Maranhão sai na frente na decisão da Copa FMF

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O Maranhão venceu o Pinheiro, no estádio Castelão, na primeira partida pela decisão da Copa FMF.

O MAC fez 1 a 0, com gol de Cleber Pereira, aos 29 minutos do segundo tempo.

Com a vitória, o time atleticano agora tem a vantagem e joga a partida de volta por um simples empate. O Pinheiro precisa de uma vitória simples para conquistar o título.

A partida de volta entre Pinheiro e Maranhão será na quarta-feira (12), às 19h30, no Estádio Costa Rodrigues, em Pinheiro.

O campeão da Copa FMF garante vaga no Campeonato Brasileiro Série D em 2019.

Foto: Igor Leonardo

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Barreirinhas conquista etapa do beach soccer

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A Seleção de Barreirinhas foi a grande campeã da quinta etapa do Campeonato Maranhense de Beach Soccer, competição promovida pela Federação Maranhense de Beach Soccer (FMBS) com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Neste domingo (9), os barreirinhenses derrotaram a Seleção de Santo Amaro por 6 a 3 e garantiram o título da seletiva, que foi realizada na Arena Módulo, montada no bairro Riacho, na cidade de Barreirinhas.

Mesmo jogando em casa e com o apoio da torcida, Barreirinhas não teve vida fácil na final. Os donos da casa chegaram a sair atrás no placar logo nos primeiros minutos de bola rolando, mas chegaram ao empate: 1 a 1. No entanto, no fim do primeiro tempo, Santo Amaro voltou a ficar em vantagem: 2 a 1.

No período seguinte, as duas equipes mantiveram o equilíbrio dentro de quadra. Ao fim dos 12 minutos, o placar apontava empate por 3 a 3 e final completamente indefinida.

Porém, nos últimos 12 minutos, Barreirinhas finalmente se impôs e conseguiu passar à frente no marcador. Com mais três gols anotados, a equipe da casa não deu mais chances aos rivais e conseguiu vencer o duelo por 6 a 3 e, consequentemente, garantir o título invicto da competição.

Nesta seletiva, Barreirinhas venceu todas as quatro partidas em que realizou e terminou o torneio com 100% de aproveitamento. O detalhe é que, na fase de grupos, os barreirinhenses já haviam superado Santo Amaro por 6 a 5.

Com o título, Barreirinhas se classificou para a fase final do Campeonato Maranhense de Beach Soccer, que ocorrerá em janeiro de 2019, em São Luís. Por ter sido finalista da quinta etapa, Santo Amaro também assegurou o direito de disputar a fase decisiva.

Outras oito seleções também já estão classificadas para a fase final da competição: São Luís, Paço do Lumiar, Pinheiro, Santa Helena, Parnarama, Matões, Trizidela do Vale e Lima Campos.

A partir desta terça-feira (11), a Federação Maranhense de Beach Soccer realizará a sexta etapa do Campeonato Maranhense. Desta vez, a competição ocorrerá na cidade de Tutoia até o dia 15 de dezembro. Ao todos, seis seleções irão disputar a seletiva, que dará mais duas vagas para a fase final do torneio.

No site da FMBS (www.beachsoccerma.com.br) e em suas redes sociais oficiais (@beachsoccerma), estão disponíveis todas as informações da competição estadual. O Campeonato Maranhense de Beach Soccer de Seleções Municipais é uma realização da Federação Maranhense de Beach Soccer (FMBS) e conta com o patrocínio do governo do Estado e da Cerveja Glacial por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

Foto: Divulgação

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Juscelino aprova parecer da Lei do Cadastro Único

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A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) aprovou o parecer do deputado Juscelino Filho (DEM-MA) ao Projeto de Lei 5788/2016, que insere em lei o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Esse cadastro já existe desde 2007, foi criado por decreto e tem o objetivo de identificar e reunir dados sobre as famílias de baixa renda habilitadas a receber benefícios sociais.

Conforme o Decreto 6.135/07, a inscrição no cadastro é obrigatória em todas as concessões de benefícios de natureza permanente, como Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, a tarifa social de energia, entre outros. A partir de 2016, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) – voltado para idosos e pessoas com deficiência de baixa renda – também foi incluído no Cadastro Único.

O relator, deputado Juscelino Filho, avalia que a institucionalização do Cadastro Único por lei vai torná-lo uma política permanente de redução da pobreza e desigualdade, além de dar segurança jurídica a esse instrumento. O parlamentar ressalta que uma das inovações do projeto é a integração do cadastro com outras bases de dados de políticas públicas.

“De fato, essa medida irá garantir um monitoramento mais criterioso das informações autodeclaradas e aperfeiçoar o Cadastro Único, sempre com o objetivo de garantir que os programas sociais alcancem quem de fato precisa do apoio do Estado, evitando fraudes. Meu interesse é que os direitos dos mais pobres nos programas sociais sejam cada vez mais protegidos. A proteção, a segurança e a garantia dos direitos dos beneficiários têm de ser uma política de estado. É isso que a Lei do CadÚnico quer”, disse.

O projeto também pretende excluir do cálculo da renda familiar rendimentos decorrentes do BPC, de estágio supervisionado e de aprendizagem e da Bolsa-Atleta. Vários programas sociais, como o Bolsa Família, auxílio emergencial em caso de desastres, entre outros, já são desconsiderados no cálculo da renda familiar. A regra atual e o projeto excluem do cadastro dados sobre segurados de Programas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como pensões e aposentadorias. O projeto é de autoria do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG).

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP); e de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC).

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A cidade esquecida

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Por Félix Alberto

Palmira, Menphis, Cartago, Pompeia, Hattusa e Petra são alguns exemplos de cidades esquecidas ao longo da História – ou porque foram abandonadas, saqueadas, ou porque ruíram em disputas políticas e guerras. Alcântara, no Maranhão, é o arquétipo de monumento no Brasil solenemente esquecido pelo establishment. Apesar de invisível aos olhos do poder, ignorada, a cidade, desde meados dos anos 1980, abriga um sítio para experiências espaciais que frequenta, com inquieta regularidade, o noticiário nacional e internacional.

A pauta do momento é o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas que o governo brasileiro ensaia retomar com os Estados Unidos a pretexto da comercialização de satélites de fabricação norte-americana pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Parceria semelhante foi assinada entre os dois países em 18 abril de 2000, mas em 2002 o Congresso brasileiro rejeitou-a alegando ameaça à soberania nacional.

Pelo acordo de 2000, conforme relatório técnico dos parlamentares, os Estados Unidos teriam “o direito” de controlar áreas restritas dentro da base de Alcântara. Para entrar nessas áreas, qualquer brasileiro, inclusive o presidente da República, dependeria de autorização prévia dos norte-americanos. E mais: o Brasil não poderia ter acesso aos contêineres de “equipamentos” desembarcados dos Estados Unidos.

Nem mesmo inspeções alfandegárias seriam permitidas. Os escombros de eventuais lançamentos fracassados não poderiam ser resgatados, estudados ou fotografados pelo governo brasileiro. Ou seja, pelo teor daquele acordo de salvaguardas, Alcântara, com sua localização estratégica, a 2º18′ sul da linha do Equador, de frente para a África Ocidental, facilmente viraria um novo Porto das Pérolas.

As negociações foram suspensas, porém, quando, em 22 de agosto de 2003, uma grande explosão seguida de incêndio na plataforma de lançamento de Alcântara destruiu o foguete VLS-1 e provocou a morte de 21 técnicos civis envolvidos no programa espacial brasileiro.

Somente no ano passado o governo formalizou novo protocolo de intenções com os Estados Unidos para exploração da base maranhense. Em maio último, 15 anos após o acidente, os Estados Unidos retomaram as negociações para uso do CLA, em contraproposta enviada ao Palácio do Planalto. Após as eleições no Brasil, já houve acenos e prévias garantias do presidente eleito Jair Bolsonaro para a efetivação do acordo.

Alcântara não deu certo como cidade antiga. A aristocracia tombou falida e a cidade, com seus andrajos de pedra, casarões silenciosos e fantasmas indolentes, aguarda a visita de quem um dia ainda virá: ou o imperador de fancaria ou um astronauta de faiança ou um turista redentor.

Na Alcântara antiga os escombros gemem na rua da Amargura, idosos protegem a moleira na paisagem desenhada pelo sol intenso, quilombolas de Frechal resistem numa trincheira imaginária e mulheres cozem doces de espécie para transeuntes improváveis. Sob a terra cálida, velhos tupinambás velam o monumento à indiferença coletiva.

Como cidade do futuro, Alcântara ainda não acertou a rota. A parceria com os ucranianos no projeto Cyclone Space resultou em grande prejuízo financeiro ao programa espacial brasileiro e, em 2011, foi parar na teia internacional do WikiLeaks.

Alcântara tenta dar certo agora como o novo Eldorado para os americanos; feito uma Fênix que rapidamente se refaz das cinzas de um foguete; ou – quem sabe! – qual uma Troia e seu grande cavalo escondido entre as ruínas da praça, o presente majestoso pronto a nos surpreender.

Quem, ao fim da próxima corrida espacial, vai lembrar de Alcântara? Talvez uma caixeira branca, de olhos azuis, com seu tarol de ladainhas ao Divino. Em inglês.

Foto: Portal Penaestrada

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O exemplo que vem de Santa Rita

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O prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, mais uma vez deu o exemplo de bom gestor. No sábado (8), o próprio colocou a mão na massa e ajudou na instalação da pré-laje da ponte de Areias, ela liga diversos povoados do municipio que são cortados pelo rio Itapecuru. A obra entrou na reta final de conclusão e a expectativa é que ela seja entregue nos primeiros meses de 2019.

Hilton Gonçalo iniciou a obra de construção da ponte sobre o rio Itapecuru no ano de 2011, após um convênio entre a prefeitura e o governo do Estado, e tinha previsão para ser entregue em maio de 2015. Porém ao deixar o comando de Santa Rita no final de 2012, o sucessor não deu continuidade aos trabalhos.

Ao voltar a Prefeitura de Santa Rita em janeiro de 2017, Hilton colocou como meta concluir a Ponte de Areias e buscou mais o Governo para retomar mais uma vez convênio entre municipio e estado, dando assim continuidade as obras, demonstrando seu compromisso com a população da cidade.

A ponte de Areias para muitos é só um sonho que nunca será realizado, mas Hilton Gonçalo vai transformando em realidade uma obra, que é desejo de muitos habitantes de Santa Rita.

O prefeito ainda dá o exemplo de que além de boa administração dos recursos públicos, ele literalmente fiscaliza e ajuda nas obras do município, botando a mão na massa.

Foto: Divulgação

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Sampaio Basquete confirma participação na LBF

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O Sampaio Basquete confirmou a sua participação na maior competição de basquetebol do país, a Liga de Basquete Feminino edição de 2019.

Mais uma vez o Sampaio terá o apoio decisivo do governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Desporto e Lazer (Sedel) que mais uma vez aposta neste projeto vitorioso e já garantiu o certificado à equipe através da Lei de Incentivo ao Esporte e buscará o bicampeonato.

O presidente do Sampaio Basquete, Murilo Dias quer chegar mais longe do que este ano quando foi vice e formará uma grande equipe para que possa brigar mais uma vez pelo título da competição.

A edição de 2019 contará com 11 equipes, incluindo oito que disputaram a última temporada, além de três novos participantes.

São elas: Catanduva-SP, Blumenau-SC, Ituano-SP, Sampaio-MA, Santo André/Apaba-SP, São Bernardo/Brazolin/Unip, Uninassau-PE e Vera Cruz Campinas-SP. A novidade está por conta da chegada da LSB-RJ, que recoloca o Rio de Janeiro no cenário nacional da modalidade após 8 anos, do Pró-Esporte/Sorocaba-SP e do SESI Araraquara-SP. Ao todo, são cinco estados e três regiões representados.

O calendário de jogos da nona edição da LBF será divulgado em janeiro de 2019, mas a competição tem início previsto para o mês de março.

Foto: Paulo de Tarso Jr.

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