Suíça festeja 50 anos de fotógrafo brasileiro

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A noiva

A Noiva

Uma exposição na Suíça, neste segundo semestre, marca os 50 anos de atividades de um dos mais importantes fotógrafos do Brasil, o paulistano Boris Kossoy. Ele também é pesquisador da Universidade de São Paulo (USP).

A exposição foi aberta na quinta-feira (11), em Basel, na Suíça.

O curioso, e gratificante, é a homenagem vir de longe: da Suíça.

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São 88 fotografias, sendo 21 do ensaio Viagem ao Fantástico, de 1971. Depois, uma edição formada por grupos sem preocupações cronológicas.

Como pesquisador, Boris Kossoy evidenciou a descoberta de um método fotográfico no Brasil, por Hércules Florence, em 1833, antes da difusão mais conhecida, a de Louis Jacques Mandé Daguerre, em 1939, em Paris.

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Boris Kossoy esteve em São Luís, quando fez vários ensaios. A foto com pessoas no coreto da Avenida Beira-mar, em 1971, faz parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo. Veja o acervo em

http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca-pt/default.aspx?mn=545&c=acervo&letra=B&cd=3637

São Luís por Boris Kossoy

 

Quem é Boris Kossoy

Em 1965, após se graduar como arquiteto pelo Mackenzie, abre o Estúdio Ampliart, na Rua Marquês de Itu, no bairro de Santa Cecília, São Paulo. Sua produção fotográfica é conhecida pelo mundo e   suas pesquisas traduzidas para vários idiomas.

Na Suíça, Kossoy fez sessão de autógrafos da edição alemã do seu livro Hercule Florence, que acaba de ser lançado pela editora LIT Verlag.

Recentemente, teve um de seus livros publicados na Espanha: Lo Efímero y lo Perpetuo en la Imagen Fotográfica (Ediciones Cátedra, 2014). Foi lançado no Museu Reina Sofia, em Madri, na Espanha.

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Alzheimer pode ser transmissível

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OBS: O Uniblog esteve sem atualização nos últimos dias por causa de viagens da equipe voltadas para estudos intensivos. Nossas desculpas aos acessantesEstamos de volta com postagens sistemáticas.

Pesquisadores britânicos dizem ter encontrado evidências de transmissão da Doença de Alzheimer durante procedimentos médicos, em um padrão semelhante ao observado com outro mal degenerativo cerebral, a Doença de Creutzfeldt-Jakob. Os dados são da BBC Londres.

Em um estudo publicado na revista científica Nature, cientistas da University College London argumentam que instrumentos cirúrgicos e agulhas podem apresentar um raro, mas, potencial risco de contágio.

Placas

Trata-se de uma estimativa ainda teórica, feita com base em autópsias de cérebros de oito pacientes. Especialistas já refutaram o “palpite”, dizendo que os resultados do estudo são inconclusivos.

O Alzheimer é um tipo de demência que é mais comum em pessoas de idade avançada. Trata-se de uma “morte” de células cerebrais e de um encolhimento do órgão, o que afeta muitas de suas funções. Cerca de 35 milhões de pessoas no mundo sofrem de Alzheimer.

No Brasil, a doença degenerativa afeta cerca de 1,2 milhão de pessoas.

A Doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) pode afetar pessoas mais jovens.

Há dois grandes sinais do Alzheimer que podem ser detectados por cientistas. O primeiro é um aglomerado de fragmentos proteicos da proteína beta-amiloide, chamados de placas amiloides. O outro é a presença de emaranhados de uma proteína conhecida como tau.

Quando a equipe de cientistas comandada John Collinge estudou os cérebros de pacientes recém-falecidos em função da Doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD, na sigla inglesa), topou justamente com essas pistas.

Baixo

Todos os pacientes tinham contraído a doença por meio de injeções de hormônio de crescimento que receberam quando crianças. Entre os oito corpos estudados, sete tinham depósitos amiloides, algo surpreendente por causa da idade relativamente jovem (entre 31 e 51 anos).

Estudos feitos em animais corroboram a tese, mas é preciso cautela.

Nenhum dos pacientes analisados teve diagnóstico de Alzheimer e não está claro se desenvolveriam demência. Também não há provas de que o acúmulo de amiloides estava diretamente ligado às injeções de hormônios.

Collinge, por sinal, afirma que mais estudos precisam ser feitos. Ele diz já ter contactado o Ministério da Saúde do Reino Unido para checar se existem antigos estoques de hormônio de crescimento que podem ser examinados para detectar a presença de amiloides.

“Não acho que seja causa para alarme. Ninguém precisa adiar ou cancelar cirurgias”, disse o cientista.

Tratamentos com injeções de hormônio de crescimento – extraídos de cadáveres humanos – foram interrompidos em 1985 depois de descoberto o risco de contágio com CJD. Testes especiais passaram a ser feito em hospitais para minimizar os riscos.

Para o médico Eric Karran, diretor da Alzheimer Research UK, entidade que promove pesquisas sobre a doença, as atuais medidas de profilaxia hospitalar já tornam o risco de contágio com CJD extremamente baixo, e mesmo que se confirme o risco de transmissão do Alzheimer, há fatores mais determinantes.

“Os principais fatores de risco do Alzheimer ainda são idade, genética e hábitos”, afirma Karran.

 

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Prêmio Mais IDH para a Ciência, Tecnologia e Inovação

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), criou o Prêmio Mais IDH de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A instituição do Prêmio foi publicada no Diário Oficial da União.

O Decreto nº 30.980 prevê o repasse de uma importância em dinheiro, de diploma e da Medalha Eduardo Campos aos vencedores.

A cerimônia é prevista para outubro, durante a Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação que, em 2015, será realizada, entre os dias 19 e 25, na Praça Maria Aragão, Centro de São Luís.

Individual, o Prêmio é voltado para pesquisadores, inventores, estudantes de Ensinos Superior e Médio e Instituições que desenvolvam projetos ou atividades para melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano do Maranhão.

A entrega será feita pelo governador Flávio Dino. A regulamentação do prêmio e a seleção dos candidatos são de responsabilidades da Secti.

 

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A verdade existe?

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Ainda é grande a polêmica, no meio acadêmico, entre correntes que defendem a existência de uma verdade/realidade e os relativistas que propõem a impossibilidade de apreender a real.

O debate extrapola os setores filosóficos e adentra até mesmo no campo das ciências médicas e exatas.

O artigo do físico e filósofo Victor J. Stenger expressa uma posição interessante sobre o tema. Veja abaixo.

Questionando a verdade e a realidade

por Victor J. Stenger

Victor J. Stenger

Victor J. Stenger

Tradução de Álvaro Nunes

Algumas tendências recentes nos círculos académicos puseram em questão as noções convencionais de verdade e realidade. Estes círculos alegam que todas as afirmações, científicas ou literárias, são apenas narrativas ― histórias e mitos que nada mais fazem que articular os preconceitos culturais do narrador. Segundo esta perspectiva, qualquer narrativa é tão boa quanto qualquer outra, desde que cada uma seja expressa na linguagem da sua cultura particular e contenha assim todos os pressupostos dessa cultura acerca da verdade e da realidade. Os textos não têm significado intrínseco. Pelo contrário, o seu significado é criado pelo leitor. Chega-se então à conclusão de que nenhuma narrativa tem validade universal e que a ciência “ocidental” não é excepção.

Os estudantes das escolas americanas, e não só, ouvem os seus professores de ciências sociais e de humanidades argumentarem desta forma. Os defensores da “medicina alternativa” usam frequentemente argumentos análogos para rejeitar a ciência como instrumento para determinar a verdade em assuntos de saúde.

A afirmação de que a ciência “ocidental” não é excepcional começa com a noção plausível, embora em última instância enganadora, de que os seres humanos não têm acesso a um mecanismo pelo qual possam saber a verdade sobre uma realidade objectiva que exista independentemente dos processos mentais humanos. É certo que a ciência confia nos processos intelectuais e nem sempre segue uma via clara e lógica para chegar às suas conclusões acerca da realidade. É igualmente verdade que nunca prova que estas conclusões são correctas. A ciência nada conhece com certeza acerca do mundo e apresenta sempre os seus resultados em termos de probabilidades ou verosimilhanças. Frequentemente, a escolha entre teorias científicas rivais baseia-se no gosto, na moda, ou em noções subjectivas de simplicidade ou apelo estético.

É um facto que os cientistas nunca podem ter a certeza quanto à “verdade” das suas teorias. Contudo, as previsões das teorias científicas são tantas vezes suficientemente próximas da certeza que todos apostamos nelas as nossas vidas, como quando estamos num avião ou na mesa de operações. Quando as previsões são tão fiáveis, podemos racionalmente concluir, se não provar, que os conceitos em que se baseiam têm de ter uma validade universal. Isto é, têm de algum modo de estar ligados à forma como as coisas realmente são.

Por exemplo, não podemos prever com total certeza o que acontecerá se saltarmos de um edifício alto. É sempre possível que aterremos numa caixa de penas que, por sorte, está pendurada numa janela do andar de baixo. Contudo, com base na lei da gravidade, podemos prever com grande verosimilhança que passaremos esse andar e atingiremos o chão com um som nada saudável. A lei da gravidade foi testada vezes suficientes para podermos concluir que o conceito de gravidade é “real”.

A realidade actua de forma a restringir as nossas observações do mundo, impedindo que pelo menos algumas delas sejam completamente ao acaso, arbitrárias, ou o que quer que seja que gostássemos que fossem. Embora muito do que observamos seja de facto ocasional ― muito mais do que a maior parte das pessoas se dá conta ― nem tudo o é. E embora possamos exercer certo domínio sobre a realidade, essa realidade não é meramente a criação dos nossos processos mentais. Em sonhos podemos saltar de um edifício e flutuar até ao chão ilesos. Ao pensar em saltar de um edifício podemos imaginar o que quisermos quanto ao resultado. Nas nossas fantasias, o Super-Homem pode voar e salvar-nos. Um avião com um colchão nas asas pode aparecer mesmo a tempo. Mas, na realidade, seja o que for que desejemos, caímos no chão.

Sem ser muito pedante a definir realidade, direi que as nossas observações diárias mostram com clareza que nós e os objectos que nos cercam estamos sujeitos a restrições externas que nem nós nem esses objectos podemos dominar completamente. Se pudesse dominar a realidade com os meus pensamentos, gostaria de ter vinte anos e ser tão arguto como agora. Mas não posso. Na ciência, usamos as nossas observações do que acontece quando não estamos a sonhar ou a fantasiar para fazer inferências razoáveis sobre a natureza do que origina as restrições que registamos com os nossos aparelhos de medida.

A física moderna sugere fortemente uma “realidade última” surpreendentemente simples e não-misteriosa, que pode não ser o que desejávamos, mas que é apoiada pelos dados que conhecemos. Além disso, esta realidade é muito semelhante ao que foi inferido por alguns pensadores notáveis do mundo antigo: um universo composto de objectos elementares que se movem no vazio. Chamo a isto realidade atómica.

Esta proposta vai contra a moda corrente. Esta moda repudia todas as tentativas, interiores ou exteriores à ciência, para descrever uma realidade objectiva e universal. Repudio essa moda. Onde a validade e certeza de certos conceitos antigos e modernos de verdade e realidade são negados, eu afirmo-os. Onde se argumenta que a ciência ocidental nada nos diz com significado profundo, afirmo que é o nosso melhor instrumento para descobrir as verdades fundamentais.

Muitos professores de ciências naturais, voltados principalmente para a investigação, ignoram os ataques à ciência e ao pensamento racional. Quando ouvem afirmar que a ciência é apenas outra narrativa implausível, rejeitam a noção por não ter sentido. Em vez disso, deviam denunciá-la.

 

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Prêmio Valdimir Herzog 2015 de jornalismo

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Prêmio Valdimir Herzog

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Fim da Globalização e início da Era da Desglobalização

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A BBC de Londres postou excelente matéria sobre o fim da globalização e ascendência de um fenômeno chamado desglobalização. Fazemos aqui uma análise crítica desta situação atual do mundo.

Desde a crise econômica global de 2008, as fronteiras dos países estão se fechando às imigrações e as reservadas de mercado ganham fôlego. Tudo isso é consequência do que está sendo nominado de desglobalização.

A pergunta é se as novas tendências comerciais, financeiras, políticas e sociais, que estão apagando a chama da globalização, marcam uma nova era ou são transitórias.

Fim da globalização

Economia da China está unida ao mundo

 

Era da Globalização

Na década de 1990 e aurora deste século XXI, o termo globalização definia as políticas em que as multinacionais podiam mudar de país num piscar de olhos e o dinheiro cruzava fronteiras com a velocidade da internet.

Qualquer debate político-econômico, naquele tempo, sempre envolvia a ‘palavra mágica’: globalização.

Na época, o primeiro ministro britânico, o trabalhista Tony Blair, anunciou a Terceira Via, um mix da economia de liberdade de mercado da Era Thatcher/Reagan com elementos da economia de estado do bem-estar social.

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Ex-primeiro ministro britânico, o trabalhista Tony Blair

O filósofo americano Francis Fukuyama anunciou o ‘fim da história’. Caducava a ideia do socialismo/comunismo como alternativa ao capitalismo. O máximo de sociedade possível seria a social-democracia como a da Suécia; ultrapassar esse estágio social-econômico era retroceder a uma ditadura.

O mundo parecia que iria se unificar. A internet expandia o espaço virtual. Era o auge da consolidação da União Europeia. A URSS havia acabado e os estados do Leste Europeu se abriram ao mundo ocidental.

A Alemanha estava unificada e a China se ocidentalizava.

O fluxo de pessoas entre os países crescia. Turistas orientais invadiram a Europa.

Desglobalização

Hoje, em 2015, o cenário é outro. O comércio mundial e os investimentos internacionais sofrem uma retração e a fluxo migratório virou um problema.

Especialistas dizem que houve uma mudança desde a crise financeira global de 2008. É este novo momento que vem sendo chamado de desglobalização.

Os países do G-20, o grupo das maiores economias do mundo, por exemplo, colocaram ‘pé no freio’ da globalização por meio de medidas restritivas às relações de mercado.

As negociações promovidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em prol da liberalização de negócios já dura 13 anos sem serem concluídas.

Com a economia global abalada, o impacto sobre o comércio tem sido visível.

Se nos anos anteriores a 2008 cada aumento de 1% no PIB global era acompanhado por um aumento de 2% no comércio mundial, hoje, essa proporção é de um para um, nos melhores casos.

Em janeiro, o comércio mundial caiu 1,6% e em fevereiro, 0,9%. A globalização do sistema bancário também desacelerou

Política de imigração

No centro do debate, nesta era da desglobalização, está o mundo multicultural gerado pelos fluxos migratórios, outro símbolo da globalização.

Em todo o mundo, cresce a polêmica em torno da imigração. Nas principais economias, florescem discursos e práticas anti-imigração. Crescem movimentos anti-imigração, como a Frente Nacional, na França, e o UKIP, no Reino Unido.

Avanços

Por outro lado, nos últimos 25 anos, a unificação mundial, gerada pela globalização, desenhou um novo planeta.

A incorporação plena das economias da China e da Índia – que, juntas, têm cerca de 40% da população do mundo – e do Leste Europeu, são avanço consequente da globalização.

Os acordos comerciais têm se multiplicado entre os EUA e a União Europeia, que representam 40% da economia mundial; e entre 15 países da região do Pacífico, na Ásia, e nas Américas.

A tecnologia também está do lado da globalização, levando mais à ruptura de fronteiras do que a criação de obstáculos.

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Publicação de pesquisas do Ciência sem Fronteiras

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) lançou edital voltado para selecionar e publicar trabalhos de alunos que concluíram o intercâmbio Ciência Sem Fronteiras e já retornaram ao Brasil.

O Ciência sem Fronteiras é um programa do governo federal que patrocina o estudos de jovens universitários brasileiros em universidades estrangeiras.

Inscrição

Podem se inscrever do processo seletivo da Secti estudantes de graduação ou pós-graduação e pesquisadores de instituições de ensino ou pesquisa.

Os textos devem ser encaminhados para o e-mail [email protected] até 30 de junho.

O Comitê de Avaliação levará em conta a aderência aos temas propostos, qualificação acadêmica e contribuição para a reflexão sobre o tema.

Formatação

De acordo com as regras de formatação, as produções podem ter entre 4 e 15 páginas e devem respeitas as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Os textos serão publicados no formato de cadernos e disponibilizados, nos formatos impresso e digital, para acesso público e gratuito.

O resultado será divulgado em até 30 dias depois de encerrado o período de inscrições.

Mais informações no site da Secti http://www.secti.ma.gov.br/

Com dados da Secom/Governo do Maranhão

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NET para pessoas com algum tipo de deficiência

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O Supervisor de Desenvolvimento do Núcleo de Tecnologias para Educação da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Willian Mano, ministrará palestra “Acessibilidade na WEB: Internet para Todos” durante o Google I/O Extended São Luís, na próxima quinta-feira (28), na Universidade Dom Bosco (UNDB), em São Luís.

Ele mostrará como tornar um site ou aplicação acessível para pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela visual, motora ou mesmo para pessoas sem deficiências.

O I/O Extended São Luís é uma conferência de programadores organizada anualmente pela Google em São Francisco, Estados Unidos.

O objetivo é orientar os programadores a melhorar seus programas com técnicas que a Google demonstra. Nessa conferência a Google também anuncia novos produtos e novas versões do sistema operacional Android.

Saiba mais no link:

http://gdgsaoluis.com.br/io/.

 

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R$ 15 milhões para prédio da Uema de Imperatiz

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A cidade de Imperatriz vai ganhar um novo centro de estudos e pesquisas em produção agrícola.

O Governo do Maranhão vai investir R$ 15 milhões, já em 2015, para a construção de novo prédio para o Centro de Ciências Agrárias da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) de Imperatriz.

O governador Flávio Dino anunciou, esta semana, o investimento à comunidade acadêmica e aos representantes do Sindicato Rural, responsável pela doação de cinco hectares de terra para a construção do novo Centro de Ciências Agrárias. Ele estava acompanhado de diversas autoridades, entre as quais o secretário de Ciência e Tecnologia, Bira do Pindaré,

Serão três cursos oferecidos na nova estrutura da UEMA: Ciências Agrárias, Medicina Veterinária e Engenharia Ambiental.

 

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Maranhão destaque no leilão de petróleo e gás

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13 rodada mapa geral

Áreas em preto são os setores das das bacias a serem incluídas na rodada

 

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou os setores das bacias sedimentares de petróleo e gás do Brasil incluídas na 13ª Rodada de Licitações a ser realizada este ano. O Maranhão é destaque.

Os setores são grandes áreas das bacias de petróleo e gás. O Brasil possui 29 bacias, o equivalente a 7,5 milhões de km² (cerca de 2,5 milhões de km² no mar). Três bacias tem áreas do Maranhão.

As bacias podem ser territoriais ou marítimas e estão divididas em setores. Os setores estão divididas em blocos.

São os blocos que são ofertados, por meio de leilão público, para as empresas explorarem petróleo e gás natural.

No Maranhão existem três bacias: Barreirinhas (marítima), Pará-Maranhão (marítima) e Parnaíba (terrestre).

O Maranhão será um dos grandes destaques por causa da Bacia do Parnaíba. Dessa bacia foram incluídos dois setores na 13ª Rodada de Licitações, o que abrange quase toda a área do estado, além de parte de Tocantins e Pará.

A ANP ainda não definiu os blocos situados dentro dos setores que serão oferecidos e nem a data e local do leilão. Estes dados ainda serão divulgados pelo Ministério de Minas e Energia.

A escolha dos setores já foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em dezembro.

Mapa 13 rodada geral

Mapas das áreas com definição de relevo

 

Mapa 13 rodada detalhe

Detalhe dos dois setores da Bacias do Parnaíba includidos na rodada

 

13ª Rodada

Na 13ª Rodada estão sendo analisadas áreas em 23 setores do Brasil distribuídos em dez bacias sedimentares.

As bacias são: Amazonas, Parnaíba, Potiguar (terra), Recôncavo, Sergipe-Alagoas (mar), Jacuípe, Camamu Almada, Campos, Espírito Santo (mar) e Pelotas.

 O que ANP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é o órgão regulador das atividades da indústria do petróleo e gás natural e a dos biocombustíveis no Brasil. É uma autarquia federal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

É responsável por promover licitações e assinar contratos, em nome da União, para exploração desses produtos, fiscalizar essas atividades, promove estudos geológicos e geofísicos para identificação de potencial petrolífero no Brasil, entre outras atividades.

Fonte: ANP/Assessoria de Imprensa

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