{"id":591,"date":"2010-06-27T09:21:32","date_gmt":"2010-06-27T12:21:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/?p=591"},"modified":"2010-06-27T09:21:32","modified_gmt":"2010-06-27T12:21:32","slug":"republicando-a-pedido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/","title":{"rendered":"Republicando a pedido"},"content":{"rendered":"<p>ILUSTRE DEPUTADO,<\/p>\n<p>EM SUA RESPOSTA AO DESPREPARADO E MAL INFORMADO PSEUDO JO\u00c3O DO RIO, UMA COISA ME ATRAIU NA LEITURA. N\u00c3O A SUA RESPOSTA AT\u00c9 POR QUE ENTENDO QUE N\u00c3O PRECISARIA, OS DESINFORMADOS E RECALCADOS, S\u00c3O CAPAZES DE QUALQUER COISA PARA SATISFAZEREM SEUS EGOS VAZIOS. POR OUTRO LADO ENTENDO SUA PREOCUPA\u00c7\u00c3O EM RESPOND\u00ca-LO, POIS \u00c9 TIPICO DAQUELES QUE PRIMAM PELA VERDADE E PELA MANUTEN\u00c7\u00c3O DA SUA HONRA N\u00c3O PERMITIR POR OUTROS O FALSEASMENTO DOS SEUS ATOS E ATITUDES. \u00c9 PERFEITAMENTE POSSIVEL , SEM BUSCAR AS DEVIDAS PROVAS, IMAGINAR QUE UM HOMEM COMO VOSSA EXCELENCIA COM TANTAS QUALIDADES PESSOAIS E PELOS CARGOS J\u00c1 OCUPADOS, TER N\u00c3O APENAS UM ARTUR DA TAVOLA COMO AMIGO, MAS UMA CENTENA DE OUTROS T\u00c3O IMPORTANTES QUANTO O HORA CITADO. ENTRETANTO SENTIR-ME ATRAIDO QUANDO ARTUR NESTE CONTO CITOU O CONTO \u201cENGENHO CENTRAL, PINDAR\u00c9\u201d, OBRA ARQUITETONICA E HISTORICA, PELA QUAL SOU PROFUNDAMENTE APAIXONADO, FRUTO DAS MINHAS BATALHAS POLITICAS, NA PESPECTIVA DE V\u00ca-LO UM DIA TRANSFORMADO EM ESPA\u00c7O CULTURAL E QUE CERTAMENTE VOSSA EXCELENCIA TAMB\u00c9M GOSTARIA. MESMO SEM SER DEPUTADO NA PROXIMA LEGISLATURA, VOSSA EXCELENCIA CONTINUAR\u00c1 SENDO UM HOMEM IMPORTANTE. LHE FA\u00c7O UM PEDIDO EM NOME DOS MUNICIPES PIMDAREENSES, FA\u00c7A ALGO PELO ENGENHO NESSE NOVO GOVERNO DE ROSEANA. SOLICITO-LHE AINDA POSTAR EM SEU BLOG OU DIRETO NO MEU E-MAIL ESSE CONTO QUE TRATA DO ENGENHO.<\/p>\n<p>GRATO.<\/p>\n<p>PEDRO DE AMORIM AQUINO-NENEM DO PINDAR\u00c9.<\/p>\n<p>Resposta: O referido conto n\u00e3o trata do Engenho, o pr\u00e9dio, mas da cidade em torno dele, a velha Engenho Central, hoje, Pindar\u00e9-Mirim.<br \/>\nEsse conto j\u00e1 foi postado, mas vou recoloc\u00e1-lo na pr\u00f3xima quarta-feira.<br \/>\nGrato,<br \/>\nJH.<\/p>\n<p>Vou inaugurar uma nova fase de postagem nesse blog. J\u00e1 que com a mudan\u00e7a editorial do Jornal\u00a0 O Estado do Maranh\u00e3o, passei a escrever naquele matutino apenas quinzenalmente, na semana que eu n\u00e3o publicar naquele ve\u00edculo, publicarei aqui contos, cr\u00f4nicas e poemas publicados em meus livros ou de algum amigo.<\/p>\n<p>Come\u00e7o hoje com o pref\u00e1cio que meu querido companheiro de Assembl\u00e9ia Nacional Constituinte, Artur da T\u00e1vola, fez para meu livro \u201cA Ponte\u201d, editado pela Global Editora em 1991.<\/p>\n<p>Em seguida lhes ofere\u00e7o um pouco do \u201cEngenho Central, Pindar\u00e9\u201d, feito com a inestim\u00e1vel colabora\u00e7\u00e3o da maravilhosa mem\u00f3ria e da imensa sensibilidade de minha tia Josefina.<\/p>\n<p><strong>FAC\u00daNDIA <\/strong><\/p>\n<p>Joaquim Haickel \u00e9 um facundo.\u00a0 Na vida como na literatura.\u00a0 Raros escritores s\u00e3o, na arte, o que na vida s\u00e3o.\u00a0 E sua fac\u00fandia existencial estende-se para a literatura. \u00c9 um c\u00e9lere, um devorador.\u00a0 Afoito, prefere as pedras preciosas in natura.\u00a0 Seu af\u00e3 \u00e9 descobri-Ias, jamais o paciente ato de as lapidar.\u00a0 A mistura de velho \u00e1rabe s\u00e1bio com garoto levado que lhe marca a tipologia e o temperamento aparece nos contos.\u00a0 Ora, a surpreendente invers\u00e3o e economia dos contos &#8220;Agenda\u201d, &#8220;Ambulante&#8221;,&#8221; Padre Nosso&#8221; e &#8221; Geladeira&#8221;, ora o vezo regional de maranhense empedernido dos contos &#8220;As Mo\u00e7as do Curralzinho e os Rapazes do Pau Furado&#8221; ou o flagrante da Coluna Prestes pelo interior de seu estado, ou ainda o seu intenso e belo conto &#8220;Engenho Central, Pindar\u00e9\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o importa que o facundo Joaquim salte da cidade de Imperatriz, no Maranh\u00e3o, para qualquer sartreana ang\u00fastia existencial ou para o erotismo sadio que o atormenta tanto na vida pessoal quanto na literatura. Assim s\u00e3o os facundos: generosos, dispersivos, estr\u00f3inas do talento. O mesmo Joaquim Haickel que pode ser visto jogando de cortador e saltando alto com seus 110 kg no voleibol ou viajando para aprofundar-se na cultura chinesa, por certo sentado ao lado da mais bonita morena presente no avi\u00e3o; o mesmo Joaquim Haickel que pode ser visto a trabalho s\u00e9rio como deputado federal ou ouvido na estrepitosa gargalhada de que s\u00e3o pr\u00f3digos os felizes e saud\u00e1veis, pode ser encontrado, tamb\u00e9m, na ternura simples por personagens femininos que inventa e pressente como a comovente &#8221; Clara Cor-de-Rosa&#8217; ou a vis\u00e3o tr\u00e1gipat\u00e9tica de Francimar o menino que era menina por vontade da m\u00e3e.<\/p>\n<p>Joaquim Haickel \u00e9, pois, um facundo.\u00a0 Sua literatura imita-lhe a vida.\u00a0 E sua vida (ah! que al\u00edvio) \u00e9 venturosa.\u00a0 Sim, enfim, senhores, eis que surgiu algu\u00e9m naturalmente feliz e que do fundo da alegria de viver \u00e9 capaz de encontrar a tragicidade, o espanto, a parada sens\u00edvel.\u00a0 E assim como atira-se a viver, sem tr\u00e9guas, lam\u00farias ou timidez, vai criando e devorando viv\u00eancias e personagens com apetite invej\u00e1vel.\u00a0 Invej\u00e1vel, sim.\u00a0 N\u00f3s outros, temerosos, prudentes, ora ficamos com raiva do desperd\u00edcio \u00e0 espera de que ele amadure\u00e7a os temas e trabalhe os textos, o teor das hist\u00f3rias, a sua ideologia e rigor tem\u00e1tico, ora ficamos \u00e9 mesmo com inveja de tanta seiva, riqueza e talento, o que o leva, pr\u00f3digo mas feliz, ao desperd\u00edcio de quem nasceu forte, alegre, e concebe a vida como deliciosa aventura e, n\u00e3o, como penosa tarefa a enfrentar.<\/p>\n<p><em>Artur da T\u00e1vola<\/em><\/p>\n<h2>Engenho Central, Pindar\u00e9<\/h2>\n<p>Sei, por sua m\u00e3e, que voc\u00ea \u00e9 curioso quanto \u00e0s velhas hist\u00f3rias do Pindar\u00e9, ber\u00e7o de seu pai.\u00a0 E agora que voltei, estou mandando para sua aprecia\u00e7\u00e3o as reminisc\u00eancias de um passado.<\/p>\n<p>O que mais me admirou foi o aumento da popula\u00e7\u00e3o, o muito de desconhecidos que tomaram conta da terra, j\u00e1 que n\u00f3s, os filhos do lugar, processamos em estranhas plagas arriar ferro.<\/p>\n<p>E quede\u00ed-me a pensar naquela manh\u00e3 em que meu av\u00f4, imigrante liban\u00eas, chegou num velho gaiola que fazia a carreira do rio Pindar\u00e9.\u00a0 Chegou, descarregou as malas, e ali mesmo, no p\u00e1tio da f\u00e1brica de a\u00e7\u00facar &#8211; que naquele tempo era a maior riqueza do Maranh\u00e3o &#8211; foi abrindo as malas e vendendo \u00e0 presta\u00e7\u00e3o para os oper\u00e1rios, as roupas de carrega\u00e7\u00e3o e as bugigangas de que se munira no com\u00e9rcio de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p>Era o ano de 1909.\u00a0 Por esse tempo, o Munic\u00edpio de Engenho Central, hoje Pindar\u00e9, constava de tr\u00eas ruas, com casas bem distantes umas das outras.\u00a0 As casas das tr\u00eas ruas foram se aconchegando mais.<\/p>\n<p>Foi ali que nasci e cresci.\u00a0 Bons tempos aqueles em que todos se conheciam, e a gente sabia tudo um da vida do outro.\u00a0 Sabia-se, por exemplo, quanto vendera a loja do Dr. Mamede ou o que se almo\u00e7ava em casa do Dr. Florindo; e, quando os pais surravam os filhos, se ouviam de longe os gritos e a taca comendo no lombo e pernas dos garotos que n\u00e3o obedeciam, respeitavam ou temiam os mais idosos. E os passantes ainda gritavam num apoio irrestrito aos pais que corrigiam os filhos: &#8216;-&#8216;Bate, que perdida \u00e9 a que bater no ch\u00e3o&#8221;&#8221; &#8216; Uma execu\u00e7\u00e3o em regra para crescerem disciplinados e educados.\u00a0 Assim conversavam entre si os nossos pais.<\/p>\n<p>As mulheres da vida eram poucas, pela manh\u00e3 os interessados cochichavam com quem dormira a Elpidia e a Florentina.\u00a0 Bons tempos!\u00a0 Na venda do Dico Coelho era a reuni\u00e3o di\u00e1ria, \u00e0 boca da noite, do pessoal de segunda, para um dedo de prosa e um ou outro gole de cacha\u00e7a.\u00a0 E quando estava l\u00e1 o Alexandre, o riso era ouvido com mais freq\u00fc\u00eancia. Ele gostava de contar anedotas e lembro-me ainda de sua m\u00e3o grossa de vaqueiro espalmada mostrando-me nos dedos o passar dos anos e o murchar do sexo dos homens. Mostrando o polegar, ele dizia, olha vinte, no indicador, olha trinta, no m\u00e9dio, olha quarenta, no anular, olha cinq\u00fcenta e, com o m\u00ednimo, bem aberto, e apontando para baixo, olha sessenta.Todos r\u00edamos, porque aquela era a verdade que todos esperavam com o passar dos anos.<\/p>\n<p>Na farm\u00e1cia de Tunico Melo se reunia o pessoal de primeira, e como a fam\u00edlia morasse na mesma casa, as mo\u00e7as casadoiras iam at\u00e9 l\u00e1 e ficavam na sala de visita, enquanto n\u00f3s, os rapazes, fic\u00e1vamos na cal\u00e7ada olhando de quando em vez pela janela aberta.<\/p>\n<p>Quando havia alguma festa de anivers\u00e1rio, o chocolate com bolo de roda, broa ou manu\u00ea era uma verdadeira del\u00edcia!\u00a0 E era tamb\u00e9m uma boa ocasi\u00e3o para brincadeira de prendas ou cantoras acompanhadas por viol\u00e3o.<\/p>\n<p>Aos domingos, o ter\u00e7o rezado na capela por &#8220;Seu Mano&#8221; era um pretexto para os vestidos novos das mo\u00e7as e a pintura no rosto que s\u00f3 nos domingos podiam usar.<\/p>\n<p>Missa s\u00f3 duas vezes por ano: no tempo do Natal e em junho, na festa do padroeiro, com prociss\u00e3o, ladainhas, foguetes, sinos, orquestra (vinda de outra cidade) e tabuleiro de doce.\u00a0 O luar iluminando o largo da capela e roupa nova para o baile.\u2028Padre Hell\u00ederd era o vig\u00e1rio da regi\u00e3o que vinha desde Vit\u00f3ria do Mearim at\u00e9 Boa Vista por esse mund\u00e3o de matos por povoar.<\/p>\n<p>Certa vez, depois de dizer missa em Plndar\u00e9, seguiram viagem para Mon\u00e7\u00e3o e Boa Vista.\u00a0 Era costume alguns senhores da regi\u00e3o viajarem com o padre de um a outro lugar, todos montados em gordos burros de selas com coloridos coxinilhos, arreios enfeitados de moedas de prata e os p\u00e1s enfiados em ca\u00e7ambas de bom metal<\/p>\n<p>Pois bem, certa vez seguiram com o padre alguns senhores de Pindar\u00e9 e, entre eles, Chico Pinto, coronel das terras de Mato-dos-Bo\u00eds.\u00a0 L\u00e1 pras tantas, j\u00e1 anoitecendo, o guia, contrafeito, avisou ao padre que havia perdido o roteiro. Estavam perdidos na mata.\u00a0 Casas eram dif\u00edceis de encontrar numa regi\u00e3o que n\u00e3o as tinha.\u00a0 Todos ficaram apreensivos, e o padre acabou dando esta opini\u00e3o: &#8220;J\u00e1 que estamos perdidos, soltemos as r\u00e9deas aos animais e deixemos que eles nos levem a algum lugar\u201d<\/p>\n<p>Chico Pinto pulou do burro e, soltando uma palmada na sela, berrou no sil\u00eancio da mata: &#8220;&#8221;Forte mis\u00e9ria, padre&#8221;. &#8220;O que foi, Chico?&#8221; perguntou o padre, alarmado.<\/p>\n<p>&#8211; Forte mis\u00e9ria, voc\u00ea passar 11 anos no semin\u00e1rio e hoje deixar-se levar pela cabe\u00e7a de um burro!<\/p>\n<p>Os gaiolas iam de m\u00eas a m\u00eas, e a civiliza\u00e7\u00e3o nos chegava atrasada e em conta-gotas.\u00a0 L\u00edamos jornais com trinta dias de atraso!<\/p>\n<p>E, quando outra noite, um avi\u00e3o perdido nas rotas a\u00e9reas roncou nos c\u00e9us da minha terra, a mulher do Chico Esfola Bode, que h\u00e1 muito vinha traindo o marido, jogou-se aos p\u00e9s do pobre como e confessou seu erro.\u00a0 Quando ficou constatado que n\u00e3o era um peda\u00e7o do c\u00e9u que vinha se quebrando, houve tabefes e facadas.<\/p>\n<p>O primeiro r\u00e1dio chegou!Levado por seu Chibinho Rabelo.\u00a0 Duvido muito que qualquer outro acontecimento neste vasto Pa\u00eds tenha barateando e marcado uma popula\u00e7\u00e3o por quanto nos barateou.\u00a0 Marcou \u00e9poca porque, por mais de cinco anos, foi o \u00fanico r\u00e1dio do lugar.\u00a0 E nesses cinco anos a gente contava as coisas e dizia: foi antes do r\u00e1dio chegar, foi no ano que o r\u00e1dio chegou, foi depois Je chegada do r\u00e1dio.<\/p>\n<p>E o r\u00e1dio avisou at\u00e9 a morte da m\u00e3e de &#8220;&#8216;Leite (2uente&#8221;&#8216;, um preto que nasceu no ano da liberdade.\u00a0 Um dia em que ele passava pela casa dos Rabelo, ouviu o r\u00e1dio dizer.\u00a0 &#8220;,S\u00f3 Leite, ta m\u00e3e morreu&#8221; E ele contava: &#8220;quando uvi o bicho diz\u00ea eu taqu\u00ea p\u00e9, taqu\u00ea p\u00e9 e cheguei l\u00e1 a v\u00e9ia tava dura&#8221;<\/p>\n<p>Minha tia Alzira e dona Jerusa eram as professoras do Pindar\u00e9 e procuravam explicar da melhor maneira o que e como era o r\u00e1dio.\u00a0 Mas n\u00e3o dava para entender e muito menos acreditar.\u00a0 Era mais compreens\u00edvel acreditar num homenzinho de voz possante que se alimentava com coisas estranhas sa\u00eddas de bateria.\u00a0 E quando as baterias, certa vez, enfraqueceram, o r\u00e1dio ficou mudo; teve quem levasse ovos e leite para &#8220;alimentar&#8221; o enfraquecido homenzinho.\u00a0 Era assim o Pindar\u00e9.<\/p>\n<p>E agora, eis-me aqui, no p\u00e1tio da bonita casa de meu irm\u00e3o, h\u00e1 relembrar aqueles tempos.\u00a0 N\u00e3o, n\u00e3o vou dizer que no meu tempo era melhor.\u00a0 Os muitos anos, as desilus\u00f5es e as tristezas que por mim passaram e me fizeram de vista curta \u00e9 que me impedem de apreciar a beleza de que a atual gera\u00e7\u00e3o \u00e9 privilegiada.\u00a0 Ainda h\u00e1 fome.<\/p>\n<p>\u00c9 noite de luar, e eu acabo de ver que \u00e9 a mesma lua e a mesma brisa, o mesmo c\u00e9u e o mesmo Deus de minha gera\u00e7\u00e3o.\u00a0 E isto \u00e9 um conforto.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>Dedico este conto a minha querida e saudosa tia Josefina,<br \/>\nmulher \u00e0 frente de seu tempo.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ILUSTRE DEPUTADO, EM SUA RESPOSTA AO DESPREPARADO E MAL INFORMADO PSEUDO JO\u00c3O DO RIO, UMA COISA ME ATRAIU NA LEITURA. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-591","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-4"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Republicando a pedido - Joaquim Haickel<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Republicando a pedido - Joaquim Haickel\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"ILUSTRE DEPUTADO, EM SUA RESPOSTA AO DESPREPARADO E MAL INFORMADO PSEUDO JO\u00c3O DO RIO, UMA COISA ME ATRAIU NA LEITURA. [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Joaquim Haickel\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-06-27T12:21:32+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Joaquim Haickel\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Joaquim Haickel\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/\",\"url\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/\",\"name\":\"Republicando a pedido - Joaquim Haickel\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#website\"},\"datePublished\":\"2010-06-27T12:21:32+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#\/schema\/person\/4a711644aff28245c6c2c3452d66d325\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Republicando a pedido\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/\",\"name\":\"Joaquim Haickel\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#\/schema\/person\/4a711644aff28245c6c2c3452d66d325\",\"name\":\"Joaquim Haickel\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/473d89339b9f8ec089adb8d5778363eb5a2ba2319956bcf0298bfd8cca04684a?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/473d89339b9f8ec089adb8d5778363eb5a2ba2319956bcf0298bfd8cca04684a?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Joaquim Haickel\"},\"url\":\"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/author\/joaquimhaickel\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Republicando a pedido - Joaquim Haickel","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Republicando a pedido - Joaquim Haickel","og_description":"ILUSTRE DEPUTADO, EM SUA RESPOSTA AO DESPREPARADO E MAL INFORMADO PSEUDO JO\u00c3O DO RIO, UMA COISA ME ATRAIU NA LEITURA. [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/","og_site_name":"Joaquim Haickel","article_published_time":"2010-06-27T12:21:32+00:00","author":"Joaquim Haickel","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Joaquim Haickel","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/","url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/","name":"Republicando a pedido - Joaquim Haickel","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#website"},"datePublished":"2010-06-27T12:21:32+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#\/schema\/person\/4a711644aff28245c6c2c3452d66d325"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/2010\/06\/27\/republicando-a-pedido\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Republicando a pedido"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#website","url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/","name":"Joaquim Haickel","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#\/schema\/person\/4a711644aff28245c6c2c3452d66d325","name":"Joaquim Haickel","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/473d89339b9f8ec089adb8d5778363eb5a2ba2319956bcf0298bfd8cca04684a?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/473d89339b9f8ec089adb8d5778363eb5a2ba2319956bcf0298bfd8cca04684a?s=96&d=mm&r=g","caption":"Joaquim Haickel"},"url":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/author\/joaquimhaickel\/"}]}},"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/591","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=591"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/591\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=591"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=591"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/joaquimhaickel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=591"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}