Ambev compra mandioca produzida em Santa Rita

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A Prefeitura de Santa Rita, através da Secretaria Municipal de Agricultura e do programa Santa Rita produtiva, firmou uma parceria com a AMBEV, fabricante da cerveja Magnífica e o município passará agora a fornecer a matéria-prima para a produção da bebida alcóolica. De acordo com o prefeito Hilton Gonçalo, já está programada a aquisição de 50 mil quilos de mandioca dos produtores do municipio.

A AMBEV, está buscando mandioca de qualidade proveniente da agricultura famíliar, apostando no micro empreendedor. O produto agrícola deve ser legitimamente maranhense e a ideia é que essa produção gere emprego e renda no estado.

Cada tonelada de mandioca será adquirida por R$534, ou seja, o valor total dessa primeira remessa será de R$26700, o valor é repassado integralmente aos produtores.

“Com essa parceria firmada, Santa Rita agora também irá nos fornecer Mandioca de qualidade, para que possamos continuar fabricando uma cervreja de qualidade e espalhando por todo o Brasil um pouco do gostinho maranhense. O prefeito Hilton Gonçalo e o Secretário Berré, demonstraram bastante interesse e isso é bom para o município, para o agricultor e para nós da AMBEV”, destacou Vitor Monteiro, representante da AMBEV.

O secretário Berré, falou que parcerias como essas só são possíveis, quando se tem interesse por parte da administração municipal e que o prefeito Hilton Gonçalo, não mede esforços quando o assunto é investir no micro e pequeno empreendedor e isso com certeza irá ajudar os agricultores economicamente.

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Hilton discute produção de mandioca com AMBEV

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O prefeito Hilton Gonçalo participou na última quinta-feira (14), de uma reunião com representante da AMBEV e membros da Federação da Agricultura e Pecuária do Maranhão, para discutir o aumento do plantio da mandioca que serve como matéria-prima para a produção da cerveja Magnífica.

Hilton Gonçalo acredita que o potencial agrícola do Maranhão, especialmente do município de Santa Rita, no plantio de mandioca deve ser melhor aproveitado pela AMBEV, que atualmente compra o produto agrícola, mas envia para Pernambuco para transformá-lo em fécula e aí sim ocorrer a produção da cerveja.

O prefeito de Santa Rita inclusive sugeriu que possa ser discutida a construção de uma fecularia no Maranhão, afinal assim existiria geração de emprego e renda no estado, além de deixar o custo da produção da Magnífica mais barato.

Atualmente a Ambev está produzindo duas cervejas à base de mandioca, a Magnífica no Maranhão e a Nossa em Pernambuco, ambas são vendidas de forma exclusiva somente nos dois estados.

Durante a reunião que contou com a participação do presidente da FAEMA e do Sebrae, Raimundo Coelho, assim como do vice-presidente do Sebrae, Celso Gonçalo, foi abordado o assunto da distribuição da cerveja que ainda não está presente nos grandes supermercados do Maranhão.

O representante da AMBEV explicou que isso decorre por conta da produção, que ainda não atende toda a demanda. Diante desse fato, mais uma vez foi sugerida a ampliação e o incentivo à produção da mandioca no estado.

Hilton Gonçalo é um incentivador do desenvolvimento agrícola de Santa Rita, e por isso ele defende que a mandioca não deve ser usada apenas para a produção de farinha. “Acabou aquela história que Santa Rita era conhecida por ser a terra da farinha, hoje nós produzimos muito mais, claro que mantemos a tradição da nossa deliciosa farinha, mas atualmente somos produtores de outras culturas agrícolas, assim como temos um grande potencial na piscicultura”, declarou.

Foto: Divulgação

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Maranhão Basquete leva ‘calote’ da Ambev

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IzianeSampaio1

Dirigente do Maranhão Basquete alega que levou calote da Ambev em R$ 1 milhão 750 mil

O Maranhão Basquete não disputará a Liga de Basquete Feminino (LBF) 2016/2017. O anúncio foi feito pelo presidente Betinho Lima. Ele alega um “calote” da Ambev que não repassou a cota de patrocínio referente às duas últimas temporadas.

O prejuízo do Maranhão Basquete é da ordem de R$ 1 milhão 750 mil reais. O dinheiro deveria ter sido utilizado para pagamento dos sala´rios de jogadores e comissão técnica.

Betinho Lima adiantou também que o Maranhão Basquete ingressou com ação na Justiça contra a Ambev cobrando o repasse.

“Eles estão nos devendo R$ 650 mil referentes duas últimas cotas da temporada 2015 e R$ 1,1 milhão deste ano. Eles deixaram de pagar as duas últimas cotas do ano passado e não pagaram nenhuma cota deste ano. Nós tentamos entrar em contato com a Ambev para mediar pelo menos um acordo, mas não conseguimos. Como estamos sendo cobrados e não temos como pagar, a gente foi obrigado a entrar na Justiça contra a empresa”, disse.

O dirigente afirmou que atletas como Iziane cobram na Justiça o pagamento dos salários referentes à temporada de 2015 quando atuou pelo Maranhão Basquete.

“Como não recebemos o patrocínio da Ambev não tivemos como honrar as duas últimas folhas da temporada 2015. Uma as atletas é a Iziane, que entrou na Justiça nos cobrando os salários não pagos.Além, delas estamos devendo membros da comissão técnica e fornecedores como hotel entre outros. A situação é constrangedora, porque trabalho com Basquete há mais de 18 anos e nunca fiquei devendo ninguém”.

Por conta da dívida, Betinho Lima confirmou que o Maranhão Basquete não disputará a Liga na qual ficou na terceira colocação na temporada passada.

“Achamos melhor organizar a casa primeiro e depois a gente volta a pensar em competição. Nessa temporada, apenas a Potiguar nos patrocinou e foi quem nos ajudou a participar da competição. Se não fosse pela Potiguar não teríamos participado. Entretanto, a empresa só poderá nos ajudar no próximo ano. Com isso, decidimos nos preparar melhor para a outra temporada”, finalizou.

Em nota encaminhada pela assessoria, “a Ambev afirma que o contrato de 2015 foi devidamente quitado e que, em 2016, não houve celebração de contrato com o clube.”

Foto: Biaman Prado

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