Max Barros anuncia saída do PMDB e volta a defender o impeachment de Dilma

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Max Barros disse que o momento é importante para a vida do Brasil

Max Barros disse que o momento é importante para a vida do Brasil

Em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (30), o deputado Max Barros anunciou que deixou o PMDB e filiou-se ao PRP. O parlamentar voltou defender, também, a legalidade do processo em torno do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Barros disse que o momento é importante para a vida do Brasil e que o tema do impeachment está sendo tratado nas ruas, nas praças, no Congresso Nacional e na própria Assembleia, com profundidade. Ele garantiu que respeita todas as posições a favor ou contra o impeachment, desde que elas sejam feitas por questões de convicções pessoais.

“Então, quem tem o entendimento jurídico que o impeachment não é legal, eu respeito essa posição, como a minha posição é que há embasamento jurídico e a necessidade que a presidenta Dilma seja impedida”, garantiu.

Max Barros garantiu que deixou o PMDB no momento em que o partido está na eminência de ter um presidente da República. “Então, não me move nenhum interesse menor. Inclusive, quero agradecer aos integrantes do PMDB pelo tratamento que eu tive. Eu só deixo amigos no PMDB, mas resolvi seguir um novo rumo, então estou em outro partido, o PRP. Eu tenho total independência para falar, porque eu não tenho nenhum interesse pessoal ou político menor a defender”, assegurou.

Vários deputados fizeram apartes ao discurso de Max Barros, que afirmou que, por conta da quebradeira provocada pelo Governo Dilma, ela não tem condições políticas de continuar na Presidência. “O cacife político e o cacife de realizações que o presidente Lula deixou, ela conseguiu devastar todo esse patrimônio”, lamentou, ao enumerar as conquistas do Governo Lula, a exemplo do crescimento econômico e do Bolsa Família.

Ao finalizar, Max Barros fez um apelo no sentido que seja cumprido o artigo da Constituição que diz que todo o poder emana do povo e em nome dele deve ser exercido; e reafirmou que a presidente Dilma já não representa a vontade do povo.

“O povo nas ruas, na Avenida Paulista, na Avenida Litorânea. Em todo o Brasil, quatro milhões de pessoas dizem que a Dilma não representa mais o povo brasileiro. E as pesquisas dizem que ela tem só 10 por cento de apoio. Nós temos que tirar o Brasil desse atoleiro, por isso defendo o impeachment: porque é legal e é o melhor para o nosso país”, assegurou.

Fonte: Agência Assembleia

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