O belo na ‘Trilha do Cangaço’ de Márcio Vasconcelos

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Vaqueiro tradicional

O lançamento de “Na Trilha do Cangaço – O Sertão que Lampião”, do fotografo Márcio Vasconcelos, nesta terça (31), as 19h30, no Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Rua do Sol, 302), em São Luís, celebra um momento significante da fotografia maranhense.

Casa de Maria Bonita_Paulo Afonso_BA

Desde que chegou ao Maranhão, na segunda metade do século XIX, a fotografia foi utilizada de diversas maneiras, começando por retratar moradores de São Luís e Alcântara, ofício iniciado por aqui por um jovem viajante dos EUA de 22 anos.

Depois, a fotografia apresentou paisagens de todas as regiões do Estado, na passagem do séc. XIX para o XX, ingressou no fotojornalismo e é sempre memória de acontecimentos cotidianos e pontais, como ainda é,hoje, na era digital.

A trilha

Disseram na Europa, ainda no século XIX, que a fotografia libertou a pintura da prisão de ter de representar o real, em tempo de Expressionismo.

Nos últimos anos, no Maranhão, a fotografia parece apresentar-se no caminho inverso e está parecendo pintura. É bela

[Lembrando que o termo belo é complexo e gerador de controvérsias e debates, a grande maioria ideias infrutíferas, cansativas e entendidas somente por meia dúzia de ‘mentes brilhantes’ que ninguém ousa contestar]

Na fotografia, o belo vem de um ofício, é simples e gera um debate idem.

Márcio Vasconcelos já mostrou carnes em matadouros em tons vermelhos fortes. Belo? Repugnante?

Grota do Angico_SE_local onde Lampiao Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram assassinados

A impressão é que, na trajetória de Marcio Vasconcelos, o que é visível como belo parece consequência, suave e sutil da memória, de um ofício. Ele busca mesmo é o registro, a pesquisa, como é comum entre fotógrafos que saem pelo mundo afora.

Fica legal assim. Cláudia Andujar buscou os Yanomami. Era o que interessava a ela. A presença do belo é decorrência e não suplantou o ofício, a missão. E isso é ótimo. E como é emocionante olhar as fotos que ela fez.

Da cultura popular ao centro histórico de São Luís, que parece morar em Márcio Vasconcelos, a busca de raízes maranhenses na África, ele chegou a um momento tranquilo em que o ofício o levou, neste momento, a uma viagem ao Sertão do Nordeste.

Como foi em décadas de ‘madrugas’ em festas de São João. Todo mundo brincando e Marcio Vasconcelos lá, fotografando.

E é por ai. Quem for a Rua do Sol hoje verá traços de toda essa trajetória dele pela fotografia.

Se é maturidade, arte, inovação ou ‘o belo’, é com a galera entendida.

As fotos mostram um passeio pelo mundo de Lampião, um mundo que ainda vive no Nordeste de hoje. Simples e belo.

Um instante preciso na trajetória da fotografia no Maranhão, pontualmente na Rua do Sol, muito perto de onde funcionou o ateliê de Gaudêncio Cunha, profissional que teve a fotografia da paisagem do Maranhão como ofício, na paisagem do Maranhão na passagem do século XIX para o XX. Belíssimas!

Casa de Dona Jacosa, avo materna de Lampiao _ Serra Talhada_PE

 

ZR 3

Foto do Região do Cutim/na área mais conhecida hoje, em São Luís como anil  (Gaudêncio Cunha, Álbum do maranhão em 1908, Acervo do MHAMA)

 

Com informações e fotos enviadas pela assessoria de comunicação do jornalista Fernando Oliveira.

Foto de Gaudêncio Cunha do acervo do MHAMA.

 

 

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Eleição para reitor do Ifma nesta segunda (23)

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Dois dos quatro candidatos a reitor do Instituto Federal do Maranhão (Ifma) estão cotados para vencer a eleição que será realizada, nesta segunda-feira (23).

Francisco Roberto Brandão Ferreira, professor de Geografia e atual reitor; e o professor de História, Adroaldo José Silva Almeida, oposição ao atual reitor, candidato que cresceu muito durante a campanha, iniciada no dia 23, principalmente nos campi no interior do Maranhão e no campus Monte Castelo, em São Luís.

Os outros dois candidatos são Francisco Raimundo Silva de Sousa (Química) e Ronaldo Henrique Sotero dos Santos (Engenharia).

São 28.234 eleitores, sendo 25.702 alunos, 1.326 professores e 1.206 técnicos administrativos. Eles vão eleger o reitor e diretores de 18 campi para o período 2016 a 2020.

São 56 polos de votação, incluindo Reitoria, campi, campi avançados e polos de educação a distância (EAD).

A votação será das 8h às 20h. Nos campi com funcionamento diurno, e na Reitoria, o horário será das 8h às 18h.

As eleições para diretores de campi acontecem na para cargos nas unidades que funcionam nos municípios de Açailândia, Alcântara, Bacabal, Barra do Corda, Barreirinhas, Buriticupu, Caxias, Codó, Imperatriz, Timon, Zé Doca, Santa Inês, São João dos Patos, Pinheiro e São Raimundo das Mangabeiras.

Em São Luís, nos campi Centro Histórico, Maracanã e Monte Castelo.

O campus do Monte Castelo reúne cerca de 30% do total de votantes.

 

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Flávio Dino e Governo Federal vão ampliar a ciência no MA

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Flávio Dini recebe Fundação Renato Archer

O governador do Maranhão, Flávio Dino, recebeu, esta semana, no Palácio dos Leões, em São Luís, o diretor do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, Victor Pelegrini.

Na pauta, a construção de parcerias para a popularização da ciência no Maranhão.

Flávio Dino ressaltou que o Maranhão está priorizando o desenvolvimento da ciência e destacou a duplicação de concessão de bolsas de incentivo a pesquisa, pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico do Maranhão (Fapema), e a instalação das unidades do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema) em São Luís, Bacabeira e Pindaré Mirim.

Também participaram da reunião os professores da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Allan Kardec e Fábio Palácio.

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer é uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Com dados da Secap e foto de Karlos Geromy

 

 

 

 

 

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Começa nesta segunda (9) campanha para reitor do Ifma

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A campanha para reitor do Instituto Federal do Maranhão (Ifma) começa nesta segunda-feira (9) e se estende até o dia 17.  A eleição que será no dia 23 deste mês para o quadriênio 2016 / 2020. A campanha

Os candidatos são Adroaldo José da Silva Almeida (professor de História), Francisco Raimundo Silva de Sousa (Química), Francisco Roberto Brandão Ferreira (Geografia e atual reitor) e Ronaldo Henrique Sotero dos Santos (Engenharia).

A lista com o nome dos concorrentes já foi divulgada pela Comissão Central Eleitoral.

A disputa é, também, para diretor geral. Os candidatos disputam as direções dos campi do Ifma que funcionam nos municípios de Açailândia, Alcântara, Bacabal, Barra do Corda, Barreirinhas, Buriticupu, Caxias, Codó, Imperatriz, Timon, Zé Doca, Santa Inês, São João dos Patos e São Raimundo das Mangabeiras. Em São Luís, nos campi Centro Histórico, Maracanã e Monte Castelo.

No endereço http://portal.ifma.edu.br/documentos/?id=11890 estão as listas com nome de candidatos a diretores gerais e as de professores, funcionários e estudantes, por campus,  aptos a votar.

Com dados do site do Ifma

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Campanha para reitor do Ifma começa segunda-feira (9)

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Quatro candidatos disputam o cargo de reitor do Instituto Federal do Maranhão (Ifma), em eleição que será realizada no dia 23 deste mês para o quadriênio 2016 / 2020. A campanha começa nesta segunda-feira (9) e se estende até o dia 17.

Os candidatos são Adroaldo José da Silva Almeida (professor de História), Francisco Raimundo Silva de Sousa (Química), Francisco Roberto Brandão Ferreira (Geografia e atual reitor) e Ronaldo Henrique Sotero dos Santos (Engenharia).

A lista com o nome dos concorrentes já foi divulgada pela Comissão Central Eleitoral.

A disputa é, também, para diretor geral. Os candidatos disputam as direções dos campi do Ifma que funcionam nos municípios de Açailândia, Alcântara, Bacabal, Barra do Corda, Barreirinhas, Buriticupu, Caxias, Codó, Imperatriz, Timon, Zé Doca, Santa Inês, São João dos Patos e São Raimundo das Mangabeiras. Em São Luís, nos campi Centro Histórico, Maracanã e Monte Castelo.

No endereço http://portal.ifma.edu.br/documentos/?id=11890 estão as listas com nome de candidatos a diretores gerais e as de professores, funcionários e estudantes, por campus,  aptos a votar.

Com dados do site do Ifma

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Professores do Ifma lançam manifesto

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COLETIVO IFMA DEMOCRACIA E AÇÃO

quinta-feira, 5 de maio de 2016

 

MANIFESTO POR UM IFMA VERDADEIRAMENTE REPUBLICANO

 

Coletivo Ifma

MANIFESTO POR UM IFMA VERDADEIRAMENTE REPUBLICANO

Este Manifesto nasceu com um propósito: refletir sobre o Instituto Federal do Maranhão. Estamos em 2016 e encerra-se mais um ciclo de administração da reitoria do IFMA.  É momento de levar a cabo uma avaliação política desta gestão e, consequentemente, dos seus reflexos nas gestões dos diversos campi que, de modo geral, se tornaram cópias da administração central. Assim, este documento marca a posição livre e engajada dos segmentos da Instituição que buscam, sobretudo, construir um IFMA verdadeiramente democrático uma vez que, nestes quatro anos, em nenhum momento, nos foi efetivamente oportunizado o espaço democrático para construção do debate, da crítica e da possibilidade coletiva de reflexão sobre os problemas que são muitos.

De pronto afirmamos: o exercício administrativo de poder da atual gestão do IFMA, construído sob os alicerces da herança política e institucional fragorosa da administração anterior, continua centralizado com direito, inclusive, ao culto personalista e manejo autocrático, sustentando-se na velha lógica do patrimonialismo, do clientelismo e da troca de favores.  As instâncias superiores de decisão, diante de sua patente falta de caráter democrático, tratam de ratificar essa lógica através de um sem-número de resoluções e normativas que trazem no âmago a coerção, a burocratização e a redução do servidor a mero tarefeiro. Diante deste quadro, a contradição se fez presente. Muitos reagiram, se mobilizaram, vieram greves pautadas numa agenda comum nacional e em face deste cenário, inevitavelmente, interrompeu-se o falso consenso e o vasto silencio até então produzidos.

O “poder institucional” conferido a autoridade do Reitor que, em tese, deveria gerir as políticas em torno da construção de um Instituto Federal que combinasse os anseios da sociedade e da comunidade interna com os processos de produção do conhecimento – sobretudo pensando naqueles que historicamente deles foram excluídos – e as demandas necessárias para ajudar na elevação dos indicadores sociais de nosso estado, fracassou. Educar e ser educado no IFMA, constitui-se numa tarefa mecanicamente realizável, sem preocupação alguma com o que isto pode representar para a vida social e suas repercussões para o futuro de nossa juventude. O que deveria se consolidar como políticas de educação, pesquisa, e extensão, inter-relacionadas para o bem comum, tornou-se arquétipo da política mais ampla atual. O público deu lugar ao privado, ou melhor, o público tornou-se privado e corrompeu as estruturas daquilo que poderia nos auxiliar na construção de uma instituição que tinha por obrigação ser o oposto da casualidade histórica.

A política de pesquisa imprimiu à sua estrutura o produtivismo acadêmico, a inovação e o empreendedorismo, sem sequer permitir a crítica acerca destas noções. Dialogou muito pouco, ou quase nada, com as diferentes áreas de conhecimento, a exemplo a área de humanas, linguagem e ciências sociais aplicadas. Também pouco avançou em relação à diversificação dos editais em atendimento às demandas regionais dos diferentes Campi. A extensão sintetizou-se ao polêmico programa de qualificação profissional, PRONATEC, sem nenhuma outra perspectiva, e seus poucos editais de fomento alcançaram pouca relevância em relação à dimensão da ação política da extensão na construção do diálogo com a comunidade. O programa fragilizou o processo de expansão da rede pública federal, e alocou recursos públicos ao fortalecimento da educação privada e do Sistema S.

O que fica evidenciado é que o IFMA, em sua “nova” institucionalidade, ainda se elabora à imagem e semelhança de diversas outras velhas instituições estatais onde a efetiva vida republicana nem mesmo pôde se tornar realidade. A luta por um IFMA com autêntica democracia tal qual uma instituição republicana e transparente, livre de moralismos e conservadorismos, é uma tarefa pujante dos que não abrem mão da dignidade do seu trabalho e da razão de ser da educação: cultivar a excelência da formação e o espírito crítico. Parafraseando Florestan Fernandes, o Instituto ainda não consolidou uma nova institucionalidade, assim ficamos na ilusão de “uma nova república”, porque esta ainda é uma “instituição velha nascida da costela da ditadura, e por isso conservadora”. Temos a tarefa de republicanizá-la! Este é, sem dúvida, o ponto de partida para transformações e mudanças. Por tudo isto, neste momento importante da história brasileira em que o conservadorismo e o retrocesso campeiam a passos largos, clamamos por uma mudança que faça do IFMA uma instituição realmente republicana!

Coletivo IFMA Democracia e Ação

Adesões podem ser enviadas para o email:

[email protected]

http://coletivodemocraciaeacao.blogspot.com.br/

Nós assinamos:

  1. Alberico Francisco do Nascimento – Educação, Campus Monte Castelo
  2. Antônio Jorge Parga da Silva – Construção Civil, Campus Monte Castelo
  3. Adão N. dos Passos – Matemática, Campus Buriticupu
  4. Alisson Rodrigues Jordão – Zootecnia, Campus Buriticupu
  5. Alexandre Pereira Sousa – Matemática, Campus Monte Castelo
  6. André do Nascimento Lima – Técnico em Assunto Educacionais, Campus Imperatriz
  7. Adroaldo José Almeida – História, Campus Maracanã
  8. Ângela Medeiros – Administração, Campus Monte Castelo
  9. Ana Silvina F. Fonseca – Língua Portuguesa, Campus Monte Castelo
  10. Ana Luiza Privado Martins – Biologia, Campus Codó
  11. Alderico José S. Almeida – Sociologia, Campus Alcântara
  12. Alfredo dos Santos A. Neto – Mecânica, Campus Monte Castelo
  13. Ailton Carvalho da Silva – Administração, Campus Imperatriz
  14. Alberto Faustino Dias – Matemática, Campus Codó
  15. Amanda Santos – Sociologia, Campus Codó
  16. Antônio Benedito L. Gaspar – Matemática, Campus Santa Inês
  17. Antônio Santos Araújo Junior – Mecânica, Campus Monte Castelo
  18. Carolina B. S. Coelho – Língua Portuguesa, Campus Maracanã
  19. Cacilda Bonfim e Silva – Filosofia, Campus Monte Castelo
  20. Cláudio Leão Torres –  Eletrônica/DEE/DESU – Monte Castelo. 
  21. Cristiane P. S. Jacinto – História, Campus Monte Castelo
  22. Cleumir Pereira Leal – Educação, Campus Açailândia
  23. Dayse Damasceno Araújo – Sociologia, Campus S.R. Mangabeiras
  24. Danielle Lima Costa – Filosofia, Campus Maracanã
  25. Danille Ferreira Costa – Língua Portuguesa, Campus Monte Castelo
  26. Diana M. O. Ribeiro – Filosofia, Campus Monte Castelo
  27. Danilo Leonardo Vieira Rocha – Matemática, Campus Buriticupu
  28. Domingos Boas Garcia – Matemática, Campus
  29. Edivan Silva A. Junior – Biologia, Campus Buriticupu
  30. Elen de F. L. B. Costa –Educação, Campus Monte Castelo
  31. Elinaldo Quaresma – Língua Portuguesa, Campus Santa Inês
  32. Elaine Cunha Borges de Lima – Alimentos, Campus Maracanã
  33. Edson Rodrigues Paulino – Construção Civil, Campus Monte Castelo
  34. Franklin Lopes – Sociologia, Campus Buriticupu
  35. Francisco Deilson – Matemática, Campus Buriticupu
  36. Genilton Luis F. Marques – Elétrica, Campus Santa Inês
  37. George Ribeiro Costa Homem – Filosofia, Campus Alcântara
  38. Gilvandro Veras de Sousa – Técnico Agrícola, Campus Maracanã
  39. Iapony Costa Pinheiro – Geografia, Campus S.R. Mangabeiras
  40. Hamilton L. O. Filho – Comunicação, Campus Maracanã
  41. Hemerson Moura – Sociologia, Campus São João dos Patos
  42. Jean Magno – Sociologia, Campus Maracanã
  43. José Osman Silvino Santos – Técnico Agrícola, Campus Maracanã
  44. Jucileide Melônio Pereira – Geografia, Campus Buriticupu
  45. Jorge Antonio Leão Soares – Filosofia, Campus Monte Castelo
  46. Joana Teresa Andrade – Técnica em Assuntos Educacionais, Campus Monte Castelo
  47. Kátia Cristina de C. Cuba – Língua Portuguesa, Campus Monte Castelo
  48. Katiuscia Costa Pinheiro – Sociologia, Campus S.R. Mangabeiras
  49. Kristiano Bastos Fernandes – Técnico Laboratório de Informática, Campus Buriticupu
  50. Lícia C. A. da Hora – Educação, Campus Centro Histórico
  51. Luís Augusto – Sociologia, Campus São João dos Patos
  52. Lindbergh Monteiro – Mecânica, Campus Monte Castelo
  53. Maria Aparecida S. Vale – Química, Santa Inês
  54. Marinalva Macedo – Educação, Campus Monte Castelo
  55. Melissa Lima de Sousa – Língua Inglesa, Campus Monte Castelo
  56. Michelle de Sousa Bahury – Língua Inglesa, Campus Barreirinhas
  57. Miguel Estefânio Veiga Filho – Artes, Campus Monte Castelo
  58. Marcondes Lopes Leite – Ciências Agrárias, Campus Maracanã
  59. Marcio Mosiel do N. Oliveira – Pedagogo, Campus Imperatriz
  60. Paulo Sérgio Aleixo – Matemática, Campus Monte Castelo
  61. Paulo Roberto Pereira Câmara – História, Campus Santa Inês
  62. Paulo Roberto Garcês Gonçalves – Química, Campus Maracanã
  63. Pedro dos Remédios Ribeiro – Física, Campus Monte Castelo
  64. Raimundo de J. S. Filho – História, Campus Buriticupu
  65. Regis Costa Oliveira – Artes, Campus Centro Histórico
  66. Raimundo S. de Castro – Matemática, Campus Monte Castelo
  67. Raimundo Osvaldo Vieira – Informática, Campus Monte Castelo
  68. Raimundo N. Ferreira Miranda – Mecânica, Campus Monte Castelo
  69. Rosangela Veras – Sociologia, Campus Monte Castelo
  70. Rita de C. G. Nascimento – Educação, Campus Maracanã
  71. Salvino Coimbra Filho – Matemática, Campus Buriticupu
  72. Simone Maranhão Costa Almeida – Língua Inglesa, Reitoria
  73. Tânia Maia S. Rêgo – Artes, Campus Monte Castelo
  74. Timóteo de Oliveira Cardoso – Sociologia, Campus Buriticupu
  75. Triciane Rabelo – Técnica em Assuntos Educacionais, Campus Centro Histórico
  76. Vinicius Bezerra – Sociologia, Campus Maracanã
  77. Vilma de F. Diniz de Souza – Língua Inglesa, Campus Monte Castelo
  78. Vespasiano Abreu da Hora – Educação Física, Campus Maracanã
  79. Willians Silva Lima – Matemática, Campus São João dos Patos
  80. Walter Araújo da Rocha – Matemática, Campus Caxias
  81. Wallace Braz S. Cruz – Técnico em Assuntos Educacionais, Campus Monte Castelo
  82. Waldemir dos Passos Martins – Mecânica, Campus Monte Castelo
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Depressão atinge populações ribeirinhas da Amazônia

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Depressão atinge populações da Amazônia

A Agência USP de Notícias divulgou estudo realizado pela professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e enfermeira, Edinilza Ribeiro dos Santos, envolvendo casos de depressão entre moradores de pequenas cidades da Amazônia, no norte do Brasil.

A pesquisa teve como espaço as cidades de Coari e Tefé, no estado do Amazonas. Demonstra que 1 em cada 5 habitantes das duas localidades, com 20 anos de idade ou mais, tem depressão.

Baixos níveis de escolaridade e renda, uso de álcool, ausência ou pouco apoio social de familiares e amigos e estresse foram alguns dos fatores de risco associados ao transtorno depressivo entre moradores dos dois municípios. Entre os mais atingidos estão mulheres e os mais jovens.

Para a Agência USP de Notícias, Edinilza Ribeiro dos Santos afirmou que os fatores de risco para transtorno depressivo identificados em Coari e Tefé são semelhantes aos observados em estudos prévios realizados em grandes centros urbanos.

Há duas formas de transporte para se chegar aos locais onde a pesquisa foi realizada: em embarcações pelos rios ou utilizando avião. Pelo senso de 2010 Tefé tem 61 mil habitantes e Coari 75 mil habitantes.

A pesquisa está na edição de março da revista PLoS ONE. http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0150046

PLoS ONE é uma publicação científica online da Public Library of Science. Cobre principalmente pesquisa primária de qualquer disciplina na área da ciência e medicina.

A tese de doutorado que Edinilza Ribeiro dos Santos defendeu no Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP teve como tema: “Prevalência de episódio de depressão maior em áreas de abrangência da estratégia saúde da família em dois municípios do Amazonas”. Está disponível ao público no endereço:

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-26102015-150809/pt-br.php

A matéria completa da Agência USP de Notícias está no portal http://www5.usp.br/

Com dados e foto da Agência USP de Notícias

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Ed Wilson Araújo pesquisa ‘voz do ouvinte’ nas rádios AM de São Luís

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Ed Wilson doutorado menor

Professor Ed Wilson Araújo defendendo a tese de doutorado na PUC/RS

O Professor do curso de Comunicação da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Ed Wilson Araujo, concluiu, na última semana, doutorado na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS) com tese aprovada, com louvor.

O tema da pesquisa foi “A palavra falada em pulsação: produção e recepção dos programas jornalísticos nas emissoras de rádio AM, em São Luis”.

Há anos, Ed Wilson Araújo pesquisa a participação do ouvinte em programas jornalísticos de rádios AM.

O tema, considerado inédito, pois a presneça de ouvintes em programas jornalísticos de rádios AM é uma pratica muito característica do jornalismo maranhense.

Ed Wilson Araújo é um dos jornalistas mais atuantes do Maranhão, no momento, por meio de uma ação independente expressa no Blog do Ed Wilson. Também publica matérias investigativas especiais no Jornal Pequeno.

Outra atividade de Ed Wilson é sua presença no movimento que busca o funcionamento das rádios comunitárias por meio de programações culturais e jornalísticas que atendam as demandas plurais das comunidades, sem privilegiar segmentos, e cumprindo o que determina a Lei 9.612/98. Essa atividade, ele realizada por meio da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço), da qual, atualmente, é o  diretor de Formação.

 

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Ufma contra impeachment e Natalino protesta

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reunião consum - menor

A assessoria de comunicação da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) lançou informação, na manhã deste domingo (10), reafirmando a decisão do Conselho Universitário da Ufma que se posicionou, na sexta-feira (08),  contra o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.

A reunião do Consun, presidida pela reitora Nair Portela, teve a presença do líder do MST, João Pedro Stédile, e do secretário de Estado de líder de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves.

O ex-reitor da Ufma, Natalino Salgado, e o atual vice-reitor e pro-reitor Pesquisa e Pós-Graduação, Fernando de Carvalho Silva, ao entrarem na sala da reunião do Consun e olharem João Pedro Stédile e Francisco Gonçalves na mesa se retiraram imediatamente do local, juntamente com todos os seus seguidores.

Fernando de Carvalho Silva, segundo alguns presentes, ainda ensaiou uma firme intervenção contra a presença de João Pedro Stédile na reunião, mas foi advertido por Natalino Salgado a não proceder dessa maneira, pois, na reunião, havia várias correntes representativas da sociedade e da Ufma.

Natalino Salgado, segundo professores do curso de Ciências Sociais da Ufma que não quiserem se identificar, está trabalhando firme a favor do impeachment e criticando políticos que são contra.

O Conselho Universitário da Ufma, reunido na última sexta-feira (08), aprovou, pela maioria dos conselheiros, a nota em defesa da democracia e do estado de direito.

A nota manifesta “veemente repúdio ao processo de impeachment, com frágeis fundamentos legais, contra uma presidenta democraticamente eleita, que afronta a consciência democrática e a vontade soberana do povo brasileiro, constituindo-se uma grave ameaça ao Estado Democrático de Direito”.

A nota do Conselho Universitário da Ufma diz que o “Conselho entende que a tentativa de promover o impeachment da presidenta da República, atende a interesses menores, e não aos legítimos anseios do povo brasileiro”.

Abaixo a íntegra da nota do Consun

NOTA CONSUN

 

Nota da Ascom Ufma lançada neste domingo (10)

O Conselho Universitário da Ufma, reunido na última sexta-feira, 08, aprovou pela maioria dos conselheiros, nota em defesa da democracia e do estado de direito, em que manifesta “veemente repúdio ao processo de impeachment, com frágeis fundamentos legais, contra uma presidenta democraticamente eleita, que afronta a consciência democrática e a vontade soberana do povo brasileiro, constituindo-se uma grave ameaça ao Estado Democrático de Direito”. A nota diz que o “Conselho entende que a tentativa de promover o impeachment da presidenta da República, atende a interesses menores, e não aos legítimos anseios do povo brasileiro”.

O documento afirma ainda que “as iniciativas antidemocráticas em curso representam um retrocesso e afetam gravemente o funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior, assim como o futuro da educação pública. Trata-se de um atentado contra direitos sociais duramente conquistados ao longo de décadas de lutas dos brasileiros”.

Na manifestação do Consun, os signatários da nota entendem que “não será através da ruptura democrática que solucionaremos os problemas que afetam a educação e a sociedade. Ao contrario, será aprofundando o diálogo, a democracia e a legalidade que enraizaremos a justiça social à qual o nosso povo tanto almeja”.

 

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Braços mecânicos hidráulicos na Ufma  

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Estudantes do curso Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia (BICT) construíram braços mecânicos hidráulicos como parte avaliativa da disciplina Mecânica dos Fluidos I.

Durante a apresentação dos cinco projetos, foi discutida a preocupação com a segurança do trabalho, com o orçamento e as dificuldades enfrentadas pelos grupos.

O trabalho proporcionou aos alunos a contextualização e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos durante a disciplina.

A coordenação dos trabalhos é do professor Wener dos Santos.

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Com dados e fotos da Ascom Ufma

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