Amigos têm laços genéticos

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Ao analisar as diferenças entre 2 mil pessoas, recrutadas em uma pequena cidade dos Estados Unidos para um estudo sobre coração, cientistas identificaram que amigos compartilham 0,1% mais DNA, em média, do que pessoas que não se conhecem.

afinidaes geéticas entre amigos

Há simetria entre DNAs de amigos

 

Apesar de pequena, a similaridade detectada é a mesma encontrada entre primos de quarto grau.

Outros pesquisadores demonstraram ceticismo quanto ao estudo, que foi publicado no periódico da Academia Nacional de Ciência americana.

“São descobertas incomuns, e isso normalmente desperta críticas de outros cientistas”, disse James Fowler, um dos autores do estudo e professor de Medicina Genética e Política Científica da Universidade da Califórnia, em San Diego.

Com dados da BBC

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Oculus Rift: o fim da realidade

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Unir a realidade deste mundo em que vivemos com a ficção do mundo virtual.

É o que anuncia a tecnologia Oculus Rift.

oculus-rift-inside

Publicações da área de tecnologia de todo o mundo estão reservado espaços para o assunto.

O criador dos óculos é um jovem da Califórnia (Estados Unidos), Palmer Luckey.

Os óculos prometem transformar os mercados de jogos, filmes, TV, música, design, medicina, sexo, esportes, artes, turismo, redes sociais e educação.

O lançamento deve acontecer no primeiro trimestre de 2015.

A Sony já anunciou que vai tentar criar um produto semelhante, e lançou um projeto que chama de Projeto Morpheus.

Palmer Luckey

O criador dos óculos , Palmer Luckey.

Fim da realidade

O que está mexendo com cientistas, incluindo filósofos e psicanalistas, é a possibilidade dos óculos provocarem grandes transformações na realidade em que se vive atualmente.

Os óculos podem desfazer todas as diferenças entre o que vivemos no nosso dia a dia e a realidade virtual.

Muitos acham que o mundo está próximo de grande mudança.

Como funciona

 

òculos rift 2

Oculus Rift reúnem um sistema estereoscópico 3D,  360 graus de visibilidade, som surrounding diretamente conectado aos ouvidos, e um software que atinge diretamente o córtex cerebral.

Caso a pessoa esteja, por exemplo, no calor de uma cidade do interior do Maranhão, mas estiver o com os Óculos Rift, poderá programar ir para o frio primaveril de uma cidade europeia.

 

Oculos Rift 3

 

Repercussão no MA

O professor do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Agostinho Couto, lembra que algo semelhante já foi pensado pelo escritor Aldous Huxley, no livro Admirável Mundo Novo.

Na obra de Aldous Huxley era o cinema sensível e a experiência era coletiva.

O professor Ed Wilson Araújo, também do Curso de Comunicação Social da Ufma, informa que participou de apresentação dos óculos Rift e do Google Glass, em palestra com professores do doutorado da PUC/RS.

O professor disse que tem pessoas que experimentam o Rift e ficam tontas no começo, de tanta intensidade que a experiência proporciona.

Equipe do G1 testou um protótipo para desenvolvedores do Oculus Rift e. Apesar de causar náuseas e ainda ter imagens em baixa definição, é notável como a experiência consegue ser realista.

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Tempo de foto do pôr do sol

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No Maranhão está chegando o tempo de sol forte, muitos ventos, poucas nuvens e chuvas.

De agosto a outubro será possível olhar o belo pôr do sol no Maranhão.

Entre os lugares bonitos para ver o pôr do sol, em São Luís, a Praça do Palácio dos Leões e a Avenida Beira-Mar, dois belos espaços pouco explorados turisticamente.

O pôr do sol é belo, também, na Praia da Ponta d’Areia e na Praça Gonçalves Dias.

O mesmo acontece em todo o litoral do Maranhão.

O artista plástico e fotógrafo Claudio Costa colheu um pôr do sol da Praia do Outeiro, litoral do município de Cedral.

Por do Sol Claúdio Costa

Pôr do sol na Praia de Outeiro, em Cedral, captado por Claudio Costa

 

O momento é de preparar as câmaras fotográficas para direcioná-las em direção ao que é iluminado pelo sol de fim de tarde do Maranhão.

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Acesse 37 mil pesquisas

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O Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é uma biblioteca virtual com 37 mil livros, 130 bases referenciais e 12 bases dedicadas a patentes.

 

Periódicos Capes 1

Capa do Portal de Periódicos da Capes

 

Há livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.

Quem acessa tudo

Podem acessar todo o conteúdo professores, pesquisadores, alunos e funcionários vinculados às instituições cadastradas para terem direito participantes a todo o conteúdo.

O Portal é acessado por meio de terminais ligados a internet e localizados nas instituições cadastradas.

Veja se a instituição que tu estudas ou trabalha está cadastrada

www.periodicos.capes.gov.br

Acesso livre

Os demais usuários interessados em acessar têm à disposição conteúdo de acesso livre, que inclui bases de dados nacionais e internacionais selecionadas pela equipe do Portal.

Também são disponibilizadas referências de teses e dissertações produzidas nos programas de pós-graduação de todo o Brasil e periódicos brasileiros com uma boa avaliação no programa Qualis – Capes.

Contatos 

convenios.periodicos@capes.gov.br.

Instituições que podem se cadastrar

Federais de ensino superior;

Instituições de pesquisa, com pelo menos um programa de pós-graduação, que tenha obtido nota 4 ou superior na avaliação da CAPES;

Instituições públicas de ensino superior estaduais e municipais, com pelo menos um programa de pós-graduação, que tenha obtido nota 4 ou superior na avaliação da CAPES;

Instituições privadas de ensino superior, com pelo menos um doutorado, que tenha obtido nota 5 ou superior na avaliação da CAPES;

Instituições com programas de pós-graduação recomendados pela CAPES, e que atendam aos critérios de excelência definidos pelo Ministério da Educação, acessam parcialmente o conteúdo assinado pelo Portal de Periódicos.

Instituições que não se enquadram nos critérios citados, podem ter acesso ao conteúdo do Portal de Periódicos como Usuários Colaboradores.

 

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Uema promove mostra em Imperatriz

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O Curso de Engenharia Florestal da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) realizou, em Imperatriz, na sexta-feira (12), a I Mostra sobre os Benefícios das Florestas, em comemoração ao Dia do Engenheiro Florestal.

 

Foto 1 Uema - benefícios das florestas

Mostra promovida pela Uema em Imperatriz

 

A mostra foi realizada na Praça de Fátima.

O objetivo foi transmitir informações sobre as florestas, desmistificar equívocos e informar à sociedade sobre os verdadeiros valores das florestas.

 

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Saber dinamiza comércio de Caxias

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A cidade de Caxias será sede, de 2 a 4 de dezembro, da XII Jornada do HISTEDBR e do X Seminário de Dezembro do HISTEDBR-MA.

As atividades serão no Centro de Estudos Superiores de Caxias, da Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

Excelente exemplo

Os organizadores estão dando um grande exemplo.

Toda a produção de materiais como bolsas, canecas, camisas, blocos de notas a serem utilizados na jornada e no seminário estão sendo adquirido em Caxias.

As bolsas serão confeccionadas por artesãs da cidade.

A programação cultural terá grupos locais.

 

Foto 1 - Lícia Rio 2011

Professora Lícia da Hora, do Ifma

“Não adianta somente instalar prédio, sem fazer com que o comércio local, o turismo e a cultura dos municípios sejam difundidos e articulados dentro do processo de formação”, enfatizou a professora Lícia da Hora, do Instituto Federal do Maranhão (Ifma), e integrante HISTEDBR do Maranhão.

O que é HISTEDBR

O grupo de estudos “História, Sociedade e Educação no Brasil” (HISTEDBR) é uma rede nacional de grupos de pesquisadores coordenada pelos professores Dermeval Saviani e José Claudinei Lombardi, da Universidade de Campinas (Unicamp).

Um dos grupos da rede é vinculado à Universidade Federal do Maranhão (Ufma).

O que é o Seminário

O Seminário de Dezembro é um evento acadêmico realizado todos os anos, em dezembro, em São Luís, pelo grupo de trabalho do HISTEDBR do Maranhão. Desta vez será em Caxias.

 

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Novas capitanias hereditárias

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Pesquisador do Rio de Janeiro propõem um novo modelo de Capitania Hereditária, contestando modelo tradicional vigente em ensinos escolares e vestibulares.

Veja matéria sobre o assunto publicada no jornal O Globo

RIO – Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, o engenheiro Jorge Cintra fez uma descoberta que pode mudar os livros escolares. Em um artigo recente, ele contesta o mapa das Capitanias Hereditárias eternizado por Francisco Adolfo de Varnhagen, considerado o pai da historiografia nacional, e propõe mudanças significativas no seu desenho. A partir de documentos da época, Cintra, que leciona na Escola Politécnica da USP, conseguiu reconstruir com maior exatidão os limites das porções de terra doadas, entre 1534 e 1536, pela Coroa Portuguesa a comerciantes e nobres lusitanos.

Capitanias hereditárias diferente 1

Modelo antigo do mapa das Capitanias Hereditárias

- A técnica evoluiu muito, os instrumentos de medição também. Para a cartografia, isso proporciona maior rigor na obtenção de resultados. E, sobretudo, acho que o professor Cintra, por ser engenheiro, teve uma exatidão que talvez um historiador não tivesse. O grande mérito dele foi ter verificado um erro de base, um erro de interpretação – elogia o geógrafo Jurandyr Ross, responsável por romper um paradigma semelhante ao propor uma nova classificação para o relevo brasileiro.

O sistema de Capitanias Hereditárias, que já havia sido utilizado com relativo sucesso na África, dividiu o território em 15 partes e pretendia viabilizar a exploração das riquezas do “Novo Mundo”. As terras tinham como limites o Oceano Atlântico, a Leste, e o Tratado de Tordesilhas, a Oeste. Após recuperar, analisar minuciosamente as cartas de doação e de notar detalhes que passaram despercebidos por Varnhagen em mapas da época, Cintra assegura que, no Norte, a divisão das fronteiras não foi feita de acordo com paralelos, e sim através de meridianos.

Capitanias hereditárias diferente 2

Modelo do mapa das Capitanias Hereditárias proposto pelo pesquisador

- Coloquei tudo em dúvida. Descobri um erro ao Sul e resolvi conferir todo o resto. Logo percebi que, de fato, o Norte não estava bem resolvido. Havia capitanias finas demais, era uma incógnita – explica.

De fato, as fronteiras que constam no mapa do Atlas Histórico Escolar do MEC, desenhado por Manoel Maurício de Albuquerque sob forte influência das definições de Varnhagen, mostram territórios extremamente estreitos no Norte. Para Cintra, frases contidas nos documentos de doação são as chaves para a solução do problema. Por exemplo, o documento destinado a Antonio de Cardoso de Barros diz: “As quais quarenta léguas se estenderão e serão de largo ao longo da costa e entrarão na mesma largura pelo sertão e terra firme adentro”.

- Se as divisas fossem para Oeste, o rei estaria doando um pedaço de mar. Isso é pouco lógico. Ora, o único jeito de se entrar sertão adentro é em direção ao Sul – sustenta.

Na mesma carta, há também uma cláusula de conflito. Ela previne a possibilidade de altercação sobre as limitações das divisas com os capitães vizinhos.

- Essa cláusula de compatibilidade não existe em nenhuma outra carta de doação. Como poderia haver conflito se as linhas fossem todas paralelas? – sentencia.

Finalmente, Cintra se valeu de uma observação sagaz do mapa de Bartolomeu Velho, de 1561. Nele, apesar de não haver divisas desenhadas, os nomes das capitanias ao Norte estão escritos em blocos separados de acordo com linhas imaginárias verticais.

- Se a divisão fosse horizontal como se pensava, o autor não precisaria “quebrar o texto” em duas ou três linhas e nem valer-se de abreviações. Ele poderia escrevê-los por extenso na mesma linha – pontua.

Além disso, no novo desenho proposto por Cintra, existem terras não distribuídas no Norte. Segundo o pesquisador, elas ficaram de fora das doações realizadas pela Coroa. Três capitanias — Maranhão, Rio Grande do Norte e São Vicente — também foram divididas em lotes. Por fim, o primeiro lote de São Vicente também teve divisas modificadas.

Para Cintra, o mapa de Varnhagen tem incorreções, pois o estudioso, em “História Geral do Brasil” (1854), recorreu a um desenho de Luis Teixeira onde as capitanias são representadas em 1586, mais de 50 anos após o início da divisão. Nele, a situação já não era mais a mesma. Por isso, o professor ressalta a importância de se duvidar de concepções tidas como definitivas:

- O artigo mostra uma coisa importante: até um entendimento que já vem de 160 anos pode ser derrubado. Ele deixa essa mensagem. Devemos colocar em dúvida outras coisas. Precisamos olhar novamente para os documentos cartográficos, voltar às fontes. Podemos ir mais fundo nos problemas.

Para Jurandyr Ross, que participou da banca de admissão de Cintra na Escola Politécnica, a descoberta é importante para o ensino de História no Brasil.

- O artigo me surpreendeu muito e causará um impacto significante para os livros escolares, que precisão corrigir esses mapas logo. Vamos ensinar uma História cada vez melhor – empolga-se.

Renato Franco, professor da disciplina Brasil Colonial no Departamento de História da UFF, elogia o artigo, mas não vê grandes mudanças na maneira com que o período pode ser enxergado pelos estudiosos do assunto.

- O texto é muito interessante. No entanto, não traz grandes impactos para a História do Brasil Colonial. Embora tenha sido completamente extinto apenas no século XVIII, o sistema de Capitanias Hereditárias rapidamente perdeu a força diante do desinteresse de boa parte dos donatários e do assédio de outras potências. Em 1549, a Coroa portuguesa mudou de estratégia e, progressivamente, as Capitanias Hereditárias foram perdendo força como forma de organização político-administrativa. O grande mérito do artigo é propor uma discussão sobre as eventuais imprecisões cartográficas, mas muda pouco no que diz respeito à nossa forma de enxergar a História do Brasil Colonial como um todo – opina.

Cintra concorda com Franco. Para ele, o período já “foi muito bem estudado” pelos profissionais brasileiros. Sobre a alteração dos livros escolares, diz não ter muita pressa. O cartógrafo explica que no meio científico, assim como na própria História, as coisas costumam levar tempo para serem completamente aceitas e solidificadas.

- A comunidade científica tem que ter calma. O primeiro reconhecimento foi ter sido publicado por uma revista de qualidade (“Anais do Museu Paulista”, da USP). Significa que revisores e editores de lá puseram a mão no fogo pelo meu trabalho. A partir daí, cada autor de livro didático tem que tomar conhecimento do artigo e se convencer dele. Então, vai começar a fase de transição – finaliza.

Matéria do Jornal O Globo (por Mateus Campos)

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Educação em alta no mercado

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O jornal o Globo publicou, recentemente, matéria mostrando que a educação seja talvez o único setor em que investidores estão felizes com a atuação do governo.

O jornal fala que as empresas do setor de educação estão sendo favorecidas por programas federais como o Fundo de Financiamento

Estudantil (Fies) e o Prouni.

As ações nas bolsas de valores de empresas como Estácio e Kroton apresentam desempenho bastante acima da média do mercado.

Só este ano, o valor de mercado da Estácio avançou quase 40% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), atingindo

R$ 8,42 bilhões.

Kroton e Anhanguera – que estão em processo de fusão – cresceram 51% e 17,5%, respectivamente, chegando a R$ 16 bilhões e R$ 7,65 bilhões.

A perspectiva para o futuro é de bonança para esses investimentos, uma vez que o país apresenta enorme demanda reprimida por ensino superior.

Veja a matéria

Programas federais mantêm educação em alta

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Fórum de Hotelaria Hospitalar esta semana

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O Curso de Hotelaria da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) realiza, nesta sexta-feira (18), das 14h às 18h, o I Fórum de Hotelaria Hospitalar do Maranhão.

O tema será “A gestão de hotelaria com foco na humanização”.

A iniciativa é da turma da disciplina Hotelaria Hospitalar, que tem como coordenadora a professora Elza Galvão.

O objetivo é discutir o impacto da gestão eficiente de hotelaria hospitalar sobre a humanização.

A palestra central, “Tendências em Hotelaria Hospitalar e Humanização: Oportunidades e Desafios”, será ministrada pela professora do Instituto Brasileiro de Educação Continuada (Inbec), de São Paulo, Ana Augusta Salotti.

O fórum contará, também, com a presença dos coordenadores de Hotelaria do Hospital Universitário e do Hospital São Domingos e da coordenadora do projeto Donos da Alegria, que falará sobre as ações do grupo.

Informações e inscrições:

Elza Galvão – (98) 8803.2024

Manoel – (98) 8237.6448

Hélio – (98) 8249.7792

e-mail – hotelariaesaude@outlook.com

facebook – /hotelaria.saúde

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Comédias de bumba-meu-boi hoje em São Luís

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Maranhão (IPHAN-MA) e parceiros promovem, neste sábado (12), no Largo da Barrigudeira (Avenida Newton Belo, no Monte Castelo, em São Luís), o Festival de Comédias do Bumba meu boi.

A abertura será às 20h.

Bumba-meu-boi Capricho de Uniao - Santa Helena 03 - Cópia

Criatividade e bom-humor nas comedias de bumba meu boi do interior do Maranhão

 

O festival integra o calendário de ações de salvaguarda do bumba meu boi preparado com a participação de pesquisadores sociais, incluindo antropólogos que há anos trabalham com cultura popular maranhense.

O bumba meu boi foi registrado como patrimônio cultural imaterial brasileiro há três anos.

O festival é uma oportunidade única de olhar manifestações populares singulares do interior do Maranhão que estarão em São Luís.

Serão realizadas apresentações de comédia do bumba meu boi de diversos grupos, incluídos vários de rara beleza e com sonoridades e enredos originais.

São manifestações que estão fora dos calendários de festejos juninos convencionais como os promovidos, em junho, pelo Governo do Estado e Prefeitura de São Luís.

O que são comédias?

Segundo a antropóloga Luciana Carvalho, as comédias são pequenas histórias cômicas elaboradas coletivamente pelos brincantes, embora a maior parte da atividade dramática seja concentrada pelos personagens dos palhaços, conhecidos também como palhaceiros, pais franciscos, catirinas, chefes da matança ou da palhaçada.

Bumba-meu-boi Capricho de Uniao - Santa Helena 04 - Cópia

Comédias de bumba meu boi que estarão no festival, em São Luís

 

Luciana Carvalho é antropóloga é pesquisadora do Inventário Nacional de Referências Culturais do Bumba-meu-boi do Maranhão (INRC).

O inventário foi realizado pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), sediado no Rio de Janeiro, órgão vinculado ao Iphan.

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