O Katrina brasileiro

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” A primeira coisa que temos que fazer é rezar para que pare de chover. Vale lembrar que venho de um lugar onde sempre rezei para chover” foram as palavras do presidente Lula.

Lula vem do agreste pernambucano. No Nordeste do Brasil, foi – e ainda é – preciso muita reza para aplainarem os estragos da estiagem. A Chapada Diamantina, na Bahia, vive este ano a pior temporada de incêndios de sua história. Os focos de fogo não puderam ser contidos antes que metade do parque nacional queimasse em grande parte por falta d’água.

No Sul do Brasil, em Santa Catarina, as tempestades já deixam 99 mortos. Outras 19 pessoas estão desaparecidas. A chuva desalojou 78.656 catarinenes, sete cidades estão isoladas.

Lembro e não faz muito tempo, mais ou menos umas duas décadas, que Santa Catarina  passou por essa situação. Tenho um amigo que diz “Deus é brasileiro com certeza, mas São Pedro não é”.

Não lembro se nos Estados Unidos quando da passagem do Katrina em New Orleans, houve uma mobilização tão grande da população para ajudar os seus semelhantes. Do governo Bush, foram muitas críticas por falta de ajuda oficial, logo num país tão rico, onde não faltam recursos.

Aqui o bombeiro que perdeu a casa, estava lá cumprindo seu papel, que bonito, garra de um povo guerreiro. Antes poderiamos dizer “O nordestino antes de tudo é um forte” hoje é o Brasil por inteiro.

Palmas para o povo brasileiro.   

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Diabetes em crianças

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Dia 14 de novembro  foi o Dia Mundial de Diabetes. A escolha desta data é em homenagem ao aniversário de Frederick Banting que, junto com Charles Best, conceituaram a idéia que levou à descoberta da insulina, em 1922.

Não por acaso, o tema escolhido para 2008 foi “Diabetes em Crianças e Adolescentes”. O diabetes é uma das doenças crônicas mais comuns na infância. Segundo a International Diabetes Federation (IDF), o número de diabetes tipo 1 em crianças e adolescentes cresce 3% ao ano, e em crianças menores de 7 anos o número aumenta para 5% ao ano.

O principal objetivo da campanha deste ano é lutar para que nenhuma criança fique sem tratamento ou morra por causa da doença.

De acordo com a instituição, todos os anos cerca de 70 mil crianças menores de 15 anos desenvolvem o diabetes tipo 1, aproximadamente 200 por dia. Em muitos casos, a doença só é diagnosticada quando a criança já está com cetoacidose.

Os principais sintomas que a criança pode apresentar quando está com a doença são:
• aumento da quantidade de vezes que urina e aumento no volume da urina;
• aumento de apetite;
• cansaço;
• fraqueza;
• perda de peso;
• sede excessiva;
• tonturas;
• visão embaçada.

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EUA declaram inválido teste de nível de nicotina em cigarros

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Método usado desde os anos 60 não leva em conta mudanças nos cigarros e no comportamento dos fumantes

  A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) rescindiu na quarta-feira, 26, uma norma emitida há 42 anos e que permitia que a indústria do cigarro fizesse alegações sobre teores de alcatrão e nicotina em seus produtos.

A indústria usa um teste chamado Método do Filtro de Cambridge, e a comissão decidiu que esse processo tem falhas. A comissão também disse que o material publicitário gerado a partir dos resultados dos testes poderia levar os consumidores a acreditar que os cigarros de baixos teores são mais seguros.

Como resultado, toda a publicidade futura que apresentar o teor de alcatrão do cigarro não poderá mais usar termos como” pelo método da FTC”.

“Nossa decisão garante que as companhias do tabaco não poderão mais embalar suas taxas enganosas de nicotina e alcatrão num manto de patrocínio0 governamental”, disse um membro da comissão, Jon Leibowitz. “Em resumo,a FTC não vai mais servir como cortina de fumaça para os métodos vergonhosos de marketing das empresas de cigarro”.

A comissão rescindiu a norma por uma votação de 4 a 0.

Sob o sistema usado nos EUA, cigarros com mais de 15 miligramas de alcatrão são chamados de “sabor completo”. Níveis de menos de 15 miligramas são “baixos” ou “light”. Abaixo de 6 miligramas, “ultra baixo” ou “ultra light”.

O Instituto Nacional do Câncer dos EUA descobriu que mudanças na fabricação dos cigarros reduziram os níveis de alcatrão e nicotina auferidos pelo Método de Cambridge, mas que não houve redução nas doenças sofridas pelos fumantes. A máquina não mede as mudanças no comportamento do fumante, como o uso de mais força para tragar, a fim de extrair mais nicotina.

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Neurocientista sofre derrame e ajuda seu cérebro na recuperação

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Americana Jill Bolte Taylor escreveu livro descrevendo experiência.
Ela é neuroanatomista, e ganhou nova perspectiva sobre o cérebro
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Em 9 de dezembro de 1996, a neuroanatomista norte-americana Jill Bolte Taylor tinha 37 anos e foi para a cama com uma preocupação: como abastecer o banco de cérebros da Universidade Harvard, onde trabalhava, com órgãos recém-retirados de vítimas de doenças mentais. Na manhã seguinte, seu mundo racional começou a se desintegrar.

Um coágulo no hemisfério esquerdo (ligado à razão) do seu cérebro provocou um derrame. Assim, ela teve de contar apenas com o hemisfério direito (associado ao pensamento simbólico e à criatividade) em um processo de recuperação que partiu da estaca zero. Quando a mãe da cientista — uma ex-professora de matemática — tentou ensinar o que era 1 + 1, ouviu como resposta: “O que é 1?”.

Passados 12 anos, uma cirurgia arriscadíssima e muita terapia, Jill voltou a dar aulas — na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana — e diz que já recuperou todos os seus arquivos de memória. Essa experiência rendeu o recém-lançado livro “A Cientista que Curou Seu Próprio Cérebro” (Ediouro) e a escolha pela revista “Time” como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2008.
 – Passados 12 anos desde o derrame, você acredita que já tenha reaberto todos os seus arquivos mentais? Ou, por exemplo, quando você encontra velhos amigos, eles sempre lembram de coisas que você, em tese, deveria ter na memória sem a ajuda deles?

Jill Taylor – Passei oito anos em recuperação. Sempre fui muito intuitiva e não me apegava a toneladas de detalhes. Assim, há muitas coisas que eu não codifiquei ou tentei me lembrar. Exemplo disso é o meu bolo de aniversário quando eu completei dez anos. Hoje eu sei como ele era — porque alguém me disse —, mas, antes do derrame, eu não seria capaz de descrevê-lo. Tenho a consciência de que sei coisas sobre o meu passado que ninguém me contou depois do derrame. Assim, acredito que eu tenho a maioria das minhas memórias de volta. 

– Mesmo sem experiência médica, sua mãe foi muito eficiente em te ajudar. Foi instinto? Experiência em ensinar?

Taylor – Acho que a experiência e os dons naturais dela, tanto como mãe como boa professora, a prepararam para enfrentar essa situação. Ela prestava muita atenção às minhas necessidades e me ajudava a encontrar minhas próprias soluções para os problemas. Nós falávamos muito sobre o cérebro, assim ela sabia de todos os meus temores. E nós duas concordávamos que nada nem ninguém sabia mais sobre o tratamento mais conveniente do que o meu próprio cérebro. Assim, se ficava cansado, deixávamos que ele dormisse. 

Abaixo uma entrevista com Jill Bolte Taylor.

 – A sua experiência pessoal mudou o modo como você vê e sente os papéis desempenhados pelos dois hemisférios do cérebro?

Taylor – Completamente. Antes do derrame, eu tinha uma visão geral do papel de cada hemisfério, mas eu não tinha a menor idéia de como dizer qual parte do meu cérebro estava contribuindo com qual informação para formar a minha percepção da realidade. 

– O que você mudaria na maneira como os derrames são tratados?

Taylor – Eu deixaria as pessoas dormirem quando se sentissem cansadas e iria tratá-las com compaixão quando estivessem acordadas. Assumiria que o cérebro é capaz de se recuperar e o trataria com respeito. Em vez de me referir aos pacientes como “vítimas”, passaria a chamá-los de “sobreviventes”! Falaria que as pessoas “tiveram” um derrame em vez de “sofreram”. 

– No livro, você escreveu que tem uma paixão por dissecar corpos. Quando essa paixão começou?

Taylor – Quando eu era uma garotinha de cerca de 8 anos, minha mãe me levou ao Museu de Ciência de Chicago. Havia uma exposição com pequenos fetos e embriões dentro de vidros. As idades variavam de poucas semanas até nove meses. Eu fiquei absolutamente fascinada pela exposição, e esse foi o real começo do meu interesse em dissecação. 

– Depois de reconstituir seu hemisfério esquerdo, em que você se assemelha e difere da Jill pré-derrame?

Taylor – Eu continuo tão esperta quanto antes, além de ter as mesmas capacidades cognitivas e intelectuais. Mas agora eu decidi gastar meu tempo fazendo coisas que vão ajudar outras pessoas, em vez de focar toda a minha energia na carreira. Estou mais interessada em ajudar a humanidade, e antes meu principal objetivo era escalar os degraus do mundo acadêmico. 

– O fato de ter utilizado com mais freqüência o seu hemisfério direito alterou o seu pensamento? Você se lembra de como ele era antes do derrame?

Taylor – Agora ele está excepcional porque eu dediquei um tempo trabalhando essa parte do meu cérebro. Imediatamente depois do derrame, a sensação de que eu estava criativa era ainda mais clara e excitante. E essa sensação acabou se traduzindo na minha arte com vitrais. 

– Por falar em arte, além de confeccionar vitrais, você toca violão. Foi especialmente complicado recuperar esses seus talentos?

Taylor – Foi bem mais fácil que os cálculos matemáticos, mesmo aqueles mais elementares. Isso porque os talentos artísticos estão associados ao hemisfério direito do cérebro. Com a ausência temporária do meu hemisfério esquerdo, esses talentos até melhoraram. 

– Se a Jill do passado escrevesse um livro sobre uma experiência pessoal, seria muito diferente desse?

Taylor – Acho que seria um livro sobre algo bem aventureiro, como saltar de um avião. Outra idéia seria uma obra didática sobre o cérebro.

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Depressão afeta o coração

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A ligação entre depressão e desenvolvimento de doenças cardíacas tem ficado cada vez mais forte, conforme cardiologista da Duke University Medical Center. Na reunião anual da American College of Cardiology, neste mês, pesquisadores apresentaram descobertas que documentam a extensão da depressão em pacientes cardíacos e propõem um mecanismo pelo qual a depressão afeta o coração.

Normalmente, os médicos atribuem a depressão em pacientes cardíacos ao fato de estarem tristes por estarem doentes, não causando maiores conseqüências. Os pesquisadores, liderados pelo Dr. Christopher O’Connor, concluíram que o risco de morte é duas vezes superior em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva com depressão em comparação àqueles que não estão com depressão. Dos 374 pacientes com insuficiência cardíaca examinados entre março de 1997 e junho de 1998, 35% foram diagnosticados como deprimidos.

Segundo O’Connor, a extensão e o grau de depressão nesses pacientes é muito maior do que o esperado se os pacientes estivessem apenas reagindo ao fato de estarem doentes. A taxa de falecimentos no grupo depressivo foi de 11,9% em três meses contra 5,6% no grupo não deprimido. A morbidez – ocorrência de complicações cardiovasculares – também foi maior em pacientes deprimidos. Descobriu-se ainda que estes pacientes possuem trombócitos mais viscosos, ou seja, possuem maior reatividade e maior tendência a se aglomerarem, favorecendo condições de ataque cardíaco.

Os pesquisadores não têm certeza das causas para esse fato – também pode advir de um desequilíbrio hormonal ou de qualquer outra causa. Os pesquisadores estão conduzindo um estudo para avaliar se antidepressivos podem ajudar os pacientes cardíacos. As propriedades anticoagulantes de um antidepressivo denominado sertralina (nome comercial Zoloft) têm sido intensamente avaliadas, tendo poder semelhante ao da super-aspirina.

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Depressão pós-nupcial: o que acontece no “day after”?

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Após o casamento, um momento esperado pelos noivos é a noite de núpcias.

Há quem escolha dormir em um hotel na primeira noite, antes de viajar, devido ao cansaço da festa, principalmente se o casamento for realizado de noite. Há quem decida deixar as malas prontas e já ir direto para o aeroporto e fazer a viagem dos sonhos.

O que importa, é que sabendo que esse momento é reservado para ficarem juntinhos, a sós, e namorarem bastante, todo casal faz questão de planejar todos os detalhes, para desfrutar, ao máximo, da noite de núpcias.

Mas, muita das vezes no momento climax, nem tudo dar certo, seja pela extrema ansiedade ou até mesmo por um distúrbio orgânico. Aquele momento errático pode simbolizar os desenlaces posteriores de um  matrimonio atribulado. Os distúrbios psíquicos  ou orgânicos seja no homem ou na mulher muitas vezes são difícies de serem abordados, pois a maioria nem chega a um consultório médico.

As disfunções sexuais nas mulheres são classificadas em: disfunções de desejo, de excitação e de orgasmo e as dores sexuais – dispareunia e vaginismo.

Dispareunia (dor sexual) pode ser dividida em três tipos: superficial, vaginal e profunda. A forma superficial ocorre na tentativa da penetração e está relacionada com alterações secundárias a condições irritativas ou ao vaginismo.
Vaginismo é a contração exagerada dos músculos da porção externa da vagina e está geralmente relacionado com fobias sexuais e história de abuso sexual infantil. 

São situações que muita das vezes não foram discutidas pelos casais e podem ser causas de futuras depressões.Pois a atividade sexual é um processo extremamente complexo, sendo composta de uma interligação de vários sistemas orgânicos (neurológico, endócrino e vascular), estados psicológicos, características sócio-culturais e religiosas. É muito influenciada por estados mórbidos diversos, pelo envelhecimento, pelos relacionamentos e pelas experiências anteriores. Quaisquer alterações nessa ampla gama de fatores, pode levar a alterações nas várias fases do processo sexual.

O homem tem uma grande preocupação com tamanho do pênis e têm uma tendência a acreditar que as mulheres dão extremo valor ao tamanho do pênis. No entanto, em sua grande maioria, as mulheres costumam estar bem mais interessadas em outras qualidades, tais como caráter, o cuidado com a aparência, fato de ser atencioso, agradável, carinhoso, companheiro, etc

Mas existem situações pitorescas, como essas:

Casal de muçulmanos trocam juras matrimoniais por celular.

Houve época em que noivos casavam-se por procuração, quando os cônjuges ausentes eram representados na cerimônia por outras pessoas. Novos tempos, novas práticas. Com as facilidades das comunicações em tempo real, um casal fez juras mútuas por… telefone celular. O inusitado matrimônio aconteceu na vila indiana de Murshidabad, região cuja população, em sua maioria, segue o islamismo. A cerimônia uniu Irin Biswas, uma jovem de 18, a Safikul Islam, que trabalha no Kuwait. Islam alegou não ter dinheiro para voltar e se casar, mas os pombinhos não quiseram adiar o compromisso por causa disso. O rito foi oficiado pelo clérigo muçulmano Maulana Alamgir, que comandou a troca de compromissos em viva voz.
Segundo o religioso, um casamento nestas condições não contraria as leis do Islã. Em entrevista à imprensa local, a noiva disse ter visto Safikul Islam apenas uma vez, quando ele esteve em Murshidabad no período de férias. “Nunca tínhamos nos falado, mas hoje converso com ele diariamente”, garante a moça. O casal proferiu o célebre “aceito” por três vezes e o casamento foi concluído. Mas Islam e Irin terão que esperar três meses para consumar a união: em outubro, o recém-casado tira férias mais uma vez e finalmente poderá encontrar-se com a amada para o “enfim sós”.

A virgindade.  “Na noite de núpcias, o marido decepcionou-se ao constatar que a noiva de seus sonhos, a quem levou ao altar, não era mais virgem. Só na intimidade da alcova foi feita a triste e abalante confissão, o aqui requerente e requerida já casados. Assim, no leito nupcial brotaram não o carinho, o amor, o desejo e o prazer, mas uma decepção grandíssima, causadora de depressão, frustração e introspecção. Presente o erro essencial quanto à pessoa, é a presente para formalizar o pedido de anulação do casamento”.

     A revista TIME dessa semana aborda esse tema que vem se tornando muito comum na sociedade moderna, vista entre americanos, e por extensão a todos os outros países. A chamada  Depressão pós-nupcial.


     Algumas situações  ainda no campo da esfera sexual, mas a maioria o problema é afetivo.

     Certa vez lendo um desses clássicos uma frase me tocou ” Quando o cérebro trava batalha com o coração todos saem perdendo”. E sempre é irreversivel.

                            [email protected] 

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Uma bela cantora.

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      Inumeras vozes femininas desfilam em nosso país. Falar de Gal Costa, Alcione e Maria Bethânia é cair em lugar comum. Recentemente assisti um show no Canecão de uma bela cantora. Pronta para o sucesso, ou melhor um sucesso – ISABELLA TAVIANI.

      Apesar de não ser um expert em MPB, eu recomendaria a quem gosta de uma boa música.

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Usain Bolt -celebrou a vitória nos 100 metros antes da chegada

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