Cardiopatias congênitas

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Estima-se que de cada mil crianças brasileiras, cerca de oito nascem com doenças no coração. Porém, o Brasil está atrasado no que diz respeito ao tratamento de doenças congênitas, comparando a países desenvolvidos. Faltam recursos financeiros, profissionais capacitados e serviços de saúde preparados para atender essas crianças que, em geral, são encaminhadas aos grandes hospitais de São Paulo, submetidas a uma fila de espera para cirurgia, que pode chegar a dois anos, e, muitas vezes, morrem antes de conseguir tratamento.
Mesmo cidades nordestinas como São Luis, as filas são intermináveis.O Hospital Universitário é o centro de referência de nosso estado.

Doenças do coração em crianças

Existem dois tipos de cardiopatias congênitas: as cianogênicas, doenças graves que devem ser tratadas com rapidez, às vezes, nas primeiras horas de vida da criança, e as acianogênicas, menos graves, que podem ser tratadas mais tardiamente, até mesmo, depois de alguns anos.

O tratamento da criança cardiopata é totalmente diferente do adulto. O organismo e as doses de medicação são diferentes e outros problemas de saúde, como desnutrição, interferem nos procedimentos.

Os sintomas das cardiopatias congênitas, que podem ser percebidos, são dificuldades para ganhar peso e crescer, infecções respiratórias de repetição, como pneumonia e gripe, cansaço excessivo nas mamadas, aspecto cianótico (pele roxa) e insuficiência cardíaca.

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FOTO DO ANO

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Mãe e a criança

Foto correu o mundo

Siamoy-Afeganistâo

Altas taxas de mortalidade infantil

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Terremoto na China – Província de Schiuan

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FOTOS DO ANO

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As vitórias de Michael Phelps

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Presidentes americanos fumantes

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Quatro importantes presidentes dos Estados Unidos eram fumantes:

Franklin Delano Roosevelt

John F. Kennedy

Gerald R. Ford

Bill Clinton

e agora Barack Obama 

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Tanques de guerra de Israel

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Mulheres gordinhas fazem mais sexo

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É isso mesmo, muito mais do que as magrinhas ou gostosonas, diz um estudo publicado por pesquisadores da Universidade do Colorado.

Eles entrevistaram 7 mil mulheres com perguntas sobre seu comportamento sexual e 92% daquelas consideradas acima do peso afirmaram ter uma vida sexual ativa. Enquanto 85% das magras disseram a mesma coisa.

Os cientistas não souberam explicar a relação – e nem se as mulheres estavam dizendo ou não a verdade -, mas garantem que a pesquisa serve de alerta. No país, são as mulheres acima do peso que registram um número maior de casos de gravidez indesejada.

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Código de BARRAS

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Elas servem de combustível para quem malha, enganam a fome, têm poucas calorias e ainda regulam o intestino. Como escolher entre tantas barrinhas, de cereais, protéicas, energéticas, de fibras ou de frutas – o melhor tipo para você?

Atletas e adeptos de todo tipo de malhação há muito descobriram as vantagens de consumi-las no dia-a-dia. Não só eles. Sedentários e até crianças também. Práticas, as tais barrinhas vieram mesmo para ficar. Tanto que fazem parte de uma ala privilegiada a dos produtos que mais crescem no setor de alimentos.

Caíram na boca do povo como barras de cereais, mas podem conter substâncias capazes de inseri-las em outras categorias, como explicam os entendidos da indústria. Há, por exemplo, as chamadas energéticas (não necessariamente à base de cereais), as de proteínas, as de frutas, as de fibras e até as que mesclam proteínas e carboidratos. “As finalidades nutricionais também são diferenciadas”, ressalta a nutricionista Vanderlí Marchiori, diretora da Associação Paulista de Nutrição.

As de cereais propriamente ditas fornecem energia rápida para o exercício físico e podem substituir o lanche nunca uma refeição, olha lá! As energéticas são mais indicadas para quem tem uma rotina de treinos exaustivos. Já as protéicas vêm bem a calhar para quem persegue músculos poderosos. “Dependendo do plano de exercícios, devem ser ingeridas logo após a atividade para ajudar na regeneração das fibras musculares”, diz Venderlí. “Já as barrinhas de frutas prensadas são ideais para quem não gosta de carregá-las in natura”.

Os fabricantes buscam produtos cada vez menos calóricos e, claro, mais saborosos. Recentemente a United Mills lançou as chamadas sobremesas de bolso nos sabores musse de chocolate, torta de banana e morango com chantilly, todas com 69 calorias. A Good Light está investindo em um novo processo para retirar totalmente o açúcar. A idéia é de que seu produto, já magrinho, tenha bem menos do que as atuais 73 calorias. O público infantil também é alvo desse segmento. No ano passado a Quaker criou uma linha de barrinhas em tamanho menor do que o padrão. “Elas de fato são mais indicadas do que doces em geral, mas devem ser consumidas eventualmente”, comenta o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. “Nada substitui uma fruta ou um suco natural no lanche das crianças”, observa.

1 ENERGÉTICAS PRA VALER

Elas são maioria entre as barras de cereais no mercado. Fabricadas por pelo menos dez empresas, contêm no mínimo 16 gramas de carboidratos por porção, inclusive na versão light. “São ótimas para o lanche de quem pratica exercícios”, elogia a nutricionista Fabiana Casé, da Clínica Harmonya, no Rio de Janeiro. Como muitas delas têm poucas fibras e muita gordura atenção! , não são indicadas para quem precisa perder ou manter o peso, tem doença cardiovascular e intestino preso. Algumas, como a fabricada pela Hershey’s, apresentam ainda a famigerada gordura trans. Em pouca quantidade, é bom ressalvar 0,2 grama por porção, que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) considera pouco significativa. Tem até uma versão específica para atletas, a Power Bar Performance, fabricada pela Nestlé. Só que outra vez, fique ligado essa é realmente pra lá de energética. Para se ter uma idéia, as de baunilha e banana têm 240 calorias!

2 PRECISA DE MAIS MÚSCULOS?

Se a resposta for sim, aposte nos halteres e coma mais proteínas. “As barras que contêm pelo menos 4 gramas do nutriente são uma boa ajuda”, garante Fabiana Casé. Fabricantes do setor de cereais, como a United Mills, já investem nesse segmento. A Gold Nutrition, por exemplo, lançou recentemente uma linha que inclui barras ricas em soja. Seguindo a mesma trilha, a Nutrimental está colocando no mercado barras com 14 gramas desse grão, tido como alimento funcional e, portanto, capaz de evitar doenças. “Pouco calóricas, têm vitaminas, ferro, cálcio e fibras. Boa opção também para quem precisa controlar ou perder peso”, avalia Vanderlí Marchiori.

3 CEREAIS INTEGRAIS

Uma das críticas de nutrólogos e nutricionistas às barrinhas é que a fórmula normalmente consiste numa mistura de farinhas refinadas, farelos e poucos grãos integrais. Ou seja, a combinação tem alto índice glicêmico. Isso quer dizer que a glicose é liberada rapidamente e logo a fome dá as caras de novo. Para os diabéticos, são um péssimo negócio, porque esse mecanismo, no tipo 2 da doença, obriga o pâncreas a fabricar mais insulina. Uma novidade no quesito cereal integral é a granola em barra, da General Mills Brasil. “Ela é destinada a pessoas mais interessadas em saúde do que em sabor para enganar a vontade de comer um doce”, diz a nutricionista Chris Ribeiro, analista técnica da empresa. “Com baixo teor de sódio e zero de gordura trans, é boa sobretudo para hipertensos”, opina Vanderlí.

4 FRUTAS EM BARRA

Vitaminas, minerais e fibras. Todos esses nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo estão nas frutas. E podem ser encontrados também em muitas barrinhas, como a de banana passa prensada coberta com fina camada de chocolate branco ou ao leite, da Banana Brasil. “São gostosas, têm fibras e pouco sódio. O que estraga são os 3 gramas de gordura. Melhor se tivessem, no máximo, 2,5 gramas”, opina a nutricionista Fabiana Casé. Bem mais magras são as versões light do fabricante: banana com café e banana com flocos de morango, entre outras. A Nutrimental e a Bauducco lançaram tortinhas do tipo fast-food, também menos calóricas. No entanto, comparadas com outras do gênero, não apresentam grande vantagem no teor de gorduras.

5 DE OLHO NAS FIBRAS

Para ser considerado rico nessa substância e assegurar seus benefícios à saúde cardiovascular e ao bom funcionamento intestinal, o alimento tem que oferecer mais de 2 gramas de fibras por porção. Apesar da fama de ser fonte de fibras, a grande maioria das marcas, infelizmente, traz menos do que isso. Um levantamento feito por nutricionistas  revelou que apenas algumas barrinhas fornecem algo próximo desse valor. São elas: Amendoim e Frutas Tropicais, da Ritter; Light de Castanha de Caju e Avelã com Chocolate, Light com Cobertura de Goiaba, Fruta e Fibra, Light de Frutas Amarelas, Light de Maçã e Canela, Light de Banana com Chocolate e Light de Frutas Vermelhas com Chocolate todas da Nestlé; Soja com Canela e Gengibre, Soja com Morango e Chocolate, Soja com Chocolate e Soja com Castanha e Chocolate, da Gold Nutrition e Fibraxx Chocolate, da Milani.
A QUESTÃO DO GLÚTEN

Embora a indústria alimentícia não produza barrinhas especiais para os celíacos, algumas versões estão liberadas para os portadores da doença

Cada vez mais consumidas pela população em geral, as barras de cereais são proibidas para quem não digere frações das proteínas da aveia, do centeio, da cevada e do malte, que é um subproduto da cevada. “Por enquanto eles têm que se contentar com a barrinha de banana passa, da Banana Brasil, que é livre de glúten”, diz Raquel de Oliveira Leite, nutricionista de São Paulo.

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Um ovo por dia aumenta risco de diabetes, diz estudo

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Pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Harvard.
Risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.

Quem consome sete ou mais ovos por semana tem muito mais chances de apresentar diabetes. A conclusão veio da Universidade Harvard e está publicada na revista “Diabetes Care”.  

O risco do diabetes aumenta progressivamente com o consumo de ovos por semana. O efeito é diferente entre homens e mulheres.

No grupo de maior consumo, com um ovo por dia em média, o risco aumenta em 58% para os homens e 77% para as mulheres.

Os ovos são a fonte mais importante de colesterol da dieta humana. Cada unidade contém cerca de 200 mg de colesterol, além de 1,5 g de gordura saturada. Apenas esses dois elementos já aumentam o risco de diabetes.

Esses dados vêm de dois estudos com um número expressivo de participantes. Foram analisados mais de 20 mil homens e 36 mil mulheres, todos profissionais de saúde, saudáveis no início da pesquisa e acompanhados por mais de 20 anos.

Nos dois grupos o número de casos de diabetes, durante o estudo, estava relacionado ao consumo de ovos e altos níveis de colesterol na dieta.

A relação entre os ovos e o diabetes se manteve, apesar dos outros fatores de risco habituais para a doença.

Uma dieta equilibrada está entre os hábitos saudáveis que podem prevenir o aparecimento de doenças crônicas.

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Doenças do coração e horas de sono

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Dormir uma hora a mais por noite pode reduzir o risco de calcificação das artérias, um dos primeiros sintomas das doenças cardiovasculares. Essa é a conclusão de um estudo feita por pesquisadores da Universidade de Chicago e publicado na revista JAMA.

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