{"id":47809,"date":"2018-01-03T11:48:00","date_gmt":"2018-01-03T14:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/?p=47809"},"modified":"2018-01-03T11:48:00","modified_gmt":"2018-01-03T14:48:00","slug":"o-maranhao-real-do-ruim-para-o-pior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-real-do-ruim-para-o-pior\/","title":{"rendered":"O Maranh\u00e3o real: do ruim para o pior"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Roberto Rocha*<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_47810\" aria-describedby=\"caption-attachment-47810\" style=\"width: 448px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-47810\" src=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2018\/01\/roberto-rocha-2018.jpg\" alt=\"\" width=\"448\" height=\"297\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-47810\" class=\"wp-caption-text\">Roberto Rocha lamentou fato de o Maranh\u00e3o ocupar \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es no Ranking de Competitividade dos Estados<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos aproximamos de mais um ano eleitoral e como \u00e9 de h\u00e1bito o debate p\u00fablico se transforma em um exerc\u00edcio especulativo de palpites e previs\u00f5es.<\/p>\n<p>Muito se conjectura, muito se presume, mas infelizmente pouco se analisa sobre o que conquistamos at\u00e9 o presente e sobre os rumos que devemos tomar.<\/p>\n<p>Vivemos o imp\u00e9rio da conjuntura, que se sobrep\u00f5e aos imperativos estruturais.<\/p>\n<p>Precisamos buscar um olhar mais propenso a entender o curso da hist\u00f3ria, e n\u00e3o o jogo superficial das narrativas pol\u00edticas.<\/p>\n<p>Felizmente, temos no Brasil instrumentos em abund\u00e2ncia para nos debru\u00e7ar sobre centenas de indicadores sociais, pol\u00edticos, ambientais, econ\u00f4micos e tantos outros. \u00c9 com eles que devemos contar para n\u00e3o ficarmos ref\u00e9ns da disputa ret\u00f3rica, alheios \u00e0 aferi\u00e7\u00e3o objetiva dos fatos.<\/p>\n<p>Recentemente dois estudos aprofundados jogaram mais luzes sobre a situa\u00e7\u00e3o real dos n\u00fameros do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Me refiro especialmente ao Ranking de Competitividade dos Estados, realizado pelo Centro de Lideran\u00e7a P\u00fablica (CLP), e, mais recentemente, ao relat\u00f3rio sist\u00eamico do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU), que consolidou os resultados de diversas auditorias destinadas \u00e0 Regi\u00e3o Nordeste. Chamado Fisc Nordeste, apresenta um panorama comparativo entre os Estados da regi\u00e3o, e destes com o resto do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O resultado desses dois amplos e rigorosos estudos nos d\u00e3o uma ideia mais clara do tamanho do que o ministro do TCU, Jos\u00e9 Mucio Monteiro, chamou de \u201cfraude da nossa hist\u00f3ria\u201d, que segundo ele \u00e1 a maior das fraudes, justamente aquela que n\u00e3o \u00e9 detectada pelos sistemas de controle, pois no mais das vezes n\u00e3o deriva da omiss\u00e3o, mas da a\u00e7\u00e3o equivocada.<\/p>\n<p>\u00c9 pelo conjunto da obra que podemos compreender porque o maranhense, por exemplo, na m\u00e9dia vive quase dez anos menos do que um catarinense. E cinco anos menos do que a m\u00e9dia dos brasileiros. E n\u00e3o \u00e9 por qualquer desvio nos \u00edndices de viol\u00eancia, mas simplesmente pela incapacidade do Estado de prover padr\u00f5es de desenvolvimento m\u00ednimos para sustentar pol\u00edticas de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n<p>O Ranking de Competitividade dos Estados considerou 66 indicadores, agrupados em 10 pilares. S\u00e3o eles: infraestrutura, sustentabilidade social, seguran\u00e7a p\u00fablica, educa\u00e7\u00e3o, solidez fiscal, efici\u00eancia da m\u00e1quina p\u00fablica, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inova\u00e7\u00e3o. Portanto uma radiografia completa do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O crit\u00e9rio adotado \u00e9 semelhante ao IDH, conferindo notas de zero a cem, sempre obedecendo o par\u00e2metro de quanto mais perto de 100, melhor.<\/p>\n<p>Analisadas as 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 surpresa em constatar que o melhor desempenho fica com S\u00e3o Paulo. E n\u00e3o \u00e9 simplesmente pela for\u00e7a econ\u00f4mica, mas tamb\u00e9m e principalmente pela consist\u00eancia das pol\u00edticas, sa\u00fade fiscal e cumprimento de um projeto de desenvolvimento, mesmo em tempos de crise.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que o governador Geraldo Alckmin desponta nos dias de hoje como o candidato mais preparado para recolocar o Brasil no eixo do desenvolvimento.<\/p>\n<p>Contrastando com S\u00e3o Paulo, na outra ponta, dividindo os \u00faltimos lugares, est\u00e1 o Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Em apenas dois anos, o Maranh\u00e3o caiu da 20\u00aa para 25\u00aa posi\u00e7\u00e3o no Ranking. De uma nota de 43.1 em 2015, o Maranh\u00e3o involuiu para 31.5 em 2017. Esse \u00e9 o resultado da experi\u00eancia comunista, de que o Maranh\u00e3o tem sido a cobaia. Experi\u00eancia na qual depositamos imensa expectativa favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>Um outro dado assombroso: o Maranh\u00e3o recebeu nota zero no ranking de 2017 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade social, ocupando a \u00faltima posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m quando falamos de capital humano, que re\u00fane os indicadores de custo de m\u00e3o-de-obra, popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa com ensino superior, produtividade do trabalho e qualifica\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, o Maranh\u00e3o situou-se apenas na 25\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking dos 27 Estados.<\/p>\n<p>Quanto ao potencial de mercado, que analisa o crescimento da for\u00e7a de trabalho e a taxa de crescimento, o Maranh\u00e3o recuou oito pontos, de 2016 para 2017.<\/p>\n<p>Uma \u00fanica \u00e1rea se destaca, quanto \u00e0 solidez fiscal, resultado mais da continuidade de uma pol\u00edtica do governo anterior do que de qualquer compromisso com a austeridade.<\/p>\n<p>Alguns estados pequenos, como Rond\u00f4nia, Acre e Para\u00edba ganharam posi\u00e7\u00f5es com desempenho expressivo, o que comprova que n\u00e3o importa o tamanho do PIB, mas a responsabilidade da gest\u00e3o.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 o quesito Potencial de Mercado, em que o vizinho Estado do Par\u00e1 aparece em terceiro lugar no Brasil enquanto o Maranh\u00e3o amarga a 17\u00aa posi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma vantagem log\u00edstica que explique porque o Maranh\u00e3o patina enquanto seus vizinhos disparam.<\/p>\n<p>Esse, infelizmente \u00e9 o quadro atual. Bem diferente do que se v\u00ea na m\u00eddia maranhense, em boa parte cevada por recursos generosos para vender a ideia de que est\u00e1 tudo \u00e0s mil maravilhas.<\/p>\n<p>Esses n\u00fameros n\u00e3o chegam a surpreender, em se tratando de um governo que n\u00e3o tem um projeto de Estado, que \u00e9 hostil ao capital privado, que \u00e9 paralisado por interdi\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas que o mundo inteiro j\u00e1 renegou.<\/p>\n<p>Contra esses fatos, medidos com rigor e precis\u00e3o, o Governo do Maranh\u00e3o faz sil\u00eancio. Importa a ele apenas o alarido das redes sociais com seu s\u00e9quito de curtidores e compartilhadores.<\/p>\n<p>Felizmente temos o contraponto de uma m\u00eddia aguerrida, especialmente de alguns blogueiros, que n\u00e3o se enfeiti\u00e7aram pelo canto da sereia. A eles rendo minhas homenagens, para que prossigam fazendo jornalismo, e n\u00e3o propaganda.<\/p>\n<p>Quanto ao estudo do TCU, ressalto a constata\u00e7\u00e3o, medida em n\u00fameros, de que o Maranh\u00e3o \u00e9 o Estado mais dependente de recursos federais. Ou, dito de outra maneira, o Estado com menor capacidade de gera\u00e7\u00e3o de riqueza pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Trata-se de uma trag\u00e9dia dentro de outra trag\u00e9dia, uma vez que o Nordeste, por si, segundo o mesmo estudo, em rela\u00e7\u00e3o a opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito para o setor produtivo recebeu a metade, per capita, comparado com as Regi\u00f5es Centro-Oeste, Sudeste e Sul.<\/p>\n<p>Constatou ainda o TCU que o governo federal n\u00e3o regionaliza as diretrizes, objetivos e metas para os programas de desenvolvimento do pa\u00eds. Ou seja, a situa\u00e7\u00e3o de desigualdade tende a ser mantida.<\/p>\n<p>O Tribunal tamb\u00e9m constatou a aus\u00eancia de pol\u00edticas educacionais e de Pesquisa, Desenvolvimento e Inova\u00e7\u00e3o (PD&amp;I) mais efetivas, o que reduz a capacidade de gera\u00e7\u00e3o de receitas pr\u00f3prias e aumenta a depend\u00eancia dos estados nordestinos.<\/p>\n<p>Grave mesmo \u00e9 perceber que o Governo do Maranh\u00e3o n\u00e3o desenvolveu uma pol\u00edtica efetiva para superar, ou pelo menos inverter a curva de depend\u00eancia do Estado das pol\u00edticas assistenciais.<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s de gest\u00e3o econ\u00f4mica, faz-se gest\u00e3o meramente pol\u00edtica, de conserva\u00e7\u00e3o de poder e consolida\u00e7\u00e3o de privil\u00e9gios. O Maranh\u00e3o fica assim condenado a repetir, com outra roupagem, as mesmas pr\u00e1ticas que o conduziram \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de desalento em que se encontra hoje.<\/p>\n<p>O ideal, para essa gente, \u00e9 que o processo eleitoral seja o ato de escolher entre o ruim e o pior. Como se a mudan\u00e7a do pior para o ruim fosse motivo de celebra\u00e7\u00e3o. Como se o povo maranhense n\u00e3o fosse capaz de discernir e recusar esse card\u00e1pio de escolhas indigestas.<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o est\u00e1 escrito nas estrelas. O Maranh\u00e3o, aos poucos, vai entendendo que n\u00e3o h\u00e1 outro caminho, sen\u00e3o o de substituir a explora\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da pobreza pela explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da riqueza.<\/p>\n<p>* <strong>Senador da Rep\u00fablica pelo Maranh\u00e3o<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Roberto Rocha* Nos aproximamos de mais um ano eleitoral e como \u00e9 de h\u00e1bito o debate p\u00fablico se transforma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-47809","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - 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