Comentários GRAMATICAIS

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Quando a palavra CASA tem sentido de LAR, RESIDÊNCIA, não se usa artigo definido antes dela. Conclusão: não há crase. Só poderá ocorrer crase nesse caso se a palavra CASA estiver determinada por um adjetivo ou locução adjetiva.
Exemplificando: situação em que o artigo definido passa a ser obrigatório antes dela.

ERRRADO:
Cheguei À CASA cansado.

CERTO:
Cheguei A CASA cansado.

CERTO:
Cheguei À CASA DA VOVÓ cansado.

Se a palavra CASA, contextualmente, já tiver sido identificada, mesmo indicando LAR, RESIDÊNCIA, mais à frente no texto a crase será obrigatória, se houver exigência de crase.
Exemplo:
Conheci a casa de Auxiliadora ontem à noite. Era um espetáculo a decoração. Juro que, quando eu for À CASA novamente, certamente elogiarei o bom gosto dela.

Se a palavra CASA, contextualmente, não indicar LAR, RESIDÊNCIA, mas indicar outra coisa, como um restaurante, por exemplo, a crase será obrigatória, se houver exigência de crase.
Exemplo:
Tenho muita vontade de comer naquele restaurante, porque quem foi À CASA disse que as comidas são de primeira qualidade.

Caso haja um pronome possessivo antes da palavra CASA, a crase será facultativa, pois se pode ou não colocar artigo definido antes do pronome possessivo.
Exemplo:
Eles não se referem À SUA CASA, mas sim à dela. / Eles não se referem A SUA CASA, mas sim à dela.

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Empregando… DEVIDO A

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ERRADO
DEVIDO O imprevisto que surgiu…

CERTO
DEVIDO AO imprevisto que surgiu…

Explicando…
A preposição A é parte necessária da locução prepositiva DEVIDO A. Essa preposição combina-se com o possível artigo, formando AO, AOS, À, ÀS. Mantém-se apenas A (sem acento grave) quando não ocorre artigo. Exemplos: DEVIDO AO problema; DEVIDO AOS problemas; DEVIDO À crise; DEVIDO ÀS crises; DEVIDO A circunstâncias adversas; DEVIDO A existirem sérias dificuldades etc.

Lembrando…
Não se esqueça da preposição “a”: Devido ao mau estado da estrada, não pude chegar a tempo (e não “devido o mau estado”) / Devido às chuvas, aquelas ruas ficaram intransitáveis (e não “devido as”).

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Relembrando… uso do PORQUE

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Teste:
Marque a opção CORRETA.
(a) Diga-me porque você está tão nervoso.
(b) Diga-me por que você está tão nervoso.

Explicando…
Há quatro grafias – POR QUE, PORQUE, POR QUÊ e PORQUÊ.

1) POR QUE
a) Usa-se para fazer uma pergunta, direta ou indireta.
Por que você não me esperou?
Quero saber por que você não me esperou.
Por que essa tristeza?
Conte-me por que essa tristeza.

b) Emprega-se, também, para substituir PELO QUAL, PELOS QUAIS, PELA QUAL, PELAS QUAIS, POR QUAL, POR QUAIS.
As dificuldades por que passei… (= PELAS QUAIS)
Ignoro por que razões ela fez isso. (= POR QUAIS)

2) POR QUÊ
É também interrogativo e se emprega sempre que vier imediatamente seguido do sinal de interrogação (na interrogação direta) ou de ponto final (na interrogação indireta).
Você está triste. Por quê?
Você está triste. Diga-me por quê.

3) PORQUE
É empregado para se dar uma resposta ou explicação.
– Por que você não me chamou?
– Não o chamei porque você estava ocupado.

Não comprei a casa porque ela é muito pequena.
Deixem-me agora porque já estou atrasado.

4) PORQUÊ
Trata-se, na verdade, de um substantivo, sinônimo de “causa”, “razão”, “motivo”. É por isso que vem precedido de artigo.
As crianças querem saber o porquê de tudo.
Tudo na vida tem um porquê.

Resposta:
(b) Diga-me por que você está tão nervoso.

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Evitando erros GRAMATICAIS

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1)
ERRADO
Foi apenas uma recreação AO QUAL o técnico não assistiu.

CERTO
Foi apenas uma recreação À QUAL o técnico não assistiu.

Explicando…
O pronome relativo QUAL substitui a palavra que o antecede. Deve, por isso, concordar em gênero e número com o substantivo antecedente: Esta é a música DA QUAL o povo gosta. / Estes são os livros AOS QUAIS fiz referência. / Foram abandonadas as ideias COM AS QUAIS não concordamos. No caso de “Foi apenas uma recreação À QUAL o técnico não assistiu”, ocorre a crase porque temos o artigo feminino que antecede o pronome (= a qual) mais a preposição A exigida pela regência do verbo ASSISTIR: Assistiu AO jogo; / Assistiu à recreação.

Atenção!!!
Se, em vez do verbo ASSISTIR, tivéssemos um verbo transitivo direto (= VER, PRESENCIAR etc.) não haveria preposição e, consequentemente, não ocorreria a crase: Foi apenas uma recreação A QUAL o técnico não presenciou.

2)
ERRADO
Quero saber onde, quando e POR QUE.

CERTO
Quero saber onde, quando e POR QUÊ.

Explicando…
Já sabemos que a palavra PORQUE deve ser escrita separadamente nas perguntas diretas e indiretas. A novidade é o acento circunflexo, que é obrigatório quando a palavra QUE aparece no fim da frase: Parou POR QUÊ? / Não tem de QUÊ. / Fez isso não sei POR QUÊ.

Atenção!!!
Se a sequência dos advérbios interrogativos fosse alterada, a palavra PORQUE, antes da vírgula, continuaria com o acento circunflexo: Quero saber POR QUÊ, onde e quando.

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Alguns enganos GRAMATICAIS

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1)
ERRADO
Eu fiquei fora de SI.

CERTO
Eu fiquei fora de MIM.

Explicando…
O pronome reflexivo SI (sujeito pratica e sofre a ação verbal = ideia de A SI MESMO) é de terceira pessoa: Ele ficou fora de SI. / Ela feriu A SI MESMA. / Você iludiu A SI MESMO. / Eles ficaram fora de SI. / Eles feriram A SI PRÓPRIOS. Na primeira pessoa do singular, devemos usar o pronome MIM: Eu fiquei fora de MIM. / Eu feri A MIM MESMO. Pior ainda é o famoso “Nos SE ferimos”. O sujeito (= nós) está na primeira pessoa do plurl, e o pronome SE é de terceira pessoa. O certo é “Nós NOS ferimos” e “Ele SE feriu”.

Atenção!!!
Muita gente quer saber quando devemos usar ENTRE SI ou ENTRE ELES. A diferença é a seguinte:
a) devemos usar ENTRE SI somente quando o sujeito pratica e recebe a ação verbal: Os lutadores brigaram ENTRE SI. (“os lutadores” é o termo que exerce a função de sujeito da oração – pratica e recebe a ação de “brigar”;

b) usamos ENTRE ELES quando o sujeito é um e o complemento é outro: Nada existe ENTRE ELES (= sujeito é “nada” e o complemento é “entre eles”).

Outros exemplos:
Os políticos discutiram ENTRE SI.
Eles repartiram o prêmio ENTRE SI mesmos.
O prêmio foi repartido ENTRE ELES.
O segredo ficou ENTRE ELES mesmos.

2)
ERRADO
A filha CASOU com um rico empresário.

CERTO
A filha CASOU-SE com um rico empresário.

Explicando…
O verbo CASAR-SE é pronominal, ou seja, deve estar sempre acompanhado do pronome: Eu ME casei. / Tu TE casaste. / Ele SE casou. / Nós NOS casamos. / Vós VOS casastes. / Eles SE casaram.

Atenção!!!
Se quiser, você pode SENTAR-SE na mesa, mas está errado e é falta de educação. O que você pode fazer é SENTAR-SE À MESA. Temos, portanto, dois problemas. O primeiro é o uso errado do verbo SENTAR que, no sentido de “tomar assento” é pronominal. Portanto, eu ME sentei e ele SE sentou. Quanto à falta de educação, não fica bem “sentar-se NA mesa”. Você pode sentar-se na cadeira, mas deve sentar-se À mesa.

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Evitando erros GRAMATICAIS

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1)
ERRADO
Isto aconteceu no verão, ONDE o calor é bem mais intenso.

CERTO
Isto aconteceu no verão, QUANDO o calor é bem mais intenso.

Explicando…
Só devemos usar o pronome ONDE quando houver a ideia de “lugar”: Isto aconteceu na cidade ONDE ele nasceu. / Esta é a sala ONDE eles trabalham. O verão é uma das estações do ano; refere-se, portanto, a tempo, e não a lugar. Quando nos referimos a tempo, devemos usar o pronome QUANDO: Isso aconteceu em janeiro, QUANDO o ministro alterou as regras do jogo. / Viajou na primavera, QUANDO tudo fica mais florido.

Atenção!!!
É interessante notar que tanto o pronome ONDE quanto o pronome QUANDO podem ser substituídos por EM QUE: Isto aconteceu na cidade ONDE (ou EM QUE ou NA QUAL) ele nasceu. / Isto aconteceu no dia QUANDO (ou EM QUE ou NO QUAL) eles viajaram. Erradamente é dizer “isto aconteceu NA VEZ QUE ele esteve aqui. O certo é NA VEZ EM QUE ele esteve aqui.

2)
ERRADO
A campanha é EM BENEFÍCIO DA criminalidade infantil.

CERTO
A campanha é CONTRA a criminalidade infantil.

Explicando…
Só louco faz campanha EM BENEFÍCIO da criminalidade infantil. Seria uma campanha A FAVOR! Certamente tal campanha era CONTRA a criminalidade infantil. É interessante observar que a expressão CRIMINALIDADE INFANTIL é ambígua, pois podemos dar duas interpretações: crimes cometidos contra crianças ou crimes cometidos por crianças.

Atenção!!!
Por falar em ambiguidade, é bom lembrar aquela frase típica de jornalista esportivo: Técnico espera o adversário retrancado. Quero saber quem jogará retrancado. Qual dos dois times: o do técnico ou o do adversário? O técnico vai pôr o seu time na retranca e esperar o adversário ou o técnico espera (= supõe) que o adversário vá jogar na retranca?

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Alguns deslizes GRAMATICAIS

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1)
ERRADO:
Se não chovesse, eu IA ao Estádio Castelâo.

CERTO:
Se não chovesse eu IRIA ao Estádio Castelão.

EXPLICANDO…
No texto, temos a troca do futuro do pretérito pelo pretérito imperfeito do indicativo. É frequente ouvirmos: “Se não chovesse, eu IA ao Estádio Castelão” e “Se fosse permitido, eu FAZIA o trabalho”. É importante lembrar que há uma correspondência entre o pretérito imperfeito do subjuntivo (= CHOVESSE, FOSSE) e o futuro do pretérito do indicativo (= IRIA, FARIA). Deveríamos, portanto, dizer: “Se não chovesse, eu IRIA ao Estádio Castelão” e “Se fosse permitido, eu FARIA o trabalho”.

Atenção!!!
O uso do pretérito imperfeito do indicativo (= IA, FAZIA, DEVIA), em substituição ao futuro do pretérito do indicativo (= IRIA, FARIA, DEVERIA é uma característica da linguagem coloquial brasileira (= linguagem informal). Devemos evitar em textos formais.

2)
ERRADO:
Só acreditarão se a galinha PÔR os ovos.

CERTO:
Só acreditarão se a galinha PUSER ovos.

EXPLICANDO…
Não devemos confundir o infinitivo (PÔR) com a forma do futuro do subjuntivo (PUSER). As orações subordinadas adverbais condicionais (iniciadas pela conjunção “se”) e temporais (iniciadas pela conjunção “quando”) pedem o verbo no futuro do subjuntivo: se eu PUSER, quando eu FIZER, SE nós DISSERMOS,, quando ele FOR etc. No caso do verbo PÔR, é importante lembrar que a regra também se aplica aos derivados: DEPOR, DISPOR, COMPOR, REPOR, IMPOR etc. Assim sendo, o correto é “quando ele DEPUSER na CPI”, “se eu DISPUSER de tempo”, “quando eles COMPUSEREM o samba”, “quando ele REPUSER o dinheiro”, “se o zagueiro não se IMPUSER em campo”.

Atenção!!!
Se a galinha é poedeira, é porque põe ovos. Se COLOCASSE ovos, seria “uma galinha colocadeira”. No português falado no Brasil, o uso excessivo do verbo COLOCAR pode causar alguns constrangimentos. Essa história de “fazer colocações” é muito desagradável. É melhor “opinar, falar, perguntar, argumentar, apresentar suas ideias, expressar sua opinião etc.

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Inadequações GRAMATICAIS

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1)

INADEQUADO
Ele ADMITIU que matou mais de vinte mulheres.

MELHOR
Ele CONFESSOU que matou mais de vinte mulheres.

Explicando…
O verbo ADMITIR, nesse exemplo, significa RECONHECER, CONFESSAR. O problema é que o verbo ADMITIR possui uma carga muito leve. A frase pede um verbo mais forte. Vejamos alguns exemplos em que o verbo ADMITIR está bem empregado: O professor admitiu que errou. / A falha foi minha, ADMITIU o goleiro. / O atacante ADMITIU que não está jogando bem.

Atenção!!!
Estranho mesmo é o uso do verbo ADMITIR, que tem carga negativa, em frases positivas: Ele ADMITE que está fazendo o maior sucesso. De duas uma ou ele havia negado e só agora está reconhecendo o seu sucesso ou ele apenas DISSE (ou AFIRMOU) que está fazendo muito sucesso. Melhor é usarmos o verbo ADMITIR, no sentido de RECONHECER, apenas em frases negativas: ADMITIU o seu fracasso. / ADMITIU o seu erro. / ADMITIU o seu esquecimento.

2)
INADEQUADO
Foi o sacrifício de um bombeiro INÚTIL.

ADEQUADO
Foi o sacrifício INÚTIL de um bombeiro.

Explicando…
Em nome da clareza, devemos tomar muito cuidado com a colocação dos termos na frase. É sempre mais seguro o adjetivo acompanhar o substantivo a que se refere. Um adjetivo mal colocado pode causar mal-entendidos. O bombeiro herói foi transformado em INÚTIL.

Atenção!!!
Uma loja popular anunciava: “Roupas para homens de segunda mão”. É óbvio que de segunda mão eram as roupas. Eram roupas usadas para homens. Afinal, nunca vi uma loja especializada em roupas para homens já usados.

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Explicando aspectos GRAMATICAIS

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1)
ERRADO
Ele chegou À São Paulo.

CERTO
Ele chegou A São Paulo.

Explicando…
O caso mais comum de crase é a fusão da preposição “a” com o artigo definido feminino “a”. Quando isso ocorre (= crase), colocamos o acento grave (`) indicativo da crase sobre a vogal “a” (= à). No caso do verbo CHEGAR, não há dúvida quanto à presença da preposição “a”, pois quem CHEGA sempre CHEGA “a” algum lugar. A dúvida é o segundo “a”: se existe ou não o artigo “a”.

A dificuldade é saber se o nome do lugar (= país, Estado, cidade etc.) é usado com ou sem artigo. Por exemplo: nós falamos “São Paulo” (= sem artigo), o “Rio de Janeiro” (= com artigo masculino) “o”) e “a Bahia” (= com artigo feminino “a”). Isso significa que “nós chegamos AO Rio de Janeiro” (“ao” = preposição “a” + artigo masculino “o”) e “nós chegamos à Bahia” (= com acento indicativo da crase, porque existe o artigo “a” antes de Bahia).

Atenção!!!
O emprego do artigo antes de nomes de Estados, de países ou mesmo de cidades é vinculado ao uso tradicionalmente estabelecido. Não existem regras de natureza lógica que regulem isso com precisão, como, aliás, ocorre em muitos outros usos idiomáticos.

Sabemos que países como Portugal, Israel, Angola, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor não admitem a anteposição dos artigos, diferentemente dos demais.

Os nomes das cidades, com raras exceções, não são antecedidos de artigo. Assim: “Viajou a Milão”, “Veio de Paris”, “Nunca esteve em Lisboa” etc. São exceções consagradas as cidades do Porto (Portugal), do Cairo (Egito), do Rio de Janeiro e do Recife (esta aparece das duas formas, com e sem o artigo).

Já os Estados brasileiros, em sua maioria, são antecedidos de artigo, mas há alguns que repelem o determinante. São eles: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Antes dos nomes dos Estados de Alagoas e de Minas Gerais também não se usa o artigo na maior parte das vezes – em algumas situações, normalmente de uso afetivo, esses nomes aparecem determinados por artigos: as Minas Gerais e as Alagoas.

Dica!!!
Em caso de dúvida, se há ou não o artigo “a”, podemos usar o seguinte “macete”:
1) Se você “volta da” (= preposição “de” + artigo “a”), é porque existe o artigo. Isso significa que você “vai à”;

2) Se você “volta de” (= só preposição “de”), é porque não existe o artigo antes do nome do lugar.

Testando…
1) Você volta DA Bahia, então “vai À Bahia”;

2) Você volta de Brasília, então “vai a Brasília”.

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Como se escreve… no CARNAVAL

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1) ABRE-ALAS
Dicionário “Houaiss”
n substantivo masculino de dois números
Regionalismo: Brasil.
1) adereço, adorno, dístico ou carro alegórico que, durante desfile, movimenta-se à frente de uma entidade carnavalesca (bloco, escola de samba etc.) 2) Derivação: por metonímia. grupo de pessoas que conduz esse abre-alas ou que abre o desfile da entidade carnavalesca.

2) SAMBA-ENREDO
Dicionário “Aurélio”
Substantivo masculino.
1. Bras. Samba de enredo. [Pl.: sambas-enredos e sambas-enredo.]

3) POT-POURRI
Dicionário “Aurélio”
pot-pourri[popuÈÒi] [Fr.]
Substantivo masculino.
1. Mús. Miscelânea de trechos tirados de diversas canções ou outras peças musicais. [Sin. (ingl.): medley.] 2. Mistura de coisas heterogêneas.

4) TAMBOR DE CRIOULA
Dicionário “Aurélio”
Substantivo masculino.
1. Bras. MA Folcl. V. punga2. [Pl.: tambores de crioula.]

5) VELHA-GUARDA
Dicionário “Caldas Aulete”
sf.
1 Grupo dos componentes mais antigos de uma escola de samba (velha-guarda da Mangueira) 2 Grupo de representantes mais antigos em qualquer área de atividade [Pl.: velhas-guardas.]

6) PORTA-BANDEIRA
Dicionário “Aurélio”
Substantivo masculino.
1. Oficial que conduz a bandeira do regimento. [Sin. (ant.), nesta acepç.: alferes.]

Substantivo de dois gêneros.
2. Pessoa que leva uma bandeira em solenidade ou desfile. 3. Porta-estandarte (2): “Procura a porta-bandeira / E põe a turma em fileira” (Herivelto Martins, no samba Laurindo). [Pl.: porta-bandeiras.]

7) MESTRE-SALA
Dicionário “Caldas Aulete”
sm.
1 Mestre de cerimônias. 2 Bras. Destaque de escola de samba que faz par com a porta-bandeira. 3 Ant. Oficial encarregado da etiqueta nas recepções do paço. 4 Ant. Indivíduo encarregado da direção de bailes públicos. [Pl.: mestres-salas.]

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