Destino partidário

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A sucessão em São Luís já vem sendo tratada desde o fim das eleições deste ano. Após o resultado das urnas, surgiram nomes já esperados como de Eduardo Braide (PMN) e Eliziane Gama (PPS) e outros como do secretário de Educação, Felipe Camarão, do deputado Bira do Pindaré (PSB) e dos vereadores Pedro Lucas Fernandes (PTB) e Astro de Ogum (PR).

Dos pretendentes até agora, somente Braide tem o problema de buscar um novo abrigo político. Tudo porque sua legenda, o PMN, não alcançou as cláusulas de desempenho previstas na legislação.

Isso obriga o deputado a se movimentar para buscar um novo partido com prazo curto, já que a pretensão é iniciar a legislatura na Câmara dos Deputados em um novo partido.

Apesar de parecer fácil – já que convites não faltam -, para Eduardo Braide não é tão simples. Daqui há dois anos, ele deve se submeter às urnas e não quer buscar um partido pouco aberto a alianças que têm lado definido, como o PSL, por exemplo.

Braide analisa uma legenda sem lastros complicados. Quer uma sigla que possa abrir o leque para alianças.

Por enquanto, o parlamentar diz que mantém conversas para decidir sobre seu destino partidário e que até fevereiro anunciará seu destino.

Estado Maior

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