Promotores eleitorais e as eleições de 2014

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(Foto/Arquivo/Divulgação)

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IMPERATRIZ – A Procuradoria Geral de Justiça e a Procuradoria Regional Eleitoral realizaram, nos dias 2 e 5 de junho, reuniões de trabalho com os promotores eleitorais do Maranhão. Os encontros foram realizados em São Luís e Imperatriz.

As reuniões discutiram a atuação dos promotores eleitorais nas eleições de 2014, com foco na fiscalização da propaganda eleitoral em todas as suas formas, inclusive a propaganda antecipada; condutas vedadas aos agentes públicos em campanha; captação ilícita de votos; corrupção eleitoral; entre outros temas.

No dia 2, os promotores eleitorais da capital e demais zonas eleitorais próximas se reuniram com o procurador regional eleitoral, Régis Richael Primo da Silva; os procuradores eleitorais auxiliares, Marcílio Nunes Medeiros, Thiago Ferreira de Oliveira e Juraci Guimarães Júnior; e o promotor eleitoral auxiliar da Procuradoria Regional Eleitoral, Pablo Bogéa Pereira Santos, no auditório do prédio do Ministério Público Federal, em São Luís.

No dia 5, os promotores eleitorais da Região Tocantina se reuniram com o procurador regional eleitoral, Régis Silva, os procuradores eleitorais auxiliares e com o promotor eleitoral auxiliar da Procuradoria Regional Eleitoral no auditório do prédio da Receita Federal, em Imperatriz.
“Com a abordagem de temas relevantes e a definição de estratégias de atuação, temos estabelecidos os parâmetros para que, nas eleições de 2014, haja a costumeira e aguerrida colaboração dos promotores eleitorais na fiscalização do processo eleitoral e adoção das providências de sua alçada de atribuição para garantia de um pleito que efetivamente reflita a vontade do eleitor”, explicou o promotor eleitoral Pablo Bogéa.

Na avaliação do procurador regional eleitoral, Régis da Silva, “as reuniões de trabalho cumpriram seu propósito. Foram discutidas formas de atuação dos colegas com atribuição eleitoral nas eleições gerais de 2014, com o objetivo de contribuir para que o Ministério Público Eleitoral cumpra sua missão constitucional na defesa da democracia”.

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