Empresas devem implantar conceito de inovação como cultura

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Criar ou melhorar produtos ou processos é um “comportamento” essencial para empresas que queiram se destacar no mercado, aumentando sua competitividade e a produtividade nos negócios. O conceito deve se tornar uma cultura dentro das empresas, sejam elas pequenas ou mais robustas. Esta foi a conclusão do 1° Ciclos – Evolução Focada na Inovação, evento que aconteceu no último sábado, dia 1º, no CineSystem, no Rio Anil Shopping.

Promovido pelo Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos do Estado do Maranhão (Ceape/MA), em parceria com o Rio Anil Shopping e apoio da Sociomantic, Waka Coworking, Sebrae-MA e a Gama Treinamentos e Consultoria, o 1° Ciclos teve como tema “Como enfrentar os grandes desafios do empreendedorismo contemporâneo”, e contou com a presença de especialistas focados em novos formatos colaborativos e na gestão ‘fora da caixa’.

Um dos conceitos trabalhados foi o de startups – que de forma mais simples quer dizer um grupo de pessoas à procura de um ‘modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza’. “O que vai separar uma startup que vai dar certo de uma que não vai é a execução, a capacidade de aprender rápido e errar rápido. É preciso aprender qual canal chega mais rápido ao cliente. Focar de fato em fazer rápidas experimentações e aprender com isso. Só ter uma ideia boa não faz uma startup ir para  frente”, explicou Rômulo Martins, Founder na empresa Infortask.

Diretor geral da Sociomantic Labs para a América Latina, o alemão Moritz Wolff ministrou a palestra “Inovação: um dos pilares fundamentais para o sucesso”. De acordo com o executivo, é preciso transformar a inovação em uma filosofia dentro das empresas. “A inovação é buscar respostas tangíveis para perguntas intangíveis. É buscar algo novo para algo que incomoda, mas é preciso que essa invenção tenha relevância econômica e social”, disse.

Segundo ele, dentre os principais erros das empresas está em escalonar nas inovações em pequenas ou grandes, atribuindo valor proporcional a essas ideias. “Uma ideia pequena não é pior ou menos relevante do que uma grande ideia. Temos que ter em mente que é a qualidade que importa, não a quantidade”, disse.

Para que a inovação se torne uma cultura, Moritz Wolff listou alguns direcionamentos importantes, como ter as lideranças da empresa com visão aberta a dar suporte às inovações, que devem estar atreladas a metas. “Lideranças devem dar suporte e não esquecer de todos na empresa, não focar apenas no setor da mudança, sob o risco de frustrar as demais pessoas. É preciso comunicar da forma correta e deixar as pessoas participarem desse processo”, ressaltou.

Participaram também do 1° Ciclos Daniel Mota, CEO da Waka Coworking; Mauro Borralho, analista do Sebrae-MA; e Danilo Ferreira, analista de Sistemas Ceape-MA.

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