{"id":841,"date":"2016-11-12T19:15:45","date_gmt":"2016-11-12T22:15:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/ruypalhano\/?p=841"},"modified":"2016-11-12T19:15:45","modified_gmt":"2016-11-12T22:15:45","slug":"aposentar-se-da-vida-ou-do-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogsoestado.com\/ruypalhano\/2016\/11\/12\/aposentar-se-da-vida-ou-do-trabalho\/","title":{"rendered":"Aposentar-se da vida ou do trabalho?"},"content":{"rendered":"<p>Uma quest\u00e3o que me parece absolutamente relevante e que vem merecendo pouca aten\u00e7\u00e3o, por parte do estado e de muitas empresas empregadoras nesse pa\u00eds, \u00e9 o destino de muita gente que, ao se aposentar, passam a apresentar graves problemas emocionais, comportamentais e sociais, em raz\u00e3o direta da aposentadoria.<\/p>\n<p>Para muitos, aposentar-se ao inv\u00e9s de representar uma conquista, um novo e agrad\u00e1vel modo de vida, uma oportunidade a mais de ser feliz ou de virem a realizar planos saud\u00e1veis na vida, a aposentadoria representa um <strong><em>\u201cinferno\u201d uma tortura ou uma coisa muito ruim<\/em><\/strong>. Muitos ficam \u00e0 deriva, sem saber o que fazer, sem saber para onde ir, sem fazer nada e \u00e0 margem das atividades sociais e ocupacionais. Outros, torna-se ansiosos, depressivos, f\u00f3bicos, inseguros, retra\u00eddos, ocasionado pela mudan\u00e7a abrupta de seus \u201c<strong><em>modus vivende<\/em><\/strong>\u201d, para o qual n\u00e3o foram preparados.<\/p>\n<p>Em geral, quando o assunto \u00e9 aposentadoria, uns se assustam, outros se preocupam e se retraem e n\u00e3o querem falar sobre o mesmo, e, h\u00e1 os que tem at\u00e9 medo de chegar a essa \u00e9poca. E, ao tratar sobre ela, as principais quest\u00f5es s\u00e3o sempre as mesmas: reclama\u00e7\u00f5es, revoltas, previd\u00eancia, sal\u00e1rios, direitos, desassist\u00eancia, etc. S\u00e3o queixas comuns, que se destacam sobre qualquer outro assunto e, um dos que menos se fala, s\u00e3o dos sentimentos, viv\u00eancias, expectativas e projeto de vida que cada pessoa apresenta ao se aposentarem. Ao meu ver, um assunto absolutamente relevante, que deveria ser melhor tratado, do ponto de vista m\u00e9dico, psicol\u00f3gico, social e previdenci\u00e1rio.<\/p>\n<p>Para mim, como um psiquiatra e como observador das quest\u00f5es sociais e humanas, n\u00e3o estranho, esse descuido sobre essas quest\u00f5es quando o estado nem as empresas n\u00e3o se preocupam em faz\u00ea-lo, muito embora possa haver danos importantes na sa\u00fade e no comportamento dos muitos que aposentam.<\/p>\n<p>Infelizmente, n\u00e3o h\u00e1 um olhar especial sobre os aposentados, isto \u00e9, sobre a pessoa que passou a vida toda trabalhando, produzindo, colaborando com a sociedade, que, ao se aposentar, via de regra, \u00e9 deixado de lado literalmente, abandonado a sua sorte, pela aus\u00eancia de uma pol\u00edtica efetiva, regular, abrangente e humanizada, que venha dar a essas pessoas as garantias m\u00ednimas, de prote\u00e7\u00e3o, valor e os meios adequados para se organizarem para entrar nesse novo ciclo de vida.<\/p>\n<p>Restringirei meus coment\u00e1rios, nesse artigo, sobre os aspectos psicol\u00f3gicos e comportamentais das pessoas que se aposentam. E, nesse sentido, resgato parte de uma conversa que tivera, h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s, com um dileto amigo, Evandro Carvalho, quando discut\u00edamos algumas quest\u00f5es sobre as aposentadorias. Ele, por muitos anos, dirigiu a Caixa de Previd\u00eancia dos Funcion\u00e1rios do antigo Banco do Estado do Maranh\u00e3o, a CAPOF e na \u00e9poca, me convidara para ser m\u00e9dico desse \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre as conversas que t\u00ednhamos, Evandro, enfaticamente dizia: <strong><em>aposentar-se do trabalho, n\u00e3o \u00e9 aposentar-se da vida<\/em><\/strong>. E dizia isso a partir de algumas observa\u00e7\u00f5es minhas lidando com servidores especialmente aposentados os quais procuravam-me para consultas. Entre essas queixas, a de depress\u00e3o era enorme. Uns se sentiam in\u00fateis, com baixa estima pessoal. Outros, ainda, referiam dificuldades de adapta\u00e7\u00e3o a nova vida, ou se sentiam ansiosos, inseguros e culpados, ou ainda, passavam a beber muito e at\u00e9 usar outras drogas. Referiam somatiza\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas frequentes e conflitos familiares. Houve um caso, que me lembro at\u00e9 hoje, quando uma Sra., referindo-se ao seu marido, rec\u00e9m aposentado, me dissera, Dr.: <strong><em>n\u00e3o aguento mais esse homem, depois que ele se aposentou, est\u00e1 insuport\u00e1vel e se transformou completamente<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Essas altera\u00e7\u00f5es de comportamentos, em minha avalia\u00e7\u00e3o, estavam ligadas diretamente ao fato de se aposentarem e n\u00e3o estarem, entre outras coisas, preparados para tanto, algumas dessas pessoas, quando voltavam a trabalhar, tempos depois, observava-se uma dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o dessas queixas, isto \u00e9, melhoravam sua qualidade de sua vida. Essas observa\u00e7\u00f5es me convenceram que a aposentadoria, ou era a causa principal desses problemas, ou a mesma funcionava como gatilho para desencadear alguns desses comportamentos. Em uma condi\u00e7\u00e3o ou outra, percebi e ainda percebo, que s\u00e3o muito t\u00edmidas as a\u00e7\u00f5es institucionais que oferecem medidas de preven\u00e7\u00e3o a essas rea\u00e7\u00f5es comportamentais desadaptativas, t\u00e3o frequentes entre os aposentados, deixando-os vulner\u00e1veis a essas idiossincrasias.<\/p>\n<p>Sabe-se, que trabalhar \u00e9 uma das melhores e mais importantes formas de se promover, assegurar e prevenir doen\u00e7as mentais e ocupacionais, especialmente nessa popula\u00e7\u00e3o de vulner\u00e1veis que s\u00e3o os aposentados. A ocupa\u00e7\u00e3o, em si mesma, \u00e9 um meio indispens\u00e1vel de se prevenir doen\u00e7as e agravos psicol\u00f3gicos. Os danos \u00e0 sa\u00fade em uma aposentadoria mal trabalhada, \u00e9 enorme, e, \u00e9 preciso que haja, no \u00e2mbito dos servi\u00e7os p\u00fablicos ou privados, pol\u00edticas ou a\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, nas \u00e1reas sociais ou de RH, que trabalhem de forma antecipada e sistematicamente, com seus servidores a condi\u00e7\u00e3o de virem a se aposentar. Al\u00e9m do mais, recomenda-se, que haja igualmente, a\u00e7\u00f5es espec\u00edficas destinadas \u00e1s fam\u00edlias desses que se aposentam para evitarem maiores problemas a partir desse novo modo de vida.<\/p>\n<p>Essas e outras medidas, s\u00e3o de car\u00e1ter preventivos-assistenciais, que poderiam ser implementadas ainda no ambiente de trabalho, muito antes de efetivamente se aposentarem. Isso, ao meu ver, facilitaria a transi\u00e7\u00e3o dessa condi\u00e7\u00e3o de uma vida produtiva para a de aposentado, dirimindo os efeitos negativos desse processo.<\/p>\n<p>Aposentar-se, \u00e9 salutar e que nem sempre representa problemas, muito pelo contr\u00e1rio, muitos ganham qualidade de vida, tempo livre e se expandem do ponto de vista existencial, al\u00e9m de terem a chance de trabalharem em outras atividades que n\u00e3o sejam as habituais, o que \u00e9 muito interessante do ponto de vista ps\u00edquico e laborativo.\u00a0 Ocorre, que como nem todos reagem assim, h\u00e1 os que ficam \u00e0 merc\u00ea de graves problemas comportamentais e de adapta\u00e7\u00e3o pessoal e social, a esses, deveria ser oferecida medidas protetivas para uma boa transi\u00e7\u00e3o entre o trabalho e a aposentadoria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma quest\u00e3o que me parece absolutamente relevante e que vem merecendo pouca aten\u00e7\u00e3o, por parte do estado e de muitas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3,5,7],"tags":[],"class_list":["post-841","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comportamento","category-doenca-mental","category-saude-mental"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Aposentar-se da vida ou do trabalho? 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