{"id":522,"date":"2010-01-13T09:35:43","date_gmt":"2010-01-13T11:35:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/?p=522"},"modified":"2010-01-13T09:35:43","modified_gmt":"2010-01-13T11:35:43","slug":"um-pedaco-de-ponte-parte-xiii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/01\/13\/um-pedaco-de-ponte-parte-xiii\/","title":{"rendered":"Um Peda\u00e7o de Ponte \u2013 Parte XIII"},"content":{"rendered":"<h2>O visitante<\/h2>\n<p>Jo\u00e3o, brasileiro, 34 anos, gar\u00e7om, casado, residente de pouco na Rua da Consola\u00e7\u00e3o, 12 D. Muitos projetos e pouqu\u00edssimos escr\u00fapulos. N\u00e3o que roube nas contas dos fregueses da boate ou enxerte seus camparis nelas. Apenas sujeito comerci\u00e1vel<\/p>\n<p>Maria, brasileira, 25 anos, dona-de-casa, casada, nova inquilino do n\u00ba 12 D da Consola\u00e7\u00e3o. Conheceu Jo\u00e3o quando era amasiado com sua prima Elsa. Mulher bonita e sensual, por\u00e9m honesta. Mulher, e mulher em descoberta. S\u00f3 tinha um defeito para o marido: era inteligente e imprevis\u00edvel<\/p>\n<p>Conheceram-se e, por iniciativa de Maria, casaram-se.<\/p>\n<p>Ela, ent\u00e3o, uma recatada, simples e at\u00e9 ing\u00eanua mo\u00e7a, sentiu um estranho prazer por ter tomado o amante da prima, uma mulher mais velha e experiente. Ele, um malandro bem camuflado debaixo da pela de um atencioso gar\u00e7om, trocou a velha Elsa, que conheceu nas quebradas, por sua prima, pacata professora normalista. Era do que precisava. Estabilidade. Uma virilha, quente e s\u00f3 dele, para confort\u00e1-lo na volta do trabalho di\u00e1rio, ou melhor, noturno.<\/p>\n<p>Maria n\u00e3o sabia do esp\u00edrito eminentemente mercantilista de Jo\u00e3o e ele n\u00e3o era conhecedor dos meandros da personalidade e do comportamento dela.<\/p>\n<p>Bateram \u00e0 porta de sua casa. Jo\u00e3o, ainda deitado, j\u00e1 que, como de costume, chegara tarde, hora de sempre, do trabalho. Um homem moreno cor de caf\u00e9-com-leite, menos para leite, ar meio enigm\u00e1tico, foi entrando, procurando por Jo\u00e3o, que, cochilado, ouviu-o e mandou-o ir ao quarto (Maria ainda n\u00e3o sabia dos seus v\u00edcios).<\/p>\n<p>Despreocupadamente Maria foi cuidar dos seus afazeres &#8211; arrumar a casa, providenciar para que viesse o resto da mudan\u00e7a da casa do irm\u00e3o, e mandar algu\u00e9m na casa da prima Elsa buscar o resto das roupas do marido. Por um instante s\u00f3, lembrou-se da figura que batera \u00e0 porta momentos antes, achou-o simp\u00e1tico e atraente. Quem ser\u00e1?<\/p>\n<p>Enquanto isso, os dois, Jo\u00e3o e o visitante, conversavam: &#8211; E o som conseguiu?<\/p>\n<p>&#8211; Consegui, mas tu sabe como \u00e9, n\u00e9, Jo\u00e3o? Com esse neg\u00f3cio de congelamento de pre\u00e7os&#8230; A coisa vai ficar preta. S\u00f3 aqueles cruzadinhos n\u00e3o v\u00e3o pagar a minha &#8220;for\u00e7a de trabalho&#8221; Vou querer mais uns trocados.<\/p>\n<p>&#8211; Ta ficando louco? Eu te encomendei um som para minha casa nova, te paguei adiantado, tu passas tr\u00eas semanas sem conseguir nada e ainda quer mais grana?<\/p>\n<p>Ficaram comerciando por mais algum tempo, Jo\u00e3o tentou dar-lhe, por conta, o r\u00e1dio AM-FM de Maria. N\u00e3o quis.<\/p>\n<p>&#8211; Quem \u00e9 essa morena toda certinha que abriu a porta? Ela d\u00e1 uns tra\u00e7os da Beth Faria.<\/p>\n<p>Realmente Maria tinha algo de Beth Faria: cabelo e andar. N\u00e3o o temperamento das personagens que a atriz geralmente representa. Maria era calma, pacata, n\u00e3o era mulher escrachada.<\/p>\n<p>&#8211; Essa \u00e9 minha esposa.<\/p>\n<p>&#8211; Esposa? E a velha Elsa?<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 carta fora do baralho.<\/p>\n<p>&#8211; Caminho livre ent\u00e3o para Elsa? Maravilha!<\/p>\n<p>&#8211; Nada disso&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Qual \u00e9, Jo\u00e3o? Lembra quando tu tava doid\u00e3o por aquele rel\u00f3gio que eu peguei &#8220;emprestado&#8221; dos gringos, numa incurs\u00e3o pela noite? N\u00f3s fizemos neg\u00f3cio. Tu ficaste com o rel\u00f3gio, e eu com a Elsa por uma noite.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9, mas agora ela n\u00e3o \u00e9 mais minha amante clandestina, passou a ser oficial, casei-me, e ela foi promovida.<\/p>\n<p>&#8211; Tenho ent\u00e3o uma proposta. Te dou o som e mais o meu carro. Sei que tu negocias tudo, topas?<\/p>\n<p>&#8211; Topo.<\/p>\n<p>-Acontece que eu n\u00e3o quero a Elsa, quero \u00e9 tua mulher. &#8211; Ta louco?! Nem vem que n\u00e3o tem.<\/p>\n<p>O visitante ponderou, conversou, e Jo\u00e3o continuava irredut\u00edvel Ofereceu-lhe mais uma televis\u00e3o a cores. Jo\u00e3o ficou tentado. Uma geladeira nova.<\/p>\n<p>&#8211; Tudo bem, mas quero mais alguns cruzados. E tem mais, tem que parecer que tu pegou ela \u00e0 for\u00e7a. E ela n\u00e3o pode saber de nada, ok?<\/p>\n<p>Tudo acertado, Jo\u00e3o saiu para o trabalho.<\/p>\n<p>Por volta das nove e meia da noite, Maria atende a porta.<\/p>\n<p>Era o mesmo homem que viera pela manh\u00e3.<\/p>\n<p>&#8211; Jo\u00e3o n\u00e3o est\u00e1.<\/p>\n<p>Sil\u00eancio na voz, palavras nos olhos, o indiv\u00edduo entra, Maria sem sentir, permite.<\/p>\n<p>&#8211; Eu sei, por isso \u00e9 que eu vim. Disse o homem, tirando do bolso um canivete, daqueles su\u00ed\u00e7os.<\/p>\n<p>Maria im\u00f3vel, s\u00f3 fazia movimentos fisiol\u00f3gicos. O homem aproximou-se dela com o canivete. Cortou-lhe as al\u00e7as da camisola que caiu suavemente, ro\u00e7ando o corpo pardo de sol e branco das marcas do biqu\u00edni.<\/p>\n<p>Im\u00f3vel, ela mantinha o olhar nos olhos do homem que, pela manh\u00e3, achara atraente. Est\u00e1 ainda mais, agora. Nem ela mesma estava se entendendo. Pois prestes a ser violentada e encontrava-se cada vez mais fascinada pelo seu carrasco.<\/p>\n<p>De canivete sempre \u00e0 m\u00e3o, o homem a acariciava. No princ\u00edpio, ainda im\u00f3vel, ela fechava, apertando os olhos. O fogo corria por suas veias. Ele lhe passava o canivete, a\u00e7o frio, pelo corpo, em contraste com a sua m\u00e3o, carne quente. Canivete no seio esquerdo, m\u00e3o no direito.<\/p>\n<p>Maria, s\u00f3 de calcinha, quase na porta da casa, e ele ajoelhado no seu ventre, tirou-lhe a rendada com os dentes, enfiou o canivete no assoalho sobre a sunga, rasgando-a.<\/p>\n<p>Correu-lhe em beijos e carinhos. Maria j\u00e1 n\u00e3o se controlava. Correspondeu. No ch\u00e3o, na cama, no banheiro, na cama de novo. Das nove e meia at\u00e9 a uma da madrugada, os dois se comeram sem palavras. Quando ele ia saindo, ela acompanhou-o, puxou-o pelo bra\u00e7o. A quinta foi em p\u00e9, de roupa.<\/p>\n<p>Enquanto isso, Jo\u00e3o estava na boate, a noite toda, preocupado com o que aconteceria quando chegasse. Ser\u00e1 que ela ir\u00e1 me contar o que aconteceu? E se disser que foi o mesmo homem que esteve l\u00e1 em casa de manh\u00e3? Estou frito. N\u00e3o posso entreg\u00e1-lo \u00e0 pol\u00edcia, nem posso tomar uma atitude de homem.<\/p>\n<p>Ela, em casa, pensava no que dizer ao marido. &#8211; N\u00e3o vou contar nada. Mas e as marcas em meu corpo? Posso jogar fora a camisola que ele me deu. E se ele quiser que eu a vista com a calcinha rendada preta de que ele mais gosta? N\u00e3o posso dizer que foi o mesmo homem que esteve aqui de manh\u00e3.<\/p>\n<p>Ao chegarem casa, Jo\u00e3o encontrou a mulher apavorada, mais porque n\u00e3o sabia o que dizer e menos pela noite anterior.<\/p>\n<p>&#8211; O que houve, Maria?<\/p>\n<p>&#8211; Nada!<\/p>\n<p>&#8211; Ele, louco para que ela lhe contasse tudo, pois, apesar de c\u00famplice, n\u00e3o queria que a mulher o tra\u00edsse. Ela, querendo contar tudo ao marido, sem que ele desconfiasse que houvesse gostado do que se passou.<\/p>\n<p>Contou-lhe que entrou um homem com um fac\u00e3o na m\u00e3o e abusou dela. Obrigou-a a fazer coisas horr\u00edveis. O marido tresloucado quis espanc\u00e1-la, mas n\u00e3o achou justo, pois sabia ser ele o culpado por tudo aquilo.<\/p>\n<p>&#8211; Como era o filha da puta? Voc\u00ea nunca o viu antes? Perguntou e rezou para que ela n\u00e3o soubesse responder. Ela, apavorada, come\u00e7ou a chorar. Por estar nervosa, dizia n\u00e3o ter reparado muito bem no homem, mas que era mulato e tinha olhos avermelhados. Mulato, o homem era mesmo: um mulato, n\u00e3o muito claro, olhos esverdeados, boa pinta e tinha uma falha no dente bem na frente.<\/p>\n<p>&#8211; Voc\u00ea n\u00e3o viu nada de especial nele? Essa pergunta, Maria poderia responder, porque ela o achara especial na cama, no banheiro, no ch\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, s\u00f3 os olhos que eram avermelhados.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o estava aliviado. Foi \u00e0 pol\u00edcia dar parte. Deu, \u00e9 claro, a descri\u00e7\u00e3o que a mulher lhe havia passado. Um tanto falsa.<\/p>\n<p>Maria achou a atitude do marido exemplar. Estava orgulhosa dele. Jo\u00e3o, por sua vez, estava orgulhoso da mulher. Uma mulher s\u00e9ria, honesta. N\u00e3o mentiu para ele.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7a toda feita, som, televis\u00e3o, geladeira, carro, Jo\u00e3o e Maria vivem felizes at\u00e9 hoje. O tal homem &#8216; vez por outra, faz neg\u00f3cios com Jo\u00e3o (que n\u00e3o envolvem Maria). Por\u00e9m s\u00e3o neg\u00f3cios t\u00e3o bons que d\u00e1 at\u00e9 para pensar que ele continua visitando Maria quando o marido sai para trabalhar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O visitante Jo\u00e3o, brasileiro, 34 anos, gar\u00e7om, casado, residente de pouco na Rua da Consola\u00e7\u00e3o, 12 D. 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