Copa União

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Resultados da 1ª rodada do 2º turno

Moto 3 x 1 Santa Quitéria
Maranhão 3 x 1 Nacional
Viana 3 x 2 JV Lideral
Imperatriz 3 x 2 Sampaio
Bacabal 1 x 5 Iape

Classificação

1º Iape – 3 pontos (saldo 4)
2º Moto e Maranhão – 3 pontos (saldo 2)
4º Viana e Imperatriz – 3 pontos (saldo 1)
6º JV Lideral e Sampaio – 0 ponto (saldo -1)
8º Santa Quitéria e Nacional – 0 ponto (saldo -2)
10º Bacabal – 0 ponto (saldo -4)

Próximos jogo

22/04 – Quinta-feira
15h45 – Santa Quitéria x Sampaio
20h30 – JV Lideral x Moto
18h30 – Iape x Nacional
20h30 – Maranhão x Viana

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Iape massacra o Bacabal

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No sábado, Bacabal comemorou mais um aniversário da cidade. Neste domingo, o Iape não teve dó e deu um presente que torcedor nenhum gostaria de receber. O Iape goleou o Bacabal por 5 a 1, no Estádio Correão. Os gols do Iape foram marcados por Daniel, Jefferson Vanvan (2) e Tim Marcos.

Na próxima quinta-feira, o Iape recebe o Nacional, no Nhozinho Santos, às 20h30. O Bacabal pega o Sampaio, no domingo, às 18h, no Nhozinho Santos.

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Imperatriz vence o Sampaio

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Ainda na ressaca após perder o título do 1º turno da Copa União, o Sampaio perdeu neste domingo à noite, por 3 a 2, para o Imperatriz, no Estádio Frei Epifânio D’Abadia.

O Sampaio fez 1 a 0 com Léo, aos 30 minutos do 1º tempo. O Sampaio ainda comemorava quando Célio empatou para o Imperatriz, aos 31 minutos. No 2º tempo, o Imperatriz virou aos 30 minutos com Teti. E a exemplo do que aconteceu no 1º tempo quando o Sampaio ainda comemorava e o Imperatriz empatou, desta vez, os torcedores do Cavalo ainda faziam a festa quando Kléo empatou o jogo para o Sampaio. O Imperatriz fez 3 a 2 com Teti, aos 37 minutos.

O próximo adversário do Imperatriz será o Moto, no domingo, às 17h, no Estádio Frei Epifânio D’Abadia. O Sampaio terá pela frente o Santa Quitéria, às 15h45, no Estádio Rodrigão, em Santa Quitéria.

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Santo André é a surpresa

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Na semifinal sem a mesma badalação de um clássico entre Santos e São Paulo, o Santo André eliminou o Grêmio Prudente e será o adversário do Peixe na decisão do Campeonato Paulista. Mas a classificação não foi tão simples quanto a do time do litoral. Mesmo jogando em casa, o Ramalhão foi derrotado pela Abelha por 2 a 1, nesta noite de domingo, no estádio Bruno José Daniel, e avançou à final por ter uma campanha melhor na primeira fase.

A equipe de Presidente Prudente precisava vencer por dois gols de diferença para obter a vaga, já que perdeu o duelo de ida por 2 a 1. Desta vez, o placar se inverteu. Todos os gols saíram no primeiro tempo. Tadeu, de pênalti, colocou os visitantes em vantagem, Renato Dias empatou e Marcos Assunção, em um golaço de falta. Na etapa final, Branquinho ainda desperdiçou uma penalidade para o time do ABC.

Esta é a primeira vez que o Santo André chega a uma final do Estadual em 42 anos de história. O clube, contudo, volta a ganhar destaque depois de conquistar o título da Copa do Brasil em 2004, derrotando o Flamengo, no Maracanã, e do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro no ano passado.

Santos e Santo André fazem as finais do Paulistão nos dias 25 de abril e 2 de maio. Os locais e horários serão determinados em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol, nesta segunda-feira, às 11h em São Paulo. O Peixe joga por dois empates por ter terminado a primeira fase na liderança.
 
Reportagem: Carlos Augusto Ferrari, Globoesporte

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Santos sensacional!

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0,,40205033-DP,00Deu a lógica na Vila Belmiro e o time que encanta a todos no futebol brasileiro é o primeiro finalista do Campeonato Paulista. Com grande atuação da dupla Robinho e Neymar, o Santos atropelou o São Paulo por 3 a 0 e enfrenta o Santo André para lutar pelo 18º título estadual de sua história.

Já o Tricolor, que ficou com os nervos em frangalhos, terá apenas três dias para se recuperar do duro golpe já que, na próxima quarta-feira, voltará a campo para enfrentar o Once Caldas (COL), em jogo válido pela Taça Libertadores da América. E precisa vencer para garantir o primeiro lugar do seu grupo.

Mesmo com mudança, Peixe domina primeiro tempo

Santos e São Paulo entraram em campo com a mesma maneira de atuar: quatro defensores, quatro homens no meio-campo e dois velocistas no ataque. No Santos, Dorival Júnior surpreendeu ao sacar o atacante André e colocar o curinga Pará, que foi escalado na lateral-direita. Com isso, Wesley foi para o meio-campo para auxiliar Arouca na marcação, com Neymar e Robinho na frente. No São Paulo, as novidades já esperadas: Cicinho e Richarlyson nas laterais, Cléber Santana no meio e Fernandinho no ataque, ao lado de Dagoberto.

E, quando a bola rolou, ficou claro que o momento vivido pelo Santos na temporada é especial. Mudaram as peças, mas não a alegria e o futebol ofensivo. O Santos tomou a iniciativa da partida e não precisou de mais do que cinco minutos para criar sua primeira chance. Neymar deu passe açucarado para Robinho que, cara a cara com Rogério Ceni, chutou em cima do goleiro são-paulino.

O Santos tomou conta da partida principalmente porque seu meio marcava muito e a saída para o ataque, com dois meias, era muito rápida e qualificada. No São Paulo, por sua vez, nada que o técnico Ricardo Gomes planejou deu certo. Cicinho, preso por causa dos avanços de Léo, não foi uma vez à frente. Na esquerda, Richarlyson, apesar da vontade costumeira, não criava nada de útil e errava muitos passes. No meio, a entrada de Cléber Santana, perdido, mexeu com o posicionamento de Hernanes que, mais avançado do que nas últimas três partidas, foi presa fácil para a marcação de Arouca que, mais uma vez, roubou a cena.

A partir dos 30min, o domínio santista ficou ainda mais nítido. O meio-campo, com tranqüilidade, fazia troca de passes na entrada da área tricolor, que só olhava o adversário jogar. Com exceção de Hernanes, que ainda tentava algo com a bola no chão, o restante dos jogadores davam lançamentos para o alto esperando que Dagoberto ou Fernandinho levassem vantagem, o que não aconteceu.

Etapa complementar

Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações. E os primeiros dez minutos foram uma extensão da etapa complementar. O Santos, com Robinho endiabrado e Neymar querendo jogo, seguia atacando, enquanto o São Paulo só assistia. Aos nove, Robinho fez belíssima jogada individual. Após dar um elástico em Richarlyson, o camisa 7 passou por mais dois, invadiu a área e, na hora do chute, foi travado por Alex Silva, que salvou o Tricolor.

Aos 10, Ricardo Gomes resolveu mudar o esquema tático de sua equipe. Como eram necessários dois gols de vantagem, ele sacou o apagadíssimo Cléber Santana e colocou Washington no seu lugar. A substituição tardia foi castigada com o justíssimo gol do Peixe, que, no entanto, foi irregular. Aos 15, após longa troca de passes, Marquinhos foi lançado nas costas de Richarlyson e cruzou para o camisa 11, que ao ser empurrado por Alex Silva, usa o braço para empurrar a bola para o canto direito de Rogério Ceni.

Se com 0 a 0, o Santos já dominava, com 1 a 0, a molecada se soltou de vez em campo. E o São Paulo, perdido em campo, começou a apelar para a violência. Richarlyson, que deu um coice em Marquinhos, merecia ser expulso, mas ganhou só o amarelo. Aos 19, na única jogada lúcida do Tricolor, Washington recebeu na área, limpou a marcação de Durval e fuzilou de pé direito. Felipe fez brilhante defesa.

Mas foi apenas um lampejo. O Santos, com muito espaço para jogar, tinha todo o contra-ataque à sua disposição. Aos 26, em um deles, Neymar foi empurrado dentro da área por Alex Silva, que, como já tinha cartão amarelo, deveria receber o vermelho. Inexplicavelmente, o juiz José Henrique de Carvalho mandou o jogo seguir.

Mas aos 37, o árbitro apontou penalidade máxima que não aconteceu. Robinho lançou Neymar e o atacante caiu quase na risca da área após disputa com Alex Silva, que aparentemente não tocou no atacante. Com paradinha, o jovem atacante colocou a bola no canto direito, longe do alcance de Rogério Ceni.

Após marcar pela segunda vez e com a classificação para a final assegurada, Neymar deixou o campo para a entrada de Madson. E foi intensamente aplaudido pela torcida. E o Peixe ainda teve tempo para ampliar. Aos 40, Madson driblou Cicinho pela direita e cruzou para Paulo Henrique desviar no canto esquerdo de Rogério Ceni e fechar o marcador. Festa na Vila Belmiro de um time que vive estado de graça e agora está na final do Paulistão-2010.

Reportagem Julyana Travaglia e Marcelo Prado, Globoesporte

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Adriano é hostilizado

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 Na última sexta-feira, Adriano concedeu entrevista coletiva e reconheceu que se o Flamengo perdesse a final da Taça Rio a responsabilidade pela derrota cairia nas suas costas. Recuperado das dores lombares que o tiraram do time nos últimos três jogos, o Imperador foi a campo contra o Botafogo, neste domingo, e deixou o Maracanã crucificado pelo pênalti perdido.

De acordo com informações da Rádio Tupi, o atacante foi hostilizado por um grupo de torcedores na saída do estádio, mas não houve maiores problemas. Já na versão dos seguranças do Flamengo, nada ocorreu e, inclusive, o Imperador teria atendido ao pedido de alguns torcedores, dando autógrafos e indo sem confusão do vestiário para o carro.

A cobrança defendida pelo goleiro Jefferson no segundo tempo poderia ter dado o empate ao Flamengo em um momento crucial do jogo. Apesar disso, Andrade explicou que Adriano é o batedor oficial do time e que teve bom aproveitamento no último sábado, equantoos portões do Ninho do Urubu estavam fechados para a imprensa.

– Quando está os dois (Love e Adriano) em campo, o Adriano é o batedor oficial. Ele nunca perdeu pênalti, treinou ontem (sábado) antes de vocês (jornalistas) entrarem, bateu bem… Ele ainda vai perder muitos outros na vida dele – explicou Andrade, para defender o atacante.

– O Adriano tem crédito – disse o técnico.

Apesar da afirmação de Andrade, Adriano tem feito um 2010 muito irregular. Principalmente por conta dos problemas extracampo que afetaram o seu condicionamento físico. Dos 23 jogos do Flamengo no ano, o atacante disputou apenas 12. Dos cinco na Libertadores, ele só participou de dois. Mesmo assim, o Imperador marcou 12 nesta temporada e terminou o Carioca como vice-artilheiro, com 11, ao lado de Loco Abreu.

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Fortaleza x Ceará

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O Ceará é o segundo finalista do Campeonato Cearense 2010. O time alvinegro conquistou o título do segundo turno, após vencer o Guarany de Sobral, por 1 a 0, na tarde deste domingo, no Estádio Castelão, em Fortaleza.

A decisão foi realizada em jogo único e a única vantagem que o Vozão possuía era pder atuar em casa. E atuar como mandante, perante mais de 30 mil pessoas, fez a diferença. Agora, o time encara o arquirrival Fortaleza, campeão do primeiro turno, em duas partidas.

O Ceará tentará acabar com uma hegemonia de três anos do Tricolor, atual tricampeão. O último dos títulos foi conquistado justamente em cima do Alvinegro. Ns últimas dez temporadas, o Leão do Pici conquistou oito vezes a taça. A última conquista do Vozão aconteceu em 2006.

Sem sustos!

Com total apoio de seus torcedores, o Ceará tomou a atitude que era esperada e saiu para o ataque, tentando acuar o Guarany. O time alvinegro criou as melhores chances e acabou premiado aos 15 minutos. O meia Geraldo recebeu passe na área e chutou firme para vencer o goleiro Jefferson e abrir o marcador.

Mesmo com a vantagem e a vaga à final quase garantida, o Vozão continuou com maior posse de bola. Aos poucos, no entanto, o time de Sobral foi se soltando e começou a aparecer com maior frequência ao ataque. Jogador mais lúcido na equipe visitante, o meia Jean comandava as principais ações.

Percebendo a evoluação do adversário, o time alvinegro tratou de cadenciar a partida, para evitar um sufoco desnecessário. Com isso, o ritmo do jogo acabou caindo consideravelmente. Embora lutasse, o clube do Interior pouco assustou o goleiro Diego.

Segura, Vozão!

O panorama do jogo foi outro na segunda etapa. Os dois times voltaram mais acesos e o jogo melhorou. Logo a um minuto, o Guarany chegou perto do empate. Jean chutou da entrada da área e o goleiro Diego espalmou. No rebote, Junior Alves mandou para fora.

A resposta veio dois minutos depois. Misael recebeu na entrada da área, e mandou por cobertura. A bola saiu por cima do gol de Jefferson. Apesar da pressão da torcida, o time de Sobral não se intimidou e cresceu nos minutos seguintes. 

Mesmo assim, o Vozão teve uma chance de ouro de liquidar a partida aos 17 minutos. Garrinchinha tocou a mão na bola e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, porém, Geraldo quis fazer paradinha e o goleiro Jefferson conseguiu fazer a defesa. Nos minutos finais, os visitantes, pressionaram, mas não chegaram ao empate.

Ficha Técnica

Ceará 1 x 0 Guarany

Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Árbitro: Paulo César Oliveira (SP/FIFA)
Renda: R$ 381.100,00 
Público: 28.901 pagante (3.967 não-pagantes)
Cartões Amarelos: Anderson, Luizinho e Dinei (Ceará); Garrinchinha, Jefferson e Tiago Granja (Guarany)
Gols: Geraldo aos 15’/1T (Ceará)

Ceará
Diego; Diogo (Luizinho), Fabricio, Anderson e Thiago Fernandes; Michel, Careca, João Marcos e Geraldo; Erick Flores (Dinei) e Misael (Leozinho).
Técnico: PC Gusmão.

Guarany
Jefferson; Roberto Baiano (Netinho), Junior Alves e João Carlos; Tiago Granja, Rithson (Márcio Carioca), Piva, Garrinchinha, Jean e Jony; Wanderley.
Técnico: Erasmo Forte.

Agência Futebol Interior

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Viana 3 x 2 JV Lideral

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Jogando com o time reserva, uma vez que os titulares ainda comemoram a conquista da última quinta-feira, o JV Lideral estreou com derrota no 2º turno da Copa União, neste domingo. O campeão do 1º turno perdeu para o Viana por 3 a 2, no Estádio Djalma Campos.

Os gols do Viana foram marcados por Maldonado e Wellington (2). Renato e Marcelinho fizeram os gols do JV Lideral.

O próximo adversário do Viana será o Maranhão, no domingo, às 16h, no Estádio Nhozinho Santos. O JV Lideral receberá o Moto, na quinta-feira, às 20h30, no Estádio Frei Epifânio D’Abadia.

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Botafogo campeão!

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Depois de três anos de espera e decepção, o torcedor alvinegro pode soltar com toda a força o grito! O Botafogo é o campeão do Campeonato Carioca de 2010! Um título incontestável e, o melhor, em cima do grande rival: o Flamengo. Com a vitória por 2 a 1, neste domingo, no Maracanã, o Alvinegro conquistou a Taça Rio. E como também já havia ganho a Taça Guanabara levanta a taça sem a necessidade de uma final. A última vez que um clube venceu os dois turnos do Estadual foi em 1998, com o Vasco.

 A vitória veio com dois gols de pênaltis. E dos dois artilheiros. Herrera e El Loco Abreu cobraram muito bem, sem chance para o goleiro Bruno, conhecido por ser um grande pegador de penalidades. Vagner Love, que termina como artilheiro do Campeonato Carioca com 15 gols, descontou.

Os últimos minutos foram emocionantes, com o goleiro Jefferson defendendo um pênalti cobrado por Adriano, o maior ídolo rubro-negro. Após o apito final, os alvinegros caíram emocionados no gramado, se abraçaram como nunca. O presidente Maurício Assumpção desceu para o campo chorando de emoção.

O título vem com gosto de vingança. O Botafogo havia perdido as últimas oito decisões para o Flamengo: a Taça Rio de 1991 e 2009, o Campeonato Brasileiro de 1992, a Taça Guanabara de 1995 e 2008, e o Campeonato Carioca de 2007, 2008 e 2009. Mas o trauma acabou. O choro, agora, é de alegria! Muita alegria.

É o 19º título carioca do Botafogo. Dos atuais jogadores, apenas Lúcio Flávio participou da última conquista alvinegra em 2006. E pensar que tudo começou após o time sofrer uma desastrosa goleada de 6 a 0 para o Vasco na terceira rodada. Após aquela partida, o elenco deu a volta por cima com a chegada do técnico Joel Santana, o “Rei do Rio”. O título também tem um sabor especial para o treinador, que saiu pela porta dos fundos da seleção da África do Sul e perdeu a chance de comandar o país na Copa do Mundo de 2010.

Joel Santana conquistou o oitavo título carioca como treinador (1987, 1992 e 1993 pelo Vasco; 1995 pelo Fluminense; 1996 e 2008 pelo Flamengo; 1997 e 2010 pelo Botafogo). Ele iguala a marca de Flávio Costa, que era, até então, o maior vencedor do Campeonato Carioca com oito taças (cinco pelo Flamengo e três pelo Vasco). Vale registrar que em 1987, Joel Santana dirigiu o Vasco em 26 jogos do Carioca, porém o técnico desligou-se da equipe para trabalhar no Al Hilal, da Arábia Saudita, e não comandou o Time da Colina nos últimos cinco jogos. Sebatião Lazaroni ficou com a missão.

– Ninguém conquista oito títulos por acaso! – desabafou o técnico Joel Santana durante a comemoração.

Agora, o Botafogo vai ter muito tempo para comemorar o título. Vão ser 20 dias até a próxima partida. E logo um clássico contra o Santos, que vem encantando o Brasil com um futebol alegre e ofensivo, no dia 8 de maio, às 18h30m, no estádio João Havelange, no Rio de Janeiro.

Já o Flamengo precisa se recompor porque tem um duelo decisivo pela Taça Libertadores na próxima quarta-feira, no Maracanã, contra o Caracas, da Venezuela. O Rubro-negro tenta a classificação para as oitavas-de-final da competição.

Herrera abre o placar; Vagner Love empata no fim do primeiro tempo

0,,40204827-EX,00 Os dois times entraram juntos em campo. Os alvinegros estavam de mãos dadas. El Loco Abreu veio acompanhado dos quatro filhos e fez questão de registrar o momento histórico tirando fotos. Leandro Guerreiro ganhou o primeiro duelo. Na moeda. Escolheu o campo esquerdo das cabines de rádio, onde o Flamengo normalmente gosta de começar a partida.

Adriano deu o primeiro toque na bola. E a decisão começou. Com 30 segundos, Fahel já fez a primeira falta. Vagner Love ficou caído no chão. Mas o Botafogo começou melhor. E insistia na velha e conhecida tática de cruzar bolas para a área rubro-negra. Logo aos dois minutos foi a primeira. Adriano, que estava ajudando a defesa, cortou de cabeça.

Com sete minutos de jogo, o Alvinegro já havia tentado quatro cruzamentos contra o gol de Bruno. Um deles com muito perigo. Falta em Herrera. Renato Cajá bateu para o meio da área. El Loco passou pela bola, que foi direto para o gol. Bruno, atento, defendeu.

Aos 12 minutos, Gutemberg de Paula não marcou uma falta escandalosa de Ronaldo Angelim em Herrera, que entrava na área rubro-negra. Lance para cartão amarelo, mas o árbitro preferiu dar apenas o tiro de meta para o Flamengo.

Logo depois, Herrera foi derrubado novamente, agora na entrada da área. Falta muito perigosa. Renato Cajá cobrou por cima da barreira, mas Bruno espalmou para escanteio. Antes da cobrança, Gutemberg de Paula avisou que não iria permitir o agarra-agarra na área. Mas parece que Ronaldo Angelim ignorou. E quando a bola viajou para a área, o zagueiro rubro-negro puxou com o braço direito o alvinegro Fábio Ferreira. Pênalti claro. Os rubro-negros ainda tentaram reclamar. Em vão. Herrera foi para a cobrança. Não pegou muita distância. Chute seco e forte no meio do gol. Bruno caiu no canto direito. Botafogo 1 a 0. Foi o 12º gol do atacante argentino pelo Botafogo, o nono no Carioca.

Logo após o gol alvinegro, Andrade surpreendeu e chamou Vinícius Pacheco. O meia entrou no lugar de Toró logo aos 24 minutos do primeiro tempo. O Flamengo ficou mais ofensivo e passou a pressionar. Principalmente com Léo Moura pela direita. Aos 27, Adriano aproveitou o cruzamento e cabeceou por cima do gol de Jefferson. Foi a primeira chegada com perigo do Rubro-negro na partida.

Já Vinícius Pacheco caia pela esquerda. Fazia boas jogadas, mas errava no último passe. O Botafogo, com muita raça, defendia-se e buscava encaixar um contra-ataque. Mas tinha dificuldade de sair tocando a bola. Nervoso, Joel Santana agarrava a prancheta contra o corpo e não parava de olhar para o relógio na área técnica. Queria logo o fim do primeiro tempo. Enquanto isso, Adriano tentou outras duas conclusões. As duas para fora, sem muito perigo.

Aos 43 minutos, o Botafogo foi prejudicado. Somália recebeu em ótimas condições para marcar o segundo gol. Mas a arbitragem marcou impedimento. Para piorar, em seguida, o Flamengo empatou. Michael fez ótima jogada pela direita em cima de Fahel e cruzou. Adriano, que foi seguro por Fábio Ferreira, ainda conseguiu desviar de cabeça. David apareceu na segunda trave e se abaixou todo para cabecear. Jefferson ainda conseguiu defender. Mas a bola ficou limpa na pequena área e Vagner Love, o artilheiro do Campeonato Carioca, só empurrou para o fundo da rede. Tudo igual. E o atacante correu para comemorar com a torcida. Foi o 15º gol do rubro-negro na competição. O intervalo veio com a torcida rubro-negra avisando que “vai começar a festa”.

Segundo tempo

Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações. Mas o jogo caiu de qualidade. Eram muitos passes errados. Joel Santana resolveu colocar o talismã Caio em campo aos 15 minutos. Logo depois, Herrera girou na área e a bola saiu com perigo pela esquerda de Bruno.

O Flamengo respondeu com Vinícius Pacheco. Ele fez boa jogada pela esquerda e cruzou rasteiro. Vagner Love chegou desviando para o gol, mas Fábio Ferreira conseguiu tocar na bola, que saiu para escanteio.

O Botafogo voltou a insistir nos cruzamentos para a área. Mas sem tanto perigo.

Só que aos 25 minutos, o árbitro marcou uma falta inexistente de Willians em Edno. Na cobrança, após o cruzamento para a área, Maldonado puxou Herrera. Pênalti. E o rubro-negro, que já tinha cartão amarelo, acabou expulso.

E aí Loco Abreu fez jus ao apelido. Como Herrera já havia cobrado o primeiro, o uruguaio pegou a bola. Correu como se fosse soltar a bomba. Mas deu um toquinho de leve, com categoria, no meio do gol. A bola ainda beijou carinhosamente o travessão antes de entrar. Bruno caiu no canto esquerdo.

O jogo voltou a ganhar emoção. O Flamengo passou, mesmo desorganizado, a tentar pressionar. E após um cruzamento para a área, Fahel segurou Ronaldo Angelim na área. Outro pênalti bem marcado. Herrera perdeu a cabeça e peitou o árbitro. Acabou expulso.

Adriano, que voltava ao time após quatro partidas, pegou a bola. Foi bater. Mas do outro lado estava Jefferson. Bola rasteira no canto esquerdo. E o goleiro alvinegro se esticou para espalmar. Explosão de alegria na torcida do Botafogo. Jefferson deu pulos de alegria e foi logo abraçado pelos companheiros.

– Nunca perdi um pênalti e isso foi acontecer logo agora – lamentou Adriano, que foi consolado com a lembrança de que até Zico, maior ídolo da história do Flamengo, perdeu um pênalti na Copa do Mundo de 1986.

Petkovic só entrou em campo aos 40 minutos do segundo tempo. O Flamengo melhorou. Mas já era tarde. Faltava pouco tempo para a partida terminar. Vagner Love ainda aproveitou sobra na área e chutou rasteiro. Jefferson, de novo, defendeu. Sem direito a rebote. Até o goleiro Bruno tentou ir duas vezes para a área alvinegra cabecear. Mas sem sucesso. O Botafogo é campeão!

Leandro Guerreiro levantou a taça. Lucio Flavio, que acompanhou a partida da tribuna, também correu para o gramado para a festa.

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GP da China

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0,,40203140-EX,00 Pista molhada, ousadia na estratégia, champanhe no alto do pódio. Com os mesmos ingredientes da Austrália, Jenson Button repetiu a receita no GP da China e conseguiu neste domingo sua segunda vitória na temporada da Fórmula 1, liderando a dobradinha da McLaren à frente de Lewis Hamilton. A diferença desta vez é que o triunfo no circuito de Xangai coloca o atual campeão mundial no topo da classificação. Para chegar lá, ele caprichou na tática e atravessou 56 voltas de uma corrida cheia de episódios polêmicos.

O maior deles – ao menos para os brasileiros – foi o fogo amigo de Fernando Alonso para cima de Felipe Massa. O espanhol ultrapassou o companheiro da Ferrari na entrada dos boxes, numa manobra pouco comum entre colegas de equipe. Massa acabou não conseguindo se recuperar na chuva e terminou em nono. Alonso, que já tinha queimado a largada, foi o quarto, logo atrás de Nico Rosberg, da Mercedes, que completou o pódio atrás das McLarens.
 
Massa chegou à China como líder do campeonato e deixará o país – assim que o caos aéreo permitir – na sexta posição, com 41 pontos. Button lidera com 60, seguido por Rosberg (50) e Hamilton). Quem também não teve motivos para sorrir em Xangai foi Sebastian Vettel, da RBR, que largou na pole, mas novamente não conseguiu comprovar na corrida a qualidade da equipe. Ele terminou em sexto, logo à frente do companheiro Mark Webber.

Michael Schumacher voltou a sofrer com a nova geração da categoria. Após brigar com os mais jovens durante toda a corrida, ele foi ultrapassado por Massa no fim e ficou apenas em décimo, à frente de Adrian Sutil, da Force India. Rubens Barrichello, da Williams, veio em seguida, na 12ª posição. Bruno Senna, da Hispania, cruzou em 16º, e Lucas di Grassi, da VRT, abandonou.

A corrida

Assim como na Austrália, a chuva apareceu na China a poucos minutos da largada. Com os carros se dirigindo ao grid, a garoa aumentou um pouco, mas não se intensificou. Por isso, equipes e pilotos decidiram manter os pneus slicks em seus carros, já que a direção de prova não considerou o asfalto molhado o suficiente para obrigar a troca dos compostos.

Ainda com pista seca, os pilotos completaram a volta de apresentação e alinharam no grid. Afobado, Alonso acabou se movimentando antes das luzes vermelhas se apagarem e queimou a largada. Com isso, o espanhol assumiu a ponta, seguido por Mark Webber, Sebastian Vettel e Nico Rosberg. Felipe Massa se manteve na sétima posição, no meio da briga por ultrapassagens.

Ainda na primeira volta, Vitantonio Liuzzi, da Force India, rodou no primeiro hairpin da pista e atingiu em cheio o carro de Sebastien Buemi, da STR. O japonês Kamui Kobayashi, da Sauber, acabou colhido no acidente e também abandonou a corrida. A confusão acabou provocando a primeira entrada do safety car na pista, enquanto a chuva começava a aumentar novamente.

Com a pista úmida, Rubens Barrichello, Adrian Sutil e Jaime Alguersuari entraram nos boxes para colocar pneus intermediários, decisão seguida por quase todos os outros pilotos na segunda volta. Apenas Nico Rosberg, Jenson Button, Robert Kubica e Vitaly Petrov permaneceram na pista e ficaram com as primeiras posições da corrida. A queima de largada de Alonso foi detectada pela direção de prova e o espanhol recebeu a punição ainda em bandeira amarela.

O safety car entrou nos boxes no fim da terceira volta e Rosberg manteve a ponta, seguido de perto por Button e Kubica. Alonso superou Pedro de la Rosa e assumiu a quinta posição, mas ainda precisaria entrar nos boxes para cumprir sua punição, o que aconteceu no final da quarta passagem.

Michael Schumacher, na quinta volta, foi o primeiro dos pilotos que estavam com os intermediários a voltar para os pneus slicks. A decisão do alemão acabou seguida pela maioria do grid na sexta volta. Apenas Alguersuari se manteve na pista com o composto para chuva fraca. Alonso só pôde entrar na passagem seguinte e também voltou para a borracha de pista seca.

Hamilton, que ficou para trás com a chuva e as trocas de pneus, começava a dar seu show particular. Primeiro, foi superado por Sebastian Vettel, após disputar a posição dentro dos boxes. Mas se recuperou em seguida, com a ultrapassagem sobre Rubens Barrichello, ao assumir a 11ª posição. Massa, por sua vez, passava dificuldades e saiu da pista duas vezes na mesma volta.

O inglês continuava a tentar ganhar posições na pista, em meio aos carros da RBR. Ele superou Webber na décima volta e ficou muito próximo de Vettel. O alemão fez a ultrapassagem sobre o surpreendente Kovalainen na 11ª, assim como Hamilton e o australiano da RBR. Na passagem seguinte, Vettel começou a duelar com Sutil, mas ambos acabaram superados pelo inglês da McLaren.

A chuva continuava fraca, mas as equipes começavam a receber previsões de mais água nos minutos seguintes. Na 15ª volta, Hamilton e Schumacher começavam a travar o melhor duelo da corrida. O inglês tentou por algumas vezes a ultrapassagem, mas só conseguiu duas passagens depois, após várias trocas de posição na pista.

O heptacampeão não ficou livre da nova geração: na volta seguinte, Vettel conseguiu superá-lo em uma manobra sensacional. Na frente, Rosberg cometeu um erro, saiu da pista e acabou ultrapassado por Button, que se tornou o novo líder. Neste momento, a chuva começou a apertar e os pilotos voltaram a entrar nos boxes para colocar os pneus intermediários.

Na 21ª volta, Alguersuari tocou em Bruno Senna e ficou com a asa dianteira solta. Ele foi soltando detritos pela pista, o que acabou provocando a segunda entrada do safety car. O maior perdedor com isso foi Button, que perdeu uma vantagem de mais de 40 segundos na pista. Ele ficou por cinco voltas na pista e, pouco antes da relargada, o inglês da McLaren diminuiu demais a velocidade e quase provocou um grande acidente no pelotão.

Na relargada, Hamilton superou Schumacher novamente e assumiu o quinto lugar, enquanto Sutil e Alonso ultrapassavam Barrichello. O alemão e o espanhol passaram a duelar em segunda. O inglês da McLaren, por sua vez, continuava a escalar o pelotão e superou os dois pilotos da Renault: Petrov na 27ª volta e Kubica na 29ª.

Alonso também continuava sua recuperação e finalmente superou Sutil na 30ª passagem. O espanhol assumiu o sexto lugar da corrida, mas subiu ainda mais duas voltas depois, quando Petrov rodou e foi superado por ele e por Vettel ao mesmo tempo. Um pouco mais atrás, Schumacher sofria com a pressão de Webber.

Hamilton passou a brigar pela segunda posição com Rosberg na 36ª volta. O alemão foi superado momentaneamente pelo inglês, mas deu o troco. Na passagem seguinte, o piloto da McLaren fez seu último pit stop, para trocar os intermediários. Button e Rosberg, com os compostos desgastados, permaneciam na pista. Ambos só foram para os boxes na passagem seguinte, mas o piloto da Mercedes acabou atrás da dupla da equipe inglesa.

A nove voltas do fim, Felipe Massa assumiu a décima posição ao superar Jaime Alguersuari, mas continuava em uma corrida bastante discreta. O brasileiro e Petrov começaram a recuperar terreno em relação a Schumacher, que sofria com os pneus desgastados. O russo fez a ultrapassagem na 52ª passagem. O piloto da Ferrari tentou a sorte na seguinte, mas o alemão se manteve à frente.

Na frente, Button, já sem pneus, errou a quatro voltas do fim, mas conseguiu voltar à pista e se manter na liderança. Mesmo com a aproximação de Hamilton, o atual campeão da Fórmula 1 só administrou a vantagem nas últimas voltas da corrida. Atrás, Massa finalmente superava Schumacher e garantia a nona posição, mas acabou longe da liderança do campeonato.

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