{"id":413,"date":"2009-06-07T08:21:59","date_gmt":"2009-06-07T11:21:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2009\/06\/07\/ai-que-vida\/"},"modified":"2009-06-07T08:21:59","modified_gmt":"2009-06-07T11:21:59","slug":"ai-que-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2009\/06\/07\/ai-que-vida\/","title":{"rendered":"Ai que Vida!"},"content":{"rendered":"<p>Finalmente assisti ao mais badalado longa-metragem realizado por um cineasta maranhense. Trata-se de \u201cAi que Vida!\u201d, filme roteirizado e dirigido por C\u00edcero Filho, a quem tive o prazer de conhecer pessoalmente semanas atr\u00e1s na ALM, quando ele foi levado at\u00e9 l\u00e1 pelo deputado Jo\u00e3o Batista.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos meses todo mundo me perguntava se eu j\u00e1 havia assistido \u201cAi que Vida!\u201d. A insist\u00eancia das pessoas para que eu visse ao filme era inversamente proporcional ao meu interesse em v\u00ea-lo. Eu mesmo j\u00e1 estava achando que na verdade estava era com uma certa inveja do retumbante sucesso que fazia tanto o jovem H\u00e9rcules quanto o seu trabalho, \u201cproduzido artesanalmente no interior do Piau\u00ed e do Maranh\u00e3o, contando com modestos recursos financeiros, t\u00e9cnicos e humanos\u201d.<\/p>\n<p>Por princ\u00edpio, jamais em minha vida, comprei um CD ou um DVD pirata e \u201cAi que Vida!\u201d n\u00e3o seria o primeiro. Lembro que enquanto todos compraram \u201cTropa de Elite\u201d pirata, eu me recusei terminantemente. S\u00f3 assisti ao filme do Padilha no cinema.<\/p>\n<p>Semana passada Avana foi a ducent\u00e9sima pessoa a me perguntar se j\u00e1 havia assistido \u201cAi que Vida!\u201d e antes que respondesse ela foi logo sacudindo o DVD em minha frente. N\u00e3o perdi tempo, peguei a caixa e disse a ela que a \u00fanica forma de eu v\u00ea-lo era se algu\u00e9m me desse uma c\u00f3pia.<\/p>\n<p>Vim para casa, coloquei o DVD sobre a mesinha da TV e ele ficou l\u00e1, maturando, durante sete dias, at\u00e9 que eu conseguisse um tempinho para finalmente v\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Quero reafirmar que sou muito mais cin\u00e9filo que cineasta, ent\u00e3o o que voc\u00eas v\u00e3o ler a partir de agora \u00e9 a minha sincera opini\u00e3o sobre o que vi e n\u00e3o simplesmente uma cr\u00edtica.<\/p>\n<p>C\u00edcero Filho come\u00e7a seu filme como gente grande, como quem conhece o of\u00edcio de fazer audiovisual. Vemos uma tortuosa estrada de pi\u00e7arra e no alto da tela uma D-20 velha, transformada em pau-de-arara se aproxima. Os sons ao fundo completam o quadro. Se fosse s\u00f3 isso seria banal, mas o diretor que tamb\u00e9m \u00e9 o fotografo, usa suavemente o zoom da c\u00e2mera, nos dando a agrad\u00e1vel sensa\u00e7\u00e3o de aproxima\u00e7\u00e3o tanto daquela realidade conosco como de n\u00f3s para com ela. Me ganhou na primeira cena. Me remeteu imediatamente a deliciosos Road Movies como \u201cBye bye Brasil\u201d.<\/p>\n<p>Se havia em alguma parte rec\u00f4ndita de meu ego algum resqu\u00edcio de ci\u00fames pelo sucesso do jovem diretor e de sua obra, evaporou-se nos primeiros sessenta segundos de seu filme. A linguagem cinematogr\u00e1fica n\u00e3o precisa de erudi\u00e7\u00e3o, de refinamento, de escola. Ela \u00e9 inerente ao ser humano, e em alguns ela se sobressai mais contundentemente. Homero, Shakespeare e Machado eram verdadeiros cineastas e nem c\u00e2meras havia em seu tempo.<\/p>\n<p>Cineasta \u00e9 aquele que conta uma determinada hist\u00f3ria de tal forma que nos faz sentirmos dentro dela. Faz com que sintamos que ora estamos escrevendo o roteiro, ora fotografando a cena com nosso enquadramento, pelo nosso ponto de vista, ora somos os protagonistas, ora somos meros coadjuvantes ou at\u00e9 mesmo simples figurantes. Ele nos leva de encontro a sua hist\u00f3ria ao mesmo tempo em que joga ela dentro de n\u00f3s. C\u00edcero Filho faz isso em seu \u201cAi que Vida\u201d com compet\u00eancia.<\/p>\n<p>N\u00e3o vou dizer aqui que o filme \u00e9 perfeito s\u00f3 para que pare\u00e7a que sou bonzinho. N\u00e3o, isso n\u00e3o. At\u00e9 porque nem bonzinho eu sou, nem quero ser. O filme tem as defici\u00eancias naturais de quem o fez nas condi\u00e7\u00f5es em que fez. Vou citar apenas dois exemplos. H\u00e1 alguns problemas graves de luz. Uma das principais coisas em um filme \u00e9 a ilumina\u00e7\u00e3o. Outra \u00e9 o desempenho dos atores, de um modo geral s\u00e3o amadores ou nem mesmo s\u00e3o atores. Um filme n\u00e3o \u00e9 um livro, n\u00e3o \u00e9 um \u201ccauso\u201d, ele precisa de gente para consubstanciar sua hist\u00f3ria, e de gente capaz de fazer isso corretamente.<\/p>\n<p>A fotografia \u00e9 boa. Os enquadramentos de cena s\u00e3o muito bons. A atriz principal, Toinha Catingueiro, \u00e9 uma figura!!! N\u00e3o sei se ela \u00e9 atriz profissional, mas se n\u00e3o \u00e9, deveria ser. Claro, precisa se aprimorar, estudar um pouco, conhecer certas t\u00e9cnicas de interpreta\u00e7\u00f5es, alguns macetes. O principal ela tem, talento. \u00c9 a nossa Marc\u00e9lia Cartaxo.<\/p>\n<p>A legi\u00e3o de personagens que desfilam em frente \u00e0 c\u00e2mera de C\u00edcero \u00e9 antol\u00f3gica. N\u00e3o sei ao certo se s\u00e3o hil\u00e1rios por serem rid\u00edculos ou se s\u00e3o rid\u00edculos por ser hil\u00e1rios, o certo \u00e9 que eles s\u00e3o uma caricatura fiel de nossa terra. N\u00e3o falo apenas do Maranh\u00e3o ou do Piau\u00ed, falo do Nordeste, falo do Brasil.<\/p>\n<p>Est\u00e1 claro o motivo pelo qual todos adoram \u201cAi que Vida!\u201d! \u00c9 que n\u00f3s nos vemos nele. Vemos os nossos amigos, os nossos desafetos e conseguimos com certa dist\u00e2ncia, detectar as nossas circunst\u00e2ncias e as conseq\u00fc\u00eancias que elas de uma forma ou de outra acabam nos acarretando.<\/p>\n<p>Parab\u00e9ns, C\u00edcero!\u00a0<\/p>\n<p><strong><em>PS: Na mesma noite assisti \u201cReverso\u201d, excelente curta-metragem do tamb\u00e9m maranhense Francisco Colombo. Certamente mais um sucesso do cinema maranhense.<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Finalmente assisti ao mais badalado longa-metragem realizado por um cineasta maranhense. 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