Patativa lança CD em São Luís dia 19 de novembro

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Recebendo Lena Machado e Zeca Baleiro como convidados, Patativa lança “Ninguém é Melhor do que Eu” com show no dia 19 de novembro, no Porto da Gabi (Aterro do Bacanga). O evento começa às 19h, com os DJS Marcus Vinicius e Joaquim Zion, e o grupo Samba na Fonte.

Antecipando o que vem por aí, “Ninguém é Melhor do que Eu”, faixa que dá nome ao disco e tem a participação de Zeca Pagodinho, começa a ser executada nas rádios maranhenses, em primeira mão, nesse final de semana. E a partir da próxima segunda-feira, passa a ser distribuída para rádios de todo o país.

O Disco

A sambista Patativa está com tudo e não está prosa. Neste ano, em que completou 76 de idade, sua carreira vive um novo e único momento: Patativa, que nunca havia gravado um disco solo, lançará dois cds.

O primeiro, concebido sob iniciativa de Zeca Baleiro, diretor artístico, e Luiz Jr., produtor musical, se chama “Ninguém é Melhor do que Eu” e traz participações de Simone, Zeca Pagodinho e do conterrâneo Baleiro. É um apanhado de 12 sambas mais o hit regional “Xiri Meu”, cacuriá malicioso que o povo maranhense já inclui entre seus grandes “clássicos”. O disco sai em novembro pelo selo Saravá Discos, o mesmo que em outros tempos gravou Antonio Vieira e Lopes Bogéa.

O segundo disco, patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão (SECMA), terá o título “Patativa canta sua História” e está em fase final de gravação, devendo ser lançado no início do ano que vem. O produtor e arranjador é também o músico Luiz Jr.PATATIVA – ‘Ninguém é melhor do que eu’ – show de lançamento do cd.

Serviço

Participações especiais: Lena Machado e Zeca Baleiro.

Abertura: DJs Joaquim Zion e Marcus Vinicius e Grupo Samba na Fonte.

Onde: Porto da Gabi (Aterro do Bacanga).

Quando: 19 de novembro (quarta-feira), às 19h.

Quanto: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia para estudantes e demais casos previstos em lei).

Onde comprar online: DR. Ingresso www.dringresso.com.br (98) 3015-3017.

Pontos de venda: Papos e Sapatos (Lagoa da Jansen) e Livraria Poeme-se (Praia Grande), a partir do dia 4/11 (terça feira).

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Maurício de Souza e Marina Colassanti na FeliS 2014

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Neste sábado (1º), o evento terá como convidados os escritores Maurício de Souza e Marina Colassanti, que ministrarão palestra, respectivamente, às 16h e às 19h30, no auditório Mundinha Araújo, na Fundação da Memória Republicana Brasileira, no Convento das Mercês. A FeliS integra a política cultural da gestão do prefeito Edivaldo de valorização da literatura maranhense e de incentivo à leitura.

O mais famoso e premiado autor brasileiro em quadrinhos, Maurício de Sousa terá como tema da palestra “O mundo mágico dosquadrinhos”. Criador da Turma da Mônica e de vários outros personagens, o escritor conquistou importantes prêmios nacionais e internacionais. Entre os destaques está o Prêmio de Literatura Infantil da Academia Brasileira de Letras alcançado em 1999 e o Troféu Yellow Kid, conhecido como o Oscar dos Quadrinhos Mundiais, na Itália em 1971.

Entre quadrinhos e tiras de jornais, as criações de Maurício de Sousa chegam a cerca de 50 países. O autor já alcançou a marca de um bilhão de revistas publicadas. Os materiais produzidos incluem desde os quadrinhos aos livros ilustrados, revistas de atividades, álbum de figurinhas, CD-ROMs, livros tridimensionais e livros em braile.

Outra presença de grande relevância para o segundo dia da programação da 8ª FeliS é a escritora Marina Colassanti que discorrerá sobre o tema do evento: “Literatura Infantil: aqui começa a magia da leitura”. Marcada para às 19h30, a palestra também será ministrada no auditório Mundinha Araújo, no Convento das Mercês.

Escritora e jornalista ítalo-brasileira, Marina Colassanti estudou Belas Artes e trabalhou como jornalista e tradutora de importantes textos da literatura italiana. Como escritora, publicou 33 livros, entre contos, poesia, prosa, literatura infantil e infanto-juvenil. Seu livro de contos “Uma ideia toda azul” recebeu o prêmio O Melhor para o Jovem, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Em 2010, ela recebeu o Prêmio Jabuti pelo livro “Passageira em trânsito”.

As atividades da oitava edição da FeliS serão realizadas na região do Desterro, com um total de nove núcleos com programações diversificadas como seminários, palestras, oficinas, entre outras atividades. O principal núcleo das atividades será o Convento das Mercês, onde além da comercialização de livros, serão realizados shows acústicos, bate-papos, lançamentos de livros, exibição de filmes infantis e outras ações.

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Quarta-feira na Aldeia Sesc Guajajara

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Dia 29/10 (quarta-feira)

9h às 18h – Exposição Fotográfica – “Abstraturbano” – João Cosme/MA – Casa de Nhozinho 9h às 18h – Exposição fotográfica “Liturgias do Corpo” (2014) – Dinho Araújo/MA – Casa de
Nhozinho
10h às 17h – Terminais de Integração
Instalação Artística: João Carlos Pimentel/MA, Adrianna Karlem/MA – Dois por Cinco
Intervencionismo ArteEducativo: “Piracema Criativa” – Imaginautas_Rede Social
ArteEduComunicAtiva
12h – Discotecagem Selecta Groove/RS – Restaurante Sesc Deodoro
12h – Performance “Prove Mostre que cos2x+sen2x=1 é irracional só se fode só dança” – Risco
Coletivo/MA
14h – Intervenção Urbana – Obra “Deslocamentos aterritoriais” – Layo Bulhão/MA + BemDito
Coletivo – Praça Deodoro/Rua Grande
14h às 17h – Escambo de Livros “Troque Ideias, Troque Livros” – Biblioteca Rosa Castro
Infantil/Sesc Administração
15h – Concerto Sesc Instrumental – Escola Modelo
15h – Intervenção Urbana: “Para além de sí” – João Almeida/MA – Anel Viário
17h – Espetáculo teatral “Floreando” com a Cia. Nhá Caboca/MA – Praça Nauro Machado
18h – Projeto Dramaturgia – Leituras Dramáticas – Teatro Cidade de São Luís
“O Rato no Muro” – Grupo Panapanã de Teatro/MA
“Roda Viva” – Núcleo Artístico Feminino – NAFEM/MA
“Lázzaro” – Cia. Cambalhotas/MA
“Eles não usam Black Tie” – Petite Mort/MA
19h – Projeto Palco Giratório/Espetáculo “Primeira Pele” – Cia. Pessoal de Teatro/MT – Teatro
Alcione Nazareth
20h – Espetáculo teatral “Pigmaleão” – Cena Aberta/MA – Casarão Ângelus NovusShows Praça Nauro Machado
20h – Discotecagem Rádio Zion e Radiola Reggae/MA
21h – “Pensamento blindado” – Banda Raja/MA
22h – “Rosa Semba” – Dicy Rocha e banda/MAProgramação “Caia na rede”
23h – “Tambor do Mestre Amaral” (Tambor de Crioula e discotecagem)
Praça Dom Pedro II/Centro

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Abertas as inscrições para o Festival BR-135

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Para participar, basta preparar o seu material e se inscrever clicando aqui. O Festival BR-135 é um evento anual, com a participação de todo o Brasil, fortalecendo a cultura do Maranhão e servindo de vitrine para o crescimento da cadeia produtiva local. A programação é inteiramente gratuita, em cenário do patrimônio histórico, favorecendo o melhor aproveitamento de importantes espaços públicos, a convivência da população num ambiente cultural e historicamente rico.

O festival propõe a realização de shows, capacitação, painéis, rodas de conversa e rodada de negócios, ministrados por agentes convidadas – distribuidoras de fonogramas digitais e físicos, empresas nacionais e internacionais que financiam ou realizam projetos culturais, programadores de festivais nacionais e internacionais, fabricantes de instrumentos musicais, gravadoras, empresas de sonorização e estrutura física de eventos musicais, entre outros.

A programação irá gerar para os artistas locais oportunidades de atualização de conhecimentos, parcerias, troca de materiais e experiências. Tem também o objetivo de fomentar o mercado cultural independente, divulgar e promover a produção maranhense atual e fomentar diálogos, agindo, diretamente, no desenvolvimento da cena local e possibilitando troca de tecnologias e ações continuadas.

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Tom Zé vai da geração X a Y em novo disco

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O  pai da invenção está de volta. Tom Zé, gênio da raça de 78 anos, disponibilizou seu novo álbum nesta terça (28) no iTunes.  O mago de Irará também soltou o áudio de Geração Y.

Na música, ele retrata a geração Y, jovens nascidos entre o fim dos anos 80 e os anos 90. Fala de equipamentos eletrônicos, pressa, conectividade, ausência de ideais, relacionamentos transitórios e outros assuntos a da galerinha de 20 e poucos anos.

O disco tem participação de Criolo, Tim Bernardes, da banda O Terno, a rapaziada da Trupe Chá de Boldo, galera da Filarmônica de Pasárgada e de Tatá Aeroplano, do Cérebro Eletrônico.  O lançamento será no Sesc Vila Mariana, nos dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro.

Desde que David Byrne resgatou Tom Zé, com o lançamento mundial de The Hips of Tradicion, pelo selo Luaka Bop, lá nos anos 90, todos os artistas gringos querem ser amigos de Tom Zé, do Tortoise a Sean Lennon, como não se apaixonar pelo cara que mantém vivo o ideal tropicalista?

Por favor, Dalai Lama, rabino-chefe, babarolixás, papa Francisco, papa russo, babas indianos, aiatolás… tranformem esse cara em santo logo.

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Projeto Panelada Cultural em São Luís

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O projeto Panelada Cultural promove o evento “Quanto vale o show” com as bandas Turbo (PA), ORR, Smokin Kills, Velttenz, Gallo Azhuu e Twelve Street, dia 1  de novembro, às 20:00, no bar Contraponto (Praia Grande). O público será convidado a pagar quanto achar que valeu a apresentação das bandas.

No dia 3 de novembro (segunda-feira) vai acontecer o workshop “Noções básicas em produção técnica, pré-produção e funções do roadie” com Rafael Erdei (SP). O workshop será na Guest House, rua da Palma, 146, início às 18:00 e término às 22:00. A inscrição custa R$ 80,00. Inscrições e informações no e-mail: basarone.contato@gmail.com.
O Panelada Cultural é um evento destinado à promoção da música independente com shows de bandas locais e de fora do estado, de diversos gêneros musicais, possibilitando que as mesmas possam divulgar seu trabalho. O projeto também atua no fomento à capacitação e qualificação de profissionais, estudantes e do público em geral que pretendem conhecer, atuar ou melhorar o cenário mercadológico da música da cidade.
O lançamento do Panelada Cultural aconteceu no dia 9 de outubro no Amsterdã Music Pub com apresentação de duas bandas maranhenses – Afrôs e Canal Raja e uma do Piauí – Batuque Elétrico. O nome “Panelada Cultural” vem da intenção de criar uma analogia com a comida, pois assim como numa refeição é possível fazer uma mistura de temperos e sabores, na música é possível promover diversas bandas de diversos estilos e seguimentos, fortalecendo o mercado local com entretenimento de qualidade e com garantia de satisfação.
BANDA VELTTENZ
Velttenz é rock n’ roll e nada mais. A banda Velttenz nasceu em 2009. Formada por meio da reunião de amigos que, desde o começo dos anos 2000, em diferentes bandas do cenário local, aventuram-se nessa difícil jornada que é fazer música autoral em São Luís. Velttenz é: Tiago Diniz (vocal e guitarra), André carneiro (baixo) e Kiko Lisboa (bateria).
Links:
 
BANDA TWELVE STREET
Twelve Street é antes de tudo uma homenagem sincera ao som cheio de guitarras e melódico dos anos 90. Do punk rock do Bad Religion à classe melódica do Teenage Fanclub, passando pelas distorções massivas do Superchunk e Dinossaur Jr, tá tudo ali no alternative rock definido há mais ou menos vinte anos.
Formada por Pedro Moura (guitarra/vocal), André Carneiro (guitarra/vocal), Sergio Henrique (baixo) e Kiko Lisboa (bateria). A banda tem um EP lançado em 2013 e atualmente esta em fase de gravação do seu primeiro álbum com o produtor Alexandre Lourenço do Dr. Rock Studio.
Duas das faixas que estarão inclusas no disco foram lançadas em setembro pelo selo Sleepy Rat Records por meio do split “This Split Won’t Pay The Bills”, tanto o EP quanto as duas faixas do split podem ser ouvidas no endereço eletrônico:  http://twelvestreet.bandcamp.com/
BANDA SMOKIN’KILLS
A Smokin’ Kills foi formada em 2012, em São Luís, pelos músicos Do Vale (Vocal), Lucas (Guitarra), Leo Trovão (Baixo) e Pedro Ivo (Bateria), o grupo une o Hard Rock dos anos 70 e 80, trazendo influências que vão de AC/DC, Aerosmith e Kiss, a bandas mais recentes, como Buckcherry e Airbourne.
A banda entrará em estúdio em breve para gravar seu primeiro álbum, e lançou dois singles em 2013, Take It Easy e Poison in the Tongue, que podem ser ouvidos em seus perfis no SoundCloud, YouTube e Toque no Brasil.
Telefone: (98) 8134 – 3704
 
BANDA TURBO
A banda Turbo foi formada após o termino da Eletrola em 2004 e ficou conhecida por seus shows performáticos e cheios de energia. Já sofreu algumas mudanças em sua formação, mas vem gravando, tocando e lançando seus trabalhos sem parar. Até criaram um selo para isso chamado Rajada Records.
Tendo tocado em várias edições do Festival Se Rasgum em Belém, pelos interiores do Pará, em São Luís do Maranhão e em festivais de Manaus e Macapá .A banda decidiu que era hora de lançar material novo e contatou o produtor sueco, Chips Kiesbyie e embarcaram no início do ano de 2013 em uma aventura de 18 dias de trabalho intenso, durante o inverno nórdico no estúdio Music
A Matic na cidade de Gotemburgo para a gravação de seu novo trabalho ‘Eu sou Spartacus’ que sairá no segundo semestre de 2014.
Atualmente a banda conta com Camillo Royale na voz e guitarra, Netto B. na bateria e voz, Wilson Fujiyoshi no baixo e Bruno Cruz na guitarra.
*Segue a lista de seus lançamentos:
- Turbo (2006) – CD
- Doutrina Mamute (2008) – Single Virtual
- Rajada on the tape (2011) – Fita k7
- Um dia todos iremos nos apaixonar, mesmo que seja pela pessoa errada (2012) – EP Acústico.
- Gostas do Delírio, baby? (2012) – Compacto em vinil 7”
- Diga logo se me queres, antes que eu mude de ideia (2013) – EP Acústico.
SERVIÇO
O QUÊ: PANELADA CULTURAL – QUANTO VALE O SHOW
QUANDO: 1 DE NOVEMBRO, 22:00
ONDE: BAR CONTRAPONTO (PRAIA GRANDE)
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Edvaldo Santana faz show nesta sexta-feira em SLZ

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Cantor, compositor e violonista, Edvaldo Santana se apresenta pela primeira vez em São Luís. Será nesta sexta-feira, dia 7/11, no Teatro Cidade de São Luís (na rua do Egito – centro da capital maranhense). O músico paulista conta 40 anos de carreira, iniciada na banda Matéria Prima. Parceiro de nomes como Arnaldo Antunes, Itamar Assumpção e Tom Zé, em seu caldeirão sonoro se misturam a urbanidade de São Paulo à poesia do Nordeste, onde afloram as influências negras de ritmos internacionalmente consagrados, como reggae, salsa, blues, rock e jazz, que se fundem aos brasileiríssimos samba, xote, coco, choro e baião, entre outros.

Seu mais recente disco, Jataí, lançado em 2013, dá continuidade a uma obra que, ainda que pouco conhecida, correndo por fora do mercado convencional, prima pela qualidade e verdade. Sentimento seria uma boa palavra para defini-los – Edvaldo Santana, o disco, sua trajetória.

Jataí, disponível para download no site do artista (www.edvaldosantana.com.br), é o sétimo álbum solo da carreira de Edvaldo Santana. Seu repertório é totalmente inédito e autoral. Quando Deus quer até o Diabo ajuda, faixa que abre o disco, ajuda a explicar o modus operandi da turnê com que o artista visitará, além de São Luís, outras cidades nordestinas: Juazeiro/BA (24/10), São Raimundo Nonato/PI (27 e 29/10), Teresina/PI (31/10), Fortaleza/CE (9/11), João Pessoa/PB (14/11) e Natal/RN (16/11). Explique-se: o músico botou literalmente a viola no saco e está rodando o Nordeste na cara e na coragem.

A faixa-título, aliás, é um passeio pelo Brasil, citando inclusive a capital maranhense e seu tambor de crioula. Merecem destaque ainda faixas como A poda da rosa, Nada no mundo é igual e Amor é graça, entre outras. No repertório do show, Edvaldo Santana passeará ainda por músicas de outros discos, como Lobo solitário, O jogador, Choro de outono e Reserva de alegria, entre outras.

Jataí, o show, acontece dia 7 de novembro (sexta-feira), às 20h, no Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy). Os ingressos estarão à venda na bilheteria do teatro a partir de 3 de novembro (segunda-feira). A produção é de Zema Ribeiro.

Serviço

O quê: show Jataí – voz e violão.

Quem: Edvaldo Santana.

Onde: Teatro da Cidade de São Luís (antigo Cine Roxy, Rua do Egito, Centro).

Quando: 7 de novembro (sexta-feira), às 20h.

Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira e demais casos previstos em lei).

Maiores informações: zemaribeiro@gmail.com, (98) 8122-0009.

Download do disco Jataí: www.edvaldosantana.com.br

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Cantora jamaicana Dezarie de volta ao Brasil

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A rainha do reggae mundial volta ao Rio de Janeiro e dessa vez o show será na lona mais famosa da cidade: a do Circo Voador!

dezarir

Abertura : Cidade Verde Sounds. DJ convidado : Andread.  Dezarie é uma cantora de reggae nascida em St. Croix, nas Ilhas Virgens Americanas. Eis um show com a cara de São Luís…

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Céu canta clássicos de Bob com vigor e sofisticação

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Às vésperas do povo ir às urnas decidir o futuro do país, nada melhor que fazer a cabeça no Circo ouvindo a mensagem do jamaicano Bob Marley, umas das mais lúcidas cabeças que já habitaram esse planeta de um jeito totalmente irresistível.  Enfim, poucas ideias foram mais felizes que juntar Céu e Bob Marley no mesmo projeto. Depois de rodar o Brasil, finalmente a cantora chegou ao palco do Circo Voador (RJ), nesse sábado (25). Céu tocou na integra o emblemático disco “Catch a Fire” de Bob Marley em única – e já histórica – apresentação com a casa, totalmente, ocupada por uma plateia jovem e animada, que fez a sua parte em um Coral afinado.

A ideia surgiu a partir do projeto 73 Rotações que trazia artistas recriando discos clássicos de 73. Talvez movidos pela já clássica reinterpretação de Céu para “Concrete Jungle” de Bob Marley, e os organizadores a convidaram para tocar o disco inteiro. E o que era pra ser um show esporádico, ganhou o mundo, em todos os sentidos.

“Catch a Fire” foi o disco que materializou Bob Marley – e pode se dizer o reggae – para o mundo. Diz a lenda que os Waillers estavam duros na Inglaterra e que o dono da gravadora Island, Chris Blackwell adiantou um dindin pra eles voltarem pra Jamaica em troca da gravação desse disco. “Catch a Fire” é recheado de clássicos como Kinky Reggae,  Stir It Up (não cantado no show), 400 Years, All Day All Night, Slave Driver,  e foi a porta de entrada de Céu para um dos gêneros que ela mais aprecia: o reggae.

Ao contrário daqueles oportunistas tributos a Bob Marley que pulam aos montes, esse show é único. As versões apresentadas aqui dosam aquela crueza típica de Bob com a sofisticação suingada da cantora. As versões soam tão pessoais e originais que muita gente não se liga que integram esse lendário álbum.

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Ceprama em noite de Rock´n´Roll

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Na noite dessa sexta-feira (24) o rock marcou presença na 9ª edição da Aldeia Sesc Guajajara de Artes, no Ceprama, na Madre Deus. O DJ Jair Bar Rocko – aquele mesmo, ‘figura carimbada’ do Centro histórico, proprietário de um bar na Praia Grande – apresentou um repertório  variado, com clássicos do jazz e do blues, além do rock e do metal.

Em seguida, foi a vez da banda Canyon que, formada desde 2009 por Leo Vieira (baixo e voz), Jobson Machado (guitarra e voz) e Ramon Silva (bateria e voz), que já possui ouvintes cativos do bom rock progressivo presente nas músicas autorais do grupo. O grupo já lançou dois CDs: Elegy For The King (2012) e Canyon (2014). A apresentação, que teve início com Farewell, envolveu o público gradativamente na execução de outras músicas como Iron Giant, Questions No Answers e Fight Them, que expressam a sonoridade da banda que tem como referência o rock dos anos 60 e 70.

A banda Violeta de Outono expressou no palco toda a maturidade de uma banda que conta 30 anos de estrada e já possui mais de 10 CDs lançados. Trouxe em seu repertório canções do álbum Volume 7 (2007) e do último álbum, Espectro (2012). A apresentação foi um sucesso para o público da Aldeia Sesc, o que levou muitos a adquirirem os exemplares dos CDs trazidos pela produção da banda.

A atual formação em quarteto vem ao longo dos últimos 10 anos conquistando prestígio internacional, mantendo acesa a chama do rock progressivo tão característico do grupo, que originalmente surgiu com a proposta de fazer um som psicodélico, como explica Fabio Golfetti, guitarrista e vocalista da banda: “a gente queria que fosse sempre psicodélico, só que era anos 80 e nos anos 80 você não tinha divulgação de música psicodélica”. Ele ri ao comentar com o baixista Gabriel Costa sobre as piadas acerca dos ácidos que seriam fonte de inspiração pra bandas que desejavam seguir um padrão sonoro “mais lisérgico”.

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