Volume de serviços no Pará e no Piauí cresce 5 vezes mais do que no Maranhão, aponta IBGE

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A Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para medir o desempenho de atividades como transporte, alimentação, hospedagem, telecomunicações e tecnologia da informação, trouxe um resultado nada animador para a economia local e jogou por terra qualquer tentativa do governador Flávio Dino (PCdoB) de fazer o povo crer que sua gestão promove o desenvolvimento. O levantamento revelou que os volume de serviços prestados nos vizinhos estados do Pará e Piauí cresceu aproximadamente cinco vezes mais do que no Maranhão em julho deste ano, se comparado ao mês imediatamente anterior.

Enquanto no Pará o volume de serviços aumentou 8,7% no período de referência da pesquisa, no Maranhão, houve um tímido crescimento de 1,6%. A comparação com o Piauí também não é nada favorável, pois nosso vizinho a leste despontou como o quarto maior estado da lista, com taxa positiva de 7,1%.

Os dados oficiais, que rebaixam o Maranhão a um patamar inferior em relação a dois estados de sua região geográfica em um dos setores mais importantes da economia, desmentem categoricamente o discurso falacioso de comunistas e aliados de que o Maranhão está avançando, conforme prometeu Flávio Dino em seu discurso de posse, proferido da sacada do Palácio dos Leões, em 1º de janeiro de 2015.

Tocantins

Se a comparação for feita com Tocantins, unidade da federação que faz ampla divisa com o Maranhão a sudoeste, a desvantagem local é ainda mais gritante. Com alta de 12,2% nos serviços entre junho e julho, o estado da região Norte ocupa o topo do ranking de crescimento do setor de serviços, de acordo com a pesquisa, e registrou taxa de elevação quase oito vezes maior do que a maranhense.

O índice de crescimento do volume de serviços no Maranhão está acima da média nacional, de 0,8%. Mas o desempenho pífio em relação aos três estados vizinhos, que têm geografia e outras características semelhantes, indica que algo está errado, mais precisamente, nas políticas de governo.

Confira o ranking dos estados:

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