Saiba mais sobre a osteoporose

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Júlio Cordeiro

A osteoporose é uma das doenças que mais assusta as mulheres após a menopausa. Segundo dados internacionais, ao longo da vida, uma em cada três a desenvolvem nesse período da vida. Esclareça algumas das dúvidas mais comuns sobre essa enfermidade.

As mulheres são as maiores vítimas da osteoporose?

Sim, elas são mais afetadas do que os homens. Geralmente, eles apresentam a doença a partir dos 70 anos, enquanto elas estão sob o risco a partir dos 50 anos.

A doença causa dores?

Não, mas faz com que os ossos fiquem mais frágeis e propensos a fraturas. Estas, sim, podem doer.

Tem cura?

Não. No momento, ainda não há como reestruturar o osso, por isso a prevenção é importantíssima.

Só os mais velhos têm osteoporose?

Não, o uso prolongado de medicamentos como corticoides e outras doenças menos comuns podem desencadear a osteoporose em qualquer idade.

Consumir cálcio ajuda?

Sim, e muito. Atingir as quantidades recomendadas ajuda a ganhar massa óssea na juventude. Depois, auxilia na prevenção da perda óssea. É condição básica para a eficácia de qualquer outro tratamento para a osteoporose.

Quem tem osteoporose pode fazer exercício físico?

Sim, mas desde que tome alguns cuidados. As atividades mais indicadas são os exercícios de impacto e de aumento da resistência muscular. Caminhadas, alongamentos, ioga e até musculação, desde que supervisionados por um especialista, são alguns exemplos.

Pessoas das raças branca e amarela correm mais riscos de desenvolver a doença?

Sim, devido a uma predisposição genética.

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Mais vitamina D

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Pesquisadores da American Academy of Pediatrics  divulgaram recomendação de que as crianças recebam o dobro da quantidade atualmente sugerida de vitamina D. Acredita-se que, além de ajudar a manter os ossos fortes, a vitamina pode reduzir o risco de doenças como câncer, diabetes e doenças cardíacas. A nova recomendação prevê 400 unidades diárias de vitamina D – ou cerca de quatro copos de leite – e, para atendê-la, milhões de crianças vão precisar tomar suplementos diários. Essa quantidade deve ser respeitada desde o nascimento até o início da idade adulta, quando apenas 200 unidades passam a ser suficientes.

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Absolva o salto alto

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Visivelmente irritada, a mulher se senta em um banco do shopping, tira o sapato alto e faz uma expressão de alívio. A cena trivial é suficiente para que o ortopedista Mário Lopes emita o diagnóstico.

 

— É a típica reação de quem tem o neuroma de Morton — diz o cirurgião, especialista em pés e tornozelos.

Muito comum entre mulheres, a doença é provocada pelo espessamento de terminações nervosas próximas aos dedos. Mas, diferentemente do que muitos pensam, a origem não tem uma relação direta com o uso de saltos altos.

— Se fosse assim, a maioria dos pacientes apresentaria o problema em ambos os pés, o que acontece em menos de 20% dos casos — explica Rodrigo Daher, ortopedista também especializado em pés.

Em geral, o neuroma não oferece maiores riscos à saúde. Mas o incômodo pode ser crescente, a ponto de dificultar o simples caminhar em casos mais avançados, principalmente com o uso de calçados de bicos finos e saltos.

— Pacientes descrevem como a mesma sensação que temos quando há uma pedra dentro do sapato — compara Daher.

Para a grande maioria, o tratamento clínico basta para aliviar a dor. O primeiro passo é uma reorientação na compra dos sapatos, seguido pelo uso de palmilhas anatômicas. A cirurgia só é indicada para casos mais severos, pelo incômodo que provoca. Apesar de simples, exige uma média de 15 dias sem tocar o pé no chão.

Palavra do especialista

Em que casos a cirurgia é recomendada?

Quando nenhum dos outros tratamentos é suficiente para amenizar o problema. Só se indica cirurgia em menos de 30% dos casos, quando as outras possibilidades de tratamento foram esgotadas. Se optar pela cirurgia, o médico terá de escolher a modalidade de procedimento, a depender do caso do paciente. Por exemplo, pode acessar o neuroma pelo dorso ou pela planta do pé. Pode ainda retirar o neuroma ou apenas liberar as cadeias neurais.

Quais as restrições do pós-operatório?

É preciso ficar sem pisar por 15 dias, em média, para que a cicatrização seja completa. Após isso, a recuperação dará o ritmo. É possível voltar a praticar exercícios físicos com 30 dias após a cirurgia, desde que sejam de baixo impacto. Para exercícios mais intensos, é preciso esperar o mínimo de dois meses.

As grandes queixas sobre o neuroma partem de mulheres que gostam de sapatos de salto alto. Após a cirurgia, é possível voltar a usá-los?

Sim, obviamente respeitando o tempo do resguardo. Mas convém lembrar: há certos tipos e alturas de salto que não são recomendáveis a nenhuma pessoa. Em geral, não há reincidência do neuroma após a cirurgia.

Há algum risco de conviver com o neuroma? Ele pode evoluir para uma lesão maligna?

Não há risco. Em geral, ele se mantém como um tumor benigno. O problema é que o incômodo pode ser crescente quando não há tratamento adequado.

Fonte: Mário Lopes, ortopedista e cirurgião especialista em pés e tornozelos

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Câncer pode ser transmitido no útero

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Cientistas confirmaram pela primeira vez um caso de transmissão de câncer pelo útero. Segundo um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, células cancerosas de uma mulher com leucemia foram passadas para sua filha através da placenta. Os médicos, no entanto, salientam que o risco é remoto.

A descoberta foi feita por uma equipe do Instituto de Pesquisa do Câncer, da Universidade de Londres, em parceria com pesquisadores no Japão. Os cientistas analisaram o caso de uma japonesa que morreu semanas após o parto, por complicações de leucemia. Meses depois, sua filha foi diagnosticada com linfoma, hoje em remissão.

Apesar de serem dois tipos de câncer diferentes, os pesquisadores resolveram analisar se havia alguma ligação entre as doenças. Eles viram então que as células cancerosas da mãe e do bebê carregavam exatamente a mesma mutação genética, mas que a menina não havia herdado o gene canceroso. Em outras palavras, o bebê não teria desenvolvido a doença sozinho.

“Aparentemente, neste e, supomos, em outros casos de transmissão de câncer de mãe para o bebê, as células cancerosas maternas de fato atravessaram a placenta até o feto em desenvolvimento e conseguiram se implantar, porque eram invisíveis ao sistema imunológico”, explicou o professor Mel Greaves, líder do estudo. “Mas destacamos… que as chances de uma grávida com câncer passar a doença para seu filho são remotas”.

Outros 17 casos de transmissão de câncer pelo útero já haviam sido relatados, mas nenhum foi conformado.
 

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Entenda a esteatose hepática

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Grande parte das pessoas com maus hábitos alimentares e que são obesas sofrem de um problema silencioso que pode trazer graves complicações para a saúde, a esteatose hepática. Trata-se de uma alteração metabólica que se caracteriza pelo acúmulo de gordura no interior das células hepáticas (as células do fígado).

Esteatose, por si só, não é uma doença, mas um sinal de que algo não vai bem no organismo. Ela frequentemente representa uma síndrome metabólica. É acompanhada por colesterol e triglicérides elevados, além de diabetes ou pré-diabetes.

Normalmente, acomete adultos, com maior incidência na faixa entre os 40 e os 50 anos, mas isso não quer dizer que crianças não possam ter o problema.  Há muitas crianças diabéticas que podem ter esteatose.

Descoberta por meio de ultrassom, a alteração costuma ser detectada por acaso, devido à falta de sintomas. Pode ser percebida até durante um ultrassom ginecológico, por exemplo. E, quando é diagnosticada, precisa ser tratada para que não evolua para doenças graves, como a cirrose.

Causas e tratamento

Diabetes, alcoolismo, desnutrição e obesidade podem ser causadores da esteatose hepática. E não é apenas a ingestão de gordura que provoca a alteração, mas também carboidratos e açúcares, que são transformados em gordura para serem acumulados no organismo em forma de energia. Daí a importância da alimentação equilibrada.

O peso, porém, não é fator primordial, já que magros podem ter a doença, e obesos podem desenvolver esteatose em graus muito pequenos.

Os especialistas afirmam que o melhor tratamento é sempre a adequação da dieta do paciente, aliada a exercícios físicos. E, em alguns casos, há medicamentos que podem ajudar.

Verdades e mentiras sobre a esteatose hepática

O excesso de peso pode causar o acúmulo de gordura no fígado.

Verdade. Quando há um excesso de gordura armazenada no organismo, isso pode contribuir para o acúmulo também nas células do fígado.

O problema pode ter causas hereditárias.

Verdade. Na realidade, alguns dos fatores associados ao aparecimento dessa alteração do metabolismo, como diabetes e colesterol alto, é que podem ser hereditários.

A esteatose hepática é um problema que só acomete adultos.

Mentira. Embora seja mais difícil de acontecer, crianças também podem ter esteatose hepática. Segundo médicos, isso ocorre especialmente em crianças diabéticas.

Trata-se de uma alteração metabólica irreversível.

Mentira. Quando as causas são tratadas e controladas, o problema pode regredir completamente. Mas os cuidados adotados devem ser mantidos para que a esteatose não volte a ocorrer.

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Especialistas debatem cirurgia bariátrica como opção para cura do diabetes

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Viena, Áustria – Poderia bypass gástrico ou operações de bandas conhecidas como cirurgia bariátrica para o tratamento da obesidade também ser uma potencial cura para o diabetes?

Diabetologistas, cirurgiões e outros médicos debateram a idéia, durante uma sessão especial na Associação Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD) Meeting 2009 na semana passada e em uma série de conferências de imprensa.

 

O uso deste tipo de cirurgia tem sido convencionalmente reservada para aqueles cujo índice de massa corporal (IMC) é de 35 kg / m2 ou superior. Trials desses pacientes obesos mórbidos, confirmam os benefícios em termos de perda de peso e fornecem evidências de que fatores de risco cardiovascular são melhorados, como resultado, e a cirurgia pode resultar em remissão do diabetes em muitos casos.

Agora, tendo em conta estes resultados encorajadores, parece haver um desvio para baixo nos critérios para que este procedimento e está sendo considerada, como uma opção razoável para os diabéticos com IMC mais baixo (<35) que não tenham outras opções responsivas de terapia . Mas esta abordagem é severamente prejudicada pela falta de perspectiva de dados de ensaios clínicos em cirurgia bariátrica, neste grupo de pacientes, uma situação que não parece susceptível de ser corrigida tão cedo.

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Dr Hilton Chaves

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Esteve ontem em São Luis o cardiologista Dr Hilton Chaves de Pernambuco onde proferiu um belissíma conferência. O tema de destaque foi “HIpertensão Arterial:novas oportunidades de tratamento”.

Dr Hilton Chaves concorre à Presidência da Sociedade Brasileira de Cardiologia, pleito que será realizado em março de 2010.

Hilton é professor Adjunto de Cardiologia da UFPE; Doutor em Cardiologia pela USP/InCor-2000; Coordenador da Clínica de Hipertensão do Hospital das Clínicas da UFPE-1992; Estagiário do Physiology Department – St. Bartholomew’s Hospital, London (UK)-1989; Estagiário da Hypertension Clinic – St. Mary’s Hospital, London (UK)-1991; Estagiário do Institute of Metabolic Science – Addenbrooke’s Hospital, University of Cambridge (UK)-2008; Estagiário do Pharmacology Department – Addenbrooke’s Hospital, University of Cambridge (UK)-2008.

Conta com todo apoio da cardiologia maranhense 

 

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Tráfico de medicamentos

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A próxima vez que você  tentar comprar Viagra, Lipitor, ou  algum outro medicamento, pense nisto: há uma alta probabilidade dessas drogas serem falsas. A pílula  pode conter uma dosagem muito menor do que declarou, ou ele pode não ter qualquer ingrediente ativo qualquer. Pior de tudo, ela pode ser tóxica. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50% dos medicamentos vendidos on-line, são falsificados ou alterados de alguma maneira. E as vendas pela Internet são apenas a ponta de um problema muito maior. Medicamentos falsificados são especialmente prevalentes em países em desenvolvimento, a OMS estima que até 30% dos medicamentos vendidos em partes da África, Ásia e América Latina são falsos, incluindo as utilizadas para combater doenças como a malária e tuberculose.

A questão tem sido uma preocupação das grandes empresas farmacêuticas, que perdem até US $ 75 bilhões em negócios por ano, para os fabricantes de medicamentos falsificados, de acordo com estimativas da OMS. Em 2002, um pool da industria farmacêutica criou uma agência com sede em Washington chamada de Indústria Farmacêutica de Segurança, dirigida por Thomas Kubic, um ex-diretor adjunto do FBI, para tentar resolver o problema. E quatro anos depois, a OMS lançou uma força-tarefa internacional dedicada ao tema. Mas, até agora, esses esforços têm apenas destaque a expansão do comércio. A Indústria Farmacêutica de Segurança acompanharam mais de 1.800 casos de contrafacção de medicamentos em todo o mundo no ano passado. 

Mas isso pode estar começando a mudar. Na segunda-feira, os presidentes dos dois países Africano, Thomas Boni Yayi de Benin e Blaise Compaoré do Burkina Fasso, estará entre um grupo de personalidades internacionais e especialistas da indústria que irá fazer uma chamada internacional para ação contra a contrafacção de medicamentos em Cotonu, no Benin. A iniciativa é fruto da imaginação de Jacques Chirac, o ex-presidente francês, que quer fazer a declaração de Cotonou o primeiro passo de uma campanha mundial que visa sensibilizar para o problema e convencer os governos a impor sanções mais duras e melhorar os testes de rotina de medicamentos. O objetivo maior é estabelecer uma convenção internacional sobre medicamentos falsificados no início do próximo ano. Marc Gentilini, um professor de francês e médico especialista em doenças tropicais, que está assessorando Chirac, diz que o problema é urgente. A falta de regras claras e internacionais que regem os medicamentos contrafeitos, diz ele, significa que o tráfico actualmente lhes é “menos arriscado e mais lucrativo do tráfico de narcóticos”.

 

Certamente, há agora uma abundância de evidências da atividade criminosa. Mais de 80 bebês morreram na Nigéria no início deste ano contaminados por uma substância  tóxica de nome dietilenoglicol. Em julho, em Bangladesh, as autoridades aprenderam caixas de um xarope de paracetamol venenoso que matou 24 crianças. Na Argentina, diversas mulheres morrerram em 2004 após ter recebido injeções de um ferro falsificado para tratamento de anemia. E em 2006 mais de 100 pessoas morreram no Panamá depois de tomar remédios feitos com glicerina falsificada. Muitas vezes, os medicamentos falsificados não funcionam. Isto leva a um grande número de mortes evitáveis, especialmente no mundo em desenvolvimento. 

O problema não se limita aos países pobres, no entanto. A Pfizer descobriu mais 120.000 caixas de   Lipitor  na Grã-Bretanha, em 2005, eram falsificadas. Jacques Franquet, que dirige as operações de segurança para a farmacêutica francesa Sanofi Aventis, diz que suas equipes de rotina encontrar versões falsificadas de cerca de 15 dos medicamentos da empresa em todo o mundo.

As grandes empresas farmacêuticas têm estado na vanguarda da campanha para acabar com o problema. Todos têm crescentes divisões de segurança para evitar o tráfico e recolher provas para dar a autoridades policiais e ajudá-las a tomar medidas. A Pfizer também começou a experimentar  embalagens mais seguras. Por exemplo, todos os seus pacotes de Viagra nos Estados Unidos. agora têm uma rádio-frequência-etiqueta de identificação. A Merck, por sua vez, está a financiar a distribuição de minilabs para países em desenvolvimento para melhorar a detecção dos ingredientes falsificados em medicamentos usados para combater a malária, HIV e tuberculose.

Mas especialistas dizem que os governos também precisam intensificar a aplicação das leis, a fim de combater eficazmente o problema. Os E.U.A e Grã-Bretanha têm unidades especiais da polícia para lidar com medicamentos falsificados, mas maioria dos outros países estão atrasados, Franquet diz. Kubic diz que os esforços políticos para combater o problema tem sinalizado nos últimos anos, principalmente porque países como Índia e Brasil temem que as grandes quantidades de medicamentos genéricos produzIdos legalmente pode estar envolvidos em operação global sobre o tráfico de drogas.

A iniciativa de Chirac está avançando com muito cuidadoo. Os organizadores deixam claro que a declaração de Cotonou não visa genéricos. E evitam usar a palavra falsificação uma vez que este termo é freqüentemente associado a questões de propriedade intelectual e poderia levar alguns a acreditar que a iniciativa é destinada a proteger os lucros das empresas farmacêuticas, e não salvaguardar a saúde pública. Franquet diz que é importante para a opinião pública ser mobilize contra os medicamentos falsificados, e ele acredita que, dadas as consequências por vezes dramáticas, esto deve ser fácil de realizar. “Esta é uma das poucas áreas onde o público está do nosso lado”, diz ele.

Artigo da Revista TIME de hoje(09/10/2009)

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Espera prudente para uma vacina contra a cocaína

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Pesquisadores anunciaram esta semana os resultados dos ensaios iniciais de uma nova vacina para combater o vício de cocaína – um composto que, pelos padrões da vacina, foi apenas ligeiramente eficaz, mas serviu como uma importante prova de conceito que a vacinação contra o vício poderia vingar.

“As vacinas são uma das nossas prioridades”, afirma Nora Volkow, diretora do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (NIDA), que ajudou a financiar o estudo e vai financiar um estudo mais amplo da vacina contra a cocaína próximo ano. Em setembro, NIDA também concedeu $ 10 milhões para um ensaio clínico para os fabricantes de NicVAX, uma vacina contra a nicotina, que funciona de forma semelhante à vacina contra a cocaína -, estimulando o sistema imunológico a criar anticorpos que se ligam às moléculas do fármaco e impedi-los de entrar no cérebro.

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Proteja seu filho

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Confira, a seguir, dicas importantes para pais e cuidadores:

Sufocamento

Sempre coloque o nenê para dormir de barriga para cima, coberto até o peito.

Sempre proteja o berço e o cercado com grades altas e estreitas.

Sempre selecione brinquedos grandes, inquebráveis e sem pontas para o bebê.

Nunca dê ao nenê brinquedos pequenos, sacos plásticos, balões ou fios.

Nunca deixe objetos pequenos como botões, moedas e tachinhas no chão.

Nunca dê pipoca, amendoim e balas a crianças menores de três anos.

Intoxicação e envenamento

Sempre guarde material de limpeza e remédios longe do alcance das crianças.

Nunca acondicione detergente ou produtos tóxicos em garrafas de refrigerante.

Nunca guarde inseticida ou veneno em frascos e potes de alimentos.

Nunca chame medicamento de “doce” ou “bala”.

Afogamento

Nunca dê as costas a uma criança quando ela estiver na banheira, próximo a pias, vasos sanitários, baldes, piscinas ou recipientes com água.

Sempre coloque cerca e portão trancado em torno da piscina.

Nunca se afaste de uma criança que estiver com bóia dentro d’água.

Queimaduras

Sempre verifique a temperatura da água do banho.

Nunca beba líquidos quentes com uma criança no colo.

Nunca deixe utensílios e alimentos quentes próximos à criança.

Choques elétricos

Nunca deixe as tomadas sem proteção.

Nunca deixe uma criança próxima de fios elétricos.

Quedas e lesões

Nunca use o andador com rodas, prefira o cercado (chiqueirinho).

Sempre impeça o acesso de crianças pequenas a escadas.

Sempre instale telas ou grades nas janelas e sacadas.

Nunca coloque berços ou outros móveis próximos de uma janela.

Nunca deixe seu bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis.

Sempre adote para suas crianças equipamentos de segurança como capacete, joelheiras e cotoveleiras ao usarem patins e skates.

Mordedura de animais

Nunca permita que se filho brinque com cães de rua.

Nunca permita que seu filho fique sozinho em um ambiente com um animal.

Sempre mantenha cães de grande porte com focinheira e presos quando estiver com crianças por perto.

No carro

Nunca deixe seu filho sozinho dentro do carro.

Sempre carregue seu filho no banco de trás. Até os sete anos e meio, as crianças devem ser acomodadas na cadeirinha de segurança com cinto próprio. Garanta que um adulto estará ao lado delas.

Nunca permita que seu filho ande no seu colo na direção do veículo.

Na rua

Sempre leve seu filho pela mão ao andar na rua.

Nunca permita que criança menor de 10 anos atravesse a rua sozinha.

Sempre atravesse a rua somente na faixa de segurança e com a sinaleira aberta para pedestre.

Nunca atravesse a rua correndo com uma criança pela mão.

Nunca permita que seu filho brinque dentro ou perto de carros. Entrada de garagem, rua ou estacionamento não é lugar de brincadeira.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

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