João Bosco faz show no TAA na terça-feira

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O projeto MPB Petrobras traz para São Luís nesta terça-feira (3), João Bosco. O cantor, compositor e violonista mineiro, apresenta-se, no formato voz e violão, no palco do Teatro Arthur Azevedo,  a partir das 20h, e traz para a capital os sucessos da turnê “Não vou pro céu, mas já não vivo no chão”. No show de abertura, o público confere o trabalho da cantora maranhense Lena Machado.

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O MPB Petrobras, mais uma vez, chega a São Luís para promover música popular brasileira nacional e local e democratizar o acesso a espetáculos de qualidade. O projeto conta com o patrocínio exclusivo da Petrobras e é uma realização da Caderno 2 Produções Artísticas. Os ingressos, a preços populares, podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo por R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada). A Caderno 2 Produções continua com a campanha “Não compre ingressos de cambistas”.

Serviço: MPB Petrobras

Show: João Bosco

Show de Abertura: Lena Machado

Dia: 03 de Março

Horário: 20h

Local: Teatro Arthur Azevedo

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)

Realização: Caderno 2 Produções Artisticas

Produção Local: Simão Caminha (98) 98856-7522

Classificação: 15 anos

Patrocínio: Petrobras

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Medida “ilegal” e “extremista” (?)

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A ação que exigia a suspensão do WhatsApp tinha sido classificada por profissionais especializados no Marco Civil da Internet como “ilegal”, além de “extremista” e  “autoritária”.

“Não é que o juiz esteja errado em querer punir o WhatsApp por não cumprir determinações legais”, explicou Celina Beatriz, pesquisadora do ITSrio.org (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro). Segundo ela, o problema está na escolha da punição, que não está amparada pelo Marco Civil da Internet, sancionado pela presidente Dilma Rousseff em abril de 2014. “A legislação prevê sanções, mas não a interrupção dos serviços.”

O SindiTeleBrasil –entidade que representa as empresas de telecomunicações no país– havia divulgado nota dizendo que o setor recebeu com surpresa a decisão do juiz Luiz Moura Correia. Segundo o órgão, a suspensão do aplicativo poderia causar “um enorme prejuízo a milhões de brasileiros que usam os serviços, essenciais em muitos casos para o dia a dia das pessoas, inclusive no trabalho”.

Decisão

O desembargador Raimundo Nonato Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí, derrubou a decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, que pedia a suspensão do aplicativo WhatsApp no Brasil por não colaborar com as leis brasileiras.

De acordo com o desembargador, o ato punitivo aplicado pelo juiz não é razoável. “A suspensão de serviços afeta milhões de pessoas em prol de investigação local”, justificou Alencar na sentença, publicada nesta quinta-feira (26), um dia após o polêmico pedido de suspensão ter vazado na internet.

Justificativa

Em nota, o juiz disse que a determinação foi fruto “de reiterados descumprimentos de ordens judiciais, em diversos procedimentos que apuram crimes da mais elevada gravidade”. Segundo ele, o WhatsApp tem adotado uma “postura arrogante“. “Sob a alegação de não ter escritório neste país, se mantém inerte às solicitações da Justiça brasileira, desrespeitando decisões judiciais a bel-prazer.”

Memes

A notícia de que o WhatsApp poderia ser suspenso no Brasil em função de uma decisão da Justiça do Piauí fez com que vários internautas no Twitter fizessem memes. Na rede social, foram criadas duas hashtags para o assunto: #SuspensaoWhatsappSóDeQuem (com brincadeiras de quem deveria ser suspenso) e #SemWhatsAppEu (com brincadeiras do que fariam sem o aplicativo)  Clique Aqui…

Deu no UOL

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Depois de 30 anos, Queen de volta no Rock In Rio

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Há 30 anos, em 11 de janeiro de 1985, a primeira edição do Rock in Rio foi aberta com show da banda britânica Queen, para 250 mil pessoas.

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Agora, para reforçar a comemoração do aniversário de três décadas, uma nova apresentação do grupo –desta vez, porém, sem Freddie Mercury (1946-1991)– foi anunciada nesta quinta (26) pela organização do festival para a sua edição carioca, em setembro.

Com o cantor americano Adam Lambert, 33, nos vocais, o grupo será a atração principal do palco Mundo na primeira noite de evento, em 18 de setembro –o festival será realizado também em 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro.

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“O Circo pode voltar a funcionar ainda em 2015″

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Em um dos posts deste Blog, cobramos o funcionamento do “Circo Cultural da Cidade” ou “Circo Cultural Nelson Brito”, desmontado em setembro de 2012, para dar início à obra do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), durante a gestão do prefeito João Castelo (PSDB).

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A iniciativa visava dar mais fluidez ao trânsito de São Luís, mas, infelizmente, o projeto não tornou-se realidade. Os artistas ainda fizeram um ato público apartidário, chamado “Abraço Coletivo ao Circo da Cidade”. A intenção era chamar atenção das autoridades competentes, porém de nada adiantou.

Foi cogitada, também, a possibilidade de o Circo Cultural “Nelson Brito” funcionar ao lado da Praça Maria Aragão, no estacionamento do antigo Espaço Cultural, outra possibilidade que não se concretizou.

Mas, existe uma luz no fim do túnel. E Deus ouvindo as nossas preces. O presidente da Fundação Municipal de Cultura (Func), Marlon Botão, afirmou, em um programa da rádio Universidade FM, que já existe um projeto em andamento, junto ao governo federal, para que o Circo Cultural “Nelson Brito” volte a funcionar ainda este ano.  Ele informou, ainda, que a intenção é de que o Circo continue a funcionar no espaço origem, ou seja, ao lado do Terminal da Praia Grande.

Histórico

Lançado oficialmente no dia 27 de março de 1999, o “Circo Cultural da Cidade” funcionou nos primeiros dois anos em caráter experimental. Ligado à Fundação Municipal de Cultura (Func), o espaço público e cultural estratégico ficava instalado ao lado do Terminal da Praia Grande, no Centro Histórico de São Luís. Por lá, artistas maranhenses, nacionais e de diversos segmentos fizeram grandes apresentações.

Em 2009, após passar por reformas e receber nova fachada, o local passou a ser chamado de Circo Cultural “Nelson Brito”, em homenagem ao ator e diretor maranhense, que faleceu no início daquele ano.

 

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Roberto Carlos rende-se a “Fé” com Rita Benneditto

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Sem essa de ‘toc’ religioso. Até Roberto Carlos rendeu-se ao som afro-espiritual-brasileiro que é marca registrada da cantora e compositora maranhense Rita Benneditto.

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Conhecida pelo show Tecnomacumba, que trouxe a música de macumba para o universo pop, ao ficar em cartaz por 11 anos ininterruptos (a mais longa turnê da música brasileira), Rita ganhou o aval do Rei para regravar seu sucesso ‘Fé’ (1978). A faixa ganhou pegada roqueira para seu novo disco, Encanto, com o qual ela inicia nova turnê a partir de 6 de março no Vivo Rio, no Rio de Janeiro. Na sequência, ela se apresenta em São Paulo, no HSBC Brasil.

Encanto marca os 25 anos da carreira de Rita, e é tão eclético (e inusitado) que tem ainda as participações especiais de um padre jamaicano (Priest Tiger) declamando o ‘Salmo 24′, e de um pai de santo incorporado em outra faixa (‘Extra’, de Gilberto Gil). Além de parcerias com Frejat, Arlindo Cruz e Paralamas. Aperta o play!

Fonte: Época

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Rock Brasileiro é raridade no Rádio

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Para quem curtiu o ‘boom’ do rock nacional lá pelos anos 80, fica a refletir sobre o atual estágio da vertente no Brasil. Cada vez mais presente no ‘underground’ e esquecido pelo público brasileiro de rádio e shows. Segundo um levantamento da empresa de aferição Crowley, entre as músicas mais tocadas no dial em 2014 no país, a única banda nacional a figurar no top 100 é o Skank, que ocupa a 93ª posição com a canção “Ela me deixou”, do último disco dos mineiros, “Velocia”. Enquanto isso, figura em primeiro lugar “Domingo de manhã”, dos sertanejos Marcos & Belutti, Anitta, Pablo, entre outros novos nomes da Música Brasileira. O Ecad (Escritório Central de Arrecadação) divulgou seu top 50 nacional — o top 100 só será conhecido em abril —, em que não há representantes do rock nacional. O número 1 nas mais tocadas é “Mozão”, interpretada pelo também sertanejo Luccas Lucco.

O rock deixou de ser preferência do grande público porque também não se reinventou, enquanto o rock gringo faz o contrário. Para Samuel Rosa, vocalista do Skank, é necessário a renovação no rock brazuca. “Se novas bandas aparecessem , estar entre os 100 em 2014 é uma vitória tão grande quanto estar entre os 10 em 1994. A gente talvez deixasse de conhecer o Renato Russo se ele estivesse começando hoje, porque as pessoas só dão atenção para Gusttavo Lima. Na época da Legião Urbana já existiam esses Gusttavos, mas o rock conseguia romper as barreiras. O músico diz que “o Brasil precisa amadurecer para gostar de músicas mais elaboradas, sem refrões pobres”. Para um bom entendedor, o problema passa pelo processo de educação, cada dia em baixa nesse País. As pessoas lêem menos e consomem mais futilidades.

Por que os ouvintes estão indo na direção oposta ao rock nacional? Alexandre Hovoruski, diretor artístico da Rádio Cidade, faz sua aposta:

— O rádio ainda é o grande veículo associado à música no mundo. Temos tentado mostrar trabalhos novos, mas bandas consagradas nunca agradaram tanto. Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e Cazuza dominam boa parte da execução. É legal por um lado, mas problemático por outro, pois significa que a nova geração não está tendo vida fácil. Mas, assim que estourarem algumas, mudará tudo — aposta Hovoruski. — O rock no Brasil passa por um momento de grande mudança. O “quase” fim das gravadoras, a falta de investimentos, a curadoria, o fato de ficarmos oito anos sem rádios dedicadas ao gênero (no Rio) foram pontos negativos e decisivos nessa queda. É a hora de reinventar. A internet chama a atenção, mas, se não houver consistência, vira mais um caso de 15 minutos de fama. No Brasil, o sertanejo vem dominando as paradas, pois é, sem dúvida, o braço musical mais organizado e com mais dinheiro hoje.

Com os álbuns “Titãs” (1984), “Televisão” (1985) e “Cabeça Dinossauro” (1986), a banda de Tony Bellotto, Paulo Miklos e companhia lançou hinos de rock que são cantados até hoje em shows lotados. Há mais de 30 anos na estrada, o guitarrista Bellotto já ouviu inúmeras teorias sobre a morte do rock.

— Daqui a pouco, o público brasileiro vai se cansar do sertanejo e voltar a ouvir rock, que é um movimento sempre presente na História — diz Bellotto. — Fora do Brasil, ele se mantém entre os grandes, aqui está no subterrâneo. Nós é que estamos vivendo uma fase complicada, cultural, social e politicamente. E há coisas que só o rock consegue fazer, como música de protesto. O ano de 2014 foi muito rico em produção artística no rock, muitas bandas fizeram discos de excelência. É uma dicotomia, porque nada aparece nas rádios.

Num cenário justo, o Brasil deveria ter ao menos 20 bandas de rock entre as 100 mais tocadas. As gravadoras precisam fazer a roda girar e buscar outros nichos. Enfim, o mercado é cíclico. A única certeza que temos é que a internet é fundamental. Ela já saiu da obscuridade da pirataria para a absoluta relevância, talvez mais até que o disco físico, em muitos casos. É preciso que algum artista lidere um novo movimento.

Paradoxalmente, a produção de rock no Brasil só aumenta. Festivais como o Bananada, em Goiânia, e o Picolé, que acontece há dois verões no Circo Voador, promovem a circulação de novos nomes. Mas a postura das bandas talvez seja muito diferente daquelas que dominaram o país há 30 anos.

— O rock hoje está mais sisudo. O interesse das bandas em conversar com o grande público diminuiu. Elas querem cada vez mais estar na cena alternativa, com canções mais conceituais e menos comerciais — opina Samuel Rosa. — A Legião Urbana dialogava com o público de rock, mas também com quem não era desse nicho, assim como Titãs e Paralamas do Sucesso. Eles faziam um trabalho de qualidade e ao mesmo tempo abrangente. A MTV também tem culpa, porque deixou de ser uma plataforma de vanguarda e passou a ser divulgadora de bandas de molecada. Quando o Skank surgiu, ao lado dos Raimundos, todos ouviam “Garota nacional” e “Mulher de fases”, porque sempre tivemos vontade de falar para o grande público. A Nação Zumbi, por exemplo, preferia o underground. Eu sempre falava com o Chico Science: “Vocês estão privando a população de conhecer música de qualidade”, porque eles se recusavam a ir a meios populares, como o Faustão.

Passividade Política

A banda de “Mulher de fases” também precisou se reinventar para não depender das rádios e gravadoras. Novamente em alta depois de uma década de vacas magras, os Raimundos usam a internet e o boca a boca para manter seus shows cheios. Assim, Digão e companhia foram escolhidos para abrir os shows do Foo Fighters pelo Brasil, em janeiro. O cantor e guitarrista aponta a passividade política como um dos fatores de fraqueza para o rock nacional:

— O que aconteceu com o Brasil? Um país que aceita calado toda essa roubalheira está longe de ser rock’n’roll, pois foi sempre através do rock que se questionou o que estava errado. O verdadeiro rock não morreu, está no seu habitat natural, o underground.

Texto: Michelle Miranda – O Globo

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Rock in Rio anuncia Mettalica como atração

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O Rock in Rio anunciou o Metallica como a mais nova atração confirmada da edição de 2015 do festival no Brasil, em setembro. A banda de metal da Califórnia (EUA) se apresenta no Palco Mundo, por onde também vão passar Slipknot, Faith no More, Queens of the Stone Age e outros grupos de rock.

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Com a presença garantida no Rock in Rio deste ano, o Metallica irá participar pela terceira vez seguida do festival. Antes, o grupo esteve no Rio de Janeiro em 2011 e 2013. Em sua última passagem pelo Brasil, em março de 2014, a banda fez um show em São Paulo com o setlist escolhido pelos próprios fãs por meio de votação.

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A edição brasileira do Rock in Rio está confirmada para 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro de 2015, na Cidade do Rock, no Rio.

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Phill Veras canta no Texas, nos Estados Unidos

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O jovem cantor e compositor maranhense, Phill Veras, foi o único artista do Nordeste selecionado para participar do South By Southwest, festival de música, tecnologia e cinema realizado anualmente em Austin, no Texas, nos Estados Unidos.

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O evento, que ocorrerá entre os dias 17 e 22 de março, é realizado desde 1987, abordando temas como tecnologia e internet. Apenas 13 artistas brasileiros participam do festival.

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Morre o ex-baixista da Legião, Renato Rocha

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O ex-baixista Renato Rocha, integrante da primeira formação da banda Legião Urbana, foi encontrado morto, na manhã deste domingo (22), dentro de um hotel em Guarujá, no litoral de São Paulo.

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Segundo a Polícia Militar, o corpo encontrado encostado na porta de um hotel no bairro da Enseada, por volta das 8h30, era do músico que fez parte da primeira formação da banda. De acordo com informações do Instituto Médico Legal (IML), Renato morreu em decorrência de uma parada cardíaca. Renato deixa um casal de filhos e uma neta.

Renato da Silva Rocha, conhecido também como Billy ou Negrete (Rio de Janeiro, 27 de maio de 1961 – Guarujá, 22 de fevereiro de 2015) foi um músico brasileiro. Era baixista e compositor da banda Legião Urbana, no qual fez parte do elenco nos três primeiros discos do grupo, Legião Urbana, Dois e Que País É Este.

Em 2013, Negrete subiu junto com outros músicos no palco montado no Estádio Nacional Mané Garrincha, no show “Renato Russo Sinfônico”. Neste tributo, Renato Russo apareceu no palco na forma de projeção holográfica.

Em 2014, foi convidado para uma participação no projeto “Urbana Legion”, idealizado por Egypcio, da banda Tihuana. Neste projeto, Negrete voltou aos palcos para tocar os sucessos do Legião Urbana, junto com o também ex-integrante Eduardo Paraná.

Rocha é coautor de canções de sucesso, como “Quase Sem Querer”, “Daniel na Cova dos Leões”,”Acrilic On Canvas” e “Plantas Embaixo do Aquário”.

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Peça com texto de Arnaldo Jabor em São Luís

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Nos dias 14 e 15 de março chega à São Luís o espetáculo EU TE AMO, com os atores Sergio Marone e Juliana Martins, e texto de Arnaldo Jabor. O texto deu origem ao filme com o mesmo título em 1981, e ganhou montagem nos palcos há 4 anos, tendo sido um sucesso de público e crítica.

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Esta montagem reúne dois diretores de cinema, Rosane Svartman e Lírio Ferreira, em uma proporção incomum – dois diretores para dois atores. Estreantes no teatro, Rosane e Lírio, transformam esse EU TE AMO em um grande plano sequência, como um filme que se monta a cada dia no palco, no tempo, no ritmo dos atores e com a presença do público.

O Espetáculo

A comédia romântica EU TE AMO trata coisas de todo mundo e de todos os tempos. Mostra a exposição de um casal, suas diferenças e questionamentos sobre o amor e os relacionamentos. Um espetáculo onde cada pessoa identificará a sua vida ou algum momento dela.

Paulo (Sergio Marone) e Maria (Juliana Martins) se conhecem pela internet, onde a ficção e a realidade notoriamente se confundem. Cada um com sua máscara, com seu nickname. Ela finge ser Mônica, uma garota de programa, ele diz que é rico. Mas eles não conseguem enganar um ao outro e nem a si mesmos por muito tempo.

O texto de Arnaldo Jabor, se renova, não só por tratar de afetos contemporâneos como paixão, rejeição, desejo, carência, derrota, como também por brincar com a fronteira entre verdade e mentira, ficção e realidade, que é, praticamente, o espírito da atualidade.

Serviço:

EU TE AMO
Dia 14 de março às 20h e 15 de março às 19h
Teatro Arthur Azevedo

Informações
(98) 98712.4304 / 98197.4214

Produção
Outroplaneta Produções

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