As duas são POSSÍVEIS

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1) RATIFICAR ou RETIFICAR
Ratificar
- confirmar, comprovar
As chuvas RATIFICARAM a previsão da entrada de uma frente fria.

Retificar - corrigir, emendar, consertar
RETIFICOU, em uma errata, parte das informações publicadas.

2) POSSÍVEL ou EVENTUAL
Possível -
provável
Flávio Araújo é um POSSÍVEL candidato à presidência do Sampaio.

EVENTUAL - casual, ocasional
Renan é uma presença EVENTUAL nos congressos.

3) IMPORTUNO ou INOPORTUNO
Importuno
- que incomoda, insuportável
Sua presença era IMPORTUNA.

Inoportuno - num tempo inadequado, intempestivo
Eles riram num momento INOPORTUNO.

4) DESTRATAR ou DISTRATAR
Destratar
- insultar
DESTRATAVA seus funcionários.

Distratar - rescindir um contrato
Precisamos DISTRATAR com urgência este contrato de aluguel.

5) TRAZ ou TRÁS
Traz
- forma do verbo “trazer”
Ela TRAZ os cabelos presos.

Trás - preposição (= atrás, detrás, após, depois) / expressa ideia de lugar
Volta a São Luís anos TRÁS ano.
Ele veio por TRÁS e me assustou.

 

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Conjugando alguns VERBOS

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ABOLIR
Não tem a 1a. pessoa do singular do presente do indicativo. Portanto, não tem o presente do subjuntivo nem o imperativo negativo.

Presente do indicativo: tu ABOLES, ele ABOLE, nós ABOLIMOS, vós ABOLIS, eles ABOLEM
Imperativo afirmativo: ABOLE (tu), ABOLI (vós)

Conjuga-se, normalmente, nos outros tempos: ABOLI, ABOLIAM, ABOLIREI, ABOLIRIA, ABOLISSE etc. Se precisar usar esse verbo nas formas que faltam, substitua-o por um sinônimo, como SUPRIMIR, ANULAR ou REVOGAR.

ABRANGER
É verbo regular, mas cuidado com o uso do “j” (e não “g”) antes do “a” e do “o”.

Presente do indicativo: ABRANJO, ABRANGES, ABRANGE, ABRANGEMOS, ABRANGEIS, ABRANGEM
Presente do subjuntivo: ABRANJA, ABRANJAS, ABRANJA, ABRANJAMOS, ABRANJAIS, ABRANJAM
Imperativo afirmativo: ABRANGE (tu), ABRANJA (você), ABRANJAMOS (nós), ABRANGEI (vós), ABRANJAM (vocês)
Imperativo negativo: não ABRANJAS (tu), não ABRANJA (você), não ABRANJAMOS (nós), não ABRANJAIS (vós), não ABRANJAM (vocês)

Nos outros tempos, usa-se sempre “g”: ABRANGI, ABRANGEU, ABRANGIA, ABRANGERÁ, ABRAGERIA, ABRANGESSE etc.

ACUDIR
Presente do indicativo: ACUDO, ACODES, ACODE, ACUDIMOS, ACUDIS, ACODEM
Presente do subjuntivo: ACUDA, ACUDAS, ACUDA, ACUDAMOS, ACUDAIS, ACUDAM
Imperativo afirmativo: ACODE (tu), ACUDA (você), ACUDAMOS (nós), ACUDI ( vós), ACUDAM ( vocês)
Imperativo negativo: não ACUDAS (tu), não ACUDA (você),  não ACUDAMOS (nós), não ACUDAIS ( vós), não ACUDAM (vocês)

Nos outros tempos, mantém o “u” em todas as formas: ACUDI, ACUDIA, ACUDIREI, ACUDIRIA, ACUDISSE etc.

ADQUIRIR
Presente do indicativo: ADQUIRO, ADQUIRES, ADQUIRE, ADQUIRIMOS, ADQUIRIS, ADQUIREM
Presente do subjuntivo: ADQUIRA, ADQUIRAS, ADQUIRA, ADQUIRAMOS, ADQUIRAIS, ADQUIRAM
Imperativo afirmativo: ADQUIRE (tu), ADQUIRA (você), ADQUIRAMOS (nós), ADQUIRI (vós), ADQUIRAM (vocês)
Imperativo negativo: não ADQUIRAS (tu), não ADQUIRA (você), não ADQUIRAMOS (nós), não ADQUIRAIS (vós), não ADQUIRAM (vocês)

 

 

 

 

 

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Preposições com alguns VERBOS

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Regência é a relação de subordinação que se estabelece entre uma palavra (verbo ou nome) e seus complementos. Essa relação pode ser expressa diretamente (= sem preposição) ou indiretamente (= com preposição).

1) ABRAÇAR (alguém) ou ABRAÇAR-SE A (alguém)?
As duas formas são aceitas, no sentido de ENVOLVER nos braços. Elas diferem no tipo de complemento.
Exemplos:
A mãe ABRAÇOU a criança para protegê-la.
A criança ABRAÇOU-SE à mãe em busca de proteção.

2) AGRADAR A (alguém) ou AGRADAR (alguém)?
As duas formas são possíveis.
a) AGRADAR A (com preposição) = SATISFAZER:
O discurso do ministro não AGRADOU Aos professores.

b) AGRADAR (sem preposição) = FAZER AGRADO, ACARICIAR:
O treinador AGRADAVA o cachorro.

3) AGRADECER A (alguém) ou AGRADECER (alguém)?
Existem três formas possíveis.
a) AGRADECER pede complemento de PESSOAS com preposição “a”:
Ele AGRADECEU Ao tio.

b) AGRACEDER com complemento de COISA (aquilo que se agradece), não é regido de preposição:
Ele AGRADECEU o presente.

c) AGRADECER pode ocorrer com dois complementos:
Ele AGRADECEU o presente Ao tio.

 

 

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Erros de LINGUAGEM

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“Preservar a língua portuguesa dos vícios de linguagem é uma necessidade que se impõe de foma crescente, pois é crescente o número de erros em processo de consagração, empobrecendo o idioma e tornando cada vez mais complexas suas normas”.

1) Você deve tirar a pressão todos os dias.
Tira-se, ou melhor, corrige-se a pressão com diuréticos e outros medicamentos próprios para isso, assim como a febre é tirada com antitérmicos. Pelo menos é assim que recomendam os médicos. Os aparelhos são usados para MEDIR ou VERIFICAR a pressão, a febre etc.

2) Tirar as impressões digitais.
Como gostam do verbo TIRAR! Não se pode imaginar alguém tirar as impressões digitais sem sangria. É preferível que se COLHAM as impressões digitais.

3) A equipe perdeu em pleno Maracanã.
PLENO significa CHEIO, COMPLETO. Na frase, tem acepção totalmente diferente, pois não há intenção de informar sobre a lotação do Maracanã, mesmo porque a expressão é frequentemente usada quando o estádio está vazio.

4) Esse sujeito é um tratante;
Em tempos mais remotos, TRATANTE era um cidadão respeitado pelo seu alto grau de confiabilidade. O termo era utilizado para designar os procuradores das partes envolvidas em negócios de vulto, sendo escolhidos justamente em função do conceito de honestidade que ostentavam. Seguramente por causa de algumas “tratativas” mal conduzidas, o bom conceito do TRATANTE de antigamente evoluiu para o do TRATANTE de hoje: CANALHA, VELHACO, entre outras ofensas.

(FONTE: “Os pecados da língua”, Ledur e Sampaulo)

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Linguagem ESPORTIVA

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Em tempo de Copa…

1) “ACERTARAM a cabeça do árbitro”.
O verbo ACERTAR (como transitivo direto) é usado nos seguintes casos: ACERTAR o endereço; ACERTAR a bainha da saia; ACERTAR o relógio; ACERTAR o passo; ACERTAR as contas. No sentido “dar golpes”, “soco”, “murro”, “tiro” etc., é transitivo indireto; emprega-se com a preposição “em”: ACERTARAM na cabeça do árbitro.

2) “O futebol brasileiro é MAIS superior do que o argentino”.
SUPERIOR e INFERIOR, além de não aceitaram modificadores (como “mais” e “menos”), usam-se com a, e não com do que: O futebol brasileiro é SUPERIOR ao argentino.

3) “O auxiliar nada pôde declarar, INCLUSIVE porque não viu nem ouviu nada”.
O termo INCLUSIVE, nessa frase, está mal-empregado. O correto é usá-lo quando tiver o sentido de “também”: Todos foram expulsos, INCLUSIVE o técnico. Se o referido termo não puder ser substituído por “também” (como no exemplo anterior), não faça uso dele; não tem proveito: é como um feriado que cai num domingo.

4) “É pena que Pimentinha não SABE chutar EM gol”.
A expressão “é pena que” exige o verbo no subjuntivo. CHUTAR rege a preposição “a” ou “contra”: É pena que Pimentinha não SAIBA chutar A gol.

5) “O árbitro já FOI COMUNICADO da irregularidade”.
Um fato pode ser comunicado a alguém, mas ninguém pode ser comunicado de um fato. Por isso é que não se deve dizer que “o árbitro já foi comunicado da irregularidade”, mas sim “a irregularidade JÁ FOI COMUNICADA ao árbitro”.

 

 

 

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Outros verbos… CONJUGAÇÃO

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1) CAIBO ou CABO
A forma correta é CAIBO, primeira pessoa do singular do presente do indicativo de CABER, irregularidade que se estende ao presente do subjuntivo, forma derivada daquela primeira pessoa.
Eu caibo, Tu cabes, Ele cabe, Nós cabemos, Vós cabeis, Eles cabem (pres. do ind.)
Que eu caiba,  Que tu caibas, Que ele caiba, Que nós caibamos, Que vós caibais, Que eles caibam (pres. do sub.)

2) COUBE ou CABEU
A forma correta é COUBE, pois o verbo CABER não segue, no pretérito perfeito e tempos dele derivados (o mais-que-perfeito do indicativo, o imperfeito e o futuro do subjuntivo), o modelo de sua conjugação.
Eu coube, Tu coubeste, Ele coube, Nós coubemos, Vós coubestes, Eles couberam (pret. perf.)
Se eu coubesse, Se tu coubesses, Se ele coubesse, Se nós coubéssemos, Se vós coubésseis, Se eles coubessem (m-q-perf. ind.)
Quando eu couber, Quando tu couberes, Quando ele couber, Quando nós coubermos, Quando vós couberdes, Quando eles couberem (fut. subj.)

3) DESPEÇO ou DESPIDO
As duas formas são possíveis:
a) DESPEÇO (verbo DESPEDIR). O verbo DESPEDIR (bem como os verbos EXPEDIR, IMPEDIR, MEDIR, PEDIR, OUVIR e compostos) troca, na primeira pessoa do singular do presente do indicativo, em todo o presente do subjuntivo e nas formas do imperfeito deste derivadas, a última consoante do radical em “ç”. Assim:
Eu despeço - que eu despeça, que tu despeças, que ele despeça…
Eu expeço - que eu expeça, que tu expeças, que ele expeça…
Eu impeço - que eu impeça, que tu impeças, que ele impeça…
Eu meço - que eu meça… que nós meçamos, que vós meçais, que eles meçam.
Eu peço - que eu peça… que nós peçamos, que vós peçais, que eles peçam.
Eu ouço - que eu ouça… que nós ouçamos, que vós ouçais, que eles ouçam.

b) DESPIDO (particípio do verbo DESPIR): Despido de preconceitos, aceitou aquela aliança.

 

 

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Conjugação de (alguns) VERBOS

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1) ADEQUA ou ADÉQUA
O verbo adequar é tido como verbo defectivo, ou seja, ele não existe em todas as formas. Só pode ser usado nas formas arrizotônicas, isto é, nas formas em que a tônica incide na vogal que vem após o “qu”, como adequar, adequamos, adequei, adequaram, adequasse, adequado. Assim, pelas normas do padrão culto, não se pode dizer “eu adéquo”, “eles adéquam”. É mais seguro evitar essas formas.

Sugestão:
O verbo adequar pode ser substituído por adaptar(-se), ajustar(-se), harmonizar(-se).

Quando você tiver que dizer frases do tipo…
Este palavreado não se ADEQUA a sua posição social, deve usar um sinônimo, como AJUSTA, ADAPTA-SE ou a locução É ADEQUADO:
Este palavreado não SE AJUSTA a sua posição social.
Este palavreado não É ADEQUADO a sua posição social.

2) INTERVEIO ou INTERVIU
A forma correta é INTERVEIO, pois INTERVIR e os demais derivados do verbo VIR seguem a conjugação do primitivo: Eu VIM, Tu VIESTE, Ele VEIO, Nós VIEMOS, Vós VIESTES, Eles VIERAM; Eu INTERVIM, Tu INTERVISTE, Ele INTERVEIO, Nós INTERVIEMOS, Vós INTERVIESTES, Eles INTERVIERAM.

3) TINHA TRAZIDO ou TINHA TRAGO
A forma correta é TINHA TRAZIDO, pois o verbo TRAZER só apresenta um particípio: TRAZIDO.

 

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Palavra feminina… A MASCOTE

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Mascote é palavra feminina
São vários os substantivos que oferecem dúvida quanto ao gênero. Em tempo de Copa do Mundo, é bom ficar atento ao gênero da palavra “mascote”, que, de origem francesa, é FEMININA.

DICIONÁRIO “AURÉLIO”
Mascote [Do fr. mascotte.]
Substantivo feminino
1. Pessoa, animal ou coisa a que se atribui o dom de dar sorte, de trazer felicidade: “mascotes, muitas vezes de bicho, revelando procedência totêmica, ou de bruxas, … são comuns e agora de uso nos automóveis.” (Renato Almeida, Inteligência do Folclore, p. 44). 2. Animal ou objeto de particular estimação de uma pessoa ou de um grupo. 3. Bot. Planta da família das cucurbitáceas (Gurania malacophylla).

DICIONÁRIO DE USOS DO PORTUGUÊS DO BRASIL – Francisco S. Borba
MASCOTE
Nf pessoa, animal ou coisa que, segundo a crença, traz sorte ou felicidade; amuleto: São chinelos, cofrezinhos de madeira, [...] bonecas, mascotes, imagens de São Damião e São Cosme (MRF); ele invadiu a jaula de um tigre chamado “Michael” – espécie de mascote do Campus da Universidade Estadual (PLA)

DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA – Academia Brasileira de Letras (2ª edição (2008)MASCOTE [ó]
sf 1 Pessoa, animal ou objeto que, segundo se crê, são portadores de boa sorte e felicidade: Ela traz sempre na bolsa uma pedra de jade como mascote. 2 Pessoa, animal ou coisa tomados como emblema ou símbolo de grupo, instituição, evento etc.: A figura estilizada do sol é mascote dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro. 3 Moça ou rapaz geralmente com uniforme típico, que abre ou acompanha um desfile, um jogo etc.: a mascote do time; a mascote do regimento.

DICIONÁRIO “MICHAELIS”
mas.co.te   sf   (fr mascotte)
1 pop Pessoa, animal ou coisa que, segundo se crê, dá sorte, ou traz felicidade; amuleto, talismã. 2 Bot Planta cucurbitácea (Guarania malacophylla).

DICIONÁRIO “HOUAISS”
MASCOTE
Acepções■ substantivo feminino
1 pessoa, animal ou coisa que se considera como capaz de proporcionar sorte, felicidade 2 pessoa ou animal de estimação Ex.: uma cadelinha branca era a m. do regimento 3 Rubrica: angiospermas. trepadeira (Gurania malacophylla) da fam. das cucurbitáceas, nativa da Amazônia, de folhas ovais e flores avermelhadas em glomérulos globosos, cultivada como ornamental

Etimologia fr. mascotte (1867) ‘pessoa, animal ou coisa que se considera trazer boa sorte’, do provç. mascoto ‘sortilégio’, der. de masco ‘feiticeira’; ver mascar-

Homônimos mascote (fl. mascotar)

DICIONÁRIO “CALDAS AULETE”
MASCOTE (mas.co.te)
1 Pessoa, animal ou coisa a que se atribui o dom de trazer sorte: mascote oficial das olimpíadas. 2 Animal de estimação. 3 Bot. Planta (Guarania malacophyla) da fam. das cucurbitáceas, de flores avermelhadas. [F.: Do fr. mascotte. Hom./Par.: mascote (sm.), mascote (fl. de mascotar).]

Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) – 5ª Edição (2009)
mascote s.f.

 

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Orações… ADJETIVAS

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As orações subordinadas adjetivas são classificadas em RESTRITIVAS e EXPLICATIVAS.

RESTRITIVAS
Restringem, particularizam, limitam a significação do termo antecedente (= substantivo ou pronome substantivo). As orações subordinadas adjetivas restritivas indicam que a informação prestada pela oração não se aplica ao todo, mas tão somente a uma parte do todo. Geralmente, aparecem dentro da estrutura oracional separadas sem vírgula. Outra informação: as orações subordinadas adjetivas RESTRITIVAS não podem ser retiradas da oração, pois são indispensáveis ao sentido geral do enunciado.

Exemplo: O homem QUE CAMINHAVA NA CALÇADA DA DIREITA olhava-nos com desdém. (há outros homens que caminhavam na calçada esquerda)

EXPLICATIVAS
Explicam, estendem o significado, exprimem o sentido geral do termo antecedente. Geralmente, o substantivo ou o pronome substantivo representa um ser único. As orações subordinadas adjetivas EXPLICATIVAS possuem um valor aproximado de um aposto explicativo. Podem ser retiradas da oração sem prejuízo para o sentido. Aparecem na escrita isoladas por vírgula(s).

Exemplo: Minha mãe, QUE É UMA MULHER DE SEUS OITENTA ANOS, vai à igreja regularmente.

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Pronome relativo CUJO

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O pronome relativo CUJO (e variações CUJA, CUJOS, CUJAS) equivale a “de que”, “do qual”, “dos quais”, “da qual”, “das quais”, “de quem” e estabelece relação de posse ou pertinência entre o nome que o precede e o que vem depois dele.

Exemplo:
Ele encontrou um diamante CUJO valor não quis revelar. (= … um diamante DO QUAL não quis revelar o valor).

Nesta frase, “diamante” é o antecedente de CUJO, “valor” é o termo consequente, e CUJO equivalente a DO QUAL.

Outros exemplos…
Existem ali belas árvores CUJOS ramos se entrelaçam em forma de cúpula.
São crianças ainda pequenas, CUJA única preocupação é brincar.
Encontrei um casebre abandonado, CUJAS paredes ameaçavam desabar.

Como se pode ver pelos exemplos acima, CUJO(S), CUJA(S):
a) nunca vêm seguido de artigo, ou seja, nunca se usa CUJO O, CUJOS OS, CUJA A, CUJAS AS;
b) concordam com o substantivo que vem depois deles:
Estou lendo uma revista CUJO editor estudou comigo.

A oração, iniciada com o pronome CUJO, pode aparecer intercalada na oração principal:
Todo medicamento cujo prazo de validade estiver vencido deve ser jogado fora.
As terras indígenas, cuja demarcação está sendo feita, não devem ser invadidas pelos brancos.

CUJO será precedido de preposição, se esta for exigida pelo verbo da oração formada com esse pronome:
A cerimônia religiosa, a cujo início assisti, foi realizada ao ar livre.
À porta da cabana, surgiu um caboclo forte, de cuja cintura pendia um facão.

 

 

Como se pode ver

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