{"id":455,"date":"2009-09-27T17:26:04","date_gmt":"2009-09-27T20:26:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/?p=455"},"modified":"2009-09-27T17:26:04","modified_gmt":"2009-09-27T20:26:04","slug":"um-pedaco-de-ponte-parte-viii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2009\/09\/27\/um-pedaco-de-ponte-parte-viii\/","title":{"rendered":"Um Peda\u00e7o de Ponte &#8211; Parte VII"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><strong>Dando continuidade ao texto &#8220;Um Peda\u00e7o de Ponte&#8221; leia a seguir:<\/strong>\u00a0<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left\">As mo\u00e7as do Curralzinho e os rapazes do Pau Furado<\/h2>\n<p style=\"text-align: left\">Intonce, a festa do S\u00e3o Francisco vai ser mesmo amanh\u00e3, Didico?<\/p>\n<p>\u00c9&#8230; \u00e9 o que dizem!<\/p>\n<p>Festa do interior como outras, propaganda de boca em boca, de ro\u00e7a em ro\u00e7a, de lombo em lombo.\u00a0 Arrastada pelos cascos dos burros e mulas dos tropeiros e vaqueiros.\u00a0 Discutida nas quitandas dos povoados mais distantes, ponto de encontro obrigat\u00f3rio de todos que apreciam dois dedos de prosa e um palmo de cacha\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8211; Dizem at\u00e9 que o candidato a prefeito vem juntamente com sua comitiva veriante!<\/p>\n<p>&#8211; Vai mermo ser uma lindura.<\/p>\n<p>&#8211; Calma, dona Evil\u00e1sia, nem precisa ser tanto.<\/p>\n<p>Licute\u00edra de muito respeito e falares, dona Evil\u00e1sia s\u00f3 competia com dona Eufr\u00e1sia, esposa de seu Coriolano, da farm\u00e1cia do Pau Furado.\u00a0 Vi\u00fava cheia de filhos, principalmente filhas, residia h\u00e1 muitos e muitos anos no Curralzinho, onde possu\u00eda uma quitanda das mais sortidas por l\u00e1.\u00a0 Tinham de tudo suas prateleiras, sobretudo cacha\u00e7a e tiquiras de variados lugares, desde a Alian\u00e7a, de Cururupu, pingas de Chapadinha, do Pindar\u00e9 e Viana, tiquira de S\u00e3o Bento, at\u00e9 a Sete Sementes, de Sergipe.<\/p>\n<p>Seu Coriolano, coitado&#8230; santo homem, o seu Coriolano.<\/p>\n<p>S\u00f3 o fato dele viver com aquela jaca de bago mole&#8230; Dona Eufr\u00e1sia, M\u00e3e Sant\u00edssima, \u00e9 de tontear, no que, tamb\u00e9m, s\u00f3 competia com dona Evil\u00e1sia.<\/p>\n<p>&#8211; Bom dia, seu Cor\u00edolano Como tem passado? -Assim, assim.\u00a0 E a senhora, dona Evil\u00e1sia, como v\u00e3o suas filhas?\u00a0 E os meninos?<\/p>\n<p>&#8211; Vamos todos na paz de Deus.<\/p>\n<p>Nisso dona Eufr\u00e1sia interv\u00e9m com desprezo e nojo.<\/p>\n<p>&#8211; Oh!\u00a0 Coriolano, no Curralzinho todos passam muito bem, principalmente as v\u00e9ia e as mo\u00e7a.\u00a0 Assanhadas como elas s\u00f3!<\/p>\n<p>&#8211; O\u00ede aqui, sua galinha choca, fique sabendo que as minha fia n\u00e3o precisa de andar atr\u00e1s de home porque elas t\u00eam belezura e intelig\u00ean\u00e7a de sobra e n\u00e3o s\u00e3o como certo mondrongo que s\u00f3 v\u00e9ve drumindo e bodejando.<\/p>\n<p>&#8211; Sua quitandeira safada, n\u00e3o fale assim dos meus meninos&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; O\u00ede, seu Coriolano, me adiscurpe, mas vim aqui s\u00f3 comprar uma caixa de som-ri-s\u00e1 pru mode coloc\u00e1 l\u00e1 na quitanda, mas como essa coisa chegou agora aqui&#8230; pode at\u00e9 ter contaminado seus rem\u00e9dio.<\/p>\n<p>&#8211; Mas..<\/p>\n<p>Seu Coriolano tenta acalmar, mas dona Evil\u00e1sia sai a toda.<\/p>\n<p>Coitado de seu Coriolano, al\u00e9m de ser ele o dono da \u00fanica farm\u00e1cia de Pau Furado e povoados vizinhos, ainda tinha que aturar dona Eufr\u00e1sia e, de quando em vez, dona Evil\u00e1sia tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Depois daquela tarde de sexta-feira, depois do bate-boca das duas, ningu\u00e9m mais acreditou na possibilidade de paz entre elas.<\/p>\n<p>O S\u00e3o Francisco fica a meio caminho entre Curralinho e Pau Furado.\u00a0 Como n\u00e3o podia deixar de ser, todos iriam \u00e0 festa, na casa de Toninho P\u00e9-de-Forr\u00f3 e, como cautela e caldo de galinha n\u00e3o fazem mal a ningu\u00e9m, as recomenda\u00e7\u00f5es se cruzavam como setas no ar.\u00a0 Em Curralinho, dona Evil\u00e1sia recomendava a suas filhas que n\u00e3o falassem ou dan\u00e7assem com os filhos de dona Eufr\u00e1sia ou qualquer um dos homens de Pau Furado.\u00a0 Doutro lado, Dona Eufr\u00e1sia dizia a seus rapazes que evitassem as mo\u00e7as de Curralzinho, principalmente as filhas de dona Evil\u00e1sia.<\/p>\n<p>E foram todos para a festa.\u00a0 Foi gente de S\u00e3o Pedro, S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Felipe, S\u00e3o Tiago, Ref\u00fagio, foi gente de Ju\u00e7aral, do Rumo, gente de todo o munic\u00edpio, assim como gente, tamb\u00e9m, de Curralzinho e de Pau Furado.<\/p>\n<p>\u00c0 frente da casa de Toinho, testada bem limpa e varrida, toda raspada de enxada para evitar os trope\u00e7os de alguma pedra restante, era uma tran\u00e7ada s\u00f3 de bandeirinhas de papel de seda e crepom, que as mo\u00e7as estufavam com os dedos e assim se arredondavam como se fossem bal\u00f5es. \u00a0Uma carreira de palmeiras de ariri de um lado, outra do outro.\u00a0 Nunca se tinha visto nada mais bonito: a filha mais velha de Toinho, que j\u00e1 conhecia cidade grande e vira festas por l\u00e1, apanhou uma por\u00e7\u00e3o de flores que encontrou na capoeira que ficava por tr\u00e1s da casa e, com elas e alguma folhagem, impor visou grossos buqu\u00eas para amarrar em cada p\u00e9 de ariri.<\/p>\n<p>Toinho teve que ir longe para contratar a radiola acoplada a um conjunto de baterias, devidamente carregadas e algumas sobressalentes, para o caso de uma ou outra falhar. Em Pinheiro, havia uma que se ligava a um pequeno d\u00ednamo, acionado por um motorzinho a gasolina, mas o dono queria 50 mil cruzeiros para tocar uma noite at\u00e9 o meio-dia seguinte. \u00c0 porta, ele iria cobrar s\u00f3 300\u00a0por cabe\u00e7a: Toninho esperava de 180 a 200 pessoas.<\/p>\n<p>O povo come\u00e7ou a chegar por volta das 5 da tarde, viajando a cavalo, de burro, bicicleta ou a p\u00e9, todo o mundo disposto a beber e dan\u00e7ar a noite toda.\u00a0 Cada qual trazia suas roupas e suas coisas, se escondia no mato para trocar-se, mas todos se banhavam no riacho que passava bem ali, perto da casa.\u00a0 Uns traziam matalotagem &#8211; um peda\u00e7o de carne assada, galinha frita e bastante farinha.\u00a0 Outros jantavam mesmo em casa do dono da festa, que tinha de ter fartura de frango e carne de porco.<\/p>\n<p>&#8211; R\u00e1pido, Nast\u00e1cio, cal\u00e7a logo essa butina, home!<\/p>\n<p>&#8211; Calma, n\u00e3o afoba.\u00a0 Acho que calcei os p\u00e9 trocado, p\u00f4rra!<\/p>\n<p>Tudo corria bem, a radiola a tocar t\u00e3o alto que se ouvia de um lado a outro do s\u00edtio.\u00a0 As mo\u00e7as mais sa\u00eddas tomaram a iniciativa e come\u00e7aram a dan\u00e7ar com os rapazes que j\u00e1 conheciam, umas com as outras, arrastando sapatos e sand\u00e1lias no ch\u00e3o, do jeito como sabiam, do jeito como podiam.<\/p>\n<p>L\u00e1 pelas tantas, Eufr\u00e1sia e Evil\u00e1sia se cruzavam na pequena sala da frente, \u00e0 porta que dava para a cozinha.\u00a0 Outro bate-boca come\u00e7ou e logo eram empurr\u00f5es pra c\u00e1, tapas pra l\u00e1, pontap\u00e9s e pux\u00f5es de cabelo, de um lado e de outro, que se misturavam e confundiam com o grito apavorado das mulheres.<\/p>\n<p>&#8211; Ei! Cuidado!\u00a0 P\u00e1ra com isso!<\/p>\n<p>Se conversa puxa conversa, briga puxa briga.\u00a0 Valfrido havia pulado no meio do terreiro com uma doze na m\u00e3o e l\u00e1 distribu\u00eda socos e panadas a torto e a direito, como se, de s\u00fabito, houvesse sido tomado pelo esp\u00edrito do c\u00e3o. Da\u00ed a pouco, o terreiro se transformava numa terr\u00edvel confus\u00e3o de gritos e pesco\u00e7\u00f5es, enquanto Toinho se esfor\u00e7ava para acalmar a uns e a outros e, nesse af\u00e3, ia dando igualmente suas porradas, socos e pontap\u00e9s.<\/p>\n<p>&#8211; Gente, vamos acabar com isso!\u00a0 Droga, estamos aqui para brincar<\/p>\n<p>&#8211; Cala a boca, seu filho da puta!<\/p>\n<p>Tudo, afinal, por causa de Tonica, que estava dan\u00e7ando com um molecote que morava na sede do munic\u00edpio, e Valfrido n\u00e3o queria, pois achava que s\u00f3 podia dan\u00e7ar com ele.<\/p>\n<p>Tonica.\u00a0 Tonica livre.\u00a0 Tonica desabusada e mandona, que s\u00f3 fazia o que desejava e n\u00e3o ouvia ningu\u00e9m &#8211; era uma cabocla bonita e sestrosa, um rosto lindo de garota num corpo bem-feito de mulher.\u00a0 Morava numa casa constru\u00eda por muitas m\u00e3os para ela, gente \u00e0 qual ela se entregava com igual desejo e cada vez com maior ardor.\u00a0 A casa fora, desse modo, constru\u00edra s\u00f3 de amor, que era o troco dos favores de seu corpo.\u00a0 Rufino cobriu, Anast\u00e1cio e Ciriaco taparam, Valfrido deu as portas e as janelas, e Jovino, candidato a Vereador, deu a cama e a mesa.\u00a0 Dizem que Tonica foi sempre t\u00e3o amorosa e diferente, que at\u00e9 de Favinha, que dizem que era mulher macho, ela recebeu ajuda.<\/p>\n<p>Mas Valfrido estava l\u00e1 no meio do terreiro com a peixeira na m\u00e3o, e Tonica ainda dan\u00e7ava com Fabr\u00edcio, o rapazote da sede do Munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Aos berros, Toinho P\u00e9-de-Forr\u00f3 manda parar a radiola. &#8211; P\u00e1ra, p\u00e1ra essa p\u00f4rra!<\/p>\n<p>Quando a lambada parou, o sil\u00eancio tomou conta de todos os ouvidos.<\/p>\n<p>Somente Valfrido ainda dan\u00e7ava aos pulos com a faca na m\u00e3o, querendo matar Tonica e quem dela se aproximasse.<\/p>\n<p>Algu\u00e9m tinha de tomar-lhe a faca.\u00a0 Seu Coriolano pediu. &#8211; N\u00e3o dou n\u00e3o, e sai de minha frente, seu Cori.<\/p>\n<p>E rumou para o velho Coriolano. \u00a0Foi a\u00ed que se aproximou Tonica de m\u00e3o dada com Fabr\u00edcio.\u00a0 Valfrido parou, olhou, gritou, chorou e, quando ia cravar a peixeira na mulher, Pedro de Zenaide pulou em cima dele e a luta come\u00e7ou.<\/p>\n<p>Valfrido, um mulato de cabelo liso, e Pedro de Zenaide, um crioulo de cabelo seco, rolaram no ch\u00e3o como dois meninos de rua.\u00a0 N\u00e3o se sabia quem era quem, a \u00fanica diferen\u00e7a era que um tinha uma faca e o outro s\u00f3 as m\u00e3os.\u00a0 Em certo momento, eles se separaram e, agachados, um tenta furar, e o outro se esquivar.<\/p>\n<p>At\u00e9 que Valfrido atinge Pedro de Zenaide no bucho.<\/p>\n<p>&#8211; Aaiii!<\/p>\n<p>&#8211; Toma outra, Infeliz .. !<\/p>\n<p>Anast\u00e1cio, Juca de Mamede e Nezinho afinal conseguiram tomar a faca do agressor, enquanto Fabr\u00edcio arrumava uma corda de rede para amarrar Valfrido, num p\u00e9 de manga, pr\u00f3ximo da casa.<\/p>\n<p>Tonica observou inerte.\u00a0 Olhando sem ver, branca como n\u00e3o era.\u00a0 Depois de algum tempo foi tamb\u00e9m socorrer Pedro de Zenaide.\u00a0 Da\u00ed por diante, ela se tornou mulher de um homem s\u00f3, mas o povo ainda comenta que Favinha sempre lhe aparece quando Pedro n\u00e3o est\u00e1.<\/p>\n<p>A festa do S\u00e3o Francisco foi assim emocionante, de ningu\u00e9m mais esquecer.\u00a0 Evil\u00e1sia e Eufr\u00e1sia fizeram as pazes e dan\u00e7aram juntas.\u00a0 O candidato a prefeito compareceu e mandou abrir a porta, e todo povo votou nele.<\/p>\n<p>A paz voltou a reinar no S\u00e3o Francisco, no Curralzinho, no Pau Furado e em todo o munic\u00edpio.<\/p>\n<p>N\u00e3o, n\u00e3o, assim \u00e9 querer demais!\u00a0 Cinco meses depois, dona Evil\u00e1sia notou que sua filha Maria Rosa enjoava constantemente e que lhe crescia a barriga com rapidez.<\/p>\n<p>&#8211; Virgem Sant\u00edssima, meu Jesus Cristo, minha Nossa Senhora do Bom Parto, o que foi isso, Maria Rosa?!<\/p>\n<p>&#8211; Foi no dia da festa do S\u00e3o Francisco, m\u00e3einha, foi o Jacinto do Pau Furado.<\/p>\n<p>Dona Evil\u00e1sia nunca aprendeu a pronunciar o nome de seu povoado corretamente, escutem s\u00f3.<\/p>\n<p>Valha-me, nossa m\u00e3e! \u00a0Eu n\u00e3o te disse, Maria Rosa, eu n\u00e3o disse para todas voc\u00eas que as mo\u00e7as do &#8220;Currazinho n\u00e3o podia dan\u00e7ar nem nada com os mo\u00e7o do Pau Furado?<\/p>\n<p>O cas\u00f3rio de Jacinto, que por acaso \u00e9 o filho de dona Eufr\u00e1sia de seu Coriolano com Maria Rosa, filha de dona Evil\u00e1sia e do finado Chico Peba, foi no dia de S\u00e3o Jos\u00e9.\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"color: #000080\">PS: Escrevi este conto durante a campanha pol\u00edtica de 1986, numa viagem que fizemos para cidade de Pinheiro. Est\u00e1vamos eu, meu pai, Nagib Haickel, falecido em 1993, e meu motorista, Jos\u00e9 Moraes Neto, Falecido no \u00faltimo dia 18. O mais curioso \u00e9 que parte dessa hist\u00f3ria \u00e9 um &#8220;causo&#8221; que me foi contado naquela ocasi\u00e3o, o resto foi baseado no que vi numa festa em que fomos. \u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dando continuidade ao texto &#8220;Um Peda\u00e7o de Ponte&#8221; leia a seguir:\u00a0 As mo\u00e7as do Curralzinho e os rapazes do Pau [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-455","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-4"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Um Peda\u00e7o de Ponte - Parte VII - Joaquim Haickel<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2009\/09\/27\/um-pedaco-de-ponte-parte-viii\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Um Peda\u00e7o de Ponte - Parte VII - Joaquim Haickel\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Dando continuidade ao texto &#8220;Um Peda\u00e7o de Ponte&#8221; 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