{"id":99560,"date":"2022-07-24T06:00:00","date_gmt":"2022-07-24T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/?p=99560"},"modified":"2022-07-24T06:00:00","modified_gmt":"2022-07-24T09:00:00","slug":"o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/","title":{"rendered":"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Francisco de Assis Peres Soares*<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-99562\"\/><\/a><figcaption>O engenheiro Francisco Soares sugere ao Governo do Maranh\u00e3o que pleiteie a instala\u00e7\u00e3o de uma planta de fabrica\u00e7\u00e3o de trilhos no Maranh\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9c. XIX, era quase proibitivo pensar em ferrovias no Brasil. N\u00e3o havia&nbsp; fabrica\u00e7\u00e3o de trilhos, locomotivas e sequer havia carv\u00e3o mineral. Somente em&nbsp; 1828, com a Lei Jose Clemente, \u00e9 que se permitiu que a iniciativa privada&nbsp; executasse&nbsp; obras de infraestrutura. Em 1835, o Decreto Feij\u00f3 autorizou&nbsp; a concess\u00e3o de ferrovias ao setor privado. Em 1852, a Lei de Garantia de Juros estabeleceu condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para importa\u00e7\u00e3o de produtos e insumos ferrovi\u00e1rios. Em 1854, foi&nbsp;inaugurada a estrada de ferro Mau\u00e1,&nbsp;conectando o porto no fundo da Ba\u00eda da Guanabara \u00e0 cidade de Petr\u00f3polis (RJ). Em 1858, veio a ferrovia brasileira que&nbsp; ligava Recife ao Rio S\u00e3o Francisco. No in\u00edcio do s\u00e9c XX, a malha ferrovi\u00e1ria possu\u00eda 15 mil quil\u00f4metros. Em 1920, ao final do ciclo das locomotivas a vapor, chegou-se&nbsp;a quase 30 mil km.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1930, houve uma intensa competi\u00e7\u00e3o por dinheiro p\u00fablico entre&nbsp;rodovias e ferrovias, sendo que o Governo Vargas pendeu para o lado rodovi\u00e1rio. Os investimentos nas ferrovias sumiram e com a crise da bolsa de Nova, em 1929, e a 2\u00aa Guerra Mundial, o capital privado tamb\u00e9m sumiu, for\u00e7ando o estado a assumir&nbsp;o controle das ferrovias. Em 1957, foi criada a Rede Ferrovi\u00e1ria Federal (RFFSA), voltada para a integra\u00e7\u00e3o da rede ferrovi\u00e1ria federal. Em 1960, havia quase 40 mil quil\u00f4metros de ferrovias. No Governo de JK consolidou-se o processo de desmobiliza\u00e7\u00e3o dos caminhos ferrovi\u00e1rios e amplo fomento \u00e0 ind\u00fastria automobil\u00edstica. Em&nbsp;1972, foi criada a&nbsp;VALUEC Servi\u00e7os T\u00e9cnicos Ltda. (atual VALEC), uma associa\u00e7\u00e3o entre a&nbsp;Vale Rio Doce Engenharia e Planejamento S\/A \u2013 RDEP, e a USS Engineers and Consultants INC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com a crise do petr\u00f3leo, em 1979, a gest\u00e3o ferrovi\u00e1ria tornou-se invi\u00e1vel. A CF 88 inseriu&nbsp;mudan\u00e7as na forma de explora\u00e7\u00e3o do setor, atribuindo compet\u00eancias para a&nbsp;Uni\u00e3o na explora\u00e7\u00e3o direta ou mediante autoriza\u00e7\u00e3o, concess\u00e3o ou permiss\u00e3o dos servi\u00e7os de transporte ferrovi\u00e1rio entre portos brasileiros e fronteiras nacionais ou trechos entre&nbsp;estados. Depois da privatiza\u00e7\u00e3o da RFFSA, veio, em 1995, a&nbsp; maior rodada&nbsp; de leil\u00f5es ferrovi\u00e1rios do Brasil. Em 2001, foi criada a ANTT (Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres), com o objetivo de regular os servi\u00e7os. Em 2007, o Governo Federal privatizou o tramo Norte da Ferrovia Norte-Sul (A\u00e7ail\u00e2ndia \u2013 MA a Porto Nacional \u2013 TO) para Vale S.A., que criou a&nbsp; Ferrovia Norte-Sul S.A. (FNS S.A.). Em seguida, reestruturou a Valec, conferindo-lhe a outorga de quatro estradas de ferro: &nbsp;EF-267 (Ferrovia do Pantanal); EF-334 (Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste \u2013 Fiol); EF-354 (Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Centro-Oeste \u2013 Fico) e EF-151 (Ferrovia Norte-Sul \u2013 FNS).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2017, com a&nbsp; Lei n\u00ba 13.448 permitiu-se a antecipa\u00e7\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o de contratos, melhorando a seguran\u00e7a jur\u00eddica e retomando-se os investimentos privados. As subconcess\u00f5es&nbsp;voltaram a ser prioridade. Em&nbsp;2019, ocorre a subconcess\u00e3o para Rumo SA do Tramo Central e Extens\u00e3o Sul da Ferrovia Norte-Sul, de Nacional (TO) a Estrela d\u00b4Oeste (SP).&nbsp; Em 2021,&nbsp; acontece a da&nbsp; Fiol (Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste), entre e Ilh\u00e9us (BA) e Caetit\u00e9 (BA).<\/p>\n\n\n\n<p>Em&nbsp; 2020, faz-se a renova\u00e7\u00e3o antecipada de contrato na Malha Paulista, firmada com a Rumo Malha Paulista S.A. Em seguida, \u00e9 feita a primeira renova\u00e7\u00e3o antecipada com investimento cruzado, relativa ao Contrato de Concess\u00e3o da Estrada de Ferro Vit\u00f3ria a Minas, firmada com a Vale S.A. incluindo-se nesse pacote a constru\u00e7\u00e3o da Fico (Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Centro-Oeste e a segunda&nbsp;etapa da Fiol.&nbsp;Em 2021, foi publicada a Lei n\u00ba 14.273, dispondo sobre a organiza\u00e7\u00e3o do transporte ferrovi\u00e1rio, o uso da infraestrutura ferrovi\u00e1ria, os tipos de outorga para a explora\u00e7\u00e3o indireta de ferrovias em territ\u00f3rio nacional e as opera\u00e7\u00f5es urban\u00edsticas a elas associadas. O cap\u00edtulo V dessa lei trata \u201cdas ferrovias exploradas em regime privado\u201d e permite que qualquer operadora requeira a autoriza\u00e7\u00e3o para a explora\u00e7\u00e3o de ferrovias. O&nbsp; \u00a7 6\u00ba do art. 25 diz que \u201cCumpridas as exig\u00eancias legais, nenhuma autoriza\u00e7\u00e3o deve ser negada, exceto por incompatibilidade com a pol\u00edtica nacional de transporte ferrovi\u00e1rio ou por motivo t\u00e9cnico-operacional relevante, devidamente justificado\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, parece que agora o Brasil voltou aos trilhos do desenvolvimento no modal ferrovi\u00e1rio, buscando um maior&nbsp; equil\u00edbrio na sua matriz de transportes.&nbsp;H\u00e1 recursos privados oriundo das renova\u00e7\u00f5es antecipadas dos diversos contratos de concess\u00e3o. As autoriza\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias aumentam a possibilidade do fortalecimento de micro e pequenas regi\u00f5es por conta do modal ferrovi\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As ferrovias ociosas, que estavam em processo de desativa\u00e7\u00e3o e devolu\u00e7\u00e3o, podem ser novamente exploradas em processos simplificados de autoriza\u00e7\u00e3o. Diante desse quadro evolutivo, o Minist\u00e9rio da Infraestrutura (Minfra) vislumbra que h\u00e1&nbsp; interesse do setor de a\u00e7o na reativa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de&nbsp; trilhos&nbsp;no pa\u00eds. Hoje, todo o consumo nacional \u00e9 abastecido pelo mercado externo. Segundo o Minfra, j\u00e1 haveria uma demanda interna firme&nbsp;de quase 13 mil quil\u00f4metros, capaz de justificar o alto investimento em plantas de fabrica\u00e7\u00e3o. Fala-se de outros 21 mil quil\u00f4metros de extens\u00e3o,&nbsp;e, pelo menos, outras 100 mil toneladas para manuten\u00e7\u00e3o dos trechos.<\/p>\n\n\n\n<p>A Abifer (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria) avalia que a&nbsp; produ\u00e7\u00e3o de trilhos ferrovi\u00e1rios no Brasil ser\u00e1 uma tarefa de elevado desafio. No cen\u00e1rio vigente, estima-se que o pa\u00eds teria uma necessidade de 200 mil toneladas de trilho\/ano, em m\u00e9dia, para os pr\u00f3ximos 10&nbsp; anos de novos investimentos. O setor sider\u00fargico, por sua vez, faz uma an\u00e1lise mais conservadora e defende&nbsp;que para viabilizar uma planta de trilhos ela precisaria produzir entre 400 a 450 mil toneladas\/ano. Assim, para ter uma planta, o pa\u00eds teria de garantir&nbsp; uma demanda adicional, vinda do novo modelo de autoriza\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias, capaz de ampliar&nbsp;essa quantidade para se chegar o mais perto poss\u00edvel do que a ind\u00fastria considera uma demanda m\u00ednima que justifique a produ\u00e7\u00e3o aqui.<br \/><br \/>Outro fator que dificulta o sonho brasileiro \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 muita demanda por trilho em nossa vizinhan\u00e7a na Am\u00e9rica Latina. Portanto, \u00e9 preciso exportar com muita efici\u00eancia. Al\u00e9m disso, a ind\u00fastria&nbsp; ferrovi\u00e1ria ainda apresenta forte ociosidade, na casa dos 80%, para a produ\u00e7\u00e3o de vag\u00f5es. Em 2021, s\u00f3 houve pedido de 1,8&nbsp;mil vag\u00f5es. Para 2023, o volume de produ\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ficar em torno 1.500 vag\u00f5es\/ano. Dito isso, e considerando o forte potencial e competitividade do Porto do Itaqui, al\u00e9m do polo sider\u00fargico em A\u00e7ail\u00e2ndia, seria muito interessante que o Governo do Maranh\u00e3o encetasse esfor\u00e7os no sentido de brigar para&nbsp; trazer essa planta&nbsp;para o Maranh\u00e3o,&nbsp; considerando-se principalmente a constru\u00e7\u00e3o do trecho de 520 quil\u00f4metros da&nbsp;EF -317, que ligar\u00e1 o munic\u00edpio de&nbsp;A\u00e7ail\u00e2ndia ao Porto de Alc\u00e2ntara- TPA e ainda interligar\u00e1&nbsp;a FNS e a EFC, pela empresa Gr\u00e3o-Par\u00e1-Multimodal.<\/p>\n\n\n\n<p>*<strong>\u00c9 engenheiro eletricista, especializado em gest\u00e3o e normatiza\u00e7\u00e3o de transito e transporte, foi presidente da Agencia Reguladora de Servi\u00e7os P\u00fablicos do MA e Secret\u00e1rio Adjunto de Gest\u00e3o de Transporte do Estado do MA. Coordenou o Plano Maranhense de Log\u00edstica\u00a0 em Transporte PMLT\/PNLT<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco de Assis Peres Soares* No in\u00edcio do s\u00e9c. XIX, era quase proibitivo pensar em ferrovias no Brasil. N\u00e3o havia&nbsp; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-99560","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional - Daniel Matos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional - Daniel Matos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Francisco de Assis Peres Soares* No in\u00edcio do s\u00e9c. XIX, era quase proibitivo pensar em ferrovias no Brasil. N\u00e3o havia&nbsp; [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Daniel Matos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2022-07-24T09:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/\",\"url\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/\",\"name\":\"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional - Daniel Matos\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png\",\"datePublished\":\"2022-07-24T09:00:00+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/\",\"name\":\"Daniel Matos\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional - Daniel Matos","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional - Daniel Matos","og_description":"Francisco de Assis Peres Soares* No in\u00edcio do s\u00e9c. XIX, era quase proibitivo pensar em ferrovias no Brasil. N\u00e3o havia&nbsp; [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/","og_site_name":"Daniel Matos","article_published_time":"2022-07-24T09:00:00+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png","type":"","width":"","height":""}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/","url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/","name":"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional - Daniel Matos","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png","datePublished":"2022-07-24T09:00:00+00:00","author":{"@id":""},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png","contentUrl":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/files\/2022\/07\/Screenshot_20220724-0104383.png"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/o-maranhao-no-cenario-do-desenvolvimento-ferroviario-nacional\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O Maranh\u00e3o no cen\u00e1rio do desenvolvimento ferrovi\u00e1rio nacional"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/#website","url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/","name":"Daniel Matos","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"}]}},"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99560","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=99560"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/99560\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=99560"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=99560"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/danielmatos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=99560"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}