Boi Unidos de Santa Fé rumo à Olimpíada

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O Bumba Meu Boi Unidos de Santa Fé, no sotaque de pandeirão, vai representar o Maranhão na programação artística dos Jogos Olímpicos, que ocorrem entre os dias 5 e 21 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro.

Índias Bumba Meu Boi Unidos de Santa Fé Foto: Divulgação
Índias Bumba Meu Boi Unidos de Santa Fé Foto: Divulgação

Com o apoio do Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur), 45 brincantes embarcam, neste domingo (31/7), às 18h, para as cidades de Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) para uma temporada de apresentações na região Sudeste, dentro do projeto Circuito Funarte Cena Pública .

Programação

Segundo Cláudio Henrique, coordenador do Boi Unidos de Santa Fé, a brincadeira tem apresentações confirmadas dias 3 e 4 de agosto, na Praça da Estação ou Praça Rui Barbosa, em Belo Horizonte, ponto turístico criado em 1904.

Paulicéia Desvairada

Na capital paulista, o grupo tem apresentação no dia 5 de agosto, na UNESP, na região da Marginal Pinheiros. Dia 7, o Boi Unidos de Santa Fé se apresenta no Morro do Querosene, no Butantã, comunidade essa que preserva a cultura popular brasileira, onde a batida dos tambores do Maranhão dão o ritmo.

Reconhecimento

O Boi Unidos de Santa Fé foi selecionado em concurso aberto pelo Ministério da Cultura (MINc), por meio da Fundação Nacional de Arte (Funarte). Cerca de 150 grupos folclóricos brasileiros participaram da seleção de editais do Circuito Funarte de Cena Pública.

Com recursos do Ministério da Cultura, ambos os processos seletivos visam promover a cultura nacional por meio de programação artística em equipamentos da Funarte e em espaços públicos abertos no período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016.

Selecionado

O Circuito Funarte Cena Pública contemplou dez projetos, com premiação de R$ 100 mil para cada selecionado. Entre os dias 3 e 20 de agosto, cada contemplado vai promover a circulação de espetáculos, performances cênicas ou intervenções em espaços públicos abertos em cidades onde serão disputadas partidas de futebol durante os jogos – Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo. O investimento total é de R$ 1,1 milhão. O principal objetivo deste edital é valorizar e fomentar a arte de rua e o uso dos espaços públicos, estimulando esse modo de criação de caráter democrático e popular.

Para Zé Olhinho, idealizador e cantador do Boi Unidos de Santa Fé, o fato do grupo ter passado por uma seleção e ter o nome escolhido em projeto idealizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Fundação Nacional de Arte (Funarte), é definida por ele como “uma bênção divina”.

Zé Olhinho, idealizador, cantador e Amo do Boi, Unidos de Santa Fé. Foto: Divulgação
Zé Olhinho, idealizador, cantador e Amo do Boi, Unidos de Santa Fé. Foto: Divulgação

– Esse convite para representar o folclore do Maranhão e do Brasil nas Olimpíadas, que acontecem em nosso país, é encarado por todos integrantes do grupo como uma oportunidade única. É uma forma de se mostrar um trabalho em que valorizamos e mantemos firme a tradição do auto do bumba meu boi. E saber que o boi de Santa Fé foi escolhido  entre várias brincadeiras inscritas na seleção de editais da Funarte é “uma bênção de Deus” – destaca.

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Unidos de Santa Fé selecionado para as Olimpíadas

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O bumba meu boi Unidos de Santa Fé foi selecionado para participar da programação artística das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em agosto. Ansiedade e alegria são as palavras que definem o grupo no momento.

Ìndias do boi Unidos de Santa Fé. Foto: Divulgação
Ìndias do boi Unidos de Santa Fé. Foto: Divulgação

A escolha do batalhão maranhense, no sotaque da baixada, teve como peso a discografia e o projeto sobre o auto do bumba meu boi.

Unidos de Santa Fé tem apresentação marcada para Beagá (MG) e São Paulo (SP). O boi fez uma toada exclusiva para as Olimpíadas.

A história do Boi Unidos de Santa Fé está ligada a Zé Olhinho, nascido no município de São Vicente de Férrer, na baixada maranhense. A brincadeira existe há 27 anos e tem a sede situada no Bairro de Fátima.

Além de Zé Olhinho, o grupo é coordenado por Raimundo Miguel Ferreira e João Madeira Ribeiro.

Unidos de Santa Fé possui 5 cds gravados e têm destacada atuação nas festividades culturais do Estado, muito requisitado para apresentações em arraiais públicos e particulares, levando a beleza de seu espetáculo, onde a batida das matracas e dos pandeirões são fortes e vibrantes, soando com altivez, harmoniosas toadas.

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Sarau de Bailados sexta, no Laborarte

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SARAU DE BAILADOS – SEXTA – 27 DE MAIO
Local: Casarão Laborarte, a partir das 18 h

Cacuriá. Foto: Divulgação
Cacuriá. Foto: Divulgação

· Roda de Capoeira da ESCOLA DE CAPOEIRA ANGOLA DO LABORARTE
· Vídeos de “MANIFESTAÇÕES TRADICIONAIS” do Maranhão

· Bailados com o CACURIÁ DE DONA TETÉ
· Show de BAILADOS POPULARES com ROSA REIS
· Show com HÉLIO RAMALHO

Entrada: R$ 10,00

Laborarte – rua jansen Muller, 42 Centro.

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Exposição sobre o Tambor de Crioula na Biblioteca

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Dia 22 de Agosto é festejado o Dia Nacional do Folclore. O tambor de Crioula é considerado um Patrimônio Cultural Brasileiro. Como forma de valorizá-lo, a Biblioteca Pública Benedito Leite, órgão vinculado a Secretaria de Estado de Cultura (Secma), está realizando a exposição Folclore e Literatura, com o tema “Crioula, simples como deve ser!” A exposição faz parte da programação de agosto na biblioteca, pois este é considerado o mês do folclore.

Maracrioula. Foto: Divulgação
Maracrioula. Foto: Divulgação

A ideia da exposição foi do Tambor de Crioula Maracrioula, do bairro da Liberdade, em São Luís, que se dispôs em separar alguns elementos característicos na dança para ser posto em exposição.

Quem for à Biblioteca Pública Benedito Leite, até sábado (27), vai poder ver de perto a vestimenta utilizada pelos brincantes, além dos instrumentos musicais.

Outras Ações

A programação deste mês também contempla uma exposição sobre o folclore nacional, enfatizando as expressões maranhenses, no Salão do Acervo Geral. Vários livros sobre a história do folclore estão à disposição de todos que tiverem interesse. Os livros fazem parte do rico acervo da biblioteca e é um meio de valorizar o artista maranhense, Pedro Júnior, que está expondo “Artes, lendas e magias maranhenses”.

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Exposição “É de Zabumba, o baile da bicharada’

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Em uma iniciativa que visa salvaguardar o patrimônio cultural maranhense, será aberta nesta quinta-feira (30), a exposição ‘É de Zabumba, o baile da bicharada!”, no Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, que fica na Rua do Giz, Praia Grande, Centro Histórico de São Luís. A iniciativa é da Petrobras, do Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural (Iphan) e governo do Estado.

Boi de Zabumba. Foto: Divulgação
Boi de Zabumba. Foto: Divulgação

Aberto ao público a partir das 15h, o lançamento contará com a presença de agentes e pesquisadores culturais. Na ocasião também será lançado o site ‘edezabumba.com.br’, e haverá uma sessão de filme gravado em 2014, no município de Pinheiro e Mirinzal.

Na produção audiovisual, o público poderá conferir o registro de três representações do bumba-meu-boi de Zabumba sob o olhar dos autores e atores da comédia. Já o site, vai disponibilizar informações reunidas de forma organizada sobre o sotaque, além de enredos do ritual de matanças da manifestação.

Para a abertura da exposição, a curadoria preparou uma programação que contempla um seminário, debate, exibição de filme e lançamento de produtos que fazem parte do projeto ‘Palhaceiros da Graça de Deus’, organização que tem como objeto de trabalho o Boi de Zabumba e suas práticas de comédias ou matanças tradicionais do boi do Maranhão.

Origem

A denominação de Boi de Zabumba é dado ao sotaque cuja sonoridade é marcada pelo misto e cadenciado rufo de tambores africanos. Originário do município de Guimarães, na região da Baixada Maranhense, o Boi de Zabumba se transforma a partir da próxima quinta-feira na principal pauta de uma exposição que está prevista para ter uma duração de três a quatro meses.

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Oficina com ritmos paraenses do Carimbó e Lundu

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A Oficina “O Tambor e o Corpo Soam”, proposta pela banda Lauvaite Penoso, tem como objetivo o intercâmbio e experiências culturais entre Pará e Maranhão, envolvendo as expressões de música e dança, presentes nas manifestações do Lundú e do Carimbó, estas como fortes elementos identitários da cultura paraense.

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As oficinas acontecem nesta (15/7) quarta e quinta (16/7), das 17h às 19h, na sede do Boi de Pindaré, no Parque Amazonas. O show da banda Lauvaite Penoso será na sexta (17/07), a partir das 20h, no mesmo local.

Registro

Divulgar nossas expressões culturais é de grande importância para manutenção, frente às novas gerações, dos saberes de mestres e mestras da nossa cultura popular. O Carimbó, manifestação registrada como patrimônio cultural brasileiro, assim como o Bumba-meu-boi e o Tambor de Crioula do Maranhão, merecem que todos os seus saberes e fazeres sejam valorizados e difundidos nos mais variados espaços, pelos mais diferentes sujeitos.

Histórico

A banda Lauvaite Penoso procura mostrar que a sabedoria popular e a poesia urbana na Amazônia são de grande valor e importância. Nascida em 2009, em Belém do Pará, a banda traz consigo uma musicalidade ampla, que vem do Carimbó à vivência musical de cada integrante, passeando do Rock ao Hip-Hop e do Baião ao Techno-Brega. Criada no meio da cultura popular e conectada aos sons do mundo, a Banda Lauvaite Penoso procura no contexto social e cultural da cidade de Belém a força e inspiração que são traduzidos em suas sonoridades e composições.

“Lauvaite Penoso” é uma expressão muito conhecida nas brincadeiras de pipas e papagaios nas periferias de Belém do Pará. Quando um brincante corta a linha do outro ele grita: “LAUVAITE PENOSO!” para anunciar que tem uma pipa caindo sem dono.

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Grupo Lamparina representa o MA em Paris

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O grupo Lamparina embarca para Paris, capital francesa, onde participará de uma feira internacional de turismo, representando o Maranhão a convite da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) e da Secretaria Municipal de Turismo (Semtur). A caravana embarca neste domingo, dia 14/6.

Grupo Lamparina
Grupo Lamparina

O Grupo Lamparina fez, recentemente, apresentações no interior do Maranhão e no Piauí. A banda é formada por Fábio Almeida (teclados), Mauro Travincas (baixo), Bira (bateria) e Ribão (percussão), além dos cantores Mairla Oliveira e Regina Oliveira.

Para esta temporada de shows, a convidada especial será a cantora Luciana Pinheiro. Há ainda o corpo de baile, formado pelos bailarinos Euricélia Coqueiro, Élida Bogéa, e Léo Alves.

O Lamparina contabiliza dez anos de existência e está em processo de gravação de EP com doze músicas.

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Papete lança projeto em “Pocket Show” no TAA

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Papete realiza “pocket show” de lançamento do projeto “Os Senhores Cantadores, Amos e Poetas do Bumba Meu Boi do Maranhão, nesta terça-feira (26/5), a partir das 21h, no Teatro Artur Azevedo. O evento é aberto ao público e com ingressos trocáveis por 1Kg de alimento não perecível, para posterior doação ao Asilo de Mendicidade e Hospital Aldenora Bello.

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Em passagem pelo Plugado, na noite dessa quinta-feira (21/5), na Mirante FM, o músico maranhense destacou a obra que reúne o acervo e conta história de 34 amos, cantadores de uma das maiores manisfestações culturais do Maranhão e do Brasil, que é o bumba meu boi.

Resgate

Segundo Papete, a ideia do livro nasceu a partir da década de 1980 quando gravou “Urrou do Boi”, do cantador Coxinho, do Boi de Pindaré.

– Essa toada tem um significado muito importante para todos nós maranhenses e ela tem como autor o Coxinho. Uma criatura dono de uma poesia riquíssima, mas que passou desperbecido, invisível, diante de todos nós maranhenses e mundo afora. Adoeceu, morreu pobre, assim como acontece com a maioria dos nossos mestres da Cultura Popular do Maranhão, especificamente, os do bumba meu boi, os quais me refiro nessa obra – destacou.

Participações

A obra contou com o auxílio luxuoso de nomes ligados à Cultura Popular do Maranhão, entre os quais, os professores e antropólogos Sérgio Ferreti, Mundicarmo Araújo, Carlos Benedito, além de Josias Sobrinho, Joãozinho Ribeiro, José Pereira “Godão”, e Luís Bulcão. Papete ressalta que a participação de todos eles foi muito importante. “Cada qual deu o seu relato conforme o olhar que eles têm sobre o bumba meu boi” – complementa.

“Os Senhores Cantadores, Amos e Poetas do Bumba Meu Boi” é bilingue. O principal objetivo é que ele corra o mundo. O trabalho reúne quatro DVDs e um CD com toadas clássicas e músicas interpretadas pelo próprio Papete.

Essencial

Um trabalho necessário, inédito e visionário para manter viva a tradição e a riqueza cultural do Bumba Meu Boi maranhense entre as novas gerações, e ainda, um excelente material para divulgação internacional do Maranhão e desta que é uma das principais manifestações da cultura maranhense.

O projeto de Papete conta com o apoio, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura da Caixa, CEMAR e Vale; além do Ministério da Cultura.

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Papete conta a história do bumba boi em livro

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Papete é a atração desta quinta-feira, do Plugado, na Mirante FM, a partir das 22h. O artista vai falar sobre a obra “Os Senhores Cantadores, Amos e Poetas do Bumba Meu Boi do Maranhão”. O trabalho reúne um acervo completo, único e inédito de entrevistas, fotos, pesquisas e demais detalhes sobre aqueles que fizeram e fazem acontecer uma das maiores manifestações culturais do Maranhão e do Brasil, que é o bumba meu boi.

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Um trabalho necessário, inédito e visionário para manter viva a tradição e a riqueza cultural do Bumba Meu Boi maranhense entre as novas gerações, e ainda, um excelente material para divulgação internacional do Maranhão e desta que é uma das principais manifestações da cultura maranhense.

Lançamento

O projeto de Papete conta com o apoio, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura da Caixa, CEMAR e Vale; além do Ministério da Cultura. O pocket show de lançamento do projeto acontece na próxima terça-feira (26.05) no Arthur Azevedo, à partir das 21H, em evento aberto ao público e com ingressos trocáveis por 1Kg de alimento não perecível, para posterior doação ao Asilo de Mendicidade e Hospital Aldenora Bello.

Tradição

Portanto, a cultura maranhense vai ficar mais rica com o lançamento do projeto cultural de autoria do músico e pesquisador Pepete, que é um verdadeiro resgate histórico sobre os maiores responsáveis pelo bumba meu boi do Maranhão, os cantadores e poetas.

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Divinas Folioas: 22 de maio, no Teatro Artur Azevedo

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No próximo dia 22, sexta-feira, ocorrerá o show Divinas Folioas, no Teatro Artur Azevedo. As cinco ilustres caixeiras-régia subirão no palco carregadas de tradição, devoção e musicalidade. O show terá a participação da cantora Rosa Reis.

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Todas elas carregam consigo uma caixa, que as acompanha nos toques em reverência ao Divino Espírito Santo. As caixeiras que participarão do show fazem parte das mais variadas casas de culto, mas também são praticamente as mesmas que realizam as festas em outras casas.

Durante o show elas vão mostrar, em uma hora de duração, um pouco do extenso ritual que envolve uma Festa do Divino. Segundo Rosa Reis, idealizadora e produtora do show, a ideia é mostrar, ainda que resumidamente, o trabalho que é conduzido pelas caixeiras-régia.

Autonomia

A caixeira-régia é a mais experiente dentro do ritual e exerce a função semelhante a de um maestro em uma orquestra regendo as demais caixeiras. Geralmente são devotas do Divino e já participam do terreiro há muito tempo. Elas têm autonomia sobre os cânticos, sabem todas as letras de cor e improvisam com naturalidade, se necessário. Possuem amplos poderes para interferir na Festa, conduzir o ritual e sabem de tudo na festa, dos preparativos, passando pela abertura da tribuna até o fechamento. São praticamente sacerdotisas.

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