Violência nas escolas

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CEViniciusdeMorais

Adalto e Milena são as últimas vítimas de uma prática muito perigosa e que está se tornando comum aqui no Maranhão. Eles foram vítima de agressão ao sair da escola. Adalto está em estado grave numa UTI de um hospital em São Luís. Milena que foi atingida com uma facada no pescoço ao sair do C. E. Vinícius de Morais acabou morrendo.

Na quarta-feira, quatro homens levaram pânico durante um arrastão na Escola Sagarana que fica entre o João Paulo e o Caratatiuia. Eles invadiram a escola durante à tarde e levaram o que foi possível de professores, alunos e funcionários. Os ladrões também foram até as salas de aula e levaram tudo dos alunos.

Outro caso grave foi resgitrado no mês passado. No dia 18 de setembro, uma estudante de 14 anos, foi ferida em São Luís, durante a invasão de uma escola municipal por um grupo de homens. A estudante assistia aula quando foi atingida na escola Edson Luís de Lima Solto, no bairro da Ganchari

estudante

A situação é tão preocupante que antes mesmo do registro desses casos esta semana, o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) por meio da Promotoria de Justiça de Defesa de Educação de São Luís ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra o Estado para garantir que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) mantenha a vigilância nas escolas da rede pública estadual em São Luís.

Para os promotores, a ausência de vigilantes atinge o entorno das unidades de ensino e não se limita às escolas estaduais, tendo sido ajuizada ação com o mesmo tema no âmbito da rede municipal de ensino.

Não se trata de uma cobrança a este ou aquele governo, por isso é necessário também um trabalho dentro das escolas, mas dentro de casa para que se acabe com este grave problema que preocupa a todos nós.

2 comentários para "Violência nas escolas"


  1. Ana Lúcia

    Muito bem abordado seu Zeca Soares trabalho numa escola do município que não tem vigilância e nem serviço de limpeza por falta de pagamento.

    • Zeca Soares

      Importante citar a escola para que o poder público possa tomar providências.

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