Wellington realiza audiência pública em Açailândia para debater direitos das pessoas com deficiência

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Wellington deu a palavra para vários deficientes, que relataram os problemas e dramas que enfrentam diariamente, como na infraestrutura, sem acessibilidade, e no mercado de trabalho

Feita por solicitação do deputado Wellington do Curso (PP), com o tema “Política de Proteção às Pessoas com Deficiência e Implantação do Programa de Transporte Travessia”, a audiência pública que aconteceu nesta quinta-feira (23), em Açailândia, conseguiu reunir pessoas com deficiência, além de autoridades, na Câmara Municipal. O pedido foi feito também pelo Movimento das Pessoas com Deficiência.

Vários cadeirantes e pessoas com outros tipos de deficiência estiveram presentes, entre elas, Manoela Soares, integrante do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência.

Wellington deu a palavra para vários deficientes, que relataram os problemas e dramas que enfrentam diariamente, como na infraestrutura, sem acessibilidade, e no mercado de trabalho.

Wellington fez uma homenagem especial ao presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho (PDT), que se restabelece de um problema de saúde, e agradeceu o apoio que tem recebido dele.

Alguns vereadores participaram do evento, a exemplo de Eliomar Laurindo, Zelito e Irmão Jorge; Cristina Silva, presidente da APAE; e Rosilda, presidente da Associação de Pessoas com Deficiência; além de representante da OAB. Cristina Silva disse que o evento foi válido e destacou a sensibilidade do deputado, para garantir a realização da audiência.

O deputado, que é presidente da Comissão de Administração Pública da Assembleia, também fez uma avaliação positiva do evento, promovido para buscar maior efetividade na execução de políticas públicas que garantam a inclusão e o cumprimento de direitos. Elogiou ainda a parceria com Câmara Municipal, que permitiu a realização da Audiência.

Wellington criticou de forma enfática as carências e a falta de infraestrutura, além do programa Travessia, do Governo do Estado, que não existe numa cidade grande como Açailândia. Lembrou que já foi feita audiência para debater as falhas na execução do mesmo programa de travessia, em Imperatriz.

De acordo com o parlamentar, o Estado não é inclusivo e nem o município de Açailândia para os deficientes. Eles cobraram ainda a falta de segurança e saúde e educação de qualidade em Açailândia.

ENCAMINHAMENTOS

Wellington preside mesa de trabalho da audiência, que contou com auxílio de intérprete de libras

Wellington garantiu que será feito um relatório e as propostas recebidas durante a audiência serão encaminhadas às autoridades competentes, porque, segundo ele, “muito se discute e pouco se faz”.

Ele disse que no Brasil, 30 por cento das pessoas possuem algum tipo de deficiência. Um dos pedidos, alertado pelo vereador Eliomar, é a ampliação do mercado de trabalho para os deficientes sem a perda dos benefícios que recebem.

De acordo com Wellington, as pessoas com deficiência estão cansadas de esperar por soluções e cobrou das autoridades imediata providência para garantir uma melhor qualidade de vida para os cadeirantes. Todos elogiaram a iniciativa de Wellington, que se comprometeu, por exemplo, em trabalhar pela vinda do Travessia e melhoria da infraestrutura de acesso a ruas e órgãos públicos.

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