Violência que só produz tragédias

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Para quem acha que o programa global Esquenta, apresentado por Regina Casé, é o mais conservador da televisão brasileira. Uma versão barulhenta e colorida de velhos costumes, está completamente enganado. O programa tem como positivo em seu ‘cast’ o maior percentual de negros da TV aberta. E constata uma realidade em que a maioria da população negra brasileira vive do subemprego ou desempregada, se diverte como pode. Enfim, vive a margem do processo  econômico, social e político do Brasil.

No meio a exclusão, vem o preconceito, oriundo de uma história de escravidão, em que o povo negro sobreviveu e ficou sem ser levado a sério. E o que se observa mais uma vez como notícia é um jovem negro, pobre e inocente morto. Trata-se de Douglas Rafael da Silva Pereira,  DG de 25 anos, que ao tentar de se livrar da violência urbana, instituída em que mora nas favelas e comunidades desassistidas nesse país, acabou morrendo.

Um laudo preliminar da Polícia Civil sobre a morte de Douglas Rafael da Silva Pereira, DG, de 25 anos, aponta que a morte do dançarino do programa “Esquenta” — cujo corpo foi encontrado nesta terça (22) — pode ter ocorrido por conta de uma queda. A perícia preliminar, chamada de laudo de local, foi feita instantes após o corpo ser encontrado. Amigos, no entanto, apresentam outra versão. Ele teria sido confundido com um traficante por PMs e fugido dos tiros, antes de ser espancado até a morte. A UPP nega. As ruas de Copacabana e Ipanema viraram um cenário de guerra. Helicópteros sobrevoavam a região por volta das 18h30. Tiros e muito quebra-quebra foram relatados por moradores da região, assustados.

A  polêmica está armada. Mais um caso que ganhou repercussão internacional. Além do Rio de Janeiro ser uma das cidades-sede da Copa do Mundo, DG era bailarino do Esquenta, da Rede Globo, e da renomada Regina Casé. E  por ironia do destino,  DG encenou a própria execução em curta-metragem, exibido em junho do ano passado. No curta “Made in Brazil”, [Clique Aqui] produzido para ser apresentado em um festival em Nova York, Douglas interpreta DG e é morto por policiais militares. Na vida real, ele foi encontrado com sinais de espancamento dentro de uma creche. Como cita Regina Casé em nota: “é preciso buscar a verdade”.

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Pedro Araújo fala do novo disco “Raiz”

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Violonista e guitarrista maranhense, Pedro Araújo, morando no Rio de Janeiro há mais de dez anos, lançou o CD Raiz, pelo selo Delira Música. É um disco de oito faixas, forte sotaque brasileiro, em que ele mistura jazz e ritmos brasileiros.

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Pedro assina todos os arranjos, toca violão e guitarra. Ainda traz sua obra em composições como Cheiro de jasmim, Raiz, À tardinha, Gadjo e Cazumbá essa em parceria com Leo de Freitas. Abre o disco com a Pastorinha, de Chico Maranhão, e ainda passa por Dente de ouro de Josias Sobrinho, além de Tsunami do tio, o saxofonista Sávio Araujo.

Na última das quatro entrevistas feita com maranhenses (Rita Benneditto, Fernando Mendonça) que residem e fazem arte na Cidade Maravilhosa, o jornalista Pedro Sobrinho conversou com o jovem músico maranhense, o último entrevistado da série. Elogiado pelo renomado saxofonista brasileiro e carioca, Léo Gandelman, como um músico completo, virtuoso e de muito bom gosto, Pedro Araújo expressou durante o bate papo humildade, singeleza e sentimento pela música produzida no Maranhão. O músico comenta sobre o segundo disco “Raiz”, gravado com oito faixas.

Indagado sobre a divulgação da música instrumental no Brasil, Pedro disse que no País “não se criou o hábito de ouvir esse estilo musical”.

BLOG: São quantos anos morando no Rio de Janeiro ?

PEDRO ARAÚJO: São doze anos. Cheguei aqui (Rio de Janeiro) em 2002 ,bem novo, assim que terminei o 2º grau em São Luis.

BLOG: O que você tira de lição da experiência em viver de música instrumental no Rio de Janeiro ?

PEDRO ARAÚJO: Não é uma tarefa fácil, no meu caso. acabo fazendo diversos outros tipos de trabalhos como arranjos, composições, aulas e faço shows acompanhando diversos grupos como guitarrista. Recentemente tenho me dedicado muito a compor trilhas. Mas sempre priorizei a qualidade em todos os trabalhos que me envolvo, não, coincidentemente, boa parte deles é instrumental. Acho que no mercado fonográfico já tem gente demais trabalhando e a qualidade do produto está beirando o absurdo. Alimentar esse mercado pra mim é como dar um tiro no próprio pé.

BLOG: Você não acha que no Brasil o espaço para música instrumental é está cada vez mais fechado, ou seja, limitado ?

PEDRO ARAÚJO: Com certeza continua limitado. Mesmo com o poder de escolha que a internet dá, acho que as pessoas da minha geração, no geral, perderam um pouco da capacidade entender a música, a audição superficial e de fácil digestão é preferida. Isso causa o problema da falta de público. Temos poucos festivais e esses, por sua vez, reservam pouco ou nenhum espaço a novos grupos. Por outro lado, quando temos a oportunidade de tocar para pessoas perceberem que a música tem um grande poder de persuasão, e que a música instrumental só não é mais ouvida porque não se criou o hábito no Brasil.

BLOG: Sim, o selo Delira distribuiu para as melhores lojas físicas e virtuais. Tenho ido a diversos programas de radio especializados aqui no Rio e estou buscando shows pelo Brasil e exterior.

NA MIRA: Você está devendo um show para o público maranhense. Isso pode acontecer ainda este ano ?

PEDRO ARAÚJO: Está para ser confirmado um show em setembro. Cruzando os dedos !

BLOG: Além de tocar violão e guitarra, você assina todos os arranjos. Assumindo vários papeis no disco, você acha que conseguiu impor a sua marca e o disco atingir o seu objetivo junto ao mercado ?

PEDRO ARAÚJO: O fato de ter diversas funções no disco aconteceu, naturalmente, acho que meus próximos trabalhos seguirão nessa linha. Isso pode vir a ser uma marca ou característica sim. Quanto ao mercado, o fato do disco ter saído pelo selo Delira foi uma opção para tentar ter mais visibilidade e conseguir fazer shows desse disco. acredito que essa seja a parte mais difícil. O outro lado é que quando as pessoas ouvem e gostam dos arranjos e composições acabam surgindo convites para outros trabalhos. Nesse ponto de vista está funcionando.

BLOG: Como você define o disco “Raiz”?

PEDRO ARAÚJO: O disco Raiz é um retrato do meu amadurecimento principalmente como compositor e arranjador. Ao passo que o primeiro disco (Buraco do Tatu) é todo numa única formação instrumental. O “Raiz” traz em cada faixa uma diferente configuração. No que diz respeito a composição me arrisquei um pouco mais nas harmonias e formas mas, sempre, tentando fazer soar simples o complexo. Acho que esse vai continuar sendo meu ideal de musica instrumental.

BLOG: E o processo de divulgação do disco. Ele está sendo feito de uma forma que o público, especificamente, da musica instrumental tenha acesso ?

PEDRO ARAÚJO: Sim, o sêlo Delira distribuiu para as melhores lojas físicas e virtuais. Tenho ido a diversos programas de radio especializados aqui no Rio e estou buscando shows pelo Brasil e exterior.

BLOG: Você define o “Raiz” como um disco de composições próprias, mas você cedeu espaço para canções produzidas por artistas maranhenses. Têm Chico Maranhão e Josias Sobrinho. De que forma eles contribuíram em tua formação musical, haja vista todos eles pertencerem a sua geração ?

PEDRO ARAÚJO: Sempre ouvi muita música maranhense em casa. E já tinha na cabeça a ideia de regravar algumas dessas músicas que marcaram minha infância. Quando surgiu a oportunidade de gravar o disco através do edital Universal da Secma, foi só colocar a mão na massa. Além de Pastorinha e Dente de Ouro gravei Tsunami, composição do meu tio Sávio Araujo. Gravar músicas maranhenses me abriu um baú de ideias, pretendo continuar trabalhando esse tema cada vez aprofundando mais. Leia o Blog de Pedro Sobrinho.

REPERTÓRIO DO DISCO RAIZ

1- PASTORINHA (CHICO MARANHÃO)

2- CHEIRO DE JASMIN (PEDRO ARAÚJO)

3- DENTE DE OURO (JOSIAS SOBRINHO)

4- RAIZ (PEDRO ARAÚJO)

5- CAZUMBÁ (PEDRO ARAÚJO)

6- TSUNAMI (SÁVIO ARAÚJO)

7- À TARDINHA (PEDRO ARAÚJO)

8- GADJO (PEDRO ARAÚJO)

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Peça de Vladimir Brichta em cartaz em São Luís

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Será apresentada nos dias 26 e 27 de abril, no Teatro Arthur Azevedo, o espetáculo “Arte”, com os atores Marcelo Flores, Vladimir Brichta e Claudio Gabriel, numa assinatura da Outroplaneta Produções. A comédia da autora francesa Yasmina Reza, que é sucesso de público e crítica, já foi considerado como um dos dez melhores espetáculos em sua temporada passada.

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Encenada em mais de 30 países, esta é a quarta vez que “Arte” é montada no Brasil. O projeto foi idealizado por Marcelo Flores em parceria com Emílio de Mello e marca a estreia de Vladimir Brichta como produtor. Para o ator, a produção tem seus lados positivos e negativos. “Por um lado, tenho que lidar com uma burocracia que dá dor de cabeça, mas percebi que como produtor tenho mais responsabilidade sobre o projeto, que torna-se mais autoral”.

Com uma visão mais completa do processo teatral, Brichta entende que são as escolhas da equipe de produção que traçam o rumo que o trabalho vai tomar. “Agora não são mais apenas as escolhas que faço no palco, mas também em relação a como vamos ‘acontecer’, a forma como vamos divulgar, etc. Agora tudo isso são escolhas minhas também”.

Premiado como melhor ator de série (Tapas & Beijos) pela Contigo!, Vladimir também justifica seu retorno à comédia. “Para mim, que venho exercitando esse gênero na TV e no cinema com frequência, só faria sentido voltar a ela no teatro se o riso fosse o meio e não o fim. E é isso que Yasmina faz com maestria”. Leia o Blog de Pedro Sobrinho.

Serviço

Espetáculo ARTE
Dias 26 de abril às 20h e 27 de abril às 19h
Teatro Arthur Azevedo

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro
R$ 50 plateia, frisa e camarote (R$ 25 meia entrada)
R$ 20 balcão e galeria (R$ 10 meia entrada)

Produção: Outroplaneta Produções

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Zeca Baleiro canta Zé Ramalho

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Zeca Baleiro fará uma série de shows em homenagem a Zé Ramalho na série Banco do Brasil Covers, que passará por São Paulo (23 a 25 de abril), Curitiba (9 a 11 de maio) e Salvador (23 a 25 de maio).

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Na segunda-feira (14), Zeca participou de um bate-papo no CCBB-SP, às 19h. O tema do encontro foi a obra de Zé Ramalho e o show que o cantor vem apresentando sobre o artista paraibano.

Criado para mostrar grandes nomes da música brasileira interpretando o repertório de seus compositores prediletos, o projeto Banco do Brasil Covers entrou novamente em cena com três shows inéditos, idealizados e dirigidos por Monique Gardenberg.

Na programação Maria Gadú celebra Cazuza (1958–1990), Zeca Baleiro reverencia Zé Ramalho e quatro astros do rock brasileiro – Dado Villa-Lobos, João Barone, Leoni e Toni Platão – se uniram a Liminha, um dos maiores produtores musicais do país, para explicitar sua devoção ao grupo inglês The Beatles (1960–1970), com a participação de convidados especiais (André Frateschi, Marjorie Estiano, Paulo Miklos e Sandra de Sá). Os três shows já percorram cinco capitais do Brasil, em turnê itinerante que passou por Natal, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e Rio de Janeiro em 2013, e agora chegam a Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Salvador.

SERVIÇO

BATE-PAPO ZECA BALEIRO

14 de abril (segunda-feira), às 19h00
CCBB São Paulo (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro)
Entrada franca (distribuição de senhas uma hora antes)

Agenda da turnê itinerante do projeto Banco do Brasil Covers 2014:

Belo Horizonte (BH) – Palácio das Artes
11/04 (sex), 21h – Dado Villa-Lobos, João Barone, Leoni, Toni Platão e Liminha cantam e tocam Beatles
Convidados especiais: André Frateschi, Marjorie Estiano e Paulo Miklos.
12/04 (sáb), 21h – Maria Gadú canta Cazuza
13/04 (dom), 20h – Zeca Baleiro canta Zé Ramalho

São Paulo (SP) – Espaço das Américas
23/04 (qua), 21h – Dado Villa-Lobos, João Barone, Leoni, Toni Platão e Liminha cantam e tocam Beatles
Convidados especiais: André Frateschi, Marjorie Estiano e Paulo Miklos.
24/04 (qui), 21h – Zeca Baleiro canta Zé Ramalho
25/04 (sex), 22h – Maria Gadú canta Cazuza

Curitiba (PR) – Teatro Guaíra
09/05 (sex), 21h – Zeca Baleiro canta Zé Ramalho
10/05 (sáb), 21h – Maria Gadú canta Cazuza
11/05 (dom), 20h – Dado Villa-Lobos, João Barone, Leoni, Toni Platão e Liminha cantam e tocam Beatles
Convidados especiais: André Frateschi, Marjorie Estiano e Paulo Miklos.

Salvador (BA) – Teatro Castro Alves
23/05 (sex), 21h – Dado Villa-Lobos, João Barone, Leoni, Toni Platão e Liminha cantam e tocam Beatles
Convidados especiais: André Frateschi, Marjorie Estiano e Paulo Miklos.
24/05 (sáb), 21h – Zeca Baleiro canta Zé Ramalho
25/05 (dom), 20h – Maria Gadú canta Cazuza

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Proibição aos ‘deejays’ de ônibus no Rio de Janeiro

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O Estado do Rio de Janeiro proibiu nesta terça-feira (15), através de uma lei estadual escutar música com aparelhos sonoros no transporte coletivo sem que o usuário utilize fones, informaram fontes oficiais.

Segundo a lei, são considerados aparelhos sonoros qualquer reprodutor pessoal de música em formato digital, telefone celular, tablet, laptop, rádio, mp3 e mp4.

As empresas concessionárias do transporte público têm 120 dias para aplicar a nova legislação e expôr de maneira visível cartazes sobre a nova proibição.

Em caso de não cumprirem a nova legislação, as empresas poderão ser alvo de sanção econômica.

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DJ Zod na Festa Santa Levada em São Luís

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São 58 anos de uma vida intensa tendo como referências a publicidade e a discotecagem. Esse é o Luiz de França (para os íntimos), maranhense, nascido e criado no Bairro do Monte Castelo, convivendo com o auto do bumba meu boi de zabumba, em São Luís, mas que resolveu pegar a estrada e criar raiz no Rio de Janeiro. Por lá, ele virou o DJ Zod, uma marca tirada das histórias em quadrinhos (gibi) e se tornou conhecido nas baladas alternativas do Rio de Janeiro, e pelo seu engajamento em defesa das causas sociais de Santa Tereza, bairro boêmio carioca, cravado na região do Corcovado. Indagado da saída de São Luís para morar na “Cidade Maravilhosa”, Zod disse que o responsável foi o Grupo Cazumbá, dirigido por Américo Azevedo Neto, lá pelos anos de 1976, na capital maranhense. Ele traz para São Luís a festa Santa Levada. A quinta edição da balada ocorre nesta quinta-feira (17/4), no Boteco Seu Guma, Renascença II (atrás do Office Tower). Os ‘deejays’ Franklin (MA) e Pedro Sobrinho (MA) dividem à noite com o anfitrião, Zod.

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- Eu era muito envolvido com o teatro amador. Eu só vivia na rua. Era teatro pra lá, teatro pra cá. Minha falava assim: “meu filho é um artista” (rs). Aí, que fazia teatro amador, dançava muito na rua. Um dia perguntaram se eu não queria fazer um teste no Cazumbá. Então, eu comecei a participar. Ensaiávamos bastante, todo dia. O diretor do grupo, Américo Azevedo, dizia para mim: “aqui, não é teatro amador. Esse grupo é sério, tem contrato”. Só um cara imbecil larga uma proposta dessa! Eu encarei o trabalho profissionalmente. Aí, começamos a viajar pelo Rio de Janeiro e interior de São Paulo. Quando voltei, estava com cabecinha virada e a fim de dar uma vazada da ilha. A minha mãe me incentivou, e eu caí na estrada. Escolhi o Rio de Janeiro, onde vivo até hoje, no Largo das Neves, no bairro de Santa Tereza – explicou.

Multimídia

Mesmo bailarino. Eis a pergunta que não quer calar. Quem veio primeiro a discotecagem ou a publicidade? Zod responde que foi influenciado, inicialmente, pela publicidade. E tudo começou quando morava em São Luís. Trabalhou como estagiário exercendo a função de desenhista na Agência de Propaganda “Promov”, do radialista Leonor Filho, em 1974. Como todo jovem inquieto em busca de alçar voo e tendo o Rio de Janeiro como o seu novo lar, Zod conseguiu o seu primeiro emprego como office boy na agência Armando Amorim.

- Era um trabalho bacana para eu conhecer a cidade. Isso foi bem estratégico e serviu como primeira experência profissional. Só depois eu fui parar numa agência de publicidade. Eu já tinha experiência como desenhista numa agência, ainda, em São Luís. Naquela época, era na prancheta, mas tinha o nome de arte-finalista. Eu fazia layout, era tudo na mão. Depois de alguns anos, nessa agência do Rio, fui parar numa empresa maior. Foi em 1980, na Almap, como arte-finalista e depois como chefe de Estúdio. A partir de 1987, já era diretor de arte. Em 1992, fui para agência Mental Mark, mudando, em 1994, para a oficina de Marketing e Comunicação – enfatiza.

Premiação

No decorrer da carreira, fez vários cursos ligados à área em que atua, tais como: “A nova Linguagem da Propaganda”, promovido pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, “Produção Gráfica” e “Computação”, promovidos pela Gráfica Burti. Foi premiado no Colunistas-Rio, no ano de 1993 e pela ABP em 1994. Sendo premiado, novamente, em 1995, no “Colunistas” com medalhas de ouro, prata e bronze.

Em 1996, foi para a Foote, Cone & Belding (FCB), onde atendeu clientes como Ceras Johnson, Nabisco e Fleischmann Royal. Em 98, transferiu-se para a Z+G Grey Rio e trabalhou para a Stafford Miller, Allied Domecqe USA NetWork. Foi premiado no Colunistas-Rio Promoção com medalhas de ouro e prata em 1999 quando atuou como diretor de Arte pela Rebouças & Associados.

No início do ano de 2000, Luiz de França foi para a Arteplan prestando serviços a clientes como: American On-line, Bradesco Seguros, CEG, Rock in Rio e governo do Rio de Janeiro, entre outros. Também conquistou vários prêmios na Arteplan: medalha de ouro no Colunistas Promoção, com o cliente American On-line e medalha de prata com Rock in Rio Promoção. Prêmio o Globo, com campanha Árvore de Natal, na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Discotecagem

Ao perceber que a música também estava na veia, Luiz de França resolveu atuar como DJ, atividade que já desempenhava quando morava em São Luís, e passou a encarar a atividade definitivamente no Rio.

- Na minha casa, sempre fui prioridade. Eu me criei ouvindo rádio em São Luís, e os programas que tocavam músicas do Caribe. Sempre que rolavam os bailes em casas de amigos, eu gravava fitas e lá estava eu animando a festa como discotecário. Sempre estou ligado com som, bons equipamentos. Aqui no Rio, quando eu comecei a discotecar ainda trabalhava em agência. Mas, logo, logo, eu fui saindo e comecei a fazer “frila”. Aí, nesse início, a vida começou a mudar também. Eu comecei a ficar sem a “granona” da publicidade para ficar com a “graninha” do discotecário” – brinca.

Na pista

E, quando o assunto é divertir as pessoas, o DJ Zod usa a irreverência e aposta em seu setem 90% de música brasileira.

- Eu sacava a força da música americana na década de 70. Nada contra até porque eu toco em festa a sonzeira gringa que serve como fonte de inspiração musical. Mas, a música brasileira é muito representativa e dançante. Tenho um trabalho de pesquisa muito forte do samba, do folclore maranhense, paraense, e da música que encanta o Brasil e jogo isso na pista. As pessoas se divertem, outros matam a curiosidade perguntando o que estou tocando, em especial a “gringalhada” ávida por novidades produzidas no Brasil. – frisa.

Rótulo (?)

Um eterno brincalhão, Zod diz, ainda, que não gosta de rótulos: “os únicos rótulos que eu gosto são de caixas de fósforo e garrafa de cerveja” (rs).

Santa Levada

Além de tocar para uns e outros, bares, praças, ou em qualquer lugar em que for acionado, o DJ Zod tem como residência o restaurante Espírito Santa, no Largo dos Guimarães, no bairro da Santa Tereza. E nessa cumplicidade com a casa nasceu a Santa Levada. O espírito da festa baixou em São Luís, cuja primeira edição aconteceu em 2007, sob a produção de Márcia Torres, em dueto com o DJ Pedro Sobrinho.

Na segunda versão, em 2008, entra o DJ Franklin para formar a “trinca”, que, consecutivamente, em 2009 e 2010, não deixaram a peteca cair e fizeram o baile. Depois de um hiato de quatro anos, a Santa Levada, versão itinerante e que ocorre, sempre no período da Semana Santa, em São Luís, será retomada. Os fãs da iniciativa dançante já têm data marcada: dia 17 de junho (quinta-feira), a partir das 21h, no Seu Guma, no Renascença II (atrás do edifício Planta Tower), assinada pela Satchmo Produções. Leia o Blog de Pedro Sobrinho.

SERVIÇO:

O que:

Santa Levada

Quem:

DJ Zod (RJ), Franklin (MA) e Pedro Sobrinho (MA)

Quando:

Dia 17/4/2014 (Quinta-Feira Santa)

Onde:

Boteco Seu Guma – Rua dos Periquitos, Nº 20 – Renascença II – Atrás do Edifício Office Tower

Ingresso:

R$ 20,00

Produção:

Satchmo Produções

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Vote em curta-metragem de cineasta maranhense

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O curta-metragem “A Solidão de Dom Quixote”, inscrito no Festival The Walkers, de Johnnie Walker, em parceria com o Museu da Imagem e do Som – MIS/SP, está entre os 10 finalistas selecionados pelos jurados Fernando Meirelles e Ian SBF.

Com direção de Vinícius Vasconcellos e Márcio Vasconcelos e roteiro de Urias de Oliveira. Com 15 minutos de duração, a produção tem como texto as partes de cartas recebidas por Urias em vários lugares pelos quais se apresentou.  Além disso, traz um texto do Dalai-Lama sobre a solidão.

O ator Urias de Oliveira ressalta que assim como no teatro, o personagem conserva, no cinema, características que o ligam ao mundo real, à atualidade. As mais evidentes são aspectos visuais, marcas do próprio ator.

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Sinopse: O mergulho de um homem na sua perda e o encontro consigo mesmo dentro do estado da solidão humana.
Direção: Vinicius Vasconcellos
Direção de Fotografia: Márcio Vasconcelos
Roteiro e Elenco: Urias De Oliveira Filho
Trilha Sonora Original: Pedro Zisels Machado Ramos
Serão escolhidos dois vencedores, um pelo júri popular e outro pelo júri oficial. Para ver os filmes e votar clique Aqui:

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Indicados ao Prêmio da Música Brasileira 2014

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Prêmio da Música Brasileira anunciou nesta segunda-feira (14),  a lista de indicados a sua 25ª edição. São 103 nomes, selecionados a partir dos 799 CDs e 88 DVDs inscritos, distribuídos em 16 categorias. A cerimônia será realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 14 de maio, e marca o quinto ano de parceria com a Vale. Para celebrar as bodas de prata, pela primeira vez a homenagem não será a um artista, mas a um gênero musical, o samba A apresentação será de Camila Pitanga e Mateus Solano, com roteiro de Zélia DuncanJosé Maurício Machline, idealizador do Prêmio, convidou Beth Carvalho para ser a consultora da cerimônia este ano.

“O conselho optou por homenagear o mais autêntico gênero musical brasileiro e será uma alegria imensa celebrarmos esses 25 anos reafirmando nossa parceria com a Vale, que exalta e engrandece o nosso bem maior, que é a música brasileira e seus artistas”,  afirma José Maurício Machline.

Este ano, Wilson Das Neves desponta como o recordista de indicações: seis, incluindo as três concorrentes na categoria Melhor Canção, todas de autoria dele: ‘Cara de queixa’ (com Paulo César Pinheiro), ‘Samba para João’ (com Chico Buarque) e ‘Se me chamar, ô sorte’ (com Cláudio Jorge). Das Neves concorre como Melhor Cantor de Samba por ‘Se me chamar, ô sorte’, indicado ainda a Melhor Álbum de Samba. O projeto está indicado também a Melhor Arranjador, o músico Vittor Santos.

A vice-liderança ficou com Ney Matogrosso, com quatro indicações por ‘Atento aos sinais’: Melhor Álbum e Melhor Cantor Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk, além de Melhor Arranjador (Sacha Amback) e Melhor Projeto Visual (Cassia D´Elia).

A terceira colocação ficou dividida entre quatro artistas. ‘Recanto ao Vivo’ concorre a Melhor DVD e Melhor Álbum de Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk, além de dar a Gal Costa a indicação como Melhor Cantora na categoria.  Edu Loboestá indicado como Melhor Cantor de MPB, com ‘Edu Lobo e Metropole Orkest’, finalista como Melhor Álbum. O disco rendeu ainda uma indicação para Gilson Peranzzetta como Melhor Arranjador.

A cantora amapaense Patricia Bastos também conseguiu três indicações: Revelação, Melhor Cantora Regional e Melhor Álbum Regional (‘Zulusa’). Por fim, a OSESP ocupou as três vagas na categoria Melhor Álbum Erudito, pelos discos ‘Concerto Antropofágico’, ‘Heitor Villa-Lobos – Sinfonia n° 6 e n° 7’ e ‘Rachmaninov’.

Com duas indicações estão nada menos do que 14 artistas/projetos.  O grupo paulista Bixiga 70 concorre como Revelação e Melhor Álbum Instrumental (‘Bixiga 70’). Na Categoria instrumental, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda concorrem como Melhores solistas e também como Melhor Álbum (‘Continente’ e ‘Mundo de Pixinguinha’, respectivamente). O terceiro concorrente a Melhor Álbum na Categoria é ‘Ninho de Vespa’, da Spok Frevo Orquestra, indicada a Melhor Grupo Instrumental.  Ainda nessa categoria, Vento em Madeira concorre como Melhor Grupo, além de estar indicado ainda como Revelação.

Ângela Maria e Cauby Peixoto concorrem como Melhores Cantores de Canção Popular, pelo CD que fizeram juntos, ‘Reencontro’, indicado a Melhor Álbum na categoria. Ainda em Canção Popular, o Monobloco também tem duas indicações: Melhor Álbum (‘Arrastão da Alegria’) e Melhor Grupo.

Vitor Ramil concorre em duas categorias, Melhor Cantor e Melhor Álbum de MPB (‘Foi no mês que vem’). Riachão está indicado a Melhor Cantor e Melhor Álbum de Samba (‘Mundão de Ouro’). Lula Queiroga concorre como Melhor Álbum de Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk (‘Todo dia é o fim do mundo’), disco indicado ainda a Melhor Projeto Visual (de Zé Mateus Alves).

A categoria Regional tem dois artistas com duas indicações: Quinteto Violado 3 Brasis  concorrem como Melhor Grupo e Melhor Álbum (‘Canta Gonzagão’ e ‘3 Brasis’, respectivamente).  Por fim, o projeto ‘Arca de Noé’ concorre como Melhor Álbum Infantil e Melhor Projeto Visual (de Adriana Calcanhotto Fernanda Villa-Lobos).

Mais uma vez, o Rio de Janeiro é o estado com o maior número de indicações, 49, seguido de perto por São Paulo, com 17. A Bahia ocupa a terceira posição, com 11. Logo depois vem Pernambuco, com nove, e Rio Grande do Sul, com seis.

A partir de 15 de maio, a turnê itinerante do Prêmio da Música Brasileira percorrerá o Brasil com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A estreia  será no próprio Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de maio, no Theatro Municipal, seguida de São Luís (20/05), Belém (22/05)Parauapebas (25/05), Belo Horizonte (28/05), Vitória (31/05) e Corumbá (03/06)..

O Sistema de votação

O corpo de jurados de CDs é composto por 20 integrantes: Alê Yussef, Ana Costa, Blubell, Flávio Senna, Gilson Peranzzetta, Janot, Léo Leobons, Mário Adnet, Rodrigo Campos, Sombrinha, Vander Lee, Zé Renato, e os jornalistas Sérgio Cabral, Mauro Ferreira, Antônio Carlos Miguel, Guilherme Rondom, Leonardo Lichote, Lauro Lisboa Garcia, Bernardo Araújo, além do próprio José Maurício Machline. Para analisar a categoria DVD foram escolhidos seis jurados: José Maurício Machline, Giovanna Machline, Antonio Carlos Miguel, Leonardo Lichote, Janot e Alê Yussef. Os três mais votados em cada categoria são indicados ao Prêmio da Música Brasileira.

Todos tiveram acesso a um sistema de votação 100% informatizado. Através do site, os jurados ouviram os trabalhos concorrentes, obtiveram as informações detalhadas sobre cada lançamento e puderam votar. O júri é formado ainda por músicos, o que permite que um integrante seja também um concorrente. Neste caso, ele não vota na categoria da qual participa.

Para eleger os finalistas, o júri fez uma pré-seleção de 388 CDs e  54 DVDs dentre os 799 CDs e 88 DVDs recebidos, incluindo tanto os trabalhos de gravadoras nacionais e multinacionais quanto aqueles distribuídos de forma independente ao longo de 2013 em todo o país. O CD Loopcínico, produzido pelo percussionista Luiz Cláudio, chegou a ser pré-indicado no Prêmio da Música Brasileira, mas não teve o trabalho citado entre os classificados para etapa final do dia 14 de maio. Segundo a Curadoria do Evento,  o foco não é apenas os lançamentos em CD, mas também nos novos formatos e configurações da indústria, como mp3s, downloads, etc.

Prêmio da Música Brasileira possui um Conselho Deliberativo, que determina as regras, define o júri e o homenageado de cada edição. Ele é composto pelos músicos Gilberto GilYamandu Costa, João Bosco,  Wanderléa,Arnaldo Antunes,  o jornalista Antônio Carlos Miguel, além do idealizador do Prêmio, José Maurício Machline.

Desde o ano de sua criação, quando homenageou Vinicius de Moraes, o Prêmio enaltece um artista brasileiro, que serve como fonte para o roteiro e repertório do show da cerimônia de entrega. Já foram homenageados, pela ordem,Dorival CaymmiMaysaElizeth CardosoLuiz GonzagaÂngela Maria & Cauby PeixotoGilberto GilElis ReginaMilton NascimentoRita LeeJackson do PandeiroMaria BethâniaGal CostaAry BarrosoLulu SantosBaden PowellJair RodriguesZé Ketti, Dominguinhos, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Noel Rosa, João Bosco Tom Jobim.

A Vale

Para a Vale, mineradora presente nos cinco continentes, este patrocínio está em linha com sua política de apoio às manifestações culturais das regiões onde atua. No Brasil, a Vale é um importante agente de estímulo à cultura, associando sua marca a projetos que utilizam a arte para sensibilizar e formar públicos, oferecer diversão e também conhecimento.

INDICADOS PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA 2014

CATEGORIA ARRANJADOR

  ARRANJADOR                    

 

  • Gilson Peranzzetta por ‘Edu Lobo e Metropole Orkest’  – Edu Lobo e Metropole Orkest’
  • Sacha Amback por ‘Atento aos sinais’ – Ney Matogrosso
  • Vittor Santos por ‘Se me chamar, ô sorte’ – Wilson das Neves

 

CATEGORIA CANÇÃO

 

MELHOR CANÇÃO

 

  • ‘Cara de queixa’, de Wilson das Neves Paulo Cesar Pinheiro -  intérprete Wilson das Neves (CD ‘Se me chamar, ô sorte’)
  • ‘Samba para João’, de Wilson das Neves Chico Buarque - intérprete Wilson das Neves (CD ‘Se me chamar, ô sorte’)
  • ‘Se me chamar, ô sorte’, de Wilson das Neves Cláudio Jorge - intérprete Wilson das Neves (CD ‘Se me chamar, ô sorte’)

 

CATEGORIA PROJETO VISUAL

 

ARTISTA

  • Vários, disco ‘Arca de Noé’ – Adriana Calcanhotto  e Fernanda Villa-Lobos
  • Ney Matogrosso, disco ‘Atento aos sinais’ -  Cassia D´Elia
  • Lula Queiroga, disco ‘Todo dia é o fim do mundo’ – Zé Mateus Alves

 

CATEGORIA REVELAÇÃO

 

ARTISTA

  • Bixiga 70,  disco ‘Bixiga 70’
  • Patricia Bastos, disco ‘Zulusa’
  • Vento em Madeira, disco ‘Brasiliana’

 

CATEGORIA CANÇÃO POPULAR

 

MELHOR ÁLBUM

 

  • ‘Arrastão da alegria’, de Monobloco, produtores C.A. Ferrari, Celso Alvim, Mário Moura, Pedro Luis e Sidon Silva
  • ‘Made in China’, de Carlos Careqa, produtor Marcio Nigro
  • ‘Reencontro’, de Ângela Maria Cauby Peixoto, produtor Thiago Marques Luiz

 

MELHOR DUPLA

 

  • Chitãozinho & Xororó (‘Do tamanho do nosso amor – ao vivo’)
  • Léo Canhoto & Robertinho (‘L&R 40 anos’)
  • Zezé di Camargo & Luciano (‘Teorias’)

 

MELHOR GRUPO

 

  • Banda Calypso (‘Ao vivo no Distrito Federal’)
  • Cheiro de amor (‘Flores’)
  • Monobloco (‘Arrastão da alegria’)

 

MELHOR CANTOR

 

  • Cauby Peixoto (‘Reencontro’)
  • Lazzo Matumbi (‘Lazzo Matumbi’)
  • Serjão Loroza (‘Carpe Diem’)

 

MELHOR CANTORA

 

  • Ângela Maria (‘Reencontro’)
  • Lana Bittencourt (A diva passional – ao vivo’)
  • Roberta Miranda (’25 anos ao vivo em estúdio’)

 

CATEGORIA INSTRUMENTAL

 

MELHOR ÁLBUM

 

  • ‘Continente’, de Yamandu Costa, produtores Yamandu Costa e Guto Wirtti
  • ‘Mundo de Pixinguinha’, de Hamilton de Holanda, produtores Lu Araújo, Marcos Portinari e Hamilton de Holanda
  • ‘Ninho de Vespa’, de Spok Frevo Orquestra, produtor Spok

 

MELHOR SOLISTA

 

  • Hamilton de Holanda (‘Mundo de Pixinguinha’)
  • Léo Gandelman (‘Ventos do norte’)
  • Yamandu Costa (‘Continente’)

 

 MELHOR GRUPO

 

  • Bixiga 70 (‘Bixiga 70’)
  • Spok Frevo Orquestra (‘Ninho de vespa’)
  • Vento em madeira (‘Brasiliana’)

 

CATEGORIA MPB

 

MELHOR ÁLBUM

 

  • ‘Edu Lobo e Metropole Orkest’ , de ‘Edu Lobo e Metropole Orkest’ , produtores Metropole Orkest
  • ‘Foi no mês que vem’, de Vitor Ramil, produtor Vitor Ramil                         
  • ‘Tudo’, de  Joyce Moreno, produtor Joyce Moreno                        

 

   MELHOR GRUPO

 

  • Boca Livre (‘Amizade, Boca Livre’)
  • Orquestra Criôla (‘Subúrbio Bossanova’)                   
  • Os Cariocas (‘Estamos aí’)

 

MELHOR CANTOR

 

  • Edu Lobo (‘Edu Lobo e Metropole Orkest’)
  • Milton Nascimento (‘Uma Travessia – 50 anos de carreira ao vivo’)
  • Vitor Ramil (‘Foi no mês que vem’)

 

MELHOR CANTORA

 

  • Maria Bethânia (‘Carta de amor’)
  • Rosa Passos (‘Samba Dobrado’)
  • Simone  (‘É melhor ser’)

 

CATEGORIA POP/ROCK/REGGAE/ HIPHOP/FUNK                                  

 

MELHOR ÁLBUM

 

  • ‘Atento aos sinais’ de Ney Matogrosso, produtores João Mário Linhares e Sacha Amback
  • ‘Recanto, ao vivo’, de Gal Costa, produtor Moreno Veloso
  • ‘Todo dia é o fim do mundo’, de Lula Queiroga, produtores Yuri Queiroga e Lula Queiroga

 

 MELHOR GRUPO

 

  • O Rappa (‘Nunca tem fim’)
  • Passo Torto  (‘Passo elétrico’)
  • Tono (‘Aquário’)

 

MELHOR CANTOR

 

  • Lulu Santos (‘Canta e toca Roberto e Erasmo’)
  • Moska (‘Muito pouco para todos’)
  • Ney Matogrosso (‘Atento aos sinais’)

 

MELHOR CANTORA

 

  • Blubell (‘Diva é a mãe’)
  • Gal Costa (‘Recanto, ao vivo’)
  • Ná Ozzetti (‘Embalar’)

 

CATEGORIA REGIONAL

 

MELHOR ÁLBUM

 

  • ‘3 Brasis’, de 3 Brasis, produtor gravadora Kuarup
  • ‘Canta Gonzagão’, de Quinteto Violado, produtor Quinteto Violado                       
  • ‘Zulusa’, de Patricia Bastos, produtores Du Moreira e Dante Ozzetti

 

MELHOR DUPLA

 

  • Caju & Castanha (‘Meu Deus que país é esse?’)
  • César Oliveira & Rogério Melo (‘Era assim naquele tempo’)
  • Valdo & Vael (‘Brasil com ‘S’)

 

MELHOR GRUPO

 

  • 3 Brasis (‘3 Brasis’)
  • Quinteto Violado (‘Canta Gonzagão’)
  • Ticuqueiros (’Foto do mundo’)

 

MELHOR CANTOR

 

  • Felipe Cordeiro (‘Se apaixone pela loucura do seu amor’)
  • Sérgio Reis (‘Questão de tempo’)
  • Victor Batista (‘Manchete do tico-tico’)

 

MELHOR CANTORA

 

  • Bia Goes (‘Bia Goes’)                        
  • Maria da Paz (‘Outro Baião’)
  • Patricia Bastos (‘Zulusa’)

 

CATEGORIA SAMBA

 

MELHOR ÁLBUM

 

  • ‘Matéria-prima’, de Sombrinha, produtor Arlindo Cruz
  • ‘Mundão de ouro’, de Riachão, produtores Cássio Calazans e Serginho Rezende
  • ‘Se me chamar, ô sorte’, de Wilson das Neves, produtores Wilson das Neves, Paulo César Pinheiro e Berna Ceppas

 

  MELHOR GRUPO

 

  • Casuarina (’10 anos de Lapa’)
    • Orquestra Imperial  (‘Ao vivo’)
    • Sururu na roda (‘Ao vivo’)

 

  MELHOR CANTOR

 

  • Riachão (‘Mundão de ouro’)
  • Wilson das Neves (‘Se me chamar, ô sorte’)
  • Zeca Pagodinho (’30 anos – vida que segue’)

 

 MELHOR CANTORA    

 

  • Alcione (‘Eterna alegria’)
  • Fabiana Cozza (‘Canto Sagrado – uma homenagem a Clara Nunes’)
  • Mariene de Castro (‘Ser de luz – uma homenagem a Clara Nunes’)

 

FINALISTAS – ESPECIAIS                                   

 

DVD                           

 

  • Criolo & Emicida / ‘Criolo & Emicida – ao vivo’, diretores Andrucha Waddington, Ricardo Della Rosa e Paula Lavigne                       
  • Gal Costa / ‘Recanto, ao vivo’, diretores Dora Jobim e Gabriela Gastal
  • Zélia Duncan / ‘Totatiando’, diretor Regina Braga

 

   ÁLBUM LINGUA ESTRANGEIRA                   

 

  • ‘As canções do rei’ / Leny Andrade, produtor Raymundo Bittencourt
  • ‘Canta Billie Holiday in Rio’ / Leila Maria, produtor Paulo Midosi
  •  ‘Zeski’ / Tiago Iorc, produtor Maycon Ananias

 

      ÁLBUM ERUDITO             

 

  • ‘Concerto antropofágico’ / OSESP, produtor Arthur Nestrovski
  • ‘Heitor Villa-Lobos – Sinfonia n° 6 e n° 7‘ / OSESP, produtor Arthur Nestrovski
  • ‘Rachmaninov’ / OSESP, produtor Arthur Nestrovski

 

ÁLBUM INFANTIL                

 

  • ‘A família’ / Cria, produtor Vinicius Castro
  • ‘Arca de Noé’ / Vários, produtor Dé Palmeira
  • ‘Rabiola, ola, catibiribola’ /Silvia Negrão, produtor Caio Gracco

 

                 ÁLBUM PROJETO ESPECIAL                      

 

  •  ‘Ao vivo’ / Marcos Valle e Stackey Kent, produtores Marcos Valle e Jim Tomlinson
  •  ‘Caymmi’ / Nana, Dori e Danilo, produtor Dori Caymmi
  •  ‘Sambabook’ / Martinho da Vila, produtor Alceu Maia

 

  ÁLBUM ELETRÔNICO                    

 

  •  ‘Carnaval beach club Vol.1’ / Rodrigo Sha, produtores Rodrigo Sha e André Bastos
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Fernando Mendonça: um artista local e global

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Maranhense de Bacurituba, 52 anos, Fernando Mendonça veio para São Luís aos cinco anos e cresceu com a arte pulsando por todas as partes do corpo. Em 1978, integrou o Grupo Laborarte. Dois anos depois foi morar no Rio de Janeiro, onde frequentou até 1985, na Escola de Artes Visuais, as aulas de Celeida Tostes, Rubens Gerchman e Enéas Valle. Atualmente mora entre os bairros da Saúde e Gamboa, zona portuária do Centro Histórico da capital carioca.

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Fernando Mendonça, um dos nomes mais brilhantes das artes plásticas maranhenses da atualidade, já realizou diversas exposições com grande aceitação por parte da crítica e do público, entre elas, o Salão Nacional de Artes Plásticas, no RJ; Salão Paraense (PA); Mostra Pelé, a Arte do Rei, no Museu de Arte de SP; Feira Internacional de Arte Contemporânea de Paris, na França; além do Maranhão, terra Natal.

A última exposição dele em São Luís foi em outubro de 2012. Trata-se da “FM Upaon Açu + 400″, em homenagem ao quarto centenário da capital. Na passagem pelo Rio de Janeiro, o artista plástico Fernando Mendonça conversou com o BLOG , em que diz: “a arte me salvou e me salva. Grato pela sua visão parceira e auditiva”.

PEDRO SOBRINHO – Gilberto Gil disse em entrevista em O Globo, que o “Rio é o tambor do Brasil”. Começando aqui, logo todos tomam conhecimento”. O artista plástico Fernando Mendonça comunga desse conceito de Gil ?

FERNANDO MENDONÇA - De alguma forma ele está certo. Mas, em se tratando das artes visuais, São Paulo é mais percussiva, (rs). Lá já rola a Bienal há muito tempo e de algum tempo pra cá a SPArte, que foi pioneira nesse seguimento de feiras de arte, e que o Rio só realizou a sua depois. Mas, acredito que as coisas estáo tomando outro rumo e o Rio se equipara, nas mostras, ao movimento paulista. A tambozada tá ficando boa (rs).

PEDRO SOBRINHO - Você é um artista plástico inquieto e explora esse tipo de comportamento utilizando a temática da bicicleta em sua obra. Por que esse veículo de duas rodas se tornou tão significativo no que você faz ?

FERNANDO MENDONÇA - A bicicleta é um simbolo universal e um recurso viável para solução do trânsito nas Megalópolis. Uma válvula de escape para o caos e ecologicamente correta. Por influência de Rubens Gerchman e por uma espécie de fetiche eu tenho um apreço pelas ‘bikes’ por achar uma das grande sacadas de Leonardo da Vinci quem eu considero o inventor. Ela é poesia e movimento, coisas que me mexem.

PEDRO SOBRINHOVocê já morou em Santa Teresa, na Lapa e agora mora no bairro da Saúde, na região da zona portuária do Rio de Janeiro. Como é a sua relação com essas comunidades e se elas servem de pontos de equilíbrio e inspiração no teu trabalho?

FERNANDO MENDONÇA - De alguma forma, assim como as fases do meu trabalho, a busca por novas luzes, topografia e tipologia. Assim vou me embrenhando em cenários que me instigam e estimulam a criação, procurando sempre registrar o cotidiano, como um cronista. Minha alma de ariano, me faz aventurar e transitar com conforto por plagas as mais diversas. Isso me excita: Santa Teresa, Copacabana, Lapa, Zona Portuária ou São Luis, do Maranhão, são pretextos para eu me arvorar e me desafiam a novas buscas.

PEDRO SOBRINHO - Ao visitar a sua casa “atelier” percebi a religiosidade, o misticismo, presente com as imagens de Nossa Senhora Aparecida e São Benedito, santos da Igreja Católica. O que eles representam no seu dia a dia?

FERNANDO MENDONÇA - Cultuo imagens por ser um artista visual e por tradição familiar. A arte sobreviveu a muitas adversidades pelo viés da religião. Grandes artistas, talvez, não tivessem feito suas obras se não fossem operários religiosos, Sou devoto de São Benedito e de Nossa Senhora Aparecida pela negritude, por uma forte identificação, e atribuo ao Tambor de Crioula toda essa reverência e essa devoção. Os tambores do Brasil na terra de Estácio de Sá, que o nêgo Gilberto Gil apelidou de “Tambor do Brasil”, (rs).

PEDRO SOBRINHO – Você é um artista que pega carona na temática urbana. O que te deixa incomodado nessa atual conjuntura global em que a tecnologia se manifesta como a dona da situação ?

FERNANDO MENDONÇA – Acho a tecnologia irreversível. Lamento o fronteriço entre a arma de fogo e a legítima defesa. A vida tem que prevalecer.

PEDRO SOBRINHO – Para muitos artistas a internet é o segredo. Como você se relaciona com essa ferramenta não só para divulgar o teu trabalho, mas como fonte de produção artística ?

FERNANDO MENDONÇA - A internet é uma cachaça e o pixel um forte aliado do pincel. Eu incursiono pouco pela pixel arte, mas não nego que ela influencia bastante a minha pintura, sobretudo.

PEDRO SOBRINHO – Fale um pouco do que você tem feito e pretende fazer no universo das artes plásticas ?

FERNANDO MENDONÇA – Estou agora numa produção de uma nova série de xilogravuras com tábuas de caixas de bacalhau, sempre com a temática do cotidiano e na pintura tenho feito obras eróticas.

PEDRO SOBRINHO – Quando São Luís terá o privilégio de prestigiar uma exposição de Fernando Mendonça ?

FERNANDO MENDONÇA - Estou completando 30 anos de trabalho a serviço da arte. No segundo semestre,deste ano, faço um evento em São Luis para comemorar isso.

PEDRO SOBRINHO –  Você nasceu em Bacurituba, interior maranhense. Depois foi morar em São Luís e veio para o Rio de Janeiro. Fez o percurso natural de um artista cujo o mundo não tem fronteiras. Qual o olhar do artista plástico e mundano a cada retorno ao Maranhão ?

FERNANDO MENDONÇA - Amo minha terra e meu povo. Alguns fatos e alguns descasos com essa riqueza toda, me entristecem, mas sou otimista. Vejo um processo de transformação que é uma versão turbulenta da máxima irônica do nosso conterrâneo Jorge Thadeu que profetizava: ” São Luís vai virar Paris..” A França Equinocial, que tal ? Repaginada do avesso, (rs).

PEDRO SOBRINHO – Qual a leitura que você faz de meio século de vida ?

FERNANDO MENDONÇA - A velocidade está em tudo. O tempo passa estonteante. A arte me salvou e me salva. Grato pela sua visão parceira e auditiva.

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Música de Red Hot usada em tortura em Guantánamo

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Músicas da banda Red Hot Chili Peppers, tocadas à exaustão, fizeram parte do procedimento da CIA durante torturas na prisão de Guantánamo. Segundo a Al Jazeera, autoridades norte-americanas afirmaram anonimamente à emissora árabe detalhes das técnicas utilizadas pela CIA durante a administração de George Bush em interrogatórios após o 11 de setembro. As músicas da banda californiana eram colocadas no último volume em loop como esforço para desestabilizar o prisioneiro.

Um segmento específico do relatório do Comitê de Inteligência do Senado americano afirma que um suspeito, apontado como Zayn al-Abidin Muhammad Husayn Abu Zubaydah, foi submetido à técnica na Baía de Guantánamo entre maio e julho de 2002. O relatório revela que Abu Zubaydah teria ficado trancado em uma caixa de animal de estimação e algemado pelos pulsos no teto de sua cela enquanto era submetido ao “loop interminável” de música alta.

O Red Hot Chili Peppers não seria a única banda a ser usada no processo. No início deste ano, a banda de rock industrial Skinny Puppy descobriu que o governo dos Estados Unidos usava suas músicas como instrumento de tortura. Após a descoberta,o grupo pediu que o país pague direitos autorais.

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