Governo Flávio Dino abre diálogo com engenheiros  

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Subsecretário da Sinfra, Adenilson Pontes Rodrigues, e os diretores do CEM Emanuel Miguez, José Henrique Campos e Antônio Meirelles

Representantes dos engenheiros do Maranhão e gestores da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) estabeleceram uma agenda de trabalho para discutir o pacote de obras RDC (Ata de Registro de Preço), no valor de 400  milhões.

Na primeira reunião, realizada na quarta-feira (19), o presidente do Clube de Engenharia do Maranhão (CEM), Emanuel Miguez, e o subsecretário da Sinfra, Adenilson Pontes Rodrigues, discutiram vários pontos da agenda. Também participaram, os diretores do CEM, José Henrique Campos e Antônio Meirelles.

Ata de Registro de Preço (ARP) é um sistema para ser usado somente para contratação de obras de manutenção, corretivas e preventivas. Nessa forma de contratação é exigido somente um projeto básico, composto por planilha orçamentária e edital de licitação. É um processo de contratação que não pode ser usado para obras de construção, ampliação e reforma.

O uso de ARP à contratação de obras de construção, ampliação e reforma é ilegal e, para os engenheiros, essa ilegalidade enfraquece a engenharia e a arquitetura do Brasil, pois dispensa a apresentação de projetos mais amplos de arquitetura e o de engenharia, que inclui planos estruturais, de instalações prediais, entre outros.

Para construção, ampliação e reforma, a forma de contratação é regida pela Lei Geral de Licitação 8.666/93, que exige um projeto mais amplo com planos de arquitetura e engenharias. “O governador Flávio Dino demonstrou grande sensibilidade em abrir esse diálogo e em atender as demandas dos engenheiros, para que as obras públicas sejam regidas dentro da legalidade”, comemora Emanuel Miguez.

O governador Flávio Dino, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), já cancelou licitações dessa pasta, na modalidade “RDC – Ata de Registro de Preços”, medida que, segundo o CEM, abre espaço para favorecer micro, pequenas e médias empresas do setor da construção civil do Maranhão.

Emanuel Miguez entregou, na semana passada, ao governador Flávio Dino, uma carta dos engenheiros do Maranhão fazendo essa solicitação. “Com essa decisão, o governador Flavio Dino amplia a atuação empresarial no Maranhão, estabelecendo uma nova e promissora fase à construção civil”.

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Adutora ligará Mar Morto ao Mar Vermelho

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Israel, Autoridade Palestina e a Jordânia vão construir uma adutora, de 180 quilômetros, para condução de água do Mar Vermelho para o Mar Morto.

Também será construída uma estação de dessalinização em Aqaba, cidade da Jordânia, localizada às margens do Golfo de Aqaba, que é o acesso de Israel e Jordânia ao Mar Vermelho. Produzirá, anualmente, cerca de 80 milhões de metros cúbicos de água potável, sendo que Israel comprará da Jordânia metade dessa produção ao preço de custo.

O acordo foi assinado na sede do Banco Mundial, em Washington, nos Estados Unidos. O projeto, orçamentado em cerca de 900 milhões de dólares, levará 4 a 5 anos para ser concretizado.

O jornal israelense “Yedioth Ahronoth” destacou que a parceria estabelece que o encanamento, pelo qual passarão anualmente 200 milhões de metros cúbicos de água, ficará totalmente em território jordaniano

A adutora, em forma de tubulação, garantirá água potável à Jordânia, aos territórios palestinianos e a Israel.

A proposta, também, é, com essas águas,  revitalizar o Mar Morto, que está com o nível de suas águas baixando a cada ano.

Israel, que já exporta água à Autoridade Palestina, vai aumentar as vendas para cerca de 33 milhões de metros cúbicos anuais, sendo 22 milhões para a Judeia e a Samaria e os outros 10 para a Faixa de Gaza.

A proposta futura é abrir um canal entre o Mar Vermelho e o Mar Morto, o que foi idealizado pelos britânicos, desde 1850, como alternativa ao Canal de Suez.

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Nasa estuda desviar asteroide da Terra

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Principais jornais e portais do mundo e do Brasil (UOL deu capa) destacaram matéria da BBC de Londres, assinada por Analía Llorente, referente a estudos da Nasa para desviar grandes asteroides que poderão se checar com a Terra.

Veja a reportagem

Imagem: PITRIS/ISTOCK

A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, prepara uma ambiciosa missão: desviar um asteroide que passará perto da Terra.

O alvo é um asteroide chamado Didymos (“gêmeo” em grego), que conta com um sistema binário, ou seja, dois corpos: o Didymos A tem aproximadamente 780 metros de comprimento, e o Didymos B, um corpo menor que o envolve, tem uns 160 metros.

A previsão é de que esse asteroide passe relativamente perto da Terra, a cerca de 11 milhões de quilômetros de distância, em outubro de 2022 e depois em 2024.

É aí que a Nasa quer colocar em prática a primeira missão para demonstrar uma técnica de deflexão, isto é, de desvio do asteroide para proteger o planeta.

“O risco de impacto do asteroide é real, pergunte aos dinossauros”, diz à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) Jean Luc Margot, professor de astronomia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). “Diferente de outros perigos naturais como furacões, erupções vulcânicas, terremotos, etc., os impactos dos asteroides podem ser evitados com a tecnologia atual”.

Como será a missão?

No momento, a Nasa trabalha no design do Teste de Redirecionamento do Asteroide Duplo (DART, na sigla em inglês).

“O DART será a primeira missão da Nasa para colocar na prática o que é conhecido como técnica de pêndulo cinético – bater no asteroide para mudar sua órbita – a fim de defender a Terra de um possível impacto futuro”, explica Lindley Johnson, especialista em defesa planetária da Nasa em Washington.

Direito de imagemNASA/JHUAPLImage captionO DART bateria contra o asteroide menor, o Didymos B, para mudar sua órbita

E, para testar esse novo projeto, que ainda se encontra em uma fase preliminar, os cientistas da agência espacial acreditam que o Didymos é a melhor oportunidade.

“Um asteroide binário é o laboratório natural perfeito para esse teste”, diz Tom Statler, cientista do programa do DART, em comunicado da Nasa. “O fato de o Didymos B estar em órbita ao redor do Didymos A faz com que seja mais fácil ver os resultados do impacto e garante que o experimento não mude a órbita da ambos ao redor do Sol”.

Para o professor Margot, a escolha desse asteroide é boa porque ele é relativamente acessível para aeronaves espaciais e é possível medir as mudanças com imagens de radar.

Mais rápido que uma bala

Segundo a Nasa, o DART atingirá o Didymos B, o asteroide menor, “a uma velocidade de 6 km por segundo, nove vezes mais rápido que uma bala”.

Com esse teste, os cientistas poderão avaliar a mudança resultante na órbita de Didymos B ao redor de Didymos A. Isso permitirá determinar as capacidades do impacto cinético como uma estratégia de mitigação de asteroides.

“O DART é um passo crítico para demonstrar que podemos proteger nosso planeta de um impacto futuro de asteroides”, diz Andy Cheng, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins em Laurel, Maryland (EUA), que também participa do projeto.

Segundo o professor Margot, a iniciativa está dentro das capacidades tecnológicas dos Estados Unidos, mas pode enfrentar o risco de cortes orçamentários.

“Se os responsáveis pelo orçamento não apoiarem o projeto, poderão ser considerados culpados pela perda de vidas e bens em caso de um impacto grande de um asteroide”, opina Margot.

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Roupa branca pode não ser a melhor no calor

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Ao contrário do que diz o senso comum, branco não é, necessariamente, a melhor opção de cor de roupa para dias de calor.

De modo geral, a melhor opção, de acordo com a ciência, é usar roupas largas e pretas, pois é preciso considerar que o corpo humano, também, gera calor.

O alerta é professor da Universidade de Granada, na Espanha, Arturo Quirantes.

“Nós emitimos energia térmica. Se usamos roupa branca, o calor que emitimos rebate contra o tecido e não consegue sair”, diz o cientista.

“No entanto, se o tecido é preto, ele o absorve. E, se houver vento, ele leva o calor por convecção (processo de transmissão de calor em que a energia térmica se propaga por meio do transporte de matéria), que é um mecanismo eficiente para nos manter frescos”, explica.

É por isso que os beduínos, acostumados a viver sob o escaldante calor do deserto, têm o corpo todo coberto por uma manta preta.

“O elemento chave na roupa beduína é que, além de ser preta, ela fica solta. Isso faz com que sejam criadas as correntes de convecção, o que permitem que o corpo expulse o calor de forma mais eficiente”, explica o professor.

Agora, se não houver vento e a pessoa for usar uma camisa apertada, o melhor, nesse caso, é a cor branca, para rebater o calor.

Quanto mais escura for a roupa, mais calor absorverá e refletirá menos.

com dados da BBC Londres

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Reitor da Uema destaca importância de Simpósio Internacional para o MA

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O reitor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Gustavo Costa, vem se destacando como um grande administrador. Ele e outros gestores da Uema avaliam como uma conquista para o Maranhão, a realização do I Simpósio Internacional de Inovação em Educação Superior, em São Luís, semana passada, em São Luís, com a participação de cientistas, pesquisadores, professores, gestores públicos e empresários.

A promoção foi  da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) e do Governo do Estado, por meio da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e Secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

Na avaliação do reitor da Uema, Gustavo Costa, sediar um simpósio internacional na área de inovação e educação superior é uma grande conquista para pesquisadores do Maranhão. “É a oportunidade para o Maranhão e, particularmente, para Uema tem acesso mais de perto, e em um mesmo espaço, a uma programação rica, com a apresentação de grandes nomes, conhecidos internacionalmente”.

Gustavo Costa afirmou que a inovação tem reflexo direto e, com muito mais intensidade, na educação superior. “Acredito que a forma como nós conseguimos organizar este simpósio, com o apoio da Abruem, nos garante a segurança que estamos no caminho certo em termo de promoção de avanços significativos no ensino superior no Maranhão”.

A coordenadora geral do Uemanet e do Simpósio, Ilka Serra, afirma que as expectativas com relação aos resultados do evento são muito boas. “Esperamos que este simpósio seja mais um incentivo para professores adotarem uma nova metodologia de trabalho na educação baseada, principalmente, nos processos de inovação”.

A professora Ilka Serra afirmou que é na perspectiva de ampliar de incentivar as práticas pedagógicas é que acontece, nesse simpósio, o compartilhamento de experiências de palestrantes nacionais e internacionais. “Tudo isso culminará com a elaboração de um relatório que enviaremos para as universidades”.

Com dados da Secap/Governo do Maranhão

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Como fica o cérebro se não dormimos o suficiente?

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A falta de sono pode originar graves problemas para a saúde, como depressão, obesidade e diabetes. Porém, a ciência ainda não sabe detalhes do que acontece ao cérebro quando não dormimos o suficiente.

Adrian Owen, neurologista do Instituto do Cérebro e da Mente da Universidade do Ontário Ocidental (no Canadá), elaborou uma forma de compreender os impactos da privação de sono no cérebro humano.

O detalhe é que a pesquisa é realiza online e aberto a todas as pessoas interessadas em participar, independentemente da sua localização geográfica.

O objetivo é saber se não dormir o suficiente afeta a cognição, memória e capacidade de concentração.

O estudo tem parceria com o Instituto do Cérebro e da Mente e da Cambridge Brain Sciences, uma plataforma online canadense e já tem participação de dez mil pessoas.

Com dados da BBC Londres e do Portal Público, de Portugal

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Emanuel Miguez defende mais qualificação profissional para os engenheiros

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Presidente do CEM, Emanuel Miguez

 

O Clube de Engenharia do Maranhão (CEM) está investindo na qualificação profissional de engenheiros e estudantes de engenharia. Por meio de um programa de educação continuada, estão sendo oferecidos diversos cursos, voltados, principalmente, para o ensino de aplicativos e plataformas virtuais que estão sendo usadas nas atividades de engenharia.

“As engenharias estão sendo impactados por ferramentais virtuais que mudaram a forma de atuação no mercado de trabalho e são tecnologias constantemente atualizadas, o que exige uma educação continuada. E é isso que o clube de Engenharia do Maranhão está incentivando”, afirma o presidente do CEM, Emanuel Miguez Dias.

“MS Project”, terceiro curso oferecido, este ano, à sociedade pelo CEM é uma dessa ferramenta. É relevante, na atualidade, no trabalho de engenheiros civis, agrônomos, de alimentos, mecânicos e elétricos realizados no mercado de trabalho.

Este ano, o CEM já ofereceu os cursos “Excel aplicado à engenharia” e “Orçamento de obras da Construção Civil”. Até agosto serão 10 cursos, que estão atraindo a atenção de engenheiros e estudantes e profissionais de outras áreas. Vários cursos são gratuitos.

O curso “MS Project” está sendo ministrado na sede do CEM (Avenida dos Holandeses, 14, Edifício Multiempresarial Century, 14° andar, próximo da AABB), pelo engenheiro civil Franklyn Veras. Ele é especialista em Building Information Modeling (Modelagem de Informações da Construção). Mais informações pelos fones (98)  (98) 3303-4981 / Whats (98) 9 8460-8965

Presidente do CEM, Emanuel Miguez, com participantes de curso do CEM

MS Project

MS Project é um aplicativo de gerenciamento de projetos usado para planejar, programar e representar graficamente as informações de um projeto. Gerencia datas, duração do projeto, calendário de trabalho. Tem o Gráfico de Gantt, usado para ilustrar o avanço e intervalos de um projeto, que é um modelo probabilístico (para cálculos relacionados a planejamento), diagrama da rede, custos (fixos, não fixos, outros) e uma gama de relatórios.

“É voltado para o planejamento e execução de atividades em qualquer área de engenharia, incluindo cronogramas físicos e financeiros”, explica o presidente do CEM, Emanuel Miguez Dias.

São 20 horas/aula. As primeiras 10h é voltada à área de planejamento e a segunda à execução de obras. O clube sorteou cinco bolsas entre os engenheiros associados ao CEM. O resultado do sorteio está no site.

Os cursos fazem parte do Plano de Educação Continuada do CEM. Tem apoio dos Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão (Crea-MA), Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo do Maranhão (CAU-MA) e o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea) e do Sinduscon. Mais informações no site www.clubedeengenhariama.com.br/cursos e pelos fones (98) 3303-4981 3303-83.

 

 

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Flávio Dino investe mais de R$ 40 milhões no ensino superior

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A contribuição do governador Flávio Dino com a União para manter o curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), no município de Pinheiro, na Baixada Maranhense, demonstra o compromisso do Governo do Estado com o crescimento do ensino superior no Maranhão.

E outras iniciativas estão em curso. Ao transformar um Centro de Estudos da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) na Universidade da Região Tocantina (Uema Sul), a primeira pública no interior do estado, Flávio Dino garantiu investimentos no ensino superior estadual que poucos gestores teriam coragem de fazer neste momento de crise.

Construção e reforma de campi, mais programas de extensão universitária, investimentos na formação de professores e aquisição e modernização de equipamentos são investimentos do Governo do Estado que estão ampliando o acesso ao ensino superior no Maranhão.  São R$ 40 milhões neste setor, em dois anos da gestão.

Estão em obras de reforma e ampliação os campi da Uema de São Luís, São Bento e São João dos Patos.

O Governo do Estado autorizou 53 vagas para professores, medida inédita na história da Uema e liberou recursos para obras de manutenção e reforma nos prédios de todos os centros da instituição.

“A Uema tem um planejamento consistente. Dentro da realidade, prioriza investimentos e otimiza custeio. Estamos promovendo melhorias na infraestrutura dos campi com apoio do governador Flavio Dino. Reformas e novos espaços estão à disposição da comunidade”, destaca o reitor da Uema, Gustavo Costa.

Fapema

Flávio Dino colocou um professor da Uema, Alex Oliveira, na presidência da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema). Esse cargo era privilégio de docentes da Ufma.

A Uema foi contemplada com R$ 1 milhão, em edital da Fapema para investir na infraestrutura dos laboratórios de pesquisa. O campus de Açailândia ganhou novo e equipado laboratório de informática.

A Fapema dobrou o número de bolsas de pós-graduação e ampliou a possibilidade da abertura de novos cursos de mestrado e doutorado. Em 2016, a Fapema teve o maior número de propostas, junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), para criação de novos programas de mestrado e doutorado. Cresceu, também, o número de patentes submetidas pelo Maranhão, a exemplo do registro da primeira patente internacional.

Uema do Sul

A Uema Sul era um centro de estudos da Uema que está sendo transformado em um campus universitário em Imperatriz. E a proposta é fazer centro de estudos da Uema Sul em alguns dos outros 22 municípios da região. Em Açailândia, os trabalhos estão adiantados. A ideia deve ser ampliada com a instituição de outras universidades estaduais no interior, como a da Baixada Maranhense (sede provavelmente em Pinheiro) e Região dos Cocais e Leste do Maranhão (Caxias).

Extensão universitária

A extensão universitária recebeu recursos do Governo do Estado de mais de R$ 800 mil por meio do ‘Mais Extensão’, ‘Juventude e Consciência’, ‘Projeto Rondon’ e o programas de intercâmbio via ‘Cidadão do Mundo’, entre outros. Pelas ações, os estudantes têm vivências em outras localidades, com fins a aprendizado em sua área de estudo e pesquisa.

Ajudar a Ufma

Um dos graves problemas da atual administração da Ufma é o curso de Medicina de Pinheiro. Falta estrutura e professores e o Governo Federal, alegando a crise, não está priorizando a consolidação desse curso, importante para incrementar uma região pobre do Maranhão.

O governador Flávio Dino vai ajudar o Governo Federal a manter o Curso de Medicina em Pinheiro, a pedido da reitora Nair Portela.

É uma tarefa árdua fazer de Pinheiro uma cidade universitária. É preciso uma excelente estrutura, segurança pública nos campi da Ufma, Uema Ifma, lazer de qualidade e, sobretudo, que políticos (vereadores, deputados da região), empresários, sindicalistas colaborem para que a cidade tenha um perfil acadêmico, cultural (com respeito a cultura popular) e diversificado. São medidas que podem ajudar médicos a se deslocarem ou morarem em Pinheiro para que o curso se viabilize.

Juiz de Fora e Ouro Preto, cidade de Minas Geral, têm parte de suas economias pautadas em suas universidades. Não é uma tarefa fácil. Até hoje, cidades com melhores estruturas, no Rio Grande do Sul, tem dificuldades de manter professores universitários em curso como Medicina. Por isso, repito: É importante que lideranças de Pinheiro garantam uma cidade segura, com boa mobilidade urbana, silenciosa, arborizada, limpa e tranquila.

Investimento em ensino superior é estratégico para desenvolver todo o Maranhão. São Luís vai lucram muito com o interior estável. Flávio Dino sabe disse e é preciso união de todos para que o estado avance. O meio acadêmico tem de ter essa visão.

Com dados do Governo do Estado/Secap

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Flavio Dino apoia Ufma no caso do Curso de Medicina em Pinheiro

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Um dos problemas da atual administração da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) é o curso de Medicina, instalado no município de Pinheiro, na Baixada Maranhense. Falta estrutura e professores e o Governo Federal, alegando a crise, não está priorizando a consolidação desse curso, importante para incrementar uma região pobre do Maranhão.

A reitora da Ufma, Nair Portela, está buscando outros caminhos e recebeu pronto apoio do governador Flávio Dino. O Governo do Maranhão vai ajudar o Governo Federal a manter o Curso de Medicina em Pinheiro.

Flávio Dino recebeu, no Palácio dos Leões, em São Luís, a reitora Nair Portela e o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio. Garantiu apoio à construção de uma biblioteca que atenda todos os sete cursos, reforma das Unidades Básicas de Saúde e oferta de bolsa, por meio da Fapema, a professores orientadores dos alunos e os professores que irão ministrar as aulas.

É importante que toda a sociedade do Maranhão, incluindo o vice-reitor da Ufma, Fernando Carvalho; o ex-reitor Natalino Salgado; e, principalmente, o diretor da Ufma em Pinheiro, Rickley Marques, sejam entusiastas dessa causa, pois o curso de Medicina de Pinheiro é fundamental para a Baixada e para todo o estado.

Dados Governo do Maranhão/Secap e Ascom/Ufma

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Fim da broca, a maior praga da cana-de-açúcar

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O setor sucroalcooleiro comemora a aprovação para uso comercial da primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada do mundo. A variedade da cana foi desenvolvida pelo CTC, o Centro de Tecnologia Canavieira.

A variedade, chamada de CTC 20 Bt,  foi desenvolvida para ser resistente à broca-da-cana, que tem nome científico de Diatraea saccharallis. Uma praga que provoca prejuízo de cerca de R$ 5 bilhões por ano ao setor.

Ilustração: Jan Sepp (1778 – 1853) via Wikimedia Commons

Depois de sete anos e meio de estudos, o CTC apresentou a variedade à CTNBio, Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A CTNBio levou um ano e meio para aprovar a variedade.

Uma das razões que fundamentaram a aprovação é que os estudos garantem que as propriedades do açúcar e do álcool não foram modificadas e que também não houve danos ambientais.

Para o professor Marcos Fava Neves, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, especialista em agronegócio, a notícia não poderia ter sido melhor. Para ele, o Brasil vai dar um salto enorme na produção e exportação dos produtos derivados da cana, como açúcar e etanol.

O Brasil exportou na última safra, de 2016-2017, 28 milhões de toneladas de açúcar para cerca de 150 países, gerando receita de R$ 35 bilhões na balança comercial.

O Centro de Tecnologia Canavieira foi criado em 1969 por iniciativa de um grupo de usinas da região de Piracicaba e, desde então, se transformou no principal polo de desenvolvimento da cana-de-açúcar do País e um dos mais importantes do mundo. Em quase 50 anos, o CTC conseguiu aumentar a produtividade da cana-de-açúcar em 40%.

Com dados do Portal USP

 

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