{"id":1335,"date":"2021-12-22T18:52:38","date_gmt":"2021-12-22T21:52:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/ruypalhano\/?p=1335"},"modified":"2021-12-22T18:52:38","modified_gmt":"2021-12-22T21:52:38","slug":"a-crise-o-porvir-e-a-esperanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/ruypalhano\/2021\/12\/22\/a-crise-o-porvir-e-a-esperanca\/","title":{"rendered":"A crise, o porvir e a esperan\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Haveria algum ponto em comum nessas tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es? Onde, a crise dos indiv\u00edduos, o porvir e a esperan\u00e7a se encontram? Ou, o porvir, a esperan\u00e7a e a crise da pessoa, s\u00e3o coisas distintas? Onde se d\u00e1 cada uma dessas fen\u00f4menos?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Tres perguntas, tres condi\u00e7\u00f5es e tres inquieta\u00e7\u00f5es. A crise, nos remete a uma mudan\u00e7a inesperada, abrupta que altera o desenvolvimento de algo em curso. Onde as expectativas, o medo, as indecis\u00f5es, as inquieta\u00e7\u00f5es e a inseguran\u00e7a, tomam conta de cada um, como sinalizadores dessa condi\u00e7\u00e3o. Essas mudan\u00e7as podem ser f\u00edsicas, ps\u00edquicas ou simb\u00f3licas. As crises s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es complexas de dificil manejo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O porvir, refer-se a nossa temporalidade. Se d\u00e1 na perspectiva do que pode&nbsp; acontecer, viver algo ou uma hist\u00f3ria. Porvir \u00e9 o que se espera, o que se imagina que venha acontecder, tem haver com o futuro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por \u00faltimo,&nbsp; a esperan\u00e7a. Esssa se inscreve como a \u201c<strong><em>\u00faltima que morre<\/em><\/strong>\u201d, enaltecendo a necessidade da luta em um sentido que se acredita. A esperan\u00e7a \u00e9 a disposi\u00e7\u00e3o de interceder, de querer mudar, de ir em frente e de acreditar no poss\u00edvel, tendo-o como o centro dessa luta. A esperan\u00e7a muda rumos, eventos e sentidos, dentro e fora de si mesmo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Todas essas viv\u00eancias dizem respeito ao homem no mundo. Dizem respeito ao seu <strong><em>\u201cvir a ser\u201d<\/em><\/strong> na sociedade e na representatividade social sobre quem recaem as expectativas. Nessa perspectiva, a crise, representa a mudan\u00e7a que se anuncia, em um tempo. E a mudan\u00e7a, \u00e9 a esperan\u00e7a no porvir. Est\u00e1 em crise \u00e9 como se encontra o sujeito atual na polis.&nbsp; A crise poder\u00e1 definir o que com ele ocorrer\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A crise como experi\u00eancia indiv\u00eddual e como viv\u00eancia universal nos ajuda \u201c<strong><em>a decidir, o rumo que as coisas podem tomar\u201d<\/em><\/strong>. Poderia dizer que a crise \u00e9 a <strong><em>inconforma\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong>, dentro de um estado de lucidez de consci\u00eancia e de autonomia. \u00c9 ela que nos impulsiona, nos motiva a mudar, nos inquieta, nos movimenta e nos faz avan\u00e7ar, no rumo da perfei\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;N\u00f3s somos a crise, pois estamos em estado permanente de mudan\u00e7as.&nbsp; \u00c9 dela que estra\u00edmos o sentido e a maior raz\u00e3o de vivermos. Nesses tempos modernos, est\u00e1&nbsp; abundante e, paradoxalmente, apesar da dor, do sofrimento, das d\u00favidas e das incertezas que nos assola a todos, eat\u00e1 a\u00ed a esperan\u00e7a, pois est\u00e3o a\u00ed os momentos mais prop\u00edcios \u00e1s mudan\u00e7as. Contrariamente, ao conformismo, ant\u00edtese da crises esse \u00e9 o pior dos estados e dos momentos dos seres humanos. O conformismo nos amordassa, nos imobiliza, nos torna ap\u00e1ticos e indiferentes. N\u00e3o se evolui no conformismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nos tempos atuais, onde as conturba\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, econ\u00f4micas e sociais d\u00e3o sinas de fracasso, especialmente, nas tradi\u00e7\u00f5es, surgem, oportunamente, ideologias soltas e extravagantes de inova\u00e7\u00e3o que guadam no fundo o ran\u00e7o do ign\u00f3bil e da pervers\u00e3o e mais do conformismos que de mudan\u00e7as, onde tais ideiais inovadoras, mas se parecem conservadoras, ferem&nbsp; formalmente a autonomia, a identidade, a cidadania a liberdad dos sujeitos, nos deixando, a todos enraivecidos, perplexos&nbsp; e com medo, nos conduzindo em dire\u00e7\u00e3o ao alheiamento e no anomimato. Eis a inconforma\u00e7\u00e3o e a luta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Por sua vez, as famigeradas redes sociais, virtuais e fugases incentiva o desengajamento pol\u00edtico, o alheiamento social real, nos tolhem e nos amarguram, materializando nossa disposi\u00e7\u00e3o de fugir e nos incoformar. \u00c9 isso que vem ocorrendo, hoje. O homem moderno repleto de artefatos, ora reais, ora virtuais, ora b\u00e9licos ou ing\u00eanuos, produto dessa conturba\u00e7\u00e3o, a cada dia se esvazia, se subordina, se escravisa ao material, \u00e0 vaidade, ao conformismo, a individualidade e isso os impede de avan\u00e7ar e como n\u00e3o consegui,&nbsp; aos poucos se destroi o mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Os tempos modernos, repletos de homens modernos, sem saber realmente para quer ir ou est\u00e1 indo. Descrentes, ireal, imagin\u00e1rio e insignificantes. Incapaz de se v\u00ea no futuro, n\u00e3o se ergue e se subtrai da experi\u00eancia no mundo da realidade. A cada dia se perde umpouco e n\u00e3o se recohece. O outro que seria capaz de me fazer reconhecer-me, tamb\u00e9m n\u00e3o me faz. Como eu, tamb\u00e9m \u00e9 insignificante e fraco. Imagin\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nessa perspectaiva, a crise maior n\u00e3o \u00e9 da represetnatividade nem da polis \u00e9 a crise da essensialidade, do sentido, do significado, do valor de si mesmo. Eis o homem solit\u00e1rio e em solid\u00e3o. Essa \u00e9 a crise existencial do homem contempor\u00e2neo: a solid\u00e3o e o an\u00f4nimato. A pior das crise, pois essa contariamente \u00e0s outras pode sucumbi-lo. Desctruir-se a si mesmo, a terra o planeta e o universo. Acrise as aversas essa maa a esperan\u00e7a. O porvir, sem a esperan\u00e7a \u00e9 o homem se esvaindo, sem constru\u00e7\u00e3o pois falta-lhe sentido na vida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Eis o porvir, onde nas condi\u00e7\u00f5es atuais, em um tempo real so pode vir o inesperado, uma inc\u00f3gnita. Que homem vir\u00e1 com suas contradi\u00e7\u00e3o atuais, n\u00e3o se sabe. E, mesmo assim, esperemos quem vir\u00e1, em cada um de n\u00f3s o que n\u00e3o faltam s\u00e3o os \u201cporvires\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Essas incog\u00f3gnitas, a crise, o porvir e a esperan\u00e7a seria nossa salva\u00e7\u00e3o. \u00c9 o tempo esperado, o viver determinado na historia de cada um. Somos ao mesmo tempo tudo isso, em diferentes dimens\u00f5es: o que foi, o agora e o futuro em cada um, em sua existencalidade. O futuro, uma abstra\u00e7\u00e3o. O presente, a decis\u00e3o, e a espraran\u00e7a a maior das nossas contru\u00e7\u00f5es, se espera para faz\u00ea-la. Eis o homem no mundo e eis o mundo no homem. O que vir\u00e1 disso, n\u00e3o sei!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Haveria algum ponto em comum nessas tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es? Onde, a crise dos indiv\u00edduos, o porvir e a esperan\u00e7a se encontram? 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