colaborar na evolução da qualidade educacional do nosso município”, afirmou.

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Roseana decreta luto oficial de 3 dias pela morte de estudantes

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A governadora Roseana Sarney decretou, nesta quarta-feira (30), luto oficial de três dias no Maranhão pela morte dos 08 estudantes em acidente ocorrido na terça-feira (29), na rodovia entre os municípios de Bacuri e Apicum-Açu.

“Ficamos todos muito tristes com essa tragédia, que abala não só as famílias de Bacuri, mas de todo o Maranhão”, afirmou a governadora, em nota, logo após ser informada do acidente.

Roseana Sarney se solidarizou com os familiares e amigos das vítimas e determinou que fossem tomadas todas as providências, incluindo assistência social e psicológica às famílias.

O Governo do Maranhão, por meio das Secretarias Estaduais de Saúde (SES) e de Segurança (SSP), enviou ao local, de imediato, equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), das polícias Militar e Civil.

Fonte: Secretaria Estadual de Comunicação (Secom)

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Descaso e tragédia

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Estudantes mortos em acidente: vítimas do descaso

Corpos dos estudantes mortos em acidente em Bacuri: vítimas do descaso

O acidente ocorrido ontem à noite no povoado Madragoa, em Bacuri, na Baixada Maranhense, com saldo lamentável de oito mortes e 13 pessoas feridas, há muito era uma tragédia anunciada. Realizado há décadas, o transporte de passageiros em caminhonetes, com bancos improvisados nas carrocerias, os famigerados paus-de-arara, é um risco ao qual muitos maranhenses se submetem por causa da miséria em que vivem ou por falta de outro meio de locomoção nas regiões onde moram.

As vítimas da tragédia em Bacuri eram estudantes da rede pública, todos adolescentes, que viajavam justamente em um pau-de-arara. Mas não por necessidade financeira. Na verdade, dinheiro há, e em abundância, para custear o transporte dos alunos às escolas. O que falta mesmo é compromisso dos gestores municipais para aplicá-lo de forma correta.

Repassada pelo Governo Federal, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a verba cai religiosamente na conta das prefeituras. Em Bacuri, por exemplo, onde 201 estudantes da rede municipal de ensino utilizam o transporte escolar, o valor per capita é de R$ 140,65, o que totaliza um repasse anual de R$ 28.270,64. Outros R$ 29.395,84 são destinados ao Governo do Estado para custear o transporte de outros 209 alunos mantidos pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Todo o montante já destinado em exercícios anteriores e a previsão de repasses até o fim deste ano estão registrados no site do FNDE. O problema é que o que é contabilizado nas planilhas nem sempre se confirma na prática. E não se trata de erro de cálculo. Antes fosse, mas, infelizmente, a distorção é causada pela má gestão dos recursos, que são desviados para outros fins.

Dezenove estudantes viajavam no pau-de-arara atingido frontalmente por um caminhão carregado de pedras em Bacuri. Entre mortos e feridos, todos foram vítimas do descaso.

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Prefeitura decreta ponto facultativo em órgãos municipais nesta sexta-feira, 2

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A Prefeitura de São Luís decretou ponto facultativo nos órgãos da administração direta, indireta, autárquica e funcional do poder executivo municipal nesta sexta-feira (2), após o feriado do Dia do Trabalhador (1º). O expediente voltará ao normal nos órgãos municipais na segunda-feira (5).

Durante feriados municipais e ponto facultativo, os serviços públicos considerados essenciais – como saúde, limpeza pública, guarda municipal, fiscalização de trânsito e terminais de integração de passageiros – devem garantir o atendimento por escalas de serviço ou plantão. Neste feriado também será mantido o funcionamento do setor de protocolo da Comissão Permanente de Licitação (CPL).

Plantão

A Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp) disponibilizará equipes para coleta de resíduos e varrição. As demandas referentes à iluminação pública serão atendidas por grupos de monitoramento. A Semosp lembra ainda que qualquer sugestão, crítica ou informação referente à iluminação pública pode ser feita pelo número 0800 284 8082.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Botando ordem

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botando ordem

Desde a última segunda-feira, agentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) passam o dia posicionados no trecho da Rua Barão de Itapary, no Centro, em frente ao Hospital Universitário Presidente Dutra, para impedir que motoristas voltem a estacionar no acostamento, problema que há anos comprometia gravemente o tráfego na via.

Sinalizada por vários cones, a proibição se estende da esquina da Rua Silva Jardim até a descida das praças Gonçalves Dias e Maria Aragão. A medida está dando certo até o momento, o que pode ser comprovado pela maior fluidez do tráfego.

Espera-se que o trabalho continue, pois é preciso botar ordem no trânsito nesse trecho e em diversos outros pontos do Centro de São Luís.

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Promotor confirma a CPI existência de cartel de combustíveis em São Luís

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Membros da CPI dos combustíveis em mais uma audiência na AL

Membros da CPI dos Combustíveis em mais uma audiência na Assembleia

O promotor José Osmar Alves (Defesa da Ordem Tributária e Econômica) disse, em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis, nesta terça-feira (29), que um cartel formado por donos de postos atua em São Luís.

O promotor relatou as investigações que realizou em 2011, quando detectou a ação do cartel, e garantiu que o mesmo tipo de operação está em execução no momento na capital. O depoimento foi tomado pelos deputados Othelino Neto (presidente), Jota Pinto, Francisca Primo e Manoel Ribeiro. José Osmar contou que dez pessoas envolvidas com o cartel foram denunciadas à Justiça, sendo que oito fizeram acordos e receberam penas alternativas. Já duas recorreram contra a decisão.

De acordo com o promotor, as investigações mostraram que havia cinco corredores de preços fixados pelos donos de postos. Através de escuta telefônica, o promotor disse que conseguiu detectar até ameaças de morte contra quem vendia por menor preço e confissões de colocação de água na gasolina. “Concluímos que havia acordo de preços entre alguns concorrentes. Acredito que o mesmo está acontecendo nesse momento em São Luís”, afirmou José Osmar Alves.

Além disso, contou que atualmente o cartel atua de forma mais forte porque não existem mais cinco corredores de preços, resumindo-se a quase um preço só, com diferenças de alguns centavos. O promotor assegurou que hoje “o lucro é exorbitante e estrondoso”, de R$ 0,50 centavos. Revelou também que em Teresina, cujo combustível vai do Maranhão, o preço do litro de gasolina é de R$ 2,69, enquanto em Barreirinhas chega a R$ 3,24.

O deputado Manoel Ribeiro disse que o cartel se repete também nos preços de gás de cozinha. Ele reagiu com indignação aos números mostrados pelo promotor e classificou de “roubalheira”, comparando que os postos estão lucrando mais que a Petrobrás. O empresário Dileno de Jesus Tavares, ex-presidente do Sindicato dos Combustíveis, que deixou de comparecer à primeira convocação da CPI e não enviou justificativa, deve ser ouvido pela comissão. Ele era o presidente da entidade no período em que o promotor fez a investigação.

Fonte: Agência Assembleia

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MPMA aciona quatro juízes por improbidade administrativa

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O Ministério Público do Maranhão ingressou com quatro ações civis públicas por atos de improbidade administrativa contra os juízes Abrahão Lincoln Sauaia, José de Arimatéria Correia Silva e Luís Carlos Nunes Freire, aposentados compulsoriamente por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e contra o juiz Reinaldo de Jesus Araújo, atualmente em disponibilidade, também por decisão do CNJ. Os processos já foram distribuídos pela Justiça.

As ações contra os magistrados são de autoria do Grupo de Promotores Itinerantes (GPI) e requerem a condenação dos juízes por improbidade administrativa, inclusive com a perda da função pública. Com isso, os magistrados perdem o cargo de juiz, que é vitalício, e, consequentemente, deixam de receber como tal.

Os processos foram solicitados ao presidente do CNJ, Joaquim Barbosa, pela procuradora-geral de justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, em 26 de setembro de 2013, considerando que os procedimentos ainda não tinham sido encaminhados ao MPMA.

Contra o juiz Abrahão Lincoln Sauáia pesam casos de atuação negligente; reiteradas liberações de valores em decisões liminares sem contraditório, ampla defesa e garantias, inclusive com indícios de favorecimento de partes ou advogados; distribuição indevida de feitos; paralisação injustificada de processos, entre outros.

Em um dos casos levantados pelo CNJ (processo 1493/2007), o juiz determinou o bloqueio online de mais de R$ 217 mil da empresa Amazônia Celular S/A, a título de indenização e multa por atraso no cumprimento de decisão. A empresa, no entanto, sequer figurava na decisão do processo.

Em vários casos, o juiz teria autorizado o pagamento de grandes valores, em medida liminar, sem que houvesse a devida caução. O magistrado também exorbitou decisão do 2° Grau do Judiciário maranhense no processo 2484/2001, quando expediu mandado de bloqueio, penhora, transferência e intimação contra o Banco Bradesco S/A enquanto já havia decisão superior que determinava apenas a penhora do valor.

“A atuação do magistrado se reveste pela ilegalidade, na medida em que o resultado do ato importa em violação da lei. Essa ilegalidade conduz a arbitrariedade; revela-se pelo excesso de autoridade, em verdade, pela prática de atos abusivos realizados pelo à época magistrado Abrahão Lincoln Sauáia na condução dos processos sob sua competência”, afirmam, na ação, os promotores de justiça que compõem o GPI.

Benefício a advolgados

Já o magistrado Luís Carlos Nunes Freire teria conduzido diversos processos de forma atípica, beneficiando advogados que atuam em causas pessoais do próprio juiz. Além disso, em vários casos o juiz teria julgado processos que, no entendimento do Ministério Público, não eram de sua competência e deveriam ser encaminhados a outras varas.

Em outra ocasião (processo 14118/2006), Luís Carlos Nunes Freire determinou o bloqueio judicial e posterior pagamento de R$ 1.356.000,00, em ação contra a Telemar Norte Leste S/A, decisões que foram suspensas pelo Superior Tribunal de Justiça. O juiz, no entanto, descumpriu as determinações do STJ.

No entendimento do CNJ, o juiz também violou seus deveres funcionais e de imparcialidade durante o processo eleitoral de 2008, no município de Barreirinhas. Luís Carlos Nunes Freire foi designado para atuar na localidade em função de impedimento do juiz titular. Mesmo após o fim do impedimento, Nunes Freire continuou atuando nas funções eleitorais.

Ao analisar investigação judicial eleitoral contra o prefeito reeleito, o juiz não teria ouvido a parte ré. Um dos integrantes da questão chegou, inclusive, a ser expulso da sala de audiências por Nunes Freire. O caso levou à cassação do registro de candidatura do primeiro colocado e diplomação do seu adversário, embora houvesse decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que ordenava a “suspensão da diplomação do segundo candidato mais votado até o julgamento do recurso por este Tribunal Regional Eleitoral”. Há informações de que o candidato diplomado foi visto por diversas vezes no flat em que o juiz estava hospedado em Barreirinhas, sendo a última visita na véspera da diplomação.

“Vale ressaltar que todas as hipóteses descritas revelam o exercício arbitrário por meio do qual Luís Carlos Nunes Freire exerceu a magistratura, dando azo ao entendimento de que acaba por sempre favorecer uma parte em detrimento de empresas de grande porte e instituições financeiras, envolvendo na maioria dos casos, a liberação de vultosas quantias em dinheiro, com restrição aos direitos de defesa dos executados, não se excluindo, assim, a possibilidade de autofavorecimento”, observam, na ação, os integrantes do GPI.

Liberação ilegal de valores

O magistrado José de Arimatéia Correia Silva também teria liberado diversos valores sem a existência de caução e sem o cumprimento de exigências legais, além da determinação de prazos exíguos, como é o caso do processo 1086/2000, no qual o juiz determinou o bloqueio do de R$ 1.447.232,05 e sua transferência para conta judicial no prazo de duas horas, sob pena de multa de R$ 15 mil por hora.

Em outros processos, como o 6131/2003, valores foram penhorados e liberados sem que houvesse termo de penhora e intimação do devedor para que tivesse a oportunidade de impugnar a decisão judicial.

“Vale ressaltar que a Constituição Federal, em seu art. 37, prevê a plena obediência aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que devem reger a atividade pública, mas que, em contrapartida, são prontamente ignorados por José de Arimateia Correia Silva em sua atuação jurisdicional”, ressaltam, na ação, os promotores de justiça.

Improbidade

Os atos de improbidade administrativa levantados pelo Ministério Público do Maranhão, e que levaram o CNJ a colocar o juiz Reinaldo de Jesus Araújo em disponibilidade, referem-se ao processo 18713/2006 contra a Empresa Maranhense de Administração de Recursos Humanos e Negócios Públicos S/A (Emarhp), sociedade de economia mista que tem como acionista majoritário o Estado do Maranhão.

Na época, o magistrado substituía o titular da ação por apenas quatro dias e, sem qualquer motivação plausível de urgência, decidiu pela antecipação de tutela, expedindo alvarás para saques de R$ 2.047.700,29 e R$ 307.155,04. Ocorre que o advogado da parte beneficiada possuía vínculo familiar com o magistrado, pois era ex-marido da filha de Reinaldo de Jesus Araújo, tendo dois filhos com ela.

Vale ressaltar, também, que o processo estava em poder de um dos advogados envolvidos na questão até o dia em que foi prolatada a decisão. “Ou seja, o magistrado requerido somente teve acesso aos autos no dia 05/09/2006 e ainda pela manhã os analisou, proferiu a Decisão e assinou o Alvará”, observam os promotores.

Além disso, já havia sido negado pedido de Liminar para levantamento da quantia, que estava sendo analisado em agravo de instrumento perante o Tribunal de Justiça do Maranhão.

“A análise do fato acima descrito deixa notório o modus operandi arbitrário, parcial e desatento às regras legais com que o demandado exerceu a função jurisdicional, interpretando o direito posto ao seu bel prazer apenas para justificar medidas destituídas de quaisquer fundamentos legais”, avaliam os integrantes do GPI.

Se condenados por improbidade administrativa, os juízes Abrahão Lincoln Sauaia, José de Arimatéria Correia Silva, Luís Carlos Nunes Freire e Reinaldo de Jesus Araújo estarão sujeitos ao ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa de até cem vezes o valor da remuneração recebida e proibição de contratar ou receber qualquer tipo de benefício do Poder Público, ainda que por intermédio de empresa da qual sejam sócios majoritários, pelo prazo de três anos.

GPI

O GPI foi criado a partir de Ato Regulamentar Conjunto n°16/2013 da Procuradoria Geral de Justiça e Corregedoria Geral do Ministério Público.

O grupo auxilia no desempenho das atividades processuais e extraprocessuais junto às Promotorias de Justiça, na capital e no interior, quando o elevado número de procedimentos administrativos justificar a sua atuação.

“A atuação do Grupo de Promotores Itinerantes vem fortalecer o trabalho dos promotores de justiça de todo o Maranhão, reforçando o trabalho do Ministério Público em defesa da sociedade e pelo cumprimento da lei”, ressaltou Regina Rocha.

Fonte: Ministério Público do Maranhão

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Polícia recupera TVs, celulares, câmeras e tablets em esconderijo de ladrões

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TVs, ventilador, celulares, câmeras. tablets, munição e drogas apreendidos no esconderijo da quadrilha

TVs, ventilador, celulares, câmeras. tablets, munição e drogas apreendidos no esconderijo da quadrilha

Homens do Serviço de Inteligência da Polícia Militar apreenderam hoje vários aparelhos eletrônicos em uma casa no conjunto Maiobão que vinha sendo usada como esconderijo por assaltantes de lojas que atuam na região metropolitana de São Luís. O último roubo aconteceu na Liliani do Angelim, ontem à noite. O líder do bando seria o criminoso identificado como Xeléu, do Bairro de Fátima, que conseguiu fugir antes da chegada dos policiais.

Foram recuperados dois aparelhos de TV LED, um ventilador, vários celulares, câmeras e tablets. Os criminosos também deixaram para trás oito munições e certa quantidade de droga. Foram encontradas ainda duas carteiras de identidade, uma delas em nome de Sphefanny Layna Motta Costa.

Além do roubo à Liliani do Angelim, a quadrilha liderada por Xeléu é acusada de assaltar várias outras lojas da capital. Uma delas teria sido a filial da Insinuante da Cohab, crime ocorrido no início deste mês. O modus operandi é sempre o mesmo: os ladrões anunciam o assalto e de arma em punho ameaçam funcionários e clientes, enquanto roubam tudo o que podem. Em alguns casos, chegam a fazer reféns.

O Serviço de Inteligência continua no encalço da quadrilha com o objetivo de prender todos os seus integrantes.

O bando fugiu deixando para trás pelo menos 13 aparelhos celulares, que teriam sido roubados em lojas

O bando fugiu deixando para trás pelo menos 13 aparelhos celulares novos, que teriam sido roubados em lojas

Carteira de identidade em nome de Sphefanny Costa, que frequentava o esconderijo da quadrilha, no Maiobão

Documento em nome de Sphefanny Costa, que frequentava esconderijo da quadrilha

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Juíza nega pedido a empreiteira que cobra R$ 6 milhões por construção de ponte no governo Zé Reinaldo

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A juíza titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Luzia Madeiro Neponucena, julgou improcedente o pedido da Construtora Beton Ltda., que cobrava R$ 6,1 milhões ao Estado do Maranhão pela realização de obra de recuperação dos encontros da ponte sobre o Rio Pindaré, na rodovia MA-014, que liga os municípios de Viana e Vitória do Mearim. Os serviços foram executados em 2003, com dispensa de licitação o que, segundo a magistrada, tratou-se de contração ilegal e irregular. Na época, o governador era José Reinaldo Tavares, preso quatro anos depois pela Polícia Federal na Operação Navalha, que investigou denúncias de irregularidades justamente na construção de pontes que ligavam o nada a lugar nenhum.

Na decisão, a juíza afirma que um dos princípios constitucionais da Administração Pública é a legalidade de seus atos e que “a dispensa de licitação no caso em tela encontra-se eivada de flagrantes ilegalidades, incabível, pois, na espécie ser referendado por parte da Justiça”. A magistrada ressalta que a dispensa não ocorreu conforme prevê a lei: ocorre quando se verificam situações onde a licitação, embora possível em face da viabilidade de competição, não se justifica, presente o interesse público, sendo a necessidade de ação imediata do Poder Público em defesa de valores maiores postos em perigo, um evento imprevisível.

Segundo Luzia Madeiro Neponucena, o que tem se verificado é a realização de procedimentos licitatórios burlados para atender grupos convenientes, impedindo outros de concorrerem. “Faz-se aditivo em cima de aditivo, uma forma de burlar a lei, inclusive, acréscimos resultantes das modificações havidas no projeto original que, sequer, foram objeto de contrato por parte do réu-contratante, conforme declaração do próprio autor da ação”, afirmou a magistrada.

Na ação, a construtora alega que o valor global dos serviços superou em muito o contratado, tendo a obra sido realizada, atestada e recebida pelo governo estadual, sem a empresa receber o pagamento pelos serviços executados fora do valor original. A Beton cobrou R$ 2,8 milhões, ficando o valor corrigido em R$ 6,1 milhões.

Segundo a requerente, todas as alterações feitas no projeto da obra geraram um incremento substancial no custo original, de maneira que o primeiro aditivo alcançou apenas 25% do valor do contrato, sendo insuficiente para cobertura desse acréscimo.

Fonte: Corregedoria Geral de Justiça

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