A CULTURA DO LÚDICO E DO MOVIMENTO DOS RAMKOKAMEKRA DE ESCALVADO

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Alguns alunos pediram-me um texto para estudar, abordando a cultura indígena; escrevi sobre a Corrida de Toras, dos Canelas. Segue:

A CULTURA DO LÚDICO E DO MOVIMENTO

DOS RAMKOKAMEKRA DE ESCALVADO

 

LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ

Sócio efetivo do Instituo Histórico e Geográfico do Maranhão

 

A comunidade científica da área da Educação Física e dos Esportes tem vivido, nos últimos anos, uma crise paradigmática. A episteme tem sido motivo de reflexão na tentativa de estabelecer um referencial teórico que torne a “prática” mais “científica” e a conseqüente aceitação da Educação Física como Ciência.

Tendo acumulado uma postura voltada para o esporte, fez deste um fim em si mesmo – e seu objetivo principal – esquecendo-se que o substantivo – educação – é mais importante que o adjetivo – física. Parece-nos que a educação física precisa descobrir que pertence à cultura do homem.

Alguns pensadores  – como Manuel Sérgio VIERA E CUNHA, SANTIN, MEDINA, FREIRE, CASTELLANI FILHO -, dentre outros, têm-se voltado para o aspecto histórico-cultural – têm “filosofado” – sobre a questão do esporte, do jogo, enfim, da importância que o lúdico assume na prática da educação física. Não é fato novo, nem tende a se esgotar.

O “corpo” começa a ser descoberto na sala de aula do professor de educação física. A educação só é possível se for de “corpo inteiro”. É o que demonstra a produção acadêmica, voltada para os aspectos filosóficos, na busca de um referencial para a prática da sala de aula, procurando deixar de lado a concepção de “adestramento” que nossa profissão assumiu – por influência da missão militar francesa, introdutora da educação física no Brasil nas décadas de 30/40. Ainda hoje “pensamos” sobre um modelo “importado” enquanto estudiosos de outros países vêm buscar junto aos nossos índios respostas à questões básicas.

É o que vêm fazendo  DIECKERT e MEHRINGER junto aos Rankokamekra do Escalvado. Estes pesquisadores alemães – o primeiro, professor de educação física especialista em lazer, o segundo, etnólogo – procuram esclarecer questões antropológicas e esportivas sobre a origem e o sentido da cultura corporal, do movimento e lúdica e as suas respectivas formas de expressão e etnológicas no contexto intra e intercultural.

Buscando atingir aos objetivos que se propuseram, necessário se fez entrar em um acordo sobre os procedimentos metodológicos e a uma concepção integrativa das duas disciplinas científicas – Ciências do Esporte e Etnologia – que se unem em torno da posição básica da ciência humana. Procuram, através de registro de dados, captar e interpretar fenômenos do “ponto de vista interno” onde buscam desenvolver uma concepção da compreensão integrativa comum (procedimentos quantitativos).

Usaram,  para a coleta dos procedimentos qualitativos, a observação com protocolo de movimentos; observação participativa; registro audio-visual, escrito de mitos / histórias / textos de cantigas; entrevistas (abertas, diretivas, comparativas) e protocolos das conversações, confecção de desenhos/pinturas como também a coleção de material cultural correspondente.

Esses dados possibilitaram uma introdução na “perspectiva interna do fenômeno corporal e do movimento”, além de comporem um documento histórico, que, comparados com outras fontes de épocas diferentes, forneceram esclarecimentos sobre a dinâmica cultural, principalmenete no que diz respeito à cultura do movimento dos índios Canelas.

Encontram como exemplo da cultura do movimento desses índios – os Rankokamekra de Escalvado, como se denominama corrida de toras, realizada tanto por homens como por mulheres.

Para se entender toda essa dinâmica cultural, necessário se faz compreender o modo de vida dos Canelas: seu espaço vital – meio ambiente natural e a aldeia; sua história; seu sistema cultural – religião, organização cultural, economia.

A corrida de toras – e as corridas de revezamentos – , no contexto ritual, não aparece apenas nos Canelas, mas é uma característica de outras tribos. Na aldeia do Escalvado, Dieckert e Mehringer observaram cerca de 50 corridas durante três meses de expedição, sendo três de mulheres. Foram observadas três distâncias: corridas longas – 20 a 40 km; corridas médias – 4 a 5 km; e corridas na aldeia – 850 m. Tipo, forma, função, significado, etc., das corridas de tora só se tornam compreensíveis através do conhecimento e análise das regras. Elas constituem-se o caráter das corridas.

A “competição” entre dois grupos masculinos duais opostos, que se formam a cada início de ciclo festivo, durante o período de seca, pertence à regra central. Durante a festa de “Pepkahac” eram o grupo “Hac” (Falcões), com 24 homens entre aproximadamente 18 e 50 anos de idade e o grupo “Cojgaju” (Patos), com 27 corredores. O objetivo da competição é transportar a tora, fazendo trocas entre os corredores-carregadores o mais rápido possível, entre a partida e a chegada, onde ela deve ser jogada. O objetivo  da corrida é: VENCER.

A tática da corrida é estabelecida entre os corredores de um mesmo grupo, para não se perder tempo durante o transporte, ou na troca de ombros, ou para se evitar que a tora seja derrubada, ou que um corredor caia por cansaço. Tudo determinado pelos líderes e sub-líderes, escolhidos pelo “Conselho dos Mais Velhos”.

Embora o objetivo seja vencer o grupo adversário, um dos corredores do grupo “Hac” informou aos pesquisadores que ele sempre procura não correr muito mais rápido do que o adversário. Isso poderia causar inveja e, também, haveria o perigo de um “feiticeiro” o castigar.

Para a realização da corrida de toras há todo um ritual a ser seguido, onde os corredores-carregadores, nem todos os homens ou jovens da aldeia, passam por um período de jejum e provas, por fortificação através de plantas, pintura corporal e a determinação, por parte do “Conselho dos Velhos” de como, quando e porque será realizada a corrida, tudo de acordo com a “Lei dos Bisavós”. O peso das toras situa-se entre os 70 e 120 kg.

As corridas de toras são apenas uma competição de corridas dos índios Canelas. Também foram observadas corridas de revezamento e competição de corridas sem toras ou bastão de revezamento. Durante os diferentes ciclos festivos acontecem outras formas de corridas rituais: “As corridas de toras são, sem dúvidas, a forma de expressão mais marcante da cultura do movimento. Já a apresentação  reduzida das formas e regras, como também dos significados religiosos e dos rendimentos físicos deixa reconhecer que elas são algo muito mais do que apenas ‘amusements’, como Nimuendajú (1946) as descreve”, concluem os pesquisadores.

Para Dieckert e Mehringer é através da criação e da valorização da forma cultural da corrida de toras que os Canelas fizeram com que os princípios da “individualidade” e da “solidariedade” se tornassem a  base para a sua sobrevivência física e social. Em oposição à muitas outras tribos indígenas, que também vivem sobre a influência dos brancos fazem 200 anos, os Canelas puderam conservar de forma admirável grande parte de suas tradições, como também de seus sistemas de normas e de valores. Perguntam: será que a dominância cultural  das corridas de toras teria contribuído para tal ?

 

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ATLETISMO DE VETERANOS

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Recebi e passo adiante:

Gostaria de que os integrantes da lista divulgassem essas informações dentro do seu âmbito de atuação pois o desconhecimento quanto à prática e a organização do esporte de veteranos (ou masters em algumas modalidades) é
quase que total e o Atletismo não foge à regra.


Dentro do país a AVAB é a única entidade reconhecida pela WMA (World Masters Association) e ASUDAVE (Asociación Sudamericana de Atletismo Veterano) para representar o Brasil em competições de Atletismo de
veteranos. Ela é autorizada pela CBAt para promover, desenvolver e representar o Atletismo no Brasil na categoria de veteranos. Da mesma forma como a WMA é autorizada pela IAAF para o mesmo fim
em âmbito mundial.

Fazem parte do programa do Campeonato Brasileiro as corridas rasas de 100, 200, 300, 400, 800, 1500, 5000 e 10000 metros. 3000 m c/ obstáculos, 80-100-110-300-400m c/barreiras (dependendo da faixa etária e do sexo),
Marcha (5 e 10km), Revezamentos 4×100 e 4x400m e Pentatlo além de todos os saltos e todos os arremessos.

Informações mais detalhadas poderão ser obtidas com os presidentes das associações estaduais e da própria AVAB por meio dos seguintes e-mails e telefones:


AVAB (Associação Veteranos de Atletismo do Brasil) cuja Presidente é a Profª Miriam Ignez Castello Branco (wmcastello@bol.com.br ) (11) 4109-8331 e o vice o Dr. Emilio Levin (emiliolevin@hotmail.com)


São Paulo- SP: Associação Atlética Veteranos de São Paulo ( aavsp@zaz.com.br )- presidida pelo Sr. Seiko Kanashiro (11) 3887-9483. Funciona no Poliesportivo Mauro Pinheiro (reta oposta da pista do Ibirapuera).


Rio de Janeiro: Associação de Atletas Veteranos do Rio de Janeiro (AVAT) o seu Presidente é o Prof. José Luiz de Sousa ( professorjl@ig.com.br ) – (21) 2204-2403. Concentra suas atividades na pista do Estádio Célio de Barros.


Rio Grande do Sul: AVEGA (Associação Veteranos Gaúchos de Atletismo) presidida pelo Prof. Franciso Hypolito (fhypolito@scp.rs.gov.br ) – (51) 3286-0111


Brasília: ABRAVA (Associação Brasiliense de Veteranos de Atletismo)


Minas Gerais: AVAMinas ( Associação de Veteranos de Atletismo do Estado de Minas Gerais) – presidida pelo Prof. Adilson Osés ( avaminas@bol.com.br ) – (31) 3899-2071.


Vão aqui algumas informações gerais sobre o Atletismo praticado por veteranos:


FAIXAS ETÁRIAS- A categoria de veteranos no Atletismo é definida como sendo o atletismo praticado por homens com idade não inferior a 40 anos e mulheres com idade não inferior a 35 anos formando faixas etárias de cinco anos. Assim é que, por exemplo, uma mulher com 38 anos competirá na faixa denominada W35 cujas oponentes terão de 35 a 39 anos e assim sucessivamente. Para identificar o grupo masculino utiliza-se a letra “M”
antes da idade ao primeiro ano da faixa etária. A idade do competidor é definida como aquela que ele tem no primeiro dia da competição no qual ele está inscrito o que implica em dizer que pode ocorrer a mudança de faixa
etária ao longo do ano mas jamais ao longo de uma competição. Denominam-se Pré-Veteranos os atletas com idade não inferior a 35 anos se homem e com idade não inferior a 30 anos se mulher.


ADAPTAÇOES- as provas de corrida com barreiras, com obstáculos, combinadas e todos os arremessos têm medidas, escores e padrões específicos em função da faixa etária e do sexo.


RECORDES- os recordes mundiais, continentais, nacionais e estaduais na categoria de veteranos somente são HOMOLOGADOS se realizados em competição da categoria de veteranos oficializada pelo sistema
WMA-ASUDAVE-AVAB- Associações Estaduais. As exigências para a homologação de um recorde são as mesmas utilizadas pela IAAF. Todo e qualquer recorde superado ou igualado por um atleta veterano que não se enquadre nesse requisito não é considerado. Atualmente o único recorde mundial na categoria de veteranos pertencente a um brasileiro é de Conceição Aparecida Geremias na prova do salto triplo na categoria de 40 anos.

CAMPEONATOS- nos anos pares a competição mais importante é o campeonato sul-americano que este ano será na cidade de Cochabamba (Bolívia) entre 3 e 10 de novembro. O número de participantes tem oscilado entre 1200 e 1500.


Nos anos ímpares acontece o Campeonato Mundial da categoria que tem reunido em torno de 6.000 participantes. O último aconteceu em Brisbane (Austrália) em 2001 e o próximo acontecerá em julho de 2003 na cidade Carolina em
Puerto Rico.


Há muitos outros detalhes sobre o assunto mas que tornaria essa mensagem enfadonha. Tanto eu quanto os demais dirigentes acima citados terão o máximo prazer em informar a respeito do segmento esportivo que mais tem
crescido nos últimos anos em todo o mundo – o do veteranismo.


Prof. Adilson Osés

Universidade Federal de Viçosa

Departamento de Educação Física

36571-000 – Viçosa – MG

(31) 3899-2071 – Telefax (31)3899-2249

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AINDA SOBRE O MUNDIAL DE ATLETISMO: QUAIS AS EXPLICAÇÕES???

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O E$porte e a Matemática do Fraca$$o. Blog do Cruz.

Quais as explicações?

    Fora do ranking dos 32 primeiros países do Mundial de Atletismo, as autoridades do esporte nacional precisam repensar, urgentemente, sobre os rumos do setor.

    Principalmente porque, trata-se de um país com pretensões olímpicas, com população numerosa e fartura de recursos humanos e financeiros.

    O ministro do Esporte, Orlando Silva, deveria convocar uma reunião urgente do Conselho Nacional do Esporte para avaliar os planos do esporte, como um todo, e o atletismo e a natação em particular.

    As comissões de Esporte da Câmara dos Deputados e do Senado Federal deveriam suspender as pautas das reuniões da próxima terça-feira e convocar os presidentes das confederações afins e do Comitê Olímpico Brasileiro para explicarem sobre os vexames no atletismo e natação.

    Da mesma forma, a Frente Parlamentar do Esporte, que reúne deputados e senadores para defenderem projetos de leis do esporte, também deveriam investigar sobre os rumos do dinheiro do esporte.

    O Conselho Nacional de Atletas, não o dirigido pelo COB, mas o que tem Lars Grael e Magic Paula como expoente deveria ser reativado para dar sua contribuição ao esporte nacional.

    O Fórum Nacional de Secretários de Esportes deveria se reunir urgentemente com o mesmo objetivo e indagar se a candidatura olímpica do Rio de Janeiro é, de fato, prioridade esportiva do país.

    O Tribunal de Contas da União deveria apressar a apresentação dos relatórios finais com os gastos do Pan-2007, para que se constate se somos, mesmo, péssimos gestores do dinheiro público.

    Como se observa, não faltam instituições de esporte. Falta, repetimos, um plano de desenvolvimento – para não dizer uma política integrada de governo, separando muito bem o esporte educacional do profissional.

    E dinheiro? Só a Caixa Econômica Federal repassou R$ 64,3 milhões à Confederação Brasileira de Atletismo, nos últimos nove anos. R$ 13,5 milhões só em 2009. E o dinheiro das loterias, via Comitê Olímpico, média de R$ 2,5 milhões anuais? É muito, é pouco?

    Enfim, é preciso explicar essa matemática do fracasso.

http://blogdocruz.blog.uol.com.br/

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AINDA DE BERLIM – HOJE, TERMINA…

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REVEZAMENTO FEMININO EM 5º LUGAR EM BERLIM

Fonte: CBAt

Quarteto do Brasil quinto colocado no Mundial de Berlim (CBAt)

Berlim – Em uma prova emocionante, o quarteto brasileiro formado por Rosemar Coelho Neto, Lucimar Moura, Thaissa Presti e Vanda Gomes, conquistou o 5º lugar na final do 4×100 m, com 43.13, disputada no Estádio Olímpico de Berlim, na noite deste sábado (22).

A prova foi como se esperava: com presença da campeã olímpica mundial dos 100 m, Shelly Ann-Fraser, a Jamaica marcou 42.06 e garantiu o ouro. A equipe das Bahamas, com 42.29, ficou com a prata. Com 42.87, a Alemanha, dona da casa, levou o bronze. A Rússia foi 4ª, com 43.00.

“Fomos bem na qualificação”, disse Rosemar, referindo-se ao 1º lugar na preliminar, disputada duas horas antes da final, quando o Brasil venceu sua série com 43.07, melhor marca da equipe em 2009. “Na final, repetimos a colocação do Mundial de Helsinque em 2005″, lembrou Lucimar, que fez parte das duas equipes.

Na versão masculina da prova, a equipe composta por Vicente Lenilson, Sandro Viana, Basílio de Morais Jr. e José Carlos Moreira ficou com a 7ª colocação, com 38.56 (melhor marca da temporada). O importante foi que melhoramos novamente nossa posição na temporada, sinal de que aproveitamos bem a classificação para a final”, disse Lenilson, depois da prova.

Comandados pelo campeão e recordista mundial dos 100 m e 200 m, Usain Bolt, a equipe jamaicana conquistou o ouro com 37.31 e estabeleceu novo recorde do Campeonato. A prata foi para Trinidad & Tobago, com 37.62, e o bronze ficou com a Grã-Bretanha, com 38.02.

Na fase preliminar do 4×400 m feminino, a equipe nacional foi a 6ª na série com 3:31.42 e não passou à final. Correram pelo Brasil: Geisa Coutinho, Emmilly Pinheiro, Sheila Ferreira e Jailma Sales de Lima.

Mais informações no link abaixo:
http://www.cbat.org.br/competicoes/mundial/default.asp

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DOMINGO, TERMINA O MUNDIAL DE ATLETISMO

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MAURREN E KEILA DISPUTAM FINAL

Fonte: CBAt

Keila Costa disputa a final do salto triplo neste domingo em Berlim (CBAt)

Berlim – Neste domingo, dia 23, termina o 12º Campeonato Mundial de Atletismo, no Estádio Olímpico de Berlim. Na final do salto em distância feminino, previsto para começar às 11:15, hora de Brasília (16:15, hora local), o Brasil terá duas representantes: a campeã olímpica Maurren Maggi e a finalista em Pequim Keila Costa.

“Ambas estão bem e vão lutar pelas primeiras posições”, disse o treinador Nélio Moura. “Na qualificação, a gente salta para garantir um lugar na final, e aí a gente luta por medalha”, afirmou Maurren.

Pela manhã, às 06:15, hora de Brasília, será disputada a maratona feminina, com largada e chegada no Portão de Brandenburgo. Maria Zeferina Baldaia e Adriana Aparecida da Silva serão as representantes brasileiras.

“Fizemos uma boa preparação e tanto a Baldaia quanto a Adriana estão em condições de lutar por uma boa colocada”, disse o treinador Cláudio Castilho.

Mais informações no link abaixo:
http://www.cbat.org.br/competicoes/mundial/default.asp

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BERLIM URGENTE – FINAL DO 4 X 100

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4×100 Metres Relay – M   Final

22 August 2009 – 20:50

Position Lane                                                                            Team      Country   Mark 1                 Jamaica
(
Steve Mullings ; Michael Frater ; Usain Bolt ; Asafa Powell )           JAM       37.31 (CR)2              Trinidad and Tobago
(
Darrel Brown ; Marc Burns ; Emmanuel Callander ; Richard Thompson )    TRI            37.62                   (NR)3              Great Britain & N.I.
(
Simeon Williamson ; Tyrone Edgar ; Marlon Devonish ; Harry Aikines-Aryeetey )          GBR          38.02                                                                            (SB)4               Japan
(
Masashi Eriguchi ; Naoki Tsukahara ; Shinji Takahira ; Kenji Fujimitsu )   JPN           38.30                   (SB)5               Canada
(
Sam Effah ; Oluseyi Smith ; Jared Connaughton ; Bryan Barnett )        CAN           38.39 (SB)6                Italy
(Roberto Donati ; Simone Collio ; Emanuele Di Gregorio ; Fabio Cerutti )      ITA            38.54                  
7                Brazil
(Vicente de Lima ; Sandro Viana ; Basílio de Moraes ; José Carlos Moreira )            BRA                  38.56                                                                            (SB)
8              France
(
Ronald Pognon ; Martial Mbandjock ; Eddy De Lepine ; Christophe Lemaître )     FRA                  39.21                                                                              

Event Report – Men’s 4x100m Relay – Final

The men's 4x100m winners (L-R) Usain Bolt, Michael Frater, Asafa Powell and Steve Mullings of Jamaica in Berlin  (Getty Images)

The men’s 4x100m winners (L-R) Usain Bolt, Michael Frater, Asafa Powell and Steve Mullings of Jamaica in Berlin (Getty Images)

relnews

  • Jamaica's Usain Bolt celebrates winning the gold medal in the men's 4x100m with Berlin the Bear at the 12th IAAF World Championships in Athletics
  • (L-R) Simeon Williamson, Tyrone Edgar, Marlon Devonish and Harry Aikines-Aryeetey of Great Britain celebrated their World Championship bronze medal with Berlin the Bear

Two out of three ain’t bad!

When a man runs World sprint records of 9.58 and 19.19 in the space of a week, he can be forgiven for missing out on a third world record. After all, a time of 37.31 in the 4x100m Relay is nothing to be sniffed at – it’s the second-fastest performance of all time! Another gold medal is always nice, too.

With three-quarters of the dream team from Beijing last year (the only change being Steve Mullings on first instead of Nesta Carter), it initially seemed as though the Jamaican speedsters had got off to a sluggish start. Drawn in lane seven, they did not seem to be gaining any distance in the first half of the race on Trinidad & Tobago drawn in the lane inside of Jamaica.

On reflection afterwards, however, it was more to do with the fact that Trinidad & Tobago were flying too!

It was only when the baton was handed from second-leg runner Michael Frater to Usain Bolt that Jamaica edged ahead. A smooth changeover to Asafa Powell gave them a lead that only grew bigger and bigger on the home straight as they stopped the clock in 37.31.

Olympic silver medallists Trinidad & Tobago, with a team that featured two 100m finalists, were a few metres behind with a time of 37.62. For Darrel Brown, Marc Burns, Emmanuel Callander and Richard Thompson, it was an improvement of 0.38 seconds on the national record they set last year. It is also a performance that even sprint powerhouse USA has only bettered on seven occasions.

That tally could have been eight, had the USA been present in the final. After yesterday’s heats, Great Britain lodged a protest over the US team’s final changeover and it was discovered to have been faulty. It meant the defending champions were out, along with the chance of a mouth-watering three-way showdown between Jamaica, USA and Trinidad & Tobago.

The British team held on for bronze with a season’s best of 38.02, using the same team they had in the heats – Simeon Williamson, Tyrone Edgar, Marlon Devonish and Harry Aikines-Aryeetey.

Japan – fielding a team of Masashi Eriguchi, Naoki Tsukahara, Shinji Takahira and Kenji Fujimitsu – were unable to match their bronze medal from last year’s Olympics, but finished strongly to clock a season’s best of 38.30.

Former Olympic champions Canada clocked their fastest performance in 11 years with a time of 38.39. Their team comprised Sam Effah, Seyi Smith, Jared Connaughton and Brian Barnett.

Italy’s full-strength team which impressed in the previous round ran marginally slower than they did in yesterday’s heats. Their 38.54 was good enough for sixth.

Brazil, fourth at the last two global championships, could not quite match their finish from Osaka and Beijing and had to settle for seventh in 38.56.

Former World champions France, meanwhile, did not fare so well and the impressive anchor-leg ability of Christophe Lemaitre was not enough to get them into the race. The team was eighth in 39.21.

With Jamaica now in possession of the two fastest performances of all-time, you can’t help but wonder how long it will be before the USA regains their position as the leading sprint relay nation.

Maybe when Bolt retires.

Jon Mulkeen for the IAAF

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BERLIM URGENTE: BRASIL NA FINAL DO REVEZAMENTO MASCULINO

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BRASIL NA FINAL DO REVEZAMENTO MASCULINO

Berlim – A partir das 15:50, hora de Brasília (20:50, hora local), o Brasil entrará na pista do Estádio Olímpico de Berlim, parta disputar, pela sétima vez, a final do revezamento 4×100 m masculino. O quarteto nacional ficou com a vaga após a desqualificação do quarteto norte-americano, que realizou uma das passagens do bastão fora da área permitida.

O Brasil estará na raia 2 e a formação será a mesma da fase preliminar: Vicente Lenilson será o primeiro homem, Sandro Viana o segundo, Basílio de Moraes Jr. o terceiro, e José Carlos Moreira, o Codó, fechará a prova.

Em Mundiais, o melhor resultado nacional foi o vice-campeonato em Paris 2003. Em 1999, em Sevilha, o País ganhou a medalha de bronze. Em 2001, o quarteto brasileiro entrou como favorito na final, mas a queda do bastão impediu que a equipe terminasse a prova.

Em Osaka, há dois anos, o time ficou em 5º lugar, enquanto que em Gotemburgo, em 1995, e em Atenas, em 1997, o quarteto obteve a 6ª colocação. “Temos esperança em um bom resultado esta noite”, disse Katsuhico Nakaya, treinador do revezamento, em Berlim.

Mais informações no link abaixo:
http://www.cbat.org.br/competicoes/mundial/default.asp

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BERLIM URGENTE…

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BRASILEIROS TEM BOA ATUAÇÃO EM BERLIM

Berlim – Boa atuação dos brasileiros na maratona, realizada na manhã deste sábado (22), pelo Mundial de Berlim, com largada e chegada no Portão de Brandenburgo.

Marilson dos Santos foi o melhor da equipe, ao completar os 42,195 km da prova em 2:15:13, na 16ª posição, e foi o melhor entre todos os concorrentes das Américas. Adriano Bastos foi o 19º colocado, com 2:15:39 e superou em 41 segundos seu antigo recorde pessoal. E José Teles de Souza foi o 23º, com 2:16:40.

Os dois primeiros colocados foram quenianos: Abel Kirui ganhou ouro com 2:06:54 e Emmanuel Mutai foi prata, com 2:07:48. Eles bateram o recorde do Campeonato, que era 2:08:31 e pertencia ao marroquino Jaouad Gharib, desde o Mundial de Paris em 2003. A medalha de bronze foi para o etíope Tsegay Kebede, com 2:08:35.

Bicampeão em Nova York e 10º no Mundial de Helsinque 2005, Marilson passou a metade da prova em 1:03:03, na 7ª colocação. Na passagem dos 35 km estava em 13º e chegou a cair para 18º no km 40. No entanto, ainda teve forçar para recuperar duas posições.

“Tinha que ir para a frente e no final não consegui acompanhar o ritmo”, explicou o corredor brasiliense. “Agora, quero cuidar de uma lesão que me atrapalha desde a Maratona de Nova York do ano passado”, afirmou.

Adriano Bastos, conhecido por suas seis vitórias na Disney, foi quem mais comemorou e tinha bons motivos. Além de marcar novo recorde pessoal, ele empreendeu uma recuperação impressionante.

Tanto que nos 21,1 km estava em 67º lugar, com 1:07:47. “À medida que a gente vai ultrapassando os adversários também ganha força. Estou muito feliz”, disse o corredor.

Também José Teles recuperou muitas posições. Ele estava em 41º lugar na meia maratona, com a marca de 1:06:20. Com muita luta conseguiu chegar em 23º, apenas cinco posições abaixo de sua colocação no Mundial anterior, em Osaka 2007.

Mais informações no link abaixo:
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BERLIM HOJE

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MAURREN E KEILA NA FINAL DO SALTO EM DISTÂNCIA

Fonte: CBAt

Maurren e Keila estão na final do salto em distância (COB)

Berlim – A campeã olímpica do salto em distância, Maurren Maggi, e a vice-campeã pan-americana, Keila Costa, já são finalistas no Campeonato Mundial de Atletismo, que prosseguiu nesta sexta-feira (21), no Estádio Olímpico de Berlim, na Alemanha.

Após três rodadas de saltos, Maurren se classificou em 4º lugar, com 6,68 m, ao lado da russa Olga Kusherenko, enquanto que Keila marcou 6,66 m e terminou na 7ª posição. Doze saltadoras disputarão a final da prova, no último dia do Campeonato, no domingo (23), a partir das 11:15, hora de Brasília (16:15, hora de Berlim).

As favoritas terminaram nas cinco primeiras posições: Naide Gomes (Portugal), 6m86 m Britney Reese (Estados Unidos), 6,78 m Tatyana Lebedeva (Rússia), 6,76 m, além de Maurren e Olga.

Duas das favoritas, que já saltaram mais de 6,90 m este ano, não se classificaram: a russa Elena Sokolova, com 6,51 m, e a norte-americana Funmi Jimoh, que marcou 6,34 m.

“Fiz 6,68 m e vi que dava para ir à final, então aproveitei os outros dois saltos para acertar a corrida. Isto me ajudará na final”, disse Maurren. Para a atleta paulista, “é provável que um salto de 6,90 m dê um lugar no pódio, domingo. É por isso que vou lutar”.

Para a pernambucana Keila, “a prova foi emocionante”, embora um pouco prejudicada pela chuva forte, que caiu por volta da metade da prova. “Vou brigar por medalha”, afirmou a saltadora.

REVEZAMENTO
No 4×100 m masculino, o quarteto brasileiro conseguiu sua melhor performance da temporada, ao marcar 38.72. Mas não conseguiu um lugar na final.

“Melhoramos em relação às nossas apresentações na temporada, fizemos uma boa prova, mas não foi o suficiente para garantir a classificação”, sintetizou o potiguar Vicente Lenilson, o mais experiente do grupo, que teve, ainda, Sandro Viana, Basílio de Moraes Jr. e José Carlos Moreira.

FABIANO
Na semifinal dos 800 m, Fabiano Peçanha foi o 6º na Série 6, com 1:45.94. Ninguém correu abaixo de 1:45.00, nas três séries da fase. Fabiano esperava correr numa série com ritmo forte, para fazer uma marca boa e ganhar um lugar na final. Mas esta é a melhor temporada do corredor gaúcho.

LANÇAMENTO
No dardo, Júlio César de Oliveira bem que tentou vencer a dor nas costas, provocada por um espasmo muscular, que sofreu durante um treino da terça-feira. Ele passou por tratamento intensivo, mas não melhorou o suficiente. Ainda conseguiu lançar: fez 67,85 m no primeiro e 68,49 m no segundo.

Depois a prova foi interrompida pela chuva. Quando os atletas voltaram para completar com mais um lançamento, Júlio não conseguiu acertar. “Agora vamos ver o que é que tenho, para tratar e melhorar para a próxima temporada”, disse o paranaense, recordista brasileiro com 80,05 m.

Mais informações no link abaixo:
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BERLIM – hoje (resultados) e amanhã (programa)

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Day 5 – 19/08/2009

W Elisângela Adriano 27/07/1972 Discus Throw q 15 55.75
M Jessé de Lima 16/02/1981 High Jump q 7 2.27
Day 6 – 20/08/2009
M Fábio Gomes da Silva 04/08/1983 Pole Vault q
M Kleberson Davide 20/07/1985 800 Metres h
M Fabiano Peçanha 05/06/1982 800 Metres h
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