Deboche comunista

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É certo dizer que a postura do Tribunal Regional Eleitoral e da Procuradoria Regional Eleitoral tem sido correta nestas eleições maranhenses, com decisões técnicas e fundamentadas no entendimento legal e na interpretação das leis, punindo, em mesma escala, qualquer ator envolvido no processo.

Essa postura já garantiu, por exemplo, várias condenações ao governador Flávio Dino (PCdoB) – inclusive a decretação, em primeira instância, de sua inelegibilidade por oito anos, por decisão da juíza Anelise Reginato – e aos seus principais aliados, como o vice-governador Carlos Brandão (PRB).

Mas é certo também que a onipotência almejada por Flávio Dino durante os quatro anos do seu mandato – que se traduziu no autoritarismo como exerceu o poder contra adversários, contra a imprensa e contra os próprios órgãos de controle – se elevou à enésima potência neste processo eleitoral.

Flávio Dino simplesmente dá de ombros às decisões judiciais contra ele, ignora solenemente as recomendações estabelecidas nas sentenças e debocha do posicionamento de juízes e desembargadores que compõem o Pleno do Tribunal de Justiça.

A postura do governador do estado já foi fruto de diversos comunicados de adversários e até de posicionamentos orais na tribuna do TRE, mas o comunista continua a ignorar os desígnios da Justiça. Condenado ontem mais uma vez, e multado em mais de R$ 5 mil por conduta vedada, ao utilizar redes sociais do governo em proveito pessoal, Dino continuava, mesmo após a decisão, a extrapolar os seus limites legais. Até quando continuará o deboche comunista?

Punições

Nenhum outro ocupante do Palácio dos Leões em campanha já teve tantas condenações ou decisões contrárias na Justiça Eleitoral quanto o governador Flávio Dino.

Desde o início da campanha, o comunista já foi punido pelo menos duas dezenas de vezes pela Justiça Eleitoral.

As punições a Dino chamam mais atenção por ser ele um ex-juiz federal, ciente, portanto, dos limites legais que cada cidadão deve ter no exercício de sua cidadania.

Estado Maior

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Criança é transferida após notificação de Andrea

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A deputada Andrea Murad deu entrada na Secretaria de Estado da Saúde, na última sexta-feira (24), em um pedido de informações e providências sobre o paciente Antônio Marcos Silva Oliveira, de apenas 2 meses. O bebê precisa urgente de cirurgia e desde 27 de junho estava internado na UTI do Hospital Regional Materno Infantil em Imperatriz. Depois da notificação à SES, a criança foi transferida para a capital.

“Estou chocada com a via crucis que essa criança está passando, desde que saiu de Barra do Corda, em junho, apresentando massa abdominal e insuficiência renal aguda, diagnosticado com válvula de uretra posterior, usando sonda o tempo inteiro, precisando trocar várias vezes por dia. É tão doloroso que o bebê tem passado por quadros graves de infecções. Passou todo esse tempo na UTI lá em Imperatriz, em hospital administrado pelo estado, onde adiaram duas vezes a cirurgia, até que desistiram porque a unidade não tem urologista e também não tem aparelho específico para realizar o procedimento”, relatou Andrea.

O Hospital Regional Materno Infantil de Imperatriz também não conseguia leito para que a criança fizesse a cirurgia na capital. Hoje (28), após notificação da deputada, a criança foi transferida para o Hospital Universitário Unidade Materno Infantil, em São Luís, onde passou pela primeira avaliação médica.

Foto: Nestor Bezerra

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