Concurso Planos de Negócios Inovadores

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Concurso Plataforma UMSOLUGAR

Capa da página do concurso

 

A empresa de e-commerce UmSóLugar, operadora da Visual-Meta no Brasil, está com inscrições abertas, até 31 de agosto, para o Concurso Fast Forward, que escolherá as melhores propostas de planos de negócios de estudantes de graduação que não possuem recursos para concretizar ideias.

E-commerce (comércio eletrônico) é uma modalidade empresarial que realiza suas transações financeiras por meio de dispositivos e plataformas eletrônicas.

A Visual Meta é uma empresa alemã que reúne, em plataformas de computador e celulares, uma variedade de lojas online nos segmentos de moda e lifestyle (estilo de vida, mais ou menos como um grupo de pessoas vivencia o mundo).

Concurso

Com o objetivo de incentivar o espírito empreendedor de estudantes, o concurso vai premiar dois universitários que apresentarem os melhores planos de negócio do País.

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) é uma das instituições parceiras do projeto, que é destinado a estudantes de graduação.

Os interessados podem sugerir modelos de negócios como aplicativos para smartphones, lojas online e outras iniciativas.

A proposta deve ser elaborada de forma objetiva e descritiva em documento PDF de cinco a dez páginas, no formato de plano de negócios.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail concurso@umsolugar.com.br.

Mais informações podem ser obtidas no site do Concurso Fast Forward.

http://www.umsolugar.com.br/concurso

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USP, de novo, é “top 100” do mundo

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Mesmo com as greves intermináveis e muitas dívidas, a Universidade de São Paulo (USP) subiu 30 posições e aparece como a única universidade do Brasil entre as 100 melhores instituições de ensino superior do mundo em reputação no meio acadêmico.

O ranking foi divulgado, esta semana, pela instituição londrina Times Higher Education (THE).

A USP aparece na faixa entre o 51º e o 60º lugar. No ano passado, a USP estava na faixa de 81º ao 90º lugar.

Da América Latina, a USP é a melhor colocada. Entre as 100 aparece, também, a Autônoma do México (entre as 70º e 80º) e nenhuma da Argentina e do Chile.

O ranking foi montado a partir de pesquisa com 10,5 mil professores de 150 países.

Residência da USP

Cidade Universitária da USP, no bairro Butantã, na cidade de São Paulo

 

EUA na frente

Entre as 10 melhores universidades do mundo, 8 estão nos Estados Unidos e duas no Reino Unido.  Veja o ranking completo e outros dados no endereço abaixo.

http://www.timeshighereducation.co.uk/world-university-rankings/2015/reputation-ranking

A Universidade Harvard (Estados Unidos) segue em primeiro lugar com a maior reputação acadêmica.

As universidades britânicas de Cambridge e Oxford superaram o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade Stanford e, agora, estão na segunda e terceira posições.

O detalhe é que algumas universidades da China estão aparecendo na lista, e em melhores posição de que países como a França e Alemanha.

Entre as 100 melhores, quase a totalidade são universidades dos Estados Unidos, Canadá, paises da Europa, da Austrália, da China e do Japão.

Veja tabela com as 10 melhores universidades do mundo.

 

Ranking de melhor reputação acadêmica pelo THE

Posição Instituição País

 1

Universidade Harvard EUA

 2

Universidade de Cambridge Reino Unido

 3

Universidade de Oxford Reino Unido

 4

Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) EUA

5

Universidade Stanford EUA

6

Universidade da Califórnia – Berkeley EUA

7

Universidade Princeton EUA

8

Universidade YAle EUA

9

Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) EUA

 10

Universidade Columbia EUA

51º – 60º

Universidade de São Paulo BRASIL

Fonte: Times Higher Education, Top Universities by Reputation 2015

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O que torna uma cidade caminhável?

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É praticamente impossível para um pedestre caminhar, de forma agradável, em São Luís. E caminhar mesmo ficou difícil em toda a cidade. Os pedestres estão praticamente resumidos ao centro da cidade.

A intervenção viária que a Prefeitura fez, por exemplo, na área do Anel Viário, perto da Barragem do Bacanga, simplesmente ignora o pedestre. Quem quiser ir a uma parada que fica na área do aterro tem de pedir clemência aos motoristas e ainda enfrenta sérios riscos.

Isso vem acontecendo em quase todo o Brasil. As pessoas, nas cidades brasileiras, viraram reféns de shoppings e carros.

Só lembrando que cidades como Paris, e outras, não tem shoppings. As ruas são shoppings.

Transcrevo abaixo uma avaliação sobre mobilidade urbana na cidade de Seattle, publicada no Via Plataforma Urbana. Tradução Maria Júlia Martins, ArchDaily Brasil.

Segue endereço para mais detalhes, mapas e gráficos

 

Seattle

Seatlle, ao norte dos Estados Unidos

 

O que torna uma cidade caminhável?

Caminhar por um bairro que tenha parques, comércios e serviços próximos uns dos outros é sem dúvida uma atividade mais agradável que andar por regiões onde esses programas e usos se encontram menos adensados.

Dentre os fatores que influenciam nisso, segundo um estudo da Universidade de British Columbia, estão o desenho do espaço urbano, o acesso aos transportes públicos, a densidade populacional e as leis de zoneamento, que mudam de um município para outro.

Na pesquisa foram comparadas duas regiões do estado de Washington com o objetivo de observar onde a experiência urbana se mostrava mais agradável. Foi incluída na pesquisa, também, a medição feita pelo Walk Score, um site que pontua os índices de caminhabilidade das regiões, tomando como base, entre outros fatores, os deslocamentos a pé, de bicicleta e em transporte público.

Veja os resultados a seguir

Segundo a pesquisa, a experiência de caminhar um quilômetro e meio em Phinney Ridge, um bairro no centro-norte de Seattle, e caminhar a mesma distância em Bellevue, uma cidade satélite de Seattle, são bastante diferentes.

Isso acontece pois o primeiro apresenta vários parques, lojas e serviços próximos uns dos outros, enquanto o segundo conta apenas com pequenas praças, distantes umas das outras, e algumas poucas lojas e serviços.

Essa característica é, em parte, explicada pelo traçado urbano de Phinney Ridge – um desenho em grelha que condensa todas as atividades – enquanto Bellevue não possui nenhuma área urbana definida e apresenta, além disso, muitas ruas sem saída que prejudicam os deslocamentos, afetando a acessibilidade e eficiência do traçado.

As linhas azuis no mapa de Phinney Ridge representam os lugares próximos, a menos de um quilômetro e meio do centro – ou da estrela –, que conectam bairros residenciais e de serviços com parques e comércios.

Mapa de distâncias caminháveis em Phinney Ridge. Fonte: Instituto Sightline

Ao medir este bairro no Walk Score, o resultado obtido foi “muito caminhável“, alcançando 80 de 100 pontos. Na mesma escala o transporte público recebeu 48 pontos, enquanto que a bicicleta atingiu 72 pontos.

Mapa de Phinney Ridge é “muito caminhável”. Fuente: Walk Score.

No mapa de Bellevue a situação é muito diferente; são reduzidas as opções de deslocamento a pé no centro da cidade e a maioria dos parques está a mais de um quilometro e meio de distância uns dos outros. Além disso, a maior parte dos estabelecientos comerciais se encontra longe do centro.

Mapa de distâncias caminháveis em Bellevue. Fonte: Instituto Sightline

No Walk Score essas deficiências de Bellevue foram refletidas na pontuação da região, que foi classificada como “um pouco caminhável” (51 de 100 pontos), com 54 pontos no transporte público e apenas 39 no transporte cicloviário.

Mapa Belleveu “um pouco caminhável”. Fonte: Walk Score.

No entanto, os pesquisadores de Columbia explicam que as malhas urbanas quadriculadas não são o modelo mais eficiente; se tomarmos o exemplo de algumas cidades europeias, muitas delas apresentam malhas circulares.

Na realidade, o que potencializa os deslocamentos é a alta densidade dos bairros combinada com ruas e avenidas bem conectadas e com um bom sistema de transporte público.

O estudo também mostrou que as leis de zoneamento são responsáveis por determinar se uma cidade apresenta ou não lugares atraentes próximos uns dos outros, o que se comprova pela coexistência de bairros que recebem bem os pedestres, e outros que são voltados para os automóveis.

 

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Filhos tem mais dos pais e menos das mães

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Filhos parecem mais com os pais

Um estudo desenvolvido na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, descobriu que os filhos tem maior influência de genes mutantes vindos do pai do que genes mutantes da mãe.

Mutações genéticas passadas dos pais para os filhos aparecem, tipicamente, em doenças consideradas complexas, que envolvem milhares de genes.

O processo pelo qual a informação contida nos genes se manifesta fisicamente é chamado de expressão genética.

Cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novos caminhos para o tratamento de doenças comuns, porém complexas, como vários tipos de câncer, diabetes, doenças cardíacas, esquizofrenia e obesidade.

Com dados da BBC de Londres

 

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Balsas terá novo campus da UFMA

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Campus Balsas

Projeto do campus da UFMA em Balsas

 

 

O reitor Natalino Salgado assinou, na última terça-feira, a ordem de serviço para o início das obras de construção dos novos prédios do Campus da UFMA em Balsas.

Campus Balsas ordem de servico

Reitor Natalino Salgado assina a ordem de serviço

 

O prédio ficará em uma área de 120 hectares doada pela prefeitura local.

Natalino Salgado disse que a ordem de serviço para início imediato das obras marca uma nova etapa da expansão da UFMA no sul do Estado e a consolidação da Universidade em Balsas.

Atualmente, o Campus da UFMA em Balsas, a 774 Km de São Luís, possui um curso, o de Bacharelado Interdisciplinar em Ciências e Tecnologia (BCT), que engloba as engenharias ambiental, civil, elétrica e mecânica.

com dados da Ascom/Ufma

 

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Bicicleta fica com 16% do tráfego no centro da cidade

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Bicicleta em Londes 2

Ciclista londrina

 

O uso de bicicleta cresceu 10% no último trimestre e representa 16% do tráfego de veículos no centro da cidade.

Infelizmente não estamos falando de São Luís, de Imperatriz, do Rio e nem de São Paulo, mas de Londres, que está investindo cerca de 2 bilhões de dólares em infraestrutura de ciclovias.

 

bicicletas-ciclismo-londres

Ciclistas pelas ruas de Londres

 

Londres é uma das maiores, mais belas e sofisticadas cidades do mundo.

Enquanto isso, no Brasil, os ‘chiques’ usam carro até para ir à padaria, perto de casa.

Construir ciclovias está gerando polêmica em São Paulo e, no Maranhão, nem é política pública de transporte.

Há algumas iniciativas isoladas em São Luís de passeios ciclísticos como lazer e prática aeróbica.

Ciclistas, de diversas idades, organizaram uma ‘pedalada’, durante o Carnaval, de Imperatriz para São Luís. A mídia – inclusive os disparos nas redes sociais -, envolvida em polêmicas bobas da área cultural, ignorou este grande acontecimento.

A Sedel deu um apoio.

S

Prefeitura de Londres investe em estacionamento para bicicletas

 

 

Bicicletas em Londres 3

Comparativo da economia de espaço em estacionamento entre carros e bicicleta, em Londres

 

 

Estrada de bicicleta

Se incentivar o uso de bicicleta em São Paulo está provocando tanta polêmica na mídia, imagina o que seria se um prefeito de uma grande cidade brasileira propusesse construir uma estrada para bicicletas, como quer o prefeito de Londres, Boris Johnson.

Segundo o projeto, a pista exclusiva será construída separada da via dos carros. É previsto um número menor de interferências na pista, como cruzamentos.

A construção está orçada em 41 milhões de libras.

Caso aprovada, a estrada de bicicletas deve ser entregue em 2016.

Como sempre, quando der certo em Londres, e outras cidades como Buenos Aires e Montevidéu, ai os brasileiros vão achar chique usar bicicleta como meio de transporte.

O Brasil, como país tropical, já poderia tá dando exemplo, agora, nas Olimpíadas do Rio.

Vanguarda, em São Luís, somente alguns trabalhadores da construção civil, que se arriscam no trânsito, que só privilegia carros, e usam bicicleta como meio de transporte.

 

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Avanços na exploração do Universo em 10 anos

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A BBC de Londres ouviu opiniões de especialistas sobre quais serão os avanços na exploração do Universo nos próximos 10 anos?

Foram entrevistados os cientistas Scott Pace (diretor do Instituto de Política Espacial, em Washington), David Baker (ex-engenheiro da Nasa, escritor e editor da revista Spaceflight) e Monica Grady (professora de ciências planetárias e espaciais na Open University, da Grã-Bretanha).

Avanços na exploração do Espaço
Lua poderá servir como base para lançamento de foguetes

 

Veja os avanços

A Lua poderia servir de base para lançamento de foguetes. Uma viagem à Lua dura apenas três dias e mandar astronautas para lá por um curto período de tempo é algo que exige poucos recursos. Um dos objetivos da China é colocar astronautas na Lua.

Em meados de 2020, a China terá uma estação espacial em órbita e a Europa negociará para ter alguns astronautas a bordo.

As missões espaciais de turismo lançadas por empresas particulares, como a Virgin Galactic, a Space X e a XCOR, terão sucesso. Quando os negócios das empresas privadas se consolidarem, os governos terão resultados surpreendentes.

A Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos,  lançou recentemente a Orion, nave destinada ao transporte de astronautas, em substituição aos ônibus espaciais, o que trará desdobramentos em termos de avanços científicos.

A Europa conseguiu pousar uma sonda em um cometa a 510 milhões de quilômetros da Terra, o que contribuirá para progressos no  campo da ciência espacial.

Com os avanços da robótica, os robôs poderão fazer o que os homens fazem, para fins científicos, não havendo tanta necessidade de mandar pessoas para missões científicas espaciais.

A China está trabalhando em sua próxima estação espacial.

Nos próximos anos acontecerá a etapa final da construção telescópio espacial James Webb, um observatório flutuante do tamanho de uma quadra de tênis.

Haverá uma corrida espacial entre a Índia e a China

 

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Ganhadores do ‘World Press Photo 2015’

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Uma imagem realizada pelo fotógrafo dinamarquês Mads Nissen é a fotografia do ano segundo o júri da 58ª edição do World Press Photo, maior prêmio dedicado ao fotojornalismo no mundo. As fotos são referentes a 2014.

Primeiro lugar

 

O registro mostra o casal gay Jon e Alex durante um momento íntimo, em São Petersburgo, na Rússia, pais onde a vida de gays é considerada uma das mais difíceis do mundo, depois dos países islâmicos.

A coordenadora do júri nesta edição, Michele McNally, diretora de fotografia do jornal The New York Times, comentou ao site do World Press Photo que a imagem vencedora precisa ter estética, impacto e potencial para se tornar icônica.

Veja as demais fotografias vencedoras. Tem algumas impressionantes, como a de um macaquinho acuado pelo domador, de Lionel Messi de olho gosto na taça da Copa, entre outras.

Veja todas em

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/12/album/1423738350_821141.html#1423738350_821141_1423738629

Veja sobre o prêmio no site abaixo

www.worldpressphoto.org/awards/2015

N

 

B

 

Quarto lugar

Décima primeira

 

Nono lugar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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É possível fazer um ‘back up’ do cérebro?

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Se fosse possível ‘salvar’ sua memória como fazemos com informações no disco rígido de um computador, você faria isso? Essa é uma questão que alguns cientistas esperam poder nos fazer em breve.

Equipes de cientistas trabalham para descobrir tecnologias que ‘eternizem’ nossas mentes.

Desde os primeiros desenhos riscados em paredes de cavernas na pré-história, o homem vem tentando transcender sua memória, passando pela imagens fotográficas, entre outras.

As mais recentes tentativas vêm pelos servidores da internet.

Se for possível fazer um ‘back up’ do cérebro, as consequências serão profundas.

Conheça alguns desses projetos e entenda o que eles pretendem alcançar e de que forma.

Back up do cérebro 2

Equipes de cientistas trabalham para descobrir tecnologias que ‘eternizem’ nossas mentes

 

Eterni.me

Eterni.me é um serviço que propõe guardar a sua memória ou de um ente querido seu.

Funciona da seguinte maneira: em vida, o cliente dá ao Eterni.me acesso a todas as suas contas em sites como Facebook, Twitter e provedores de e-mail. E também faz uploads de fotos, de históricos geográficos de locais onde esteve e até de coisas que viu usando a ferramenta Google Glass.

As informações são coletadas, filtradas e analisadas antes de serem transferidas para um avatar (uma pessoa virtual que tenta imitar a aparência e personalidade do usuário).

O avatar aprende mais sobre a pessoa à medida que interage com ela ao longo da vida. O objetivo é que o avatar possa, no decorrer do tempo, refletir com cada vez mais precisão a personalidade desta pessoa.

“A ideia é criar um legado interativo, uma forma de evitar (que a pessoa) seja totalmente esquecida no futuro”, disse Marius Ursache, um dos criadores do Eterni.me.

A equipe por trás do Eterni.me é formada por engenheiros, designers e pessoas de negócios, faz parte do programa de fomento ao empreendedorismo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (em inglês, Massachusetts Institute of Technology, MIT) e será lançado em breve.

O MIT é um centro universitário de educação e pesquisa privado localizado em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos. Um dos líderes mundiais em ciência, engenharia e tecnologia.

Back up do cérebro 4

Cérebro ‘back up’

E, se em vez de simplesmente escolhermos o que queremos capturar em formato digital, pudéssemos gravar tudo, absolutamente tudo o que uma mente contém?

Isto não é ficção científica. Em teoria, exigiria três avanços básicos.

Os cientistas teriam de descobrir como preservar o cérebro de alguém após sua morte. Depois, a informação contida nesse cérebro precisaria ser analisada e arquivada. Finalmente, a mente da pessoa precisaria ser ‘recriada’ em outro cérebro construído artificialmente.

Cientistas de todo o mundo já trabalham para tentar criar um cérebro humano artificial. Nele poderia ser feito o upload de um arquivo de segurança da memória de um ser humano – ou, pelo menos, essa é a ideia.

O MIT, nos Estados Unidos, oferece um curso de conectomia – um campo ainda emergente da ciência onde pesquisadores tentam criar um mapa contendo todas as conexões existentes em um cérebro humano.

Especialistas trabalhando em outro projeto, o ‘US Brain’, tentam registrar a atividade cerebral de milhões de neurônios. E, na Europa, o projeto “EU Brain” tenta construir modelos integrados capazes de simular esta atividade.

Back up do cérebro 5

Corrida do Ouro

O desafio é grande, mas não parece haver escassez de investimentos nesse campo. O Google, por exemplo, vem investindo pesado no projeto Google Brain, que tenta simular aspectos do cérebro humano.

O diretor do projeto, o Ray Kurzweil, tornou-se o líder de uma comunidade de cientistas. Eles dizem acreditar ser possível fazer um back updigital de um cérebro humano – e dizem que ainda estarão vivos quando isso acontecer.

O Google também contratou o britânico Geoff Hinton, cientista da computação e um dos maiores especialistas do mundo em redes neurais – os circuitos por meio dos quais a mente humana pensa e lembra.

Com parte dos textos e as imagens da BBC de Londres
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Universidades querem ter mais autonomia do MEC

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As instituições de ensino superior federais querem ter maior autonomia do Ministério da Educação.

O assunto foi discutido entre diretores da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o ministro Cid Gomes, este mês, em Brasília, quando os reitores entregaram o Plano de Desenvolvimento das Universidades com esse direcionamento.

O reitor da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Natalino Salgado, esteve presente na audiência.

Para os reitores, a proposta abre um novo ciclo de expansão planejado, com foco na excelência e com o objetivo de cumprir as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Eles pediram a continuidade de programas relacionados à pós-graduação, assistência estudantil, internacionalização e dimensionamento de professores e técnico-administrativos.

Natalino Salgado disse que os reitores conversaram com o ministro sobre o projeto de lei, em tramitação no Congresso, para contratação de professores e funcionários.

Reitores no Mec

Reitores em audiência com o ministro Cid Gomes, em Brasília

 

Energia

Em outra audiência, com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, os reitores falaram sobre racionalização e eficiência no uso de energia elétrica pelas instituições universitárias. Atualmente, as universidades gastam em torno de 16% do orçamento com energia.

 Com dados da Ascom Ufma

 

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