Miséria, violência e corrupção, legados de Flávio Dino para o povo do Maranhão

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Flávio Dino propagandeia virtudes, mas realidade dos maranhenses é cruel (Foto: Biné Morais/O Estado)

O governo de Flávio Dino (PCdoB) acumula um saldo extremamente negativo, desde o seu início, em 1º de janeiro de 2015. Há três anos, quatro meses e sete dias no poder, o comunista supera, com larga vantagem, todos os antecessores em número de escândalos, tragédias e exemplos de descaso, que se multiplicam dia após dia, sem cessar. Antes mesmo do término da gestão, já é possível afirmar, com plena certeza, que Dino deixará ao povo do Maranhão um legado de miséria, violência e corrupção, jamais visto na história política do estado.

Tantos erros e omissões resultam em um recorde lamentável, com dados concretos que revelam uma realidade cruel, totalmente inversa à propaganda virtuosa paga a preço de ouro pelo Palácio dos Leões e usada como principal instrumento para tentar viabilizar a reeleição do governador, mas que já não convence como antes. A cada dia mais consciente de que a promessa de mudança não passou de engodo, a população já demonstra desencanto com o outrora imbatível Flávio Dino e a cada dia mais cidadãos manifestam repúdio à experiência comunista mal sucedida.

Em relação à miséria, há indicadores incontestes de que esta aumentou desde que os comunistas assumiram o governo.  Não se trata de mero discurso da oposição, mas de informações oficiais, publicadas pelo jornal Valor Econômico, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Só em São Luís, a pobreza extrema avançou 48%, em 2016. De acordo com o levantamento, nada menos do que 147 mil pessoas sobrevivem em condições humanas precárias, sem recursos nem mesmo para se alimentar de forma adequada.

A insegurança é uma sensação compartilhada por todos os maranhenses, de todas as regiões do estado, devido a sucessivas ocorrências de assaltos, homicídios, latrocínios e até sequestros, como o da primeira-dama de Buriticupu, Betel Gomes, semana passada. Na região metropolitana de São Luís, a barbárie promovida pelas facções criminosas faz um número crescente de vítimas, dia após dia. Seu motor é o tráfico, raiz de toda a violência, e aparentemente à prova de qualquer repressão. Audaciosos ao extremo, os criminosos investem contra lojas, bancos, postos de combustíveis, casas lotéricas e até contra delegacias e postos policiais, como a unidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Açailândia, metralhada, em março, por um bando fortemente armado, que minutos antes havia roubado uma viatura da Polícia Militar, usada para transportá-los ao local do atentado.

Corpo do delegado da PF David Aragão é sepultado em meio a extrema comoção

Quanto aos alvos humanos da bandidagem, não há distinção. Estão na mira do crime desde cidadãos comuns aos agentes da lei, como a policial civil Iran Cerqueira Santos, então chefe de captura da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), morta em fevereiro do ano passado, em uma embocada, próxima à casa onde morava, no Araçagi. No último sábado, o delegado da Polícia Federal David Aragão, chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários, foi covardemente assassinado por três homens que invadiram sua casa, também no Araçagi, em plena comemoração do aniversário de 5 anos da filha. Nem mesmo crianças têm sido poupadas pela violência. Uma delas, de apenas 6 anos, perdeu a vida, nesse domingo, no Bairro de Fátima, ao ser atingida por uma bala perdida, em meio a um tiroteio travado por grupos criminosos rivais que aterrorizam a área.

No tocante à corrupção, há focos em diferentes setores do governo comunista, em especial na Secretaria de Estado da Saúde (SES). A subtração de recursos da pasta foi descoberta pela Operação Pegadores, deflagrada em novembro do ano passado pela Polícia Federal. A investigação constatou o desvio de R$ 18 milhões, por meio da contratação fraudulenta de servidores e pagamento ilegal de remunerações, e levou à prisão ninguém menos do que a ex-subsecretária de Saúde Rosângela Curado, candidata derrotada a prefeita de Imperatriz, em 2016, que até então mantinha estreita relação com Flávio Dino e com o deputado federal Weverton Rocha (PDT), um dos aliados de proa do governador e seu padrinho político.

Pivô do escândalo na Saúde, Rosângela Curado recebe abraço afetuoso de Flávio Dino

Ex-assessor técnico da SES, o médico Mariano de Castro também também foi preso na operação e após deixar a cadeia foi encontrado morto no apartamento onde morava com uma irmã, em Teresina, capital do Piauí, sua terra natal. Junto ao corpo, foi encontrada uma carta na qual o suspeito relatou como se dava o esquema, cujo teor pode levar a mais implicações.

Tantos episódios negativos comprovam que o Maranhão, sob o domínio político dos comunistas, está muito aquém de ser a maravilha mostrada na propaganda oficial. Ao contrário do que exibem as peças de publicidade ilusórias bancadas pelos palacianos, a vida real é marcada por uma grave crise de sobrevivência, seja pela falta do pão do cada dia, seja pelo risco de morte representado pela violência, seja pela apropriação indevida de dinheiro público, em detrimento do bem comum e da dignidade.

5 comentários para "Miséria, violência e corrupção, legados de Flávio Dino para o povo do Maranhão"


  1. jose Araujo

    Caro Daniel vc morava em qual estado mesmo para tirar estas conclusões.

  2. Alan Santos

    Como se nos governos “Sarney” fosse diferente. Francamente! Tente ao mínimo ser tendencioso.

  3. Paulo Silva

    Todos farinha do mesmo saco.

  4. David

    São todos corruptos e ladrões infelizmente nós maranhenses assim como o resto do país estamos nas mãos de governantes sem escrúpulos sem compaixão com o povo que sofre demasiadamente sem esperança de dias melhores nas mãos desse corruptos que só pensam em si mesmo..

  5. David

    São todos ladrões sem escrúpulos que só pensam em si mesmo, e não dão a mínima pro povo que tanto tem sofrido com a falta de saúde adequada sem segurança sem perspectiva de dias melhores.

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