“Flávio Dino fecha Hospital de Matões do Norte e quem sofre é a população”, diz deputado Wellington ao denunciar perseguição política

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Falta de investimento na saúde pública, ações midiáticas, desvios milionários e atos movidos por perseguição política. Essa tem sido a triste realidade do sistema de saúde no Maranhão, motivo que levou o deputado estadual Wellington do Curso a realizar visita ao Hospital Regional de Matões do Norte, que foi recentemente fechado pelo governado Flávio Dino, no último dia 01 de fevereiro.

Na população, o sentimento é de revolta com o fechamento do Hospital, algo que, segundo os maranhenses, só aconteceu porque o atual governador não foi bem votado nos municípios circunvizinhos, tendo por exemplo em Matões, apenas 35% dos votos.

“O governador Flávio Dino não sabe o que é um Hospital pra gente como a gente. Ele não sabe porque ele tem dinheiro pra pagar. O pobre não: o pobre só tem ali, pra fazer a cirurgia. Agora, se Deus livre acontecer alguma coisa, tenho que ir pra outro município…mas como? Se às vezes, nem o dinheiro do pão a gente tem? Ele só fez isso porque não foi bem votado nem aqui nem nos municípios que ficam perto do Hospital”, desabafou Raimundo Pereira, lavrador aposentado.

Ao ouvir os anseios da população, o deputado Wellington afirmou já ter adotado as devidas providências.

“Flávio Dino não sabe a realidade do povo do Maranhão. Só um governador muito alienado fecharia um hospital que atende mais de 14 municípios. Se é apenas para a reforma, por que não fez algo gradativo? Por que de forma tão abrupta? E outra, mais uma vez eu tento ensinar Flávio Dino aquilo que ele ainda não entendeu: o governo do Maranhão não é a casa dele. Se está em reforma, onde está a placa com os valores que serão gastos? Onde está o nome do responsável e a origem dos recursos? Ou será se isso é apenas mais uma ‘desculpa’ para um dos desvios milionários da saúde pública do Maranhão? Flávio Dino fechou Hospital de Matões do Norte e quem sofre é a população. Isso não vai ficar assim. Já adotei as providências cabíveis e continuamos à disposição”, afirmou Wellington.

AÇÕES ADOTADAS

Entre as providências, o deputado Wellington apresentou uma representação em desfavor do estado do Maranhão para que a Promotoria da Saúde atue no caso. O Hospital Regional de Matões atendia os municípios de Anajatuba, Arari, Belagua, Cantanhede, Itapecuru, Matões do Norte, Miranda, Nina Rodrigues, Pirapemas, Presidente Vargas, São Benedito do Rio Preto, Urbanos Santos, Vargem Grande e Vitória do Mearim.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Em Matões do Norte, o governador Flávio Dino teve apenas 35% dos votos; em Pirapemas, o percentual cai para 32%; já em Cantanhede, os votos conquistados equivalem a 41%; em Miranda do Norte e Anajatuba, são de 43% e 44%, respectivamente. Nos municípios antes atendidos pelo Hospital Flávio Dino não conquistou nem metade do eleitorado, motivo esse que faz com que a população que o comunista apenas tenha fechado o Hospital Regional para se vingar.

2 comentários para "“Flávio Dino fecha Hospital de Matões do Norte e quem sofre é a população”, diz deputado Wellington ao denunciar perseguição política"


  1. JOÃO FERREIRA

    …Aí é que tá… se o cara pálida foi menos votado nestes municípios, deveria fazer por onde conquistar a população, e não será deste jeito, fechando hospital, que isso acontecerá. Mas,o governador já se reelegeu mesmo… Não está pensando em um futuro político… O povo que se lasque, ainda mais, não é mesmo, Sr. Governador ???

  2. Rivelino Batista

    Estilão a dilma esse sujeito.
    E Maduro, hein? Partido Comunista da Venezuela…, e tals…

    «Viva toda a velocidade do 4.5G, Vivo» (quá-quá-quá]

    «O que nós podemos fazer por você, hoje? Santander.» [buá, buá, buá]

    «Não é cliente? Então vem! Itaú» [mi, mi, mi. Conte outra mentira].

    E a dilma, hein?

    Ganhadora do Oscar?…

    Dilma? A baranga de BELO Horizonte?
    A bregaça do Maletta? Kuá, kuá, kuá!

    O PT e manezões vivem de enganar e seduzir as muitas gentes com frasinhas mentirosas e textos picaretas como os de cima. Ao estilo de:

    «Viva toda a velocidade do 4.5G, Vivo» (quá-quá-quá]

    «O que nós podemos fazer por você, hoje? Santander.» [buá, buá, buá]

    «Não é cliente? Então vem! Itaú» [mi, mi, mi. Conte outra mentira].

    Me engana que eu compro o barangaço do PT!

    O PT e todos que o ama são barangonas. E barangões. Baranguérrimos políticos.

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