Augusto Barros deixa a Delegacia Geral

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O delegado Augusto Barros confirmou nesta terça-feira (29) a sua saída do comando da Delegacia Geral do Maranhão. O substituto será o delegado Lawrence Melo que comandava Superintendência de Combate a Corrupção (Secor).

Em nota, o delegado Augusto Barros disse entender como natural os processos de mudanças e acertos em equipes de governo.

O motivoda saída de Augusto Barros do cargo é desconhecido, mas o fato é que a Segurança Pública perde um excelente nome e que vinha desempenhando mais uma vez um grande trabalho na Delegacia Geral.

Se a saída de Augusto Barros já faz parte das “mudanças” que serão promovidas pelo governador Flávio Dino no próximo ano diria que começou errado.

Leia a nota:

“Informo a todos que deixo o comando da Delegacia Geral de Polícia Civil do Maranhão, agradecendo a oportunidade confiada a mim de implementar diversos projetos de largo alcance social através do aprimoramento da prestação de serviços de polícia judiciária.

Todo meu reconhecimento aos excelentes profissionais, policiais civis, escrivães, investigadores, peritos e delegados, assim como ao corpo administrativo e à Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, bem como à todos que contribuíram com nosso trabalho.

A recomposição do sistema de segurança depende da própria recomposição do tecido social, trabalho que levará gerações pois que depende de múltiplos fatores, quase todos extrínsecos à prevenção e repressão policial, já que falamos da origem e causas do crime; neste ínterim, modelos de gestão e organizações administrativas diversas devem tomar lugar.

Assim, entendemos como naturais os processos de mudança e acertos em equipes de governo, afiançando toda nossa força de trabalho à disposição da Polícia Civil, do sistema de segurança e de toda sociedade maranhense”.

Augusto Barros Neto
Delegado de Polícia

Foto: Flora Dolores/ O Estado

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Definições na Polícia

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FlavioDino

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Investigação na Câmara

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AugustoBarrosA investigação sobre agiotagem na Câmara de São Luís está em pleno andamento na sede da Superintendência Estadual de Investigações Criminais.

Segundo o blog do Marcial Lima, três delegados integram a comissão que investiga o escândalo que envolve a ex-funcionária do Bradesco Raimunda Célia, e, pelas investigações, integrantes do poder legislativo de São Luis.

Até agora, segundo o delegado Augusto Barros, Superintendente da SEIC, nenhum vereador foi envolvido. No decorrer do inquérito, vários parlamentares prestarão esclarecimentos à polícia civil, entre eles, integrantes da mesa diretora.

O vereador Isaias Pereirinha, presidente da casa, deve ser um dos primeiros a serem convidados pela comissão de delegados. Augusto Barros disse que está sendo investigado o crime de agiotagem. Escute aqui no blog o que ele diz a respeito.

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Golpe do falso sequestro

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A Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio da Polícia Civil, tem recebido, nos últimos dias, novas denúncias de casos de falsos sequestros seguidos de extorsão, ocorridos na capital. O falso sequestro é um crime no qual indivíduos ligam para a vítima dizendo que um suposto parente está sequestrado, e a partir disso, exigem o depósito de certa quantia em dinheiro para poder ‘libertar o sequestrado’.

Diante desses fatos, a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) informa à população como se prevenir para não cair em golpes desta natureza, visando diminuir os índices de vítimas desse tipo de crime em São Luís e em cidades do interior.

Dados da Seic mostram que esse tipo de crime voltou a acontecer com bastante frequência nas últimas semanas. Em média são cerca de oito denúncias recebidas pela Seic. “Esse número representa apenas uma média, muitas pessoas caem no golpe, mas não levam o caso à polícia. Por conta disso, estamos novamente alertando a população sobre os riscos e como evitar para não se tornar mais uma vítima desse golpe”, avisou o delegado superintendente da Seic, Augusto Barros.

Em um dos últimos casos registrados na última quinta-feira (27), a vítima foi levada a acreditar que a esposa teria sido sequestrada, fato que o fez depositar a quantia de R$ 15 mil em uma conta bancária “laranja” repassada pelos autores do crime.

Normalmente esse golpe se inicia por uma ligação a telefones residenciais. O delegado Augusto explicou que, na maioria dos casos, isso acontece porque as casas não possuem identificador de chamadas e muitas vezes, os bandidos tentam ligar de números restritos ou usando alguma técnica que dissimulam o número, tornando-os incompletos. “Ligando para residência, quem atende é uma pessoa idosa ou um funcionário da casa, aumentando a margem de obtenção de informações sobre os ocupantes da casa, se passando por um amigo, um parente ou uma empresa de telemarketing”, disse o delegado, orientando que é necessário a pessoa ter muita cautela e calma para evitar cair nesse tipo de golpe.

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