Sampaio volta a vencer na Liga de Basquete

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Após duas derrotas consecutivas, o Sampaio se reabilitou na Liga de Basquete Feminino (LBF) ao vencer o Poty/BAX/Catanduva, por 76 a 47, no Ginásio  Anuar Pachá, em Catanduva (SP).

Com 20 pontos, a ala Leila, do Sampaio, foi a cestinha do jogo, com 75% nas bolas de três (3/4). Além de Leila, Joice Coelho (17), Tati (13) e Karina (10 pontos e 15 rebotes – duplo-duplo) foram as jogadoras do Sampaio que pontuaram em dígitos duplos.

“A mudança de atitude foi o ponto crucial nesta vitória. Defesa muito agressiva e um bom trabalho coletivo no ataque. As meninas foram bem disciplinadas, por isso, estão de parabéns pelo resultado positivo conquistado fora de casa”, comemorou o técnico Virgil Lopez.

Com a terceira vitória, o Sampaio Basquete voltou para a terceira colocação, com 60% de aproveitamento. Sem vitória, o Poty/BAX/Catanduva segue fora da zona de classificação.

Agora, as duas equipes tem o mesmo desafio pela frente: o Blumenau, que recebe o Sampaio na próxima sexta (23, às 20 horas) e o Poty/BAX/Catanduva em duas semanas (3/3, 17 horas).

Foto: Renata Capelleto

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Moto empata e permanece no G4

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Após os jogos de sábado, Imperatriz 2 a 0 Sampaio e Bacabal 1 a 0 Maranhão, mais dois jogos complementaram a quarta rodada do Campeonato Maranhense neste domingo (17).

Em Barra do Corda, Cordino e Moto empataram por 2 a 2, no Estádio Leandrão.

O Moto abriu o placar com Pedro Júnior. O Cordino empatou com Ulisses e virou com Fábio Lima e Bruno Menezes empatou para o Moto.

Com o resultado, o Moto caiu para a quarta colocação com seis pontos. O Cordino é o quinto com 5 pontos.

Em Santa Quitéria, o São José goleou o Santa Quitéria por 4 a 0, no Estádio Rodrigão e assumiu a segunda colocação com 7 pontos.  O Santinha é o lanterna com dois pontos.

Os gols do São José foram marcados no primeiro tempo por Tchê Tchê (3) e Batata.

A próxima rodada terá os seguintes jogos:

24/02 – Sábado

15h45 – Bacabal x Moto
19h30 – Imperatriz x Santa Quitéria

25/02 – Domingo

15h45 – São José x Cordino
16h – Maranhão x Sampaio

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Feirinha estimula produção agrícola familiar

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Divulgando e escoando a produção agrícola familiar da capital, o programa Feirinha São Luís é realizado na Praça Benedito Leite todos os domingos, entre 7h e 15h, pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa). O evento agrega ainda artes plásticas, artesanato, cultura, gastronomia e literatura. Neste domingo (18), o clima no local foi de encerramento das festas momescas.

Movimentando o Centro Histórico aos domingos, a Feirinha São Luís já é ponto de compra, lazer e diversão de famílias, amigos e turistas que visitam a capital maranhense. Motivos para visitar o espaço montado na Praça Benedito Leite é o que não faltam: abastecer a geladeira de produtos agroecológicos cultivados na região metropolitana, encontrar artesanato para decorar a casa, boas leituras com obras de autores locais, ou tomar café da manhã e almoçar. Tudo isso com diversas atrações artísticas.

Para o titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues, o escoamento da produção local, assim como a geração de emprego e renda, principais objetivos da Feirinha São Luís, foram alcançados com ajuda do público que abraçou a iniciativa da Prefeitura. “A ideia surgiu por orientação do prefeito Edivaldo, da necessidade de novos canais para comercialização da produção rural da nossa capital, que é muito rica em agricultura, unimos então com a vontade de reocupar o Centro da capital aos fins de semana. Já conhecemos boa parte do público fiel, que está presente em todas as edições e sempre chamando mais alguém para prestigiar”, informou Ivaldo Rodrigues.

Na 37ª edição o tema lava-pratos agitou o público com atrações para fechar o período carnavalesco. Na Feirinha São Luís desse domingo (18), teve apresentação da escola de samba Flor do Samba, do bloco tradicional Os Tremendões, Nosso Bailinho e show do grupo Mix in Brazil.

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Léo Costa troca o PDT pelo PSDB

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Em um ato histórico, ocorrido neste sábado (17), no Salão Paroquial São Vicente (Praça da Matriz) em Barreirinhas, Léo Costa, um dos fundadores do PDT no Maranhão, consagrou sua saída do partido para assinar sua filiação ao PSDB.

Na presença de lideranças comunitárias, políticos da região, empresários do turismo e a população em geral, o senador Roberto Rocha fez o convite a Léo Costa para o ingresso no PSDB, partido que tem como candidato a presidente o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Com o convite aceito, foi feita uma assinatura simbólica de filiação. Léo Costa informou que tomará as providências formais para a saída definitiva do PDT.

Emoção – Com uma longa história de luta no PDT, partido do saudoso ex-governador Jackson Lago, Léo Costa foi um dos primeiros partidários a assinar a ficha de filiação do partido no Maranhão.

Após o convite do tucano Roberto Rocha, Léo Costa foi às lágrimas ao anunciar que ia aceitar o convite, e que deixava o PDT com aperto no coração, lembrando o duro golpe sofrido nas eleições de 2016, quando foi abandonado à própria sorte pelo deputado federal Weverton Rocha, presidente estadual do PDT no estado, que o deixou sem legenda para disputar a sua reeleição pela sigla trabalhista.

Léo Costa foi um dos companheiros mais próximos de Jackson Lago, com quem esteve nos principais e mais importantes momentos da trajetória de luta do PDT no estado. Mas, criticou a postura da atual direção do partido no Maranhão. Veja aqui.

Em discurso Léo Costa diz que ainda não definiu se lança candidatura a algum cargo político.  “É uma nova página da minha história pessoal e na minha militância política. Chego como um soldado para contribuir com a construção de um novo projeto para o Maranhão e para o Brasil. Tanto o nosso presidente estadual Roberto Rocha quanto nosso presidente nacional Geraldo Alckmin podem contar com este humilde, mas valente soldado”, afirmou.

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Coluna do Sarney: o ano vai começar

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Por José Sarney

O Brasil tem calendários diferentes dos resto do mundo, a começar pelas estações do ano.

Aqui só temos inverno e verão, inverno quando chove, verão, quando as chuvas não aparecem, e se surgem são atribuídas às frutas: do caju, da manga e assim por diante.

Estas são sempre seguidas de muito trovão e raio e passam rápido.

Depois, as nossas divisões do ano são marcadas pelas festas, santas ou pagãs. O Carnaval marca os dois primeiros meses. Depois vem a Quaresma, que dura quarenta dias, até o Domingo de Ramos. A Semana Santa culmina com a celebração da Eucaristia na Quinta-Feira, do Sacrifício na Sexta-Feira, a Aleluia e a Páscoa; a Paixão de Cristo sempre encenada e movimentando a população, como as procissões do Bom Jesus da Cana Verde, do Encontro e, para misturar tudo, a malhação do Judas — um Carnaval fora de época, com os bailes das aleluias, uma “páscoa” regada às toneladas de chocolate, referência especial de Gramado, e que os baianos não deixam passar em branco. Depois vem o São João com as quadrilhas, os forrós e as danças de São Gonçalo das Moças.

Se tem Copa do Mundo aí é que a coisa pega fogo, porque o país para de vez e é Carnaval todo dia, com ruas enfeitadas, bandeirinhas e bandeirolas, cerveja em toda porta de casa com amigos e aderentes, todos na torcida e improvisando botequins nas calçadas e em todos os andares dos edifícios.

Vem o 7 de setembro e o patriotismo por uns dias toma conta, sobretudo da meninada, e vai ao máximo se tem Esquadrilha da Fumaça.

Em anos de eleição este mês é o auge de trabalho de moças e moços, que, de bandeiras nas mãos, espalhados por todos os congestionamentos de trânsito, gritam o nome de candidatos de que nunca ouviram falar, nem sabem de quem se trata, tudo por cinquenta reais por tarde!

Chega outubro com as grandes concentrações religiosas do Círio de Nazaré, de Aparecida, do Juazeiro do Padre Cicero. Quando começa novembro começamos a ouvir longe os primeiros sinais dos sinos do Natal.

Afinal, depois de falarmos do ano inteiro, o essencial é dizer que o ano realmente começa depois do Carnaval. Essa é a festa das festas, aquela de que até hoje se discute quando começou. Os mais fanáticos dizem que vem das famosas bacanais romanas, importadas da Grécia, em que se homenageava o deus Baco, regadas a vinhos e orgias, e que de tal modo se excederam que o Senado Romano as suspendeu no ano 186 antes de Cristo. Outros o ligam às Saturnálias, também livres e pândegas, festas do deus Saturno, que também eram célebres na antiguidade.

Não vamos dizer que o nosso Carnaval seja tanto …assim… como aquelas festas do passado, porque a nossa só faz com que as mulheres de todas as idades mostrem seu corpo e as novas, queimadas de sol, aproveitem para também mostrar os seios, guardando o essencial, tudo para se preparar para as abstinências da Quaresma…

Outros povos comemoram também outros calendários, como o chinês, o judaico, o ortodoxo Juliano e um do meu avô, que dizia que ano novo era o do seu aniversário, nada do começado em janeiro.

É assim que o ano passa, e vai começar agora, neste ano que tem Carnaval, São João, Copa e eleição. Haja paciência para tanta monotonia!

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