Quarta-feira na Aldeia Sesc Guajajara

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Dia 29/10 (quarta-feira)

9h às 18h – Exposição Fotográfica – “Abstraturbano” – João Cosme/MA – Casa de Nhozinho 9h às 18h – Exposição fotográfica “Liturgias do Corpo” (2014) – Dinho Araújo/MA – Casa de
Nhozinho
10h às 17h – Terminais de Integração
Instalação Artística: João Carlos Pimentel/MA, Adrianna Karlem/MA – Dois por Cinco
Intervencionismo ArteEducativo: “Piracema Criativa” – Imaginautas_Rede Social
ArteEduComunicAtiva
12h – Discotecagem Selecta Groove/RS – Restaurante Sesc Deodoro
12h – Performance “Prove Mostre que cos2x+sen2x=1 é irracional só se fode só dança” – Risco
Coletivo/MA
14h – Intervenção Urbana – Obra “Deslocamentos aterritoriais” – Layo Bulhão/MA + BemDito
Coletivo – Praça Deodoro/Rua Grande
14h às 17h – Escambo de Livros “Troque Ideias, Troque Livros” – Biblioteca Rosa Castro
Infantil/Sesc Administração
15h – Concerto Sesc Instrumental – Escola Modelo
15h – Intervenção Urbana: “Para além de sí” – João Almeida/MA – Anel Viário
17h – Espetáculo teatral “Floreando” com a Cia. Nhá Caboca/MA – Praça Nauro Machado
18h – Projeto Dramaturgia – Leituras Dramáticas – Teatro Cidade de São Luís
“O Rato no Muro” – Grupo Panapanã de Teatro/MA
“Roda Viva” – Núcleo Artístico Feminino – NAFEM/MA
“Lázzaro” – Cia. Cambalhotas/MA
“Eles não usam Black Tie” – Petite Mort/MA
19h – Projeto Palco Giratório/Espetáculo “Primeira Pele” – Cia. Pessoal de Teatro/MT – Teatro
Alcione Nazareth
20h – Espetáculo teatral “Pigmaleão” – Cena Aberta/MA – Casarão Ângelus NovusShows Praça Nauro Machado
20h – Discotecagem Rádio Zion e Radiola Reggae/MA
21h – “Pensamento blindado” – Banda Raja/MA
22h – “Rosa Semba” – Dicy Rocha e banda/MAProgramação “Caia na rede”
23h – “Tambor do Mestre Amaral” (Tambor de Crioula e discotecagem)
Praça Dom Pedro II/Centro

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Abertas as inscrições para o Festival BR-135

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Para participar, basta preparar o seu material e se inscrever clicando aqui. O Festival BR-135 é um evento anual, com a participação de todo o Brasil, fortalecendo a cultura do Maranhão e servindo de vitrine para o crescimento da cadeia produtiva local. A programação é inteiramente gratuita, em cenário do patrimônio histórico, favorecendo o melhor aproveitamento de importantes espaços públicos, a convivência da população num ambiente cultural e historicamente rico.

O festival propõe a realização de shows, capacitação, painéis, rodas de conversa e rodada de negócios, ministrados por agentes convidadas – distribuidoras de fonogramas digitais e físicos, empresas nacionais e internacionais que financiam ou realizam projetos culturais, programadores de festivais nacionais e internacionais, fabricantes de instrumentos musicais, gravadoras, empresas de sonorização e estrutura física de eventos musicais, entre outros.

A programação irá gerar para os artistas locais oportunidades de atualização de conhecimentos, parcerias, troca de materiais e experiências. Tem também o objetivo de fomentar o mercado cultural independente, divulgar e promover a produção maranhense atual e fomentar diálogos, agindo, diretamente, no desenvolvimento da cena local e possibilitando troca de tecnologias e ações continuadas.

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Tom Zé vai da geração X a Y em novo disco

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O  pai da invenção está de volta. Tom Zé, gênio da raça de 78 anos, disponibilizou seu novo álbum nesta terça (28) no iTunes.  O mago de Irará também soltou o áudio de Geração Y.

Na música, ele retrata a geração Y, jovens nascidos entre o fim dos anos 80 e os anos 90. Fala de equipamentos eletrônicos, pressa, conectividade, ausência de ideais, relacionamentos transitórios e outros assuntos a da galerinha de 20 e poucos anos.

O disco tem participação de Criolo, Tim Bernardes, da banda O Terno, a rapaziada da Trupe Chá de Boldo, galera da Filarmônica de Pasárgada e de Tatá Aeroplano, do Cérebro Eletrônico.  O lançamento será no Sesc Vila Mariana, nos dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro.

Desde que David Byrne resgatou Tom Zé, com o lançamento mundial de The Hips of Tradicion, pelo selo Luaka Bop, lá nos anos 90, todos os artistas gringos querem ser amigos de Tom Zé, do Tortoise a Sean Lennon, como não se apaixonar pelo cara que mantém vivo o ideal tropicalista?

Por favor, Dalai Lama, rabino-chefe, babarolixás, papa Francisco, papa russo, babas indianos, aiatolás… tranformem esse cara em santo logo.

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Projeto Panelada Cultural em São Luís

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O projeto Panelada Cultural promove o evento “Quanto vale o show” com as bandas Turbo (PA), ORR, Smokin Kills, Velttenz, Gallo Azhuu e Twelve Street, dia 1  de novembro, às 20:00, no bar Contraponto (Praia Grande). O público será convidado a pagar quanto achar que valeu a apresentação das bandas.

No dia 3 de novembro (segunda-feira) vai acontecer o workshop “Noções básicas em produção técnica, pré-produção e funções do roadie” com Rafael Erdei (SP). O workshop será na Guest House, rua da Palma, 146, início às 18:00 e término às 22:00. A inscrição custa R$ 80,00. Inscrições e informações no e-mail: basarone.contato@gmail.com.
O Panelada Cultural é um evento destinado à promoção da música independente com shows de bandas locais e de fora do estado, de diversos gêneros musicais, possibilitando que as mesmas possam divulgar seu trabalho. O projeto também atua no fomento à capacitação e qualificação de profissionais, estudantes e do público em geral que pretendem conhecer, atuar ou melhorar o cenário mercadológico da música da cidade.
O lançamento do Panelada Cultural aconteceu no dia 9 de outubro no Amsterdã Music Pub com apresentação de duas bandas maranhenses – Afrôs e Canal Raja e uma do Piauí – Batuque Elétrico. O nome “Panelada Cultural” vem da intenção de criar uma analogia com a comida, pois assim como numa refeição é possível fazer uma mistura de temperos e sabores, na música é possível promover diversas bandas de diversos estilos e seguimentos, fortalecendo o mercado local com entretenimento de qualidade e com garantia de satisfação.
BANDA VELTTENZ
Velttenz é rock n’ roll e nada mais. A banda Velttenz nasceu em 2009. Formada por meio da reunião de amigos que, desde o começo dos anos 2000, em diferentes bandas do cenário local, aventuram-se nessa difícil jornada que é fazer música autoral em São Luís. Velttenz é: Tiago Diniz (vocal e guitarra), André carneiro (baixo) e Kiko Lisboa (bateria).
Links:
 
BANDA TWELVE STREET
Twelve Street é antes de tudo uma homenagem sincera ao som cheio de guitarras e melódico dos anos 90. Do punk rock do Bad Religion à classe melódica do Teenage Fanclub, passando pelas distorções massivas do Superchunk e Dinossaur Jr, tá tudo ali no alternative rock definido há mais ou menos vinte anos.
Formada por Pedro Moura (guitarra/vocal), André Carneiro (guitarra/vocal), Sergio Henrique (baixo) e Kiko Lisboa (bateria). A banda tem um EP lançado em 2013 e atualmente esta em fase de gravação do seu primeiro álbum com o produtor Alexandre Lourenço do Dr. Rock Studio.
Duas das faixas que estarão inclusas no disco foram lançadas em setembro pelo selo Sleepy Rat Records por meio do split “This Split Won’t Pay The Bills”, tanto o EP quanto as duas faixas do split podem ser ouvidas no endereço eletrônico:  http://twelvestreet.bandcamp.com/
BANDA SMOKIN’KILLS
A Smokin’ Kills foi formada em 2012, em São Luís, pelos músicos Do Vale (Vocal), Lucas (Guitarra), Leo Trovão (Baixo) e Pedro Ivo (Bateria), o grupo une o Hard Rock dos anos 70 e 80, trazendo influências que vão de AC/DC, Aerosmith e Kiss, a bandas mais recentes, como Buckcherry e Airbourne.
A banda entrará em estúdio em breve para gravar seu primeiro álbum, e lançou dois singles em 2013, Take It Easy e Poison in the Tongue, que podem ser ouvidos em seus perfis no SoundCloud, YouTube e Toque no Brasil.
Telefone: (98) 8134 – 3704
 
BANDA TURBO
A banda Turbo foi formada após o termino da Eletrola em 2004 e ficou conhecida por seus shows performáticos e cheios de energia. Já sofreu algumas mudanças em sua formação, mas vem gravando, tocando e lançando seus trabalhos sem parar. Até criaram um selo para isso chamado Rajada Records.
Tendo tocado em várias edições do Festival Se Rasgum em Belém, pelos interiores do Pará, em São Luís do Maranhão e em festivais de Manaus e Macapá .A banda decidiu que era hora de lançar material novo e contatou o produtor sueco, Chips Kiesbyie e embarcaram no início do ano de 2013 em uma aventura de 18 dias de trabalho intenso, durante o inverno nórdico no estúdio Music
A Matic na cidade de Gotemburgo para a gravação de seu novo trabalho ‘Eu sou Spartacus’ que sairá no segundo semestre de 2014.
Atualmente a banda conta com Camillo Royale na voz e guitarra, Netto B. na bateria e voz, Wilson Fujiyoshi no baixo e Bruno Cruz na guitarra.
*Segue a lista de seus lançamentos:
- Turbo (2006) – CD
- Doutrina Mamute (2008) – Single Virtual
- Rajada on the tape (2011) – Fita k7
- Um dia todos iremos nos apaixonar, mesmo que seja pela pessoa errada (2012) – EP Acústico.
- Gostas do Delírio, baby? (2012) – Compacto em vinil 7”
- Diga logo se me queres, antes que eu mude de ideia (2013) – EP Acústico.
SERVIÇO
O QUÊ: PANELADA CULTURAL – QUANTO VALE O SHOW
QUANDO: 1 DE NOVEMBRO, 22:00
ONDE: BAR CONTRAPONTO (PRAIA GRANDE)
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Edvaldo Santana faz show nesta sexta-feira em SLZ

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Cantor, compositor e violonista, Edvaldo Santana se apresenta pela primeira vez em São Luís. Será nesta sexta-feira, dia 7/11, no Teatro Cidade de São Luís (na rua do Egito – centro da capital maranhense). O músico paulista conta 40 anos de carreira, iniciada na banda Matéria Prima. Parceiro de nomes como Arnaldo Antunes, Itamar Assumpção e Tom Zé, em seu caldeirão sonoro se misturam a urbanidade de São Paulo à poesia do Nordeste, onde afloram as influências negras de ritmos internacionalmente consagrados, como reggae, salsa, blues, rock e jazz, que se fundem aos brasileiríssimos samba, xote, coco, choro e baião, entre outros.

Seu mais recente disco, Jataí, lançado em 2013, dá continuidade a uma obra que, ainda que pouco conhecida, correndo por fora do mercado convencional, prima pela qualidade e verdade. Sentimento seria uma boa palavra para defini-los – Edvaldo Santana, o disco, sua trajetória.

Jataí, disponível para download no site do artista (www.edvaldosantana.com.br), é o sétimo álbum solo da carreira de Edvaldo Santana. Seu repertório é totalmente inédito e autoral. Quando Deus quer até o Diabo ajuda, faixa que abre o disco, ajuda a explicar o modus operandi da turnê com que o artista visitará, além de São Luís, outras cidades nordestinas: Juazeiro/BA (24/10), São Raimundo Nonato/PI (27 e 29/10), Teresina/PI (31/10), Fortaleza/CE (9/11), João Pessoa/PB (14/11) e Natal/RN (16/11). Explique-se: o músico botou literalmente a viola no saco e está rodando o Nordeste na cara e na coragem.

A faixa-título, aliás, é um passeio pelo Brasil, citando inclusive a capital maranhense e seu tambor de crioula. Merecem destaque ainda faixas como A poda da rosa, Nada no mundo é igual e Amor é graça, entre outras. No repertório do show, Edvaldo Santana passeará ainda por músicas de outros discos, como Lobo solitário, O jogador, Choro de outono e Reserva de alegria, entre outras.

Jataí, o show, acontece dia 7 de novembro (sexta-feira), às 20h, no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy). Os ingressos estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 3 de novembro (segunda-feira). A produção é de Zema Ribeiro.

Serviço

O quê: show Jataí – voz e violão.

Quem: Edvaldo Santana.

Onde: Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy, Rua do Egito, Centro).

Quando: 7 de novembro (sexta-feira), às 20h.

Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira e demais casos previstos em lei).

Maiores informações: zemaribeiro@gmail.com, (98) 8122-0009.

Download do disco Jataí: www.edvaldosantana.com.br

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Cantora jamaicana Dezarie de volta ao Brasil

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A rainha do reggae mundial volta ao Rio de Janeiro e dessa vez o show será na lona mais famosa da cidade: a do Circo Voador!

dezarir

Abertura : Cidade Verde Sounds. DJ convidado : Andread.  Dezarie é uma cantora de reggae nascida em St. Croix, nas Ilhas Virgens Americanas. Eis um show com a cara de São Luís…

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Céu canta clássicos de Bob com vigor e sofisticação

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Às vésperas do povo ir às urnas decidir o futuro do país, nada melhor que fazer a cabeça no Circo ouvindo a mensagem do jamaicano Bob Marley, umas das mais lúcidas cabeças que já habitaram esse planeta de um jeito totalmente irresistível.  Enfim, poucas ideias foram mais felizes que juntar Céu e Bob Marley no mesmo projeto. Depois de rodar o Brasil, finalmente a cantora chegou ao palco do Circo Voador (RJ), nesse sábado (25). Céu tocou na integra o emblemático disco “Catch a Fire” de Bob Marley em única – e já histórica – apresentação com a casa, totalmente, ocupada por uma plateia jovem e animada, que fez a sua parte em um Coral afinado.

A ideia surgiu a partir do projeto 73 Rotações que trazia artistas recriando discos clássicos de 73. Talvez movidos pela já clássica reinterpretação de Céu para “Concrete Jungle” de Bob Marley, e os organizadores a convidaram para tocar o disco inteiro. E o que era pra ser um show esporádico, ganhou o mundo, em todos os sentidos.

“Catch a Fire” foi o disco que materializou Bob Marley – e pode se dizer o reggae – para o mundo. Diz a lenda que os Waillers estavam duros na Inglaterra e que o dono da gravadora Island, Chris Blackwell adiantou um dindin pra eles voltarem pra Jamaica em troca da gravação desse disco. “Catch a Fire” é recheado de clássicos como Kinky Reggae,  Stir It Up (não cantado no show), 400 Years, All Day All Night, Slave Driver,  e foi a porta de entrada de Céu para um dos gêneros que ela mais aprecia: o reggae.

Ao contrário daqueles oportunistas tributos a Bob Marley que pulam aos montes, esse show é único. As versões apresentadas aqui dosam aquela crueza típica de Bob com a sofisticação suingada da cantora. As versões soam tão pessoais e originais que muita gente não se liga que integram esse lendário álbum.

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Ceprama em noite de Rock´n´Roll

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Na noite dessa sexta-feira (24) o rock marcou presença na 9ª edição da Aldeia Sesc Guajajara de Artes, no Ceprama, na Madre Deus. O DJ Jair Bar Rocko – aquele mesmo, ‘figura carimbada’ do Centro histórico, proprietário de um bar na Praia Grande – apresentou um repertório  variado, com clássicos do jazz e do blues, além do rock e do metal.

Em seguida, foi a vez da banda Canyon que, formada desde 2009 por Leo Vieira (baixo e voz), Jobson Machado (guitarra e voz) e Ramon Silva (bateria e voz), que já possui ouvintes cativos do bom rock progressivo presente nas músicas autorais do grupo. O grupo já lançou dois CDs: Elegy For The King (2012) e Canyon (2014). A apresentação, que teve início com Farewell, envolveu o público gradativamente na execução de outras músicas como Iron Giant, Questions No Answers e Fight Them, que expressam a sonoridade da banda que tem como referência o rock dos anos 60 e 70.

A banda Violeta de Outono expressou no palco toda a maturidade de uma banda que conta 30 anos de estrada e já possui mais de 10 CDs lançados. Trouxe em seu repertório canções do álbum Volume 7 (2007) e do último álbum, Espectro (2012). A apresentação foi um sucesso para o público da Aldeia Sesc, o que levou muitos a adquirirem os exemplares dos CDs trazidos pela produção da banda.

A atual formação em quarteto vem ao longo dos últimos 10 anos conquistando prestígio internacional, mantendo acesa a chama do rock progressivo tão característico do grupo, que originalmente surgiu com a proposta de fazer um som psicodélico, como explica Fabio Golfetti, guitarrista e vocalista da banda: “a gente queria que fosse sempre psicodélico, só que era anos 80 e nos anos 80 você não tinha divulgação de música psicodélica”. Ele ri ao comentar com o baixista Gabriel Costa sobre as piadas acerca dos ácidos que seriam fonte de inspiração pra bandas que desejavam seguir um padrão sonoro “mais lisérgico”.

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Teatro, no sábado, no Aldeia Sesc Guajajara

Programação Infantil

Sesc Comunidade – Raposa

17h – Espetáculo teatral “Mundo imaginário de Juju Carrapeta” com o grupo Teatrodança/MA

Sinopse: A personagem do livro O Baile das Lavandeiras constrói uma ponte entre o universo das tradições, contos, cantigas e linguagem atual do popular brasileiro. Formada em sua relação secular, a magia do drama e da gestualidade da transmissão oral com os casos secretos contados pela personagem Juju Carrapeta que liberta os espíritos das histórias da Grande Ilha, com Donana Jansen e a Serpente Protetora.

Classificação etária: Livre

São Luís

17h – Espetáculo infantil “A viagem de um barquinho” com o grupo GUT/MA – Teatro Cidade de São Luís

Sinopse:  O Grupo Universitário de Teatro – GUT UFMA, em seus experimentos artísticos, trabalha com o texto de Sylvia Orthof, uma das mais criativas escritoras de literatura infantil brasileira . “A Viagem de um Barquinho” é um espetáculo infantil que estimula o imaginário da criança, através de uma viagem em busca de um amigo de brincadeiras, um barco de papel. E nesta viagem, acontecem muitas peripécias, alegrias, fantasias e muitas surpresas. Convidamos você a participar dessa viagem.

Classificação etária: Livre

18h – Espetáculo infantil – “Os Saltimbancos” com a Cia. Cambalhotas/MA – Teatro Alcione Nazareth – Baseada no musical de Chico Buarque.

19h – Projeto Palco Giratório/Espetáculo “INAPTOS? …a que se destinam…” com o Teatro do Anônimo – Teatro Arthur Azevedo

Sinopse:  Sob atmosfera lúdica e fantástica, “Inaptos?” aborda os vícios, manias e perversões da sociedade: da compulsão por plástico-bolha aos loucos por cirurgias plásticas e substâncias químicas, passando pelos viciados em games, televisão e fanáticos por religião. O espetáculo conversa com a realidade sem julgamentos morais encarando essas esquisitices como um direito inalienável do ser humano. Em cumplicidade com o crânio Yorick, os palhaços João Carlos Artigos (Seu Flor), Fábio Freitas (Prego) e Shirley Britto (Buscapé) costuram intensas histórias de personagens que levam suas ações às últimas consequências. Como diz Lysander Spooner, “o que diferencia o vício da virtude é apenas a intensidade”. Vida, morte, felicidade, alegria, reflexão, sonho, desejo são partes de uma mesma moeda.

Classificação etária: 16 anos

20h – Espetáculo SINTÉTICA IDÊNTICA AO NATURALcom o grupo Bemdito Coletivo– GUEST House

Sinopse: Cintia Sapequara é uma mulher sintética e idêntica ao natural que se tornou figura celebre e ilustre em São Luís do Maranhão depois de interpretar a vilã da peça “Uma linda quase mulher”. Depois de mais de 13 anos de sucesso nos palcos, nas ruas e nos principais meios de comunicação de sua cidade, a diva maranhense agora mostra outras faces da sua moeda em um espetáculo-situação que borra as fronteiras entre natural a artificial, real e virtual, orgânico e inorgânico, sujeito e objeto, carne e espuma. Cuidado!

Classificação etária: LIVRE

Fonte: Assessoria

Morre o indomável baixista Jack Bruce, do Cream

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Jack Bruce, o mítico baixista do Cream, morreu hoje aos 71 anos.

A notícia está no site oficial do músico, seguido de um inspirado epitáfio: “O mundo da música será um lugar mais pobre sem ele, mas ele continua a viver com sua música e para sempre em nossos corações”. Detalhes sobre a causa da morte ainda não foram divulgados, mas sabia-se que Bruce sofria de problemas no fígado.

Ótimo cantor e instrumentista excepcional (ele inspirou toda uma geração de baixistas, de Geddy Lee do Rush a Geezer Butler do Black Sabbath) e dono de uma das personalidades mais marcantes da era clássica do rock, o escocês Bruce era uma força da natureza no palco e também fora dele. Em mais de 50 anos de carreira, fez de tudo, tocou com todo mundo (de Ringo Starr a Frank Zappa) e jamais abandonou a música e o contrabaixo que tanto o caracterizou – o último disco solo dele, “Silver Rails”, foi lançado em março desse ano.

Mas certamente, sua maior e mais duradoura proeza foi conseguir duelar de igual para igual com os outros dois gênios difíceis do Cream, o guitarrista Eric Clapton e o baterista Ginger Baker, naquele que foi um dos power trios mais tecnicamente impressionantes da história. Durou apenas três anos e rendeu quatro discos, mas garantiu a eternidade dos três músicos excepcionais na galeria de heróis do rock. E por uma estranha coincidência, a gravadora Universal revelou essa semana que irá relançar em novembro toda a discografia do Cream em vinil.

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