Dieta de verão

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Algumas dicas para quem não quer perder o embalo da dieta durante o verão. A estação é propícia para o emagrecimento , a alta temperatura torna convidativos exercícios físicos e comidas leves. Tenha cuidado com os petiscos de praia, sorvetes e molhos de saladas.

Mexa-se! Aproveite os dias de verão para pular mais cedo da cama, curtir a luminosidade do dia e caminhar. Outra opção é fazer uma atividade em ambiente com ar refrigerado ou aproveitar as horas do anoitecer para andar de bicicleta ou caminhar. Vale qualquer coisa, só não vale ficar parado.

Não faça dieta radical só para entrar no biquíni. O importante é reeducar seus hábitos em relação a sua alimentação saudável e às atividades físicas que você pode fazer. Comece pelas compras: leve para casa somente frutas, legumes e verduras, produtos lácteos desnatados e cereais integrais. Façade três a quatro refeições leves ao dia. Reduza os excessos de sal, açúcar e bebidas alcoólicas. Seu corpo vai responder de forma inteligente a sua iniciativa.

Atenção ao cardápio da praia. O melhor seria levar seu lanche de casa: frutas frescas ou secas, sanduíche de pão integral com frios light e palitos de legumes. Se for comprar o lanche na praia, escolha, por exemplo, a água de coco (240ml) em vez de uma lata de refrigerante normal. Uma espiga de milho com manteiga tem 250 calorias. Troque por um milho cozido sem manteiga, com 90 calorias. Os sorvetes menos calóricos são os de fruta light.

Beba água, que participa de várias funções metabólicas que resultam em queima de energia. A sua importância no emagrecimento está associada à ingestão de fibras, componentes indispensáveis à dieta. Logo, consuma mais alimentos ricos em fibras, como legumes, frutas e alimentos integrais e beba bastante água. Recomenda-se entre seis e oito copos de água por dia. Um alerta: cerveja ou chope não matam a sede, ao contrário, aceleram, pois o álcool desidrata o corpo.

Hora do almoço. Opte por restaurantes que ofereçam saladas frescas. Cuidado com os molhos prontos de salada que podem ser calóricos e os complementos como queijos, frios e frutas secas. Complete o prato de salada com lascas de carne magra, croutons light e pedaços de frutas frescas. Privilegie as frutas e os legumes bem coloridos. Os amarelos-alaranjados são ricos em betacaroteno, substância que é transformada em vitamina A no corpo. O consumo diário desses alimentos pode favorecer o bronzeamento e proteger a pele dos efeitos dos raios ultravioleta.

Estabeleça metas realistas. Cada um deve conhecer sua medida. Quanto tempo você levou para ficar com os braços e a cintura fora de medidas? Para alguns, bastaram os meses de inverno. Tire suas medidas uma vez por mês, pese-se uma vez por semana e tente vestir aquele vestido ou calça que você comprou quando estava com menos peso. São boas referências para ativar a vontade de emagrecer para o verão.

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Como Nova York abandonou a gordura trans

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O fato é tão sensacional que mereceu a publicação em uma das mais importantes revistas médicas dos Estados Unidos, a Annals of Internal Medicine. O artigo, publicado em julho, não é um ensaio clínico, uma pesquisa ou um texto de revisão de literatura.

Trata-se de cinco páginas com a descrição orgulhosa da metodologia usada pela cidade de Nova York para conseguir mudar o perfil dos cardápios da cidade. A ação atingiu todos os estabelecimentos licenciados para comercializar alimentos, incluindo restaurantes, lanchonetes, cantinas escolares, cafeterias, empresas fornecedoras de alimentos e até mesmo o comércio ambulante.

O fato, descrito em detalhes na revista, foi capitaneado pela secretaria municipal de Saúde da cidade, que desenvolveu várias estratégias que culminaram com a redução, a níveis muito baixos, do consumo de gordura hidrogenada pelos restaurantes da cidade de Nova York. Essa vitória só foi possível graças a uma emenda ao Código de Saúde da Cidade, pois as várias tentativas anteriores, utilizando apenas campanhas educacionais não obtiveram sucesso.

Em 2003, uma cidadezinha da Califórnia chamada Tiburon, situada ao norte de São Francisco, já havia iniciado com sucesso uma campanha para eliminar a gordura trans dos óleos utilizados nas cozinhas dos seus 18 restaurantes locais. Em 2006, a Dinamarca também já havia provado que o feito era possível, sem ônus social ou econômico, ao conseguir abolir a gordura hidrogenada de toda a sua rede de comércio de alimentos.

 

A descoberta do vilão

A gordura hidrogenada ou gordura trans foi idealizada e produzida artificialmente para reduzir a concentração de gordura saturada dos alimentos, substituindo-a na preparação dos mesmos. O objetivo era tornar o alimento industrializado mais saudável e livre da gordura saturada, até então tida como a grande causa da elevação do colesterol dos consumidores de tais alimentos.

Com a gordura trans, as frituras ficam sequinhas, crocantes, irresistíveis. Com ela, os alimentos são mais facilmente estocados e transportados, apresentam um maior tempo de validade e um preço mais competitivo.

Mas, a partir dos anos 80, o cenário começou a mudar, uma vez que trabalhos científicos davam conta de uma síndrome que envolvia obesidade abdominal, diabetes, alterações no perfil de gorduras do sangue, hipertensão arterial e maior predisposição às doenças cardiovasculares.

A coincidência desses fatos com a explosão do consumo dos alimentos ricos em gordura hidrogenada no mundo e, principalmente, na América do Norte, passou a alertar a comunidade científica a respeito do poder devastador da gordura hidrogenada. Novas pesquisas atestaram que o seu consumo, além de elevar as frações deletérias do colesterol no sangue, o LDL, fazia também com que os níveis das frações protetoras do colesterol, o HDL, despencassem.

 As mudanças também não impuseram custos extras aos donos de restaurantes e os alimentos normalmente consumidos nas ruas de Nova York.

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Morango para o bem do cérebro

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 Estudos publicados no Berry Health Symposium de 2009 revelam que o morango é um excelente aliado para a melhora da nossa função cognitiva.

À medida que o corpo envelhece, a função cerebral diminui e aumentam a dificuldade de aprendizagem, lentidão na parte motora e a perda de memória. Isso ocorre principalmente, pois as células inflamam e oxidam. ]

A fruta tem antioxidantes capazes de prevenir essa inflamação e oxidação das células, conseqüentemente melhorando nossa memória e função motora.

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Tire da mente o pensamento de que está de dieta

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Fica muito mais fácil emagrecer e manter o peso quando você consegue tirar da mente o pensamento de que está de dieta. Dessa forma, a idéia de sacrifício também é eliminada. O segredo é mudar os hábitos, adotando um estilo de vida mais saudável. Conheça seis estratégias que os Vigilantes do Peso recomendam para alcançar o emagrecimento duradouro:

1. Inclua guloseimas no seu cardápio diário

Privar-se do que você gosta não vai contribuir para o seu emagrecimento. Não adianta prometer que nunca mais comerá chocolates, por exemplo, e acreditar que dessa forma vai emagrecer mais rápido. Restrições excessivas são difíceis de manter e só vão deixá-lo infeliz. Por isso, o programa do Vigilantes do Peso é flexível. Consuma guloseimas com moderação, levando em conta a sua Cota Diária de pontos.

2. Varie as suas refeições

Observe o seu cardápio diário. Você toma o mesmo café da manhã e come o mesmo no almoço todos os dias? Se a sua resposta é “sim”, você está de dieta. Não experimenta novos pratos por medo de sair da linha. Saiba que essa é a receita do fracasso. A sua prioridade deve ser experimentar novos pratos e alimentos. Crie uma lista de alimentos saudáveis de que você gosta e que contribuirão para o seu emagrecimento e para a manutenção do seu peso saudável.

3. Leia mais sobre saúde e atividades físicas

Conheça melhor o seu novo estilo de vida. Saiba o que os especialistas dizem sobre como comprar e preparar alimentos, mexer-se mais, alcançar e manter um peso saudável.

4. Pese-se apenas uma vez por semana

O peso varia ao longo do dia. Pesar-se com muita freqüência pode ser frustrante e fazer com que você não enxergue o progresso de maneira geral. Para garantir a motivação, preste atenção no que muda além do número na balança: o caimento da roupa e os elogios que você recebe, por exemplo.

5. Concentre-se nas mudanças de hábitos

Dê aos seus hábitos a mesma atenção que dá aos números da balança. Comemore cada mudança de comportamento que realizar. Preste muita atenção em como você se comporta nas reuniões com os amigos, no trabalho e em casa. Começou a levar o almoço para o escritório? Fantástico! Essa pequena mudança é uma grande conquista que resultará num emagrecimento duradouro.

5. Compartilhe com um grupo os seus objetivos

Pesquisas comprovam: quem assiste às reuniões do Vigilantes do Peso perde até três vezes mais peso do que aqueles que tentam emagrecer sozinhos. Quando você se junta a um grupo que compartilha os mesmos objetivos fica mais fácil atingir a sua meta.

6. Seja persistente.

No final do dia, os “perdedores” mais bem-sucedidos são aqueles que simplesmente se recusam a desistir. Eles não se abalam quando o número na balança sobe e não deixam que a negatividade os atrapalhe. Esqueça o perfeccionismo e mude definitivamente.

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10 Piores refeições de fast-food

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A revista americana TIME na edição de hoje publica pesquisa das 10 piores refeições de fast-food nos Estados Unidos.

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McDonald Shake  – 1160 calorias

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Starburcks Chocolate quente – 600 calorias

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Steakhouse Outback – 2140 calorias

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Taco Salada  -960 calorias

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Cheese Omelet .Dunkin Donuts – 690 calorias

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 Quesadilla Burger – 1440 calorias

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KFC Chicken – 700 calorias

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French Fries – 1464 calorias

Burger Sundae – 980 calorias

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Raízes da obesidade

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As raízes da obesidade
Entre as mutações monogênicas descritas na obesidade, destacam-se as que envolvem os genes de leptina e neutrofina e seus recepto
res, o gene da proopiomelanocortina (PMOC) e o receptor da melanocortina tipo IV (IMCR4),
que é a mutação mais comum, correspondente a 4% dos casos. Mas existem outras a caminho de ser descobertas. Os fatores genéticos respondem por 24% a 40% da variação no índice de massa corpórea (IMC), calculam os estudiosos. A fisiologia é outro aspecto ainda pouco conhecido.
Até pouco tempo atrás, o tecido adiposo era considerado como sendo apenas um reservatório de gordura. Hoje se sabe que tal tecido é um importante órgão endócrino, tendo em vista a quantidade de hormônios por ele produzidos.. Pesquisas recentes comprovaram que os adipócitos possuem diversas funções metabólicas e imunes. Em relação ao sistema imune, sintetizam diversas substâncias pró-inflamatórias, como citocinas, interleucinas e o fator de necrose tumoral
(TNF). Em virtude desse conhecimento, discute-se hoje a ideia de que a obesidade pode vir a ser considerada uma grande síndrome inflamatória. Se tal ideia ganhar peso, talvez a obesidade passe a ser tratada como uma síndrome inflamatória no futuro.  A interrupção precoce do aleitamento materno, com introdução de complementação alimentar inadequada, diluição incorreta de fórmulas lácteas, peso ao nascimento e ganho de peso acelerado no pós-natal, são os fatores de risco para a obesidade revelados por estudos mais recentes.
Os distúrbios de comportamento alimentar, derivados da dinâmica familiar, além do aumento do tempo gasto em frente à televisão, aos videogames e ao computador, são reconhecidos há mais tempo. Crianças obesas que não mudam os hábitos alimentares e permanecem sedentárias são fortes candidatas de se tornarem adultos obesos, especialmente se forem meninas. Em razão do aumento do tecido adiposo na puberdade, elas têm chance de 80% de levar a obesidade da infância e adolescência para a vida adulta, comparativamente aos meninos, cuja chance seria de 30%.

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Epidemia da obesidade

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arte-obesidade2455_nkfi1b.jpg  A explicação para a epidemia de obesidade que se alastra hoje entre as crianças e os adolescentes brasileiros vai muito além do estilo de vida moderno. Ela tem raízes em um processo que os biólogos denominam de readaptação epigenética. os pediatras estudam hoje as repercussões desse fenômeno entre as gerações e como reverter seus efeitos deletérios O Brasil, a exemplo de outros países da América Latina, passa por um período de transição nutricional, da desnutrição para a obesidade, iniciado há duas décadas. A prevalência de sobrepeso e obesidade vem aumentando, particularmente, nos centros urbanos. Dados americanos do ano de 2000 demonstraram que 15,8% das crianças com idades entre 6 e 11 anos e 16,1% dos adolescentes entre 12 e 19 anos apresentavam obesidade. No Brasil, os  dados são similares: a prevalência de excesso de peso varia entre 10% e 30% na faixa etária pediátrica. O peso excessivo leva seus portadores a desenvolver doenças associadas com a obesidade, em comorbidades, como o diabetes, a hipertensão arterial e as dislipidemias. O organismo de uma pessoa obesa sofre alterações endócrinas, cardiovasculares, gastrointestinais, pulmonares, neurológicas, ortopédicas, dermatológicas e psicossociais que levam a doenças, além de produzir dor e desconforto. A explicação para esse fenômeno no Brasil e nos demais países em desenvolvimento vai muito além do estilo de vida da sociedade moderna, em que o sedentarismo e os hábitos alimentares inadequados predominam. Segundo a Dra. Vera Koch, professora livre-docente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e médica responsável pela Unidade de Nefrologia Pediátrica do Instituto da Criança da FMUSP, a etiologia da nossa transição nutricional difere, profundamente, da epidemia de obesidade nos países ricos. “A passagem de um período de carência alimentar para outro, de oferta nutricional, como a que caracterizou nossa transição, teve influência no âmbito genético”, explica Koch. A mudança no padrão alimentar produziu modificações no genótipo de uma geração inteira e nos fenótipos de seus descendentes, em um processo que os biólogos denominam de readaptação epigenética. A população, antes programada para um processo de restrição alimentar, apresentava um fenótipo “poupador”, que determinou alterações no desenvolvimento e no crescimento de múltiplos órgãos, com vistas à sua adapta ção à carência de nutrientes. Com a grande oferta de alimentos, tal fenótipo passou a ser negativo, contribuindo para o ganho de peso e o desenvolvimento da obesidade e suas comorbidades, como a hipertensão arterial. “O maior problema desse fenômeno é que uma readaptação epigenética leva muitas gerações para ser modificada”, lembra a especialista.“As condições de alimentação no período pós-natal, além disso, podem influenciar os fatores epigenéticos de maneira negativa”, ela acrescenta. “O ideal é o bebê ganhar peso adequadamente, o que é conseguido com a prática de aleitamento materno.” Estudos recentes vêm iluminando essa relação entre peso ao nascer, tipo de aleitamento e obesidade ou entre obesidade e taxas de ganho de peso durante a infância .

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Novas regras para os isotônicos

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 Só dar uma voltinha pelas academias da cidade para assistir à cena: certos de estarem bem hidratados, muitos atletas amadores ou praticantes de atividade física leves e esporádicas consomem isotônicos sem qualquer orientação. A bebida colorida e saborosa não chega a ser de todo nociva, mas, se consumida em excesso ou por pessoas que apresentam certas doenças, pode não ser saudável. Para deixar a população mais bem informada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está propondo, em forma de consulta pública, novas regras para os alimentos destinados aos atletas, entre eles os repositores hidroeletrolíticos.Depois da consulta, que se encerra este mês, a Anvisa se reunirá com representantes de diversos setores especializados da sociedade para discutir o tema. Se aprovada a restruturação, tais bebidas deverão apresentar em seus rótulos a seguinte orientação: “Este alimento é destinado exclusivamente a atletas sob recomendação de nutricionista ou médico e não substitui uma alimentação equilibrada. Este produto não deve ser consumido por crianças, gestantes, idosos e portadores de enfermidades”.

Mas, afinal, o que uma bebida aparentemente inofensiva pode trazer de danos? Segundo a médica nutróloga Samantha Enande, de São Paulo, como são compostos basicamente por sais minerais e vitaminas, os isotônicos devem ser ingeridos em casos de desidratação e por atletas que pratiquem atividade física intensa por pelo menos uma hora e cuja frequência cardíaca atinja 80%.

— A falta ou o excesso de eletrólitos no organismo causam sintomas parecidos, como cãibras ou aceleração dos batimentos cardíacos.

Ela acrescenta que, por terem os mesmo componentes do plasma do sangue, os isotônicos caem rapidamente na corrente sanguínea. Nesse caso, devem ser evitados pelas grávidas, já que os sais contidos nos produtos chegam ao feto, cujo coração precisa ter uma baixa concentração de eletrólitos. Outro alerta é essas bebidas contêm carboidratos para repor a energia perdida durante os treinos e, por isso, não são recomendadas para diabéticos.

A iniciativa da Anvisa será benéfica:  Toda informação preventiva é importante.

Apesar de os especialistas não serem unânimes quanto aos danos que podem provocar os eletrolíticos ingeridos sem recomendação, existe grupo que afirma que o sal presente nessas bebidas pode não fazer bem a quem tem problemas de pressão arterial ou cálculo renal. O ideal é que as pessoas que não são atletas se hidratem com isotônicos naturais, como água de coco, ou frutas com bastante água, como melancia.

Saiba mais

— Os isotônicos são compostos basicamente de água, carboidratos e minerais, como sódio e potássio

— Têm os mesmos componentes do plasma do sangue, sendo absorvidos rapidamente

— A prática de atividade física prolongada pode levar à desidratação do organismo. Por isso, é indicada a ingestão de isotônicos que, além de promover a hidratação, têm componentes que impedem a exaustão muscular e lesões nos tendões

A Anvisa ainda propõe

— Que a categoria atualmente denominada “alimentos para praticantes de atividade física” passe a ser chamada de “alimentos para atletas”

— A proibição da comercialização dos aminoácidos de cadeia ramificada, por não haver comprovação de resultados dos efeitos prometidos

— Produtos que compõem um pack deverão ser registrados individualmente

— Em relação à rotulagem desses alimentos, as empresas deverão colocar a designação do produto em tamanhos de fonte de no mínimo um terço do tamanho da marca

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dieta dos sexos

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Um grupo de pesquisadores do Brookhaven National Laboratory realizou um trabalho comparativo entre as dificuldades enfrentadas por homens e mulheres, no decorrer de uma dieta. Segundo a pesquisa, há uma diferença inata entre a maneira como homens e mulheres conseguem lidar com a vontade de comer e os prazeres da gula. Por conta disso, as mulheres mostraram mais dificuldades para perder peso e maiores chances de se tornarem obesas. Pensando em dados quantitativos: enquanto homens submetidos a uma dieta durante três meses apresentaram a capacidade de perder 10% do seu peso, mulheres na mesma situação conseguem perder apenas 5%. Uma das hipóteses mais fortes afirma que o corpo feminino, ao longo dos tempos, se preparou para absorver a maior quantidade possível de calorias, devido aos períodos de gravidez e lactação. Para ler o estudo completo, basta acessar a revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

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Manteiga ou margarina? Qual será menos prejudicial à saúde da familia?

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manteiga_440.jpg  Com as novas descobertas da ciência, e com a quantidade de informações que recebemos diariamente, às vezes no supermercado ficamos em dúvida a respeito de algum alimento que se consumido pode vir a comprometer a saúde da família. Acredito que o caso da manteiga e margarina vale a pena ser comentado, pois ambas são alimentos que fornecem basicamente gordura, o nutriente mais calórico da tabela nutricional. Cada grama fornece 9kcal, é muita coisa. Cada família tem seu hábito alimentar, mas não custa nada tomar alguns cuidados para se ter uma família saudável. Portanto, independentemente de qual você escolher, consuma com moderação. Outro fator a ser avaliado é o tipo de gordura que cada uma fornece. O rótulo desses produtos devem conter informações sobre que tipo de gordura(saturada, insaturada e trans) e a quantidade. A manteiga nada mais é que a nata do leite batida até se transformar numa emulsão cremosa. É composta por cerca de 80% de gordura, sendo os 20% restantes de água e resíduos de lactose(o açucar do leite) e de butirina(a proteína do leite). A manteiga é a única matéria gorda que dispõe de uma quantidade de vitamina A razoável. É digerida com grande facilidade, sendo seu tempo de permanência no estômago, menor que o das outras gorduras. Um consumo diário de 20g de manteiga representa metade do que podemos consumir de gordura saturada. Porisso consuma sempre com muita moderação. O primeiro registro que se tem deste produto data de 1750a.C. Ao longo dos anos, sua fabricação passou de artesanal para industrial, o que não diminuiu as suas qualidades, pelo contrário, pois lhe conferiu mais higiene. A margarina é obtida através da hidrogenação de óleos vegetais e por ser um produto vegetal, não tem colesterol, e tem menos da metade da gordura saturada da manteiga. Ouvimos muito falar em gordura saturada, insaturada e gordura trans, mas o que de fato isso tudo significa? A gordura trans, atualmente tida como a grande vilã, é a que mais preocupa os médicos, pois é produzida artificialmente, com a finalidade de conservar e melhorar a consistência dos alimentos. Muito usada em biscoitos, bolos, bolachas, batatas congeladas para fritura(daí vem aquela crocância que dificilmente conseguimos com as batatas in natura), entre outros. A questão é que em excesso provoca problemas à saúde como aumento do colesterol ruim e redução do bom, causando maior risco de doenças cardíacas. Especialistas recomendam não mais que 2g de gordura trans por dia. Hoje encontramos nas prateleiras dos supermercados uma avalanche de produtos com dizeres “ livre de gordura trans”, resta saber o que foi colocado para substituir a “bonita”. Já a gordura saturada é o tipo predominante na manteiga e nos alimentos de origem animal. São as gorduras sólidas, como a banha e a gordura da carne. Seu consumo em excesso aumenta o colesterol e pode desencadear doenças cardíacas, mesmo assim é menos perigosa que a gordura trans. A gordura insaturada é encontrada nos óleos vegetais, como azeite de oliva e canola, é a menos prejudicial, porém a margarina é feita de óleo vegetal, mas para ficar consistente passa por um processo de hidrogenação, que transforma a gordura insaturada em gordura trans, que é a gordura perigosa. Então se você optar pela margarina, escolha então aquelas que não possuem gordura trans. De maneira geral, é mais comum consumir margarina, com o objetivo de se evitar o colesterol e as gorduras saturadas presentes na manteiga, principalmente pelas pessoas que apresentam níveis elevados de colesterol sérico (sanguíneo). Porém, as gorduras trans inibem a ação de enzimas específicas do fígado, o que favorece a síntese do colesterol. Conseqüentemente, o consumo de margarina propicia o aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos e a diminuição do HDL (bom colesterol), por mecanismos indiretos. Além do aumento dos níveis de colesterol, estudos indicam que as gorduras trans favorecem que as membranas percam sua flexibilidade, dificultando até mesmo a transmissão de impulsos nervosos, o que pode estar relacionado com o aumento da incidência de depressão. Portanto, se você busca manter a saúde de sua família em dia, diminuir os níveis sanguíneos de colesterol, evite alimentos fontes de gorduras hidrogenadas, como por exemplo, as margarinas. Daí vem a pergunta, se tudo faz mal o que passo agora no pão? Simples, existem uma série de outros alimentos que podem substituir a manteiga ou a margarina. Experimente o requeijão light, cream cheese light, queijo tipo cottage, pois além do valor calórico reduzido, oferecem mais nutrientes como cálcio e proteínas. Além disso, têm mais baixos teores de gorduras em geral e gorduras saturadas em sua composição.

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