{"id":213,"date":"2007-11-18T00:00:00","date_gmt":"2007-11-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2007\/11\/18\/carta-a-mb\/"},"modified":"2007-11-18T00:00:00","modified_gmt":"2007-11-18T00:00:00","slug":"carta-a-mb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2007\/11\/18\/carta-a-mb\/","title":{"rendered":"Carta a M.B."},"content":{"rendered":"<p><b><font size=\"4\"><\/font><\/b><\/p>\n<p><font size=\"3\">Alguns h\u00e1bitos surgem sem que saibamos precisamente porque surgiram ou quando eles come\u00e7aram a se impor dentro de nossa rotina. O certo \u00e9 que desde 2002 um grupo de deputados e ex-deputados se re\u00fane num posto de gasolina, na Ponta d\u0092Areia, para comer, beber e, \u00e9 claro, que ningu\u00e9m \u00e9 de ferro, para dois dedos de prosa, com direito de falar mal dos outros, presentes ou ausentes, benquerentes ou malquerentes. <\/p>\n<p>No in\u00edcio, as reuni\u00f5es eram di\u00e1rias, no finalzinho da tarde, comecinho da noite. Os mais velhos ou mais cansados pelo baque do dia, pegavam uma cadeira de pl\u00e1stico e se sentavam no p\u00e1tio mesmo e a conversa corria solta. Depois, pela acomoda\u00e7\u00e3o natural das coisas, cada um tendo seus compromissos, seus afazeres, as reuni\u00f5es passaram a ser semanais, aos s\u00e1bados, a partir do meio dia. Criou-se ent\u00e3o a Confraria do Batipur\u00fa com Pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Nossa confraria era formada originalmente por seis membros permanentes (Eu, Tat\u00e1 Milhomem, Carlos Braid, Mauro Bezerra, Aderson Lago e Luis Pedro) outros tantos devezenquandais (Juli\u00e3o Amim, Soliney Silva, Arnaldo Melo, Geovane Castro e Rubem Brito) e mais os associados sem mandato, mas com direito a pagar igualmente a conta (Ney Bello Filho, Fernando Belfort, Jo\u00e3o Bentivi, Jo\u00e3o Neto, Sebasti\u00e3o Murad, Abdelaziz, Ant\u00f4nio Gaspar, Dr. Zequinha, R\u00f4mulo Barbosa, Heitor Heluy e Eduardo Haickel). Meu primo Eduardo, que raramente pagou uma conta, no dia que foi escalado para faz\u00ea-lo, pelo fato de jamais ter participado de um rateio, sempre inventava uma desculpa pra sair da mesa na hora da coleta, e olha que a conta desse dia n\u00e3o era pequena, mesmo sendo ele o dono do posto, teve seu vale recusado pela arrendat\u00e1ria do restaurante: \u0093Do Eduardo, s\u00f3 \u00e0 vista&#8230; Se fosse para o deputado Mauro&#8230; V\u00e1 l\u00e1&#8230;!\u0094<\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o de uma confraria desse tipo surge naturalmente e foi assim que se deu. Todas as manh\u00e3s de s\u00e1bados n\u00f3s nos lig\u00e1vamos para confirmar a presen\u00e7a e a hora. Neste momento, todos diziam: \u0093N\u00e3o v\u00e3o se esquecer de Mauro&#8230;\u0094, e quando ele chegava, arrastando o p\u00e9, de mansinho, tomava conta de tudo.<\/p>\n<p>Mauro Bezerra passou a ser o Gr\u00e3o-Mestre da turma, coletava o d\u00edzimo, pagava a conta e ainda colocava mais uns trocados do seu bolso (e do meu) pra aumentar a gorjeta de Nina e Ritinha, sua comadre, de quem contava a incr\u00edvel hist\u00f3ria dela ter apenas 21 anos e j\u00e1 ser m\u00e3e de quatro filhos.<\/p>\n<p>Na verdade, nosso Gr\u00e3o-Mestre contava recorrentemente as mesmas hist\u00f3rias. Todo s\u00e1bado ele repetia diversas, entre elas a que dizia que depois que me separei, s\u00f3 uma \u00fanica mulher do mundo seria capaz de me aturar: S\u00f3 Clarice, dizia ele. A Clarice a quem ele se referia \u00e9 minha santa m\u00e3ezinha.<\/p>\n<p>Venho notando que a nossa confraria vem sofrendo bastante com a aus\u00eancia de alguns membros. Juli\u00e3o, desde que foi pra Bras\u00edlia nunca mais deu as caras. Luis Pedro tamb\u00e9m \u00e9 outro que desapareceu, vive com Jackson pra cima e pra baixo. Braid n\u00e3o tem tempo mais para os amigos. Milhomem est\u00e1 mais anti-social que nunca. Geovane n\u00e3o apareceu mais. Soliney sumiu. Arnaldo, que j\u00e1 vinha pouco, rareou.<\/p>\n<p>Mantendo a tradi\u00e7\u00e3o de falar de pol\u00edtica, da vida alheia, de comer Batipur\u00fa, Mocot\u00f3, Frango Dourado e tomar o delicioso caldinho de feij\u00e3o de Dona Alzira, t\u00ednhamos ficado s\u00f3 Eu, Aderson e Mauro.<\/p>\n<p>A partir de agora, depois de na ultima sexta-feira, \u0093O HOMEM\u0094 ter chamado \u00e0s pressas o nosso querido Gr\u00e3o-Mestre pra que ele organizasse uma confraria igual \u00e0 nossa \u0093L\u00c0 EM CIMA\u0094 (aquela vai ser quente, j\u00e1 confirmaram presen\u00e7a Nagib Haickel, Z\u00e9 Burnnet, Gerv\u00e1sio Santos, La Rocque, Bayma Serra, Clodomir Millet, Cid Carvalho, Ivar Saldanha, Raimundo Leal, Alexandre Costa e Z\u00e9 Elouf, dentre outros), vamos ficar aqui, eu e \u0093Dersinho\u0094 sentindo falta de seu implac\u00e1vel senso de humor, daqueles que podia perder o amigo, mas jamais perdia a piada.<\/p>\n<p>Eu e Mauro Bezerra fomos colegas em duas legislaturas, de 1983 a 1987, e de 2003 a 2007. Vinte anos se passaram entre uma e outra e nesse intervalo cultivamos uma amizade como poucas. \u00c9ramos advers\u00e1rios pol\u00edticos, pens\u00e1vamos de maneira diferente, muitas vezes antag\u00f4nica, mas sempre nos respeitamos, sempre soubemos onde come\u00e7ava a pol\u00edtica e onde se impunha a amizade.<\/p>\n<p>Mauro Bezerra foi um grande jornalista, um grande pol\u00edtico e um grande amigo. Digo isso n\u00e3o porque ele morreu, digo isso porque ele viver\u00e1 para sempre em nossa lembran\u00e7a, como um sujeito correto, um amigo descente, um advers\u00e1rio leal.<\/p>\n<p>N\u00e3o vou me esquecer jamais dele me gozando pelo fato de certa vez, ainda um ne\u00f3fito, ter tentado explicar que n\u00e3o era malufista nem sarneysista, que eu era \u0093Claricense e Nagibense\u0094 e toda vez que eu ver um ar condicionado vou me lembrar dele e da goza\u00e7\u00e3o que Aderson e Cafeteira faziam com ele.<\/p>\n<p>Vai Mauro, mas saiba que todo s\u00e1bado estaremos esperando por voc\u00ea. Passe de vez em quando pra ver a falta que voc\u00ea far\u00e1, e mesmo que a gente insista em demorar, guarde um lugarzinho pra n\u00f3s na sua nova confraria. Um dia ainda nos veremos.<\/p>\n<p>PS: Estava em Santa In\u00eas quando soube que Mauro havia falecido e vim para S\u00e3o Luis pensando em o que fazer e em o que dizer. Resolvi escrever. Ainda queria escrever mais, mas j\u00e1 s\u00e3o 09h30 e o enterro sai da ALM \u00e0s 10h, tenho que correr, n\u00e3o posso me atrasar para meu \u00faltimo compromisso com meu amigo.<br \/><\/font><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alguns h\u00e1bitos surgem sem que saibamos precisamente porque surgiram ou quando eles come\u00e7aram a se impor dentro de nossa rotina. 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