Now celebra os 80 anos do Superman

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Para felicidade de muitos, Superman – o kriptoniano mais amado do mundo – foi criado, em 1938, pelos artistas Joe Shuster e Jerry Siegel. Lançado pela DC Comics, sua primeira aparição nos quadrinhos foi nos Estados Unidos. Em comemoração aos 80 anos de vida do super-herói mais famoso de todos os tempos, a NOW disponibilizou um especial exclusivo com 16 títulos da saga do homem de aço nas telas.

Está é a oportunidade de rever Kal-El derrotar seus principais vilões e salvar o mundo. A experiência vai desde a quadrilogia estrelada pelo ator Christopher Reeve, passando pela série de curtas-metragens animados de 1941 até o filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça, na qual o personagem Clark Kent é interpretado pelo britânico Henry Cavill.

Agora, é só preparar balde de pipoca e conectar o NOW. O Especial Superman 80 anos está disponível para clientes da NET e Claro (TV e Móvel) pelo site nowoniline.com.br ou app para tablets e smartphones. O acesso ao NOW pelo canal 1 do controle remoto é exclusivo para os assinantes da NET HD e Claro TV.

Confira todos os títulos do Especial Superman 80 anos:

Super-homem x Homem Atômico, Super-homem 1, Super-homem 2, Super-homem 3, Super-homem 4, Super-homem 5, Super-homem 6, Batman vs Superman: A origem da Justiça, O homem de aço, Superman o retorno, Superman – o filme (Christopher Reeve), Superman II: A aventura continua (Christopher Reeve), Superman III (Christopher Reeve), Superman IV – Em busca da paz (Christopher Reeve), Superman & Batman: Apocalipse, A morte do Superman.

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Hildo quer proibir uso do Fundo Partidário em eleições

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O deputado federal Hildo Rocha (MDB) protocolou Projeto de Lei que propõe a proibição do uso do Fundo Partidário em campanhas eleitorais e estabelece um corte de R$ 500 milhões nos repasses a partir do próximo ano. O projeto de Hildo Rocha recebeu o número 11.131/2018.

De acordo com o deputado, os recursos oriundos do Fundo Partidário devem ser utilizados exclusivamente no pagamento de despesas com a manutenção dos partidos, divulgação dos programas partidários, promoção de políticas para as mulheres, entre outras ações de caráter programático.

“Já existe o Fundo Eleitoral que foi criado, justamente, para financiar todas as campanhas eleitorais. Nas eleições deste ano foram depositados R$ 1 bilhão e 700 milhões na conta do fundo. Mas, mesmo com todo esse dinheiro alguns partidos políticos usaram R$ 889 milhões de Reais destinados ao Fundo Partidário, somente este ano, para patrocinar campanhas eleitorais. Com a proibição do uso dos recursos do Fundo Partidário para as eleições serão economizados pelo menos R$ 500 milhões de reais, dinheiro suficiente para construir 15 mil casas populares, por ano”, argumentou Hildo Rocha.

Redução de repasses – Rocha propõe a redução de R$ 500 milhões de reais do Fundo Partidário, já a partir do próximo ano. O parlamentar considera que o Fundo Eleitoral que foi aprovado em 2017, com a finalidade específica de bancar todas as campanhas eleitorais, é suficiente para realizar integralmente todas as eleições.

“A eleição do candidato a presidente, Jair Bolsonaro, que gastou aproximadamente R$ 3 milhões de reais e se elegeu mostra que o dinheiro, por si só, não garante a eleição, pois outros candidatos que disputaram a eleição de presidente da República gastaram dez vezes mais e nem sequer foram para o segundo turno. É Lógico que há necessidade de dinheiro, para se fazer campanha eleitoral, entretanto, gastar mais R$ 500 milhões do Fundo Partidário, como foi gasto este ano, é um verdadeiro desperdício de dinheiro público”, explicou Hildo Rocha.

Foto: Agência Câmara

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OAB pede intervenção federal no Maranhão

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A Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão, por meio da Procuradoria Estadual de Defesa das Prerrogativas, ajuizou no Tribunal de Justiça do Maranhão uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) contra o Decreto nº 34.593, do governo do Estado, que condiciona cumprimento de decisões judiciais.

A ADIn pede a inconstitucionalidade do decreto estadual e também pede o encaminhamento dos autos à Procuradoria Geral da República (PGR) para que sejam promovidos procedimentos ou ações cabíveis, inclusive intervenção federal no Estado do Maranhão.

A ação foi assinada pelo presidente da OAB-MA, Thiago Diaz, e pelos procuradores João Bispo Serejo Filho, Waguinanny Lamara Alves da Silva, Pedro Eduardo e Dihones Nascimento Muniz. O relator será o desembargador Jamil Gedeon.

“A OAB enquanto guardiã da Constituição e defensora da democracia não poderia se calar diante de um fato tão grave que fere o instituto da Coisa Julgada e a própria Lei de Responsabilidade Fiscal. Esse decreto é uma afronta a princípios constitucionais como o da dignidade humana, da separação dos Poderes, da segurança jurídica, e também o princípio da reserva legal. Assim, mais uma vez a OAB assume o seu papel de guardiã da sociedade pedindo a inconstitucionalidade desse documento” afirmou o presidente da OAB Maranhão, Thiago Diaz.

Segundo a ADIn, o Decreto barra a implantação de vantagens a servidores que tenham sido obtidas com amparo judicial, confronta os princípios constitucionais da dignidade humana, da separação dos Poderes, da segurança jurídica, bem como o princípio da reserva legal.

A ação diz ainda que o decreto 34.593 fere princípios, direitos, a Constituição, as Leis Brasileira e do Estado do Maranhão, razão pela qual deve ser declarada inconstitucional pela Corte Estadual. Dentre os pedidos, a OAB requer ainda:

– Concessão de medida cautelar para que seja declarada a suspensão da efetividade e aplicabilidade do decreto,
– Que Flávio Dino seja ouvido, por meio do procurador-Geral do Estado Rodrigo Maia Rocha,
– Confirmação da tutela cautelar com a declaração de inconstitucionalidade da norma estadual;
– Sejam os autos encaminhados os autos para a Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que sejam promovidos procedimentos ou ações penais cabíveis, por suposta incitação ao crime e prática de promover a desobediência a ordens e decisões judiciais.;
– Encaminhamento dos autos à Procuradoria Geral da República (PGR) para que sejam promovidos procedimentos ou ações cabíveis, inclusive intervenção federal no Estado do Maranhão.

G1 entrou em contato e aguarda retorno do Governo do Maranhão sobre a ADIn da OAB-MA.

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Prefeitura realiza Dia D de Limpeza das praias

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Para chamar a atenção da população para o problema da poluição das praias de São Luís, a Prefeitura realiza neste sábado (15), mais um Dia D de Limpeza de Praia, iniciativa firmada pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. A ação faz parte de uma campanha lançada em setembro, durante o Dia Mundial de Limpeza das Praias, para conscientizar a população da cidade sobre os prejuízos ao meio ambiente marinho decorrentes do descarte irregular de resíduos sólidos na areia. A ação acontece na Avenida Litorânea.

A concentração começa às 7h30. O ponto de encontro será a Casa das Dunas. Às 8h, voluntários farão a catação dos resíduos encontrados na faixa de areia que no trecho que segue até a Praça dos Pescadores, na Avenida Litorânea. Os resíduos serão separados em três tipos: recicláveis, orgânicos e perigosos. A catação dos resíduos recicláveis, exceto vidro, será feita pelos voluntários e estudantes municipais. Já os resíduos de vidro, orgânicos e perigosos serão recolhidos pelos agentes de limpeza.

Ao longo da faixa de areia haverá ainda máquinas de remoção que recolherão os resíduos mais pesados, que não podem ser recolhidos manualmente. A catação será encerrada às 10h por causa da tábua de marés.Ao longo do percurso, os frequentadores da praia receberão dicas de como fazer o descarte correto do seu lixo e reduzir a geração de resíduos, protegendo as praias da cidade.

Ao final, tudo que for recolhido será pesado para que as pessoas tenham noção do quanto é descartado irregularmente nas praias de São Luís e os riscos que esse descarte traz. O Cidadão Limpeza Cidade Beleza acompanhará toda a ação, chamando a atenção da população para o problema.

A ação que será realizada neste sábado é um chamamento de cunho social e voluntário à população para que se consiga acabar com o descarte irregular de resíduos. Com a ação a Prefeitura de São Luís pretende que a população compreenda que o ideal é que o serviço de limpeza urbana recolha apenas o que é gerado pela ação da natureza e não pela interferência humana no meio ambiente.

Foto: Agência São Luís

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‘Um ano sombrio para os maranhenses’, diz Edilázio

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O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa para fazer uma espécie de balanço da gestão Flávio Dino (PCdoB), dois meses depois de o comunista ter alcançado a reeleição para um novo mandato.

Para Edilázio, o Maranhão assistiu ao maior estelionato eleitoral da história.

Ele citou o caos administrativo no Executivo Estadual, o aumento da dívida pública, a paralisação de investimentos em infraestrutura, o rombo na Previdência Estadual, além do atraso e redução dos salários dos médicos [que chegaram a anunciar greve], o aumento de impostos e a grave crise institucional no Governo.

“Volto a esta tribuna para tratar do maior estelionato eleitoral dos últimos tempos. Bastou 40 dias após as eleições para o governador mostrar que o Estado está quebrado, a exemplo da Previdência. E ele nunca citou isso nos seus programas eleitorais”, disse.

Edilázio pontuou os principais problemas na máquina pública evidenciados após o resultado das eleições de outubro.

“O asfalto que estava chegando nos municípios não existe mais. As máquinas foram recolhidas. Os policiais militares e civis reformados, aposentados, que ainda serviam o estado, perderam seus empregos; as UPAs estão sendo fechadas a exemplo do município de Chapadinha; a diminuição dos salários dos médicos e a greve anunciada pelos profissionais; o não pagamento de fornecedores; o aumento de impostos que ninguém aguenta mais. Isso tudo é apenas parte desse cenário negativo”, enfatizou.

O parlamentar criticou o fato de o governador do estado, mesmo com toda crise, não ter efetuado cortes de despesas.

“O governador em nenhum momento fala em cortar na própria carne, cortar as mordomias e as benesses que ele usufrui como são os voos de jatos e de helicópteros Maranhão afora. E aqui vem um dado curioso sobre os assaltos que ocorreram nos últimos dias no Estado do Maranhão. Aquele helicóptero comprado no governo Roseana está parado. Era um helicóptero que poderia estar sendo usado agora pelas tropas, pois é homologado para voo noturno. Naquele assalto de Bacabal poderia de imediato ter saído aqui de São Luís para buscar os bandidos. Mas está parado porque ele já chegou no limite de horas de voo, estourou o limite de horas de voo com voos privados do governador Maranhão afora. E o Governo do Estado não tem dinheiro para pagar manutenção desse helicóptero”, completou.

Edilázio lamentou a situação do estado e disse que espera por um 2019 melhor. “Esperamos que no ano que vem o maranhense possa voltar a sorrir e ter alegria, porque infelizmente, esse foi um ano sombrio, principalmente para os mais pobres”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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Os números que atormentam Flávio Dino

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É impressionante como levantamento após levantamento, na sua maioria nacionais, os números mostram o fracasso do Governo Flávio Dino e de como a realidade dos fatos é bem diferente da apresentada nas propagandas durante a campanha eleitoral, do mundo de “faz de conta” dos comunistas.

Somente nesta semana, mais dois levantamentos nacionais mostram claramente o insucesso da gestão comunista. O mais recente, divulgado nesta sexta-feira (14) pelo G1 (veja aqui), é sobre a situação fiscal do Governo Flávio Dino.

De acordo com o levantamento Tendências Consultorias Integrada, apenas seis dos 27 governadores que tomam posse ou permanecem no cargo a partir de janeiro do ano que vem, vão começar o mandato com uma situação fiscal considerada muito boa ou boa. Apenas os governadores do Amapá, Espírito Santo, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Paraíba, receberão as contas públicas em boas condições.

No caso do Maranhão a situação é ainda pior para Flávio Dino, pois ele estará recebendo o governo dele mesmo, ou seja, nem tem como transferir a responsabilidade desse fracasso para absolutamente ninguém.

Para avaliar a situação fiscal dos estados, os analistas deram notas de 0 a 10 com base em dados do Tesouro Nacional para seis indicadores das contas públicas: endividamento; poupança corrente, liquidez, resultado primário, despesa com pessoal e encargos sociais e investimentos. Cada item recebeu um peso diferente e, em seguida, foi feita uma média para cada unidade da federação.

Pelo levantamento, os estados com boa capacidade fiscal precisam ter nota média igual ou acima de 6. Com muito boa capacidade, a nota tem de ultrapassar 8 – o único a superar foi Amapá.

O levantamento classificou a situação fiscal do Maranhão como “fraca”, ficando sua nota entre 4 e 5. Veja abaixo o quadro completo de todos os Estados:

Transparência – Também nesta semana, foi divulgado pela CGU (Controladoria Geral da União) o ranking dos Estados no aspecto transparência. E o Governo Flávio Dino, que vivia alardeando ser extremamente transparente, ficou apenas na 17ª colocação no ranking elaborado pela Escala Brasil Transparente.

E assim segue o Governo Flávio Dino, sempre atormentado pelos números dos levantamentos divulgados, afinal eles demonstram a realidade dos fatos e vão de encontro as mentiras propagadas pela gestão comunista.

Blog do Jorge Aragão

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Guerra de dirigentes no Moto ganha adesão da FMF

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Um novo capítulo na briga que é do conhecimento de todos envolvendo o presidente do Moto, Natanael Júnior e o Conselho Deliberativo, mais precisamente com o presidente Cursino Raposo. Quando se imaginava que as coisas se encaminhariam para um entendimento em prol do clube, eis que surge um novo episódio.

O motivo é a antecipação de parte da cota que o clube terá direito em competições nacionais.

Segundo informações que circula na imprensa, o Moto já teria recebido R$ 300 mil em antecipação, mas o presidente Natanael Júnior diz ter tido acesso a apenas R$ 100 mil com o qual pagou salário do elenco ainda na Série D.

O clube, por meio do seu presidente pediu informações à FMF sobre quanto foi antecipado ao Moto, mas entidade até momento não respondeu ao dirigente.

O Blog apurou que a Federação mantém relações com o clube apenas por meio do Conselho Deliberativo.

A briga, que no começo era apenas entre os dirigentes do Moto, agora parece ter a adesão (por um lado), também da Federação.

Conselho Deliberativo e FMF não podem negar informação ao presidente do clube. Se assim for, então porque o Conselho Deliberativo não destitui o presidente e assume logo?

A bem da transparência, uma vez que a FMF não responde ao presidente do Moto, a entidade deveria disponibilizar em seu site as informações sobre cotas e antecipação de receita aos clubes.

Não entra na cabeça de ninguém que a FMF, intermedie junto à CBF, a liberação das cotas e não informe nada. Nem ao presidente do clube e muito menos à imprensa e ao torcedor rubro-negro.

Se as coisas continuarem dessa forma no Moto, o torcedor que aguarde mais um ano de muita turbulência….

Foto: Lucas Almeida

 

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O Maranhão de verdade

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O depoimento do médico Alan Roberto Costa Silva, que trabalha no Socorrão I, dá a dimensão a que se reduziu a saúde pública no Maranhão. Com corredores lotados de pacientes internados, o hospital municipal tem oito de 10 pacientes oriundos do interior do estado. Isso é resultado, segundo o médico, de desestruturação das unidades de saúde estaduais no interior e da política de saúde ineficiente das prefeituras.

O que Alan Roberto explanou pode ser percebido facilmente, já que o Governo do Estado reduziu os hospitais de 20 leitos no interior, sucateou as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e investiu cerca de R$ 32 milhões em ambulância para as prefeituras, o que reforçou a vinda de pacientes que chegam aos Socorrões.

O resultado não poderia ser diferente: prefeitos enviando pacientes nas ambulâncias distribuídas pelo governo comunista para a capital, superlotando o hospital de urgência e emergência da cidade.

Este é o Maranhão de verdade, que tem ainda índices sociais e econômicos preocupantes comprovados por órgãos oficiais como IBGE e CGU. A Macroplan, empresa brasileira de consultoria que se baseia nos dados oficiais, também mostrou que o estado é o “paraíso” dos índices vexatórios. Saúde, Educação, Segurança, Economia e Desenvolvimento Social têm dados que deixam o Maranhão sempre entre os últimos – e na maior parte das vezes em último mesmo – entre os estados da federação.

E a tristeza maior é verificar que os membros do governo estadual tentam mostrar um outro Maranhão: aquele das peças publicitárias.

O secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry, reuniu a imprensa para apresentar dados que somente a gestão comunista tem e que vão de encontro a todos os números oficiais divulgados.

No Maranhão encantado de Dino e Jerry, o cenário é bom. E o que existe de ruim foi culpa da macroeconomia, do governo federal e do aquecimento global. O governador? Segundo Jerry, somente acertou.

Mas a realidade escancara o estado assim: povo sofrido, mais da metade vivendo na extrema pobreza, desemprego elevado, saúde sucateada, pressão no contribuinte com mais impostos e pouca perspectiva de que haverá melhora.

Estado Maior

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