PT repudia vandalismo em sua sede

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O presidente do Diretório Estadual do PT, Augusto Lobato e o vereador e Presidente do Diretório Municipal de São Luís Honorato Fernandes, repudiam o ataque, a depredação e tentativa de invasão da sede do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhares,  no Cohafuma, ocorrido na madrugada de hoje (2), por volta das 2:10h, por 8 homens.

Todas as providências na Identificação dos envolvidos foram tomadas e dentro em breve saberemos os nomes daqueles que manifestam o ódio e à intolerância por meio do vandalismo e pichações.

Não serão atos de intolerância que nos calarão. Continuaremos na luta pelo direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, contra a intolerância, ódio e em busca de um país justo e de todos.

Saudações Petistas

Augusto Lobato
Presidente do DE do PT no MA

Vereador Honorato Fernandes
Presidente do PT de São Luís

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Prefeitura lança Feira do Livro de São Luís

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Espaço para autores maranhenses, mostra de literatura nacional e internacional, palestras com escritores e uma série de atividades artísticas e culturais compõem a programação da 11ª edição da Feira do Livro de São Luís (FeliS). O evento foi apresentado oficialmente na tarde desta quarta-feira (1º), em coletiva à imprensa, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho. A FeliS é promovida por meio de parceria entre a Prefeitura de São Luís e o Governo do Maranhão e será realizada de 10 a 19 de novembro, em diversos pontos do Centro Histórico.

“Esta edição é simbólica pela parceria sempre exitosa com a Prefeitura e demais colaboradores e por ser uma importante iniciativa para os estudantes, que além da vasta programação poderão adquirir obras gratuitamente. O governador Flávio Dino apoia esse evento desde seu primeiro ano de gestão, demonstrando seu respeito e dedicação à cultura maranhense”, enfatizou o secretário de Estado de Educação (Seduc), Felipe Camarão, que representou o governador Flávio Dino.

Na avaliação do vice-prefeito de São Luís, Julio Pinheiro, a FeliS é um grande fomento à leitura e ferramenta contribuinte para que se melhore o cenário da educação. “O objetivo principal desse macro evento é melhorar a realidade educacional e social, integrando diversos segmentos e, reconhecidamente, homenageando a primeira romancista do Brasil, Maria Firmina dos Reis”, pontuou ele, que no evento representou o prefeito Edivaldo.

Participar deste evento de referência para as letras e a literatura do Maranhão é de forte simbolismo, enfatizou o secretário de Estado de Cultura e Turismo (Sectur), Diego Galdino. “Entendemos que este evento não poderia ficar de fora do calendário cultural da cidade e esta edição tem um grande simbolismo por ser no Centro Histórico, berço da Feira do Livro. Sobretudo, a base da gestão do governador Flávio Dino é mudar a realidade do Maranhão pela educação, e a FeliS simboliza esse esforço”, reforçou.

O secretário municipal de Cultura (Secult), Marlon Botão, enfatizou o mote inclusivo, de resistência e espaço para todos os que não têm o devido alcance ao conhecimento. “É muito significativo realizar mais uma edição podendo contar com importantes parceiros que somam com a Prefeitura para o prosseguimento desta ação de relevância para a cidade e o Maranhão”, destacou.

“A FeliS é espaço para o reconhecimento, representatividade e ferramenta importante de divulgação da cultura e literatura do estado”, pontuou o diretor de Relações Institucionais da Vale, Dorgival Pereira. A empresa é uma das patrocinadoras da Feira.

Nesta edição, a FeliS homenageia a escritora maranhense Maria Firmina dos Reis, primeira romancista brasileira, que se destacou pela criatividade e genialidade. A temática do evento focará nas questões de identidade racial e de gênero.

Foto: Maurício Alexandre

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Comunistas calados

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O senador Roberto Rocha (PSDB) fez graves acusações relacionadas ao financiamento de campanha do governador Flávio Dino(PCdoB), em 2014. O tucano disse que Dino é um dos governadores que recebeu dinheiro da empresa de Joesley Batista, JBS, para a campanha. Rocha confrontou o delator na CPMI da JBS e cobrou que ele dissesse qual era o nome do político eleito governador que faltava na lista divulgada.

E houve mais acusações. Roberto Rocha fez referências às relações do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e seu subprocurador, Nicolao Dino, irmão de Flávio.

Segundo o senador, essas relações podem ter favorecido o “esquecimento” ou “desaparecimento” do nome do governador maranhense da lista de favorecidos do delator.

Quem fez as acusações foi um senador da República, diante de outros senadores, durante uma sessão da CPMI que investiga a relação da JBS com os políticos brasileiros.

Estranhamente, o governador Flávio Dino calou diante das acusações. Não usou, como de costume, as redes sociais para rebater as graves acusações feitas a ele. E também não explicou ao eleitor maranhense esses R$ 13 milhões, que, segundo Rocha, foram doados para o comunista em 2014.

Apenas aliados do governador levantaram a voz para defender Dino. Poucos falaram e, quando falaram, pouco disseram, rebatendo as acusações apenas com críticas ao senador do PSDB.

Será que Dino e seus subalternos acreditam não ter obrigação de nada explicar à população diante de graves acusações? Ou será que o comunista e seus asseclas não têm o que explicar por não ter como se defender?

Estado Maior

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