Meta alcançada

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aftosaRibamar

O município de São José de Ribamar alcançou, mais uma vez, o índice de 100% de cobertura vacinal no combate a Febre Aftosa.

A informação foi confirmada pela Unidade Veterinária Local da cidade, ligada a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED), que enviou, esta semana, comunicado ao prefeito Gil Cutrim parabenizando a administração pelo trabalho executado por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semagri).

O resultado obtido foi excelente e repercute a importância da parceria entre a Prefeitura e Estado, destacando que as doses de vacinas foram disponibilizadas gratuitamente pelo governo municipal, assim como a veterinária e o técnico da Semagri que, em conjunto com o profissional da AGED, visitaram os criadores para aplicar a vacina no rebanho bovino e bubalino.

Este índice foi alcançado também em função da divulgação da campanha conscientizando o proprietário de animal ou dono de rebanho sobre a importância da vacinação e comprovação da mesma junto da UVL em Ribamar, que fica localizado no bairro Tijupá Queimado (em frente ao Maiobão) e que atende ainda os municípios de Raposa e Paço do Lumiar.

É importante lembrar que, conforme determinação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, todos os criadores devem vacinar seus rebanhos bovinos e bubalinos, sob pena de sanções que vão de multas a impedimento de transitar com seus animais fora da propriedade ou comercializá-los.

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Combate à aftosa

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campanha_aftosaA Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima) e a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) realizam nesta segunda-feira (4), às 16h, no Parque Independência. com apoio da Associação dos Criadores do Estado do Maranhão (Ascem), o lançamento oficial da 2ª etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Maranhão para  tentar sensibilizar os criadores para a importância da vacinação para manter o estado com a classificação sanitária de zona livre da doença, conquistado no início do mês de setembro deste ano.

Nessa etapa da campanha, segundo levantamento da Aged o Maranhão precisa imunizar mais de 7,5 milhões de cabeças de bovinos e bubalinos até o dia 30 deste mês, quando será encerrado o período oficial de vacinação determinado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

”A obrigatoriedade da vacinação permanece, assim como em praticamente todos os estados brasileiros que conquistaram a zona livre – apenas Santa Catarina é dispensada da obrigatoriedade da vacinação anual -, porém, brevemente esperamos receber a certificação internacional de zona livre, o que, apesar de não nos eximir do dever de imunizar o rebanho nos permitirá exportar nosso gado para os principais mercados compradores de carne do mundo”,  garante Cláudio azevedo, secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Juntamente com o Maranhão, foram certificados nacionalmente como zonas livres de febre aftosa com vacinação os estados do Pará, Ceará, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. A Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que decidirá se os estados receberão ou não a certificação internacional de zona livre da doença, está marcada para acontecer em maio de 2014.

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Livre da aftosa

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Antonio-Andrade

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, participa hoje (2), em São Luís da assinatura de instrução normativa federal que reconhecerá, oficialmente, o estado do Maranhão como zona livre de febre aftosa com vacinação. A solenidade acontecerá no Parque Independência, às 14h30, e contará com a presença da governadora Roseana Sarney.

Com esse reconhecimento, o Maranhão se junta a um bloco de sete estados nordestinos e o Norte do Pará, que conquistaram a elevação da classificação sanitária em nível nacional, e pleitearão o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa com vacinação, emitido pela Organização Mundial de Saúde Animal, que decidirá pelo pleito durante Assembleia Ordinária anual, que acontecerá no mês de maio de 2014, na França.

A conquista da zona livre de febre aftosa é a realização de um sonho dos pecuaristas maranhenses e o resultado de um intenso trabalho do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima), e seu órgão vinculado, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), para cumprimento de todas as exigências federais e internacionais para o novo status sanitário.

Para o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cláudio Azevedo, a zona livre de febre aftosa, também, é uma conquista pessoal, visto que desde 1992, quando era presidente da Associação dos Criadores do Estado do Maranhão – cargo que ocupou por 14 anos – luta pela viabilidade do reconhecimento dessa classificação sanitária para o estado.

O Projeto de Ampliação da Zona Livre de Febre Aftosa foi iniciado em fevereiro de 2011, durante evento que reuniu em Maceió os secretários de estado de agricultura e diretores de agências agropecuárias dos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco e Pará e representantes do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A partir daí os estados firmaram um pacto para atender a uma série de exigências determinadas pelo Mapa para que conquistassem o reconhecimento nacional de zona livre de febre aftosa e pudessem pleitear junto à Organização Mundial de Saúde Animal o reconhecimento internacional do novo status sanitário.

Durante esse período, foram realizadas cinco campanhas de vacinação contra a febre aftosa, e duas auditorias que mediram a eficiência, infraestrutura e capilaridade dos serviços de atenção veterinária dos estados, coordenados pelas agências de defesa agropecuária.

Nessas auditorias, o Maranhão se destacou cumprindo 89% dos requisitos na primeira avaliação e 100% na segunda.

A última etapa para a nova classificação sanitária foi a realização do inquérito epidemiológico, que teve como objetivo comprovar a não circulação do vírus da febre aftosa nos estados concorrentes. Mais uma vez, o Maranhão foi destaque, visto que foi o primeiro estado a concluir a sorologia, ainda em dezembro de 2012.

Foram coletadas amostras de sangue em cerca de 11 mil animais, de aproximadamente 400 propriedades. As coletas foram realizadas por técnicos da Aged treinados por representantes do Ministério.

O reconhecimento internacional será solicitado logo após a assinatura da portaria ministerial de reconhecimento de zona livre de febre aftosa para a Região Nordeste e Pará, no próximo mês de outubro.

Segundo o Mapa, o governo federal investiu em 2011/2012 R$ 32.466.338,23 em convênios e R$ 2.385.195,74 em ações de execução direta nos estados da Região Nordeste e Pará.

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