Adriano diz que manterá ‘oposição responsável’

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O deputado estadual Adriano Sarney (PV) foi o entrevistado desta quarta-feira (21), no Abrindo o Verbo, com Geraldo Castro, na Rádio Mirante AM. Reeleito com 50.679 votos, Adriano disse que conseguiu aumentar a sua votação e que isso mostra que o povo do Maranhão aprovou o seu primeiro mandato.

“Eu fui reeleito com mais 50 mil votos e consegui aumentar a minha votação o que me deixa muito feliz e significa que o povo do Maranhão aprovou o meu mandato, a minha forma de fazer política e a minha forma de fazer Oposição competente na Assembleia Legislativa. Costumam dizer que a reeleição é muito mais difícil do que a eleição e eu, graças a Deus e ao meu trabalho neste primeiro mandato consegui êxito. E neste segundo mandato trabalharei ainda muito mais pelo povo do Maranhão e para quem sabe a gente possa certamente alçar vôos maiores no futuro”, disse.

Adriano Sarney disse que continuará exercendo o papel de Oposição responsável ao governo de Flávio Dino (PCdoB), mas que o seu mandato também será propositivo. O parlamentar criticou os gastos do governo com propaganda.

“Certamente, agora é hora de desmistificar. Nós todos sabemos que governo comunista que está ai é muito bom em fazer propaganda. Isso ninguém pode negar que esse governo faz muita propaganda e gasta muito em propaganda. Se o governo gastasse menos com a Comunicação, eu acho que o Maranhão estaria em condições muito melhor em termos financeiros. O governo gasta tanto gastou tanto com mídia para reeleger o governador e agora mais do que nunca com o projeto pessoal do governador que quer ser conhecido nacionalmente, nós já estamos vendo o resultado de tudo isso. Dificuldade para pagar funcionários, atraso no pagamento de fornecedores e aumento da extrema pobreza, o PIB do estado do Maranhão que caiu muito mais do que a média nacional e não podemos culpar uma crise externa, mas culpar a gestão que está ai, a gestão comunista que vem fazendo um péssimo serviço na realidade, mas que na propaganda parece que tudo está maravilhoso. Vou continuar sendo uma das poucas vozes na Assembleia Legislatura contra o atual governo, mas também continuaremos com o mandato propositivo como fizemos até aqui”, explicou.

O deputado também destacou o projeto de Lei nº 162/2018, de sua autoria, que cria o Código de Defesa do Contribuinte do Maranhão.

“O Código do Contribuinte é uma lei inovadora no país. Existe o Código do Consumidor, mas não existe o Código do Contribuinte. Dentro dele existem inúmeras lei que permite que você se defenda de muitas ações. Foi aprovado por unanimidade na Assembleia e agora está na mesa do governador e esperamos agora que seja sancionado porque é uma lei muito importante aos nossos contribuintes”.

Adriano voltou a questionar a retirada pelo governo dos recursos do FEPa e disse que há 4 anos atrás o FEPA tinha R$ 1,2 bilhão guardados e que teve acesso a números do próprio governo referente ao mês de setembro e que o fundo tem pouco mais de 161 milhões.

O parlamentar finalizou a entrevista explicando a sua decisão pessoal de declarar voto em Jair Bolsonaro no 2º turno da eleição.

“Eu não poderia deixar de fazer o contraponto ao governador que estava apoiando o Haddad. O Haddad e o PT foram desleais com o nosso grupo. O Haddad, mal caráter veio ao Maranhão e pediu apoio ao Flávio Dino e fez alguns comentários desleais. Se tem alguém que defendeu o Lula esse alguém foi José Sarney. Nesse sentido, eu decidi e foi uma decisão minha apoiar o Bolsonaro no segundo turno de livre e espontânea vontade e porque nós precisávamos dessa renovação e pelo mau caratismo do Haddad”, finalizou.

Foto: Zeca Soares

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Honorato destaca importância da Feira do Livro

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O vereador Honorato Fernandes (PT), em pronunciamento realizado na última segunda-feira(18) no plenário da Câmara Municipal de São Luís, parabenizou a Prefeitura de São Luís pela realização da 12ª Feira do Livro de São Luís e não economizou críticas à conduta do futuro presidente Jair Bolsonaro ao pontuar várias ações “desastrosas”, como denominou o parlamentar, do chefe de estado recém eleito.

A 12ª edição da Feira do Livro de São Luís foi o primeiro assunto pautado pelo parlamentar, que destacou a importância da iniciativa para o estímulo à leitura, parabenizando ainda a Prefeitura pela realização do evento, que já integra o calendário cultural da capital maranhense.

“Quero parabenizar a Prefeitura de São Luís pela execução da 12ª edição da Feira do Livro de São Luís, uma iniciativa importante e por isso deve ser destacada, por valorizar e incentivar a prática da leitura. Um sociedade formada por indivíduos que não lêem é uma sociedade composta por pessoas sem senso crítico e sem consciência cidadã”, destacou Honorato.

O parlamentar deu sequência ao pronunciamento, fazendo ainda um breve resumo das ações “desastrosas”, já cometidas pelo futuro presidente Jair Bolsonaro, embora o mesmo ainda não tenha nem tomado posse. Dentre as ações, Honorato destacou a saída dos médicos cubanos do Programa Mais Médicos.

“O futuro presidente tem adotado posturas que só têm colocado o nosso país em descrédito, no que diz respeito a sua política externa. Citemos, por exemplo, a decisão de Cuba deixar o programa Mais Médicos após as declarações ameaçadoras de Bolsonaro de que expulsaria os médicos cubanos com base na prova do Revalida. Uma postura de completo desrespeito com os médicos cubanos, que, desde 2013, atuam nos redutos mais longínquos desse país, levando atendimento em saúde básica para a população de baixa renda, povos tradicionais e comunidades indígenas, outrora abandonados pelo serviço de saúde pública”, disse o vereador.

Honorato finalizou as críticas destacando ainda, na lista das ações “desastrosas”: a infeliz fala de Bolsonaro quando desqualificou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no que tange a produção de dados de desemprego no país, o que provocou o posicionamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em defesa do IBGE; a intenção do futuro presidente de criminalizar movimentos sociais e ONG’s, por meio de um projeto de lei que já tramita no Congresso; a tentativa de fusão do Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente, bem como de extinção do Ministério do Trabalho; o atrito diplomático entre Brasil e Egito após Bolsonaro defender o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, e não da Palestina, levando o Brasil para o centro de uma guerra armada entre judeus e palestinos, que dura mais de meio século.

Foto: Zagroz Neto

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Edilázio repudia decreto editado por Flávio Dino

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O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão de hoje para criticar o decreto baixado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) contra o “Escola Sem Partido” na educação estadual.

Para o parlamentar, a intenção do comunista com o decreto é tão somente tentar criar uma pauta nacional de contraponto ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

“Flávio Dino está terminando o quarto ano de mandato, por que ele não fez isso antes? Ele só fez depois de Bolsonaro ganhar a eleição. Isso porque um das bandeiras do presidente eleito é a Escola Sem Partido”, disse.

De acordo com Edilázio, a proposta do presidente eleito é a mais consistente e saudável para a criança que está em sala de aula, uma vez que há no país uma divisão com extremismo entre militantes políticos de direita e de esquerda.

“Escola sem partido é algo de extrema importância no momento político que o país vem enfrentando, tanto pela esquerda que vem batendo muito forte e também pela direita, esses dois extremismos que o país vem enfrentando hoje. Precisamos educar essas crianças sem esses extremismos”, enfatizou.

“Criança tem de ir para a escola para estudar Português, Química, Física, Matemática. Não tem que ir para a escola para professor, que é sindicalizado, estar dando aula e falando que a esquerda é melhor por isso, por isso e por isso. Que a Lei Rouanet é importante por isso, por isso e por isso. Ou ter um professor de direita dizendo que tem que ter arma, que tem que ter isso, que é importante por isso ou por aquilo. Uma criança hoje com 10  anos de idade, tem mais informações do que nós quando tínhamos 16, 17 anos, por conta das redes sociais, do celular, da internet a que todos têm fácil acesso. Então vamos deixar as nossas crianças, os nossos jovens na escola para aprender didática. Aprender as matérias para o Enem e deixar a política para fora da sala de aula”, completou.

Ele lembrou que o presidente eleito tem ignorado as provocações de Flávio Dino e classificou o decreto do maranhense de inconstitucional.

“O governador do Maranhão quer entrar numa disputa de bate-boca, mas o presidente eleito tem se saído muito bem”, finalizou.

Foto: Kristiano Simas/Agência Assembleia

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Flávio Dino não confirma reunião com Bolsonaro

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O governador Flávio Dino (PCdoB) ainda não confirmou se participa ou não de uma reunião, agendada para esta quarta-feira (14), em Brasília com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Procurada pelo Blog do Zeca Soares, a assessoria do governador informou que a participação de Flávio Dino “ainda está sem confirmação”.

No fim da tarde desta terça-feira (13), o secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry respondeu ao blog.  “A reunião foi convocada pelo governador eleito de São Paulo, João Dória, e não pelo presidente eleito. O Fórum de Governadores do Nordeste designou o governador do Piauí, Welington Dias, para representar os governadores nordestinos”, disse.

Flávio Dino que está em Brasília tem sido um crítico severo do presidente Jair Bolsonaro desde a campanha eleitoral. No dia 23 de outubro, Flávio Dino chegou a comparar Bolsonaro a “Drácula”.

Um dia antes, Flávio Dino já havia usado o termo “filhote de fascista” para se dirigir ao filho do presidente Jair Bolsonaro.

Mesmo após a derrota do seu candidato Fernando Haddad (PT), Flávio Dino mantém as críticas ao presidente eleito nas redes sociais.

Ontem, ao editar o decreto “Escola Sem Censura”, Dino disparou: “Falar em “Escola Sem Partido” tem servido para encobrir propósitos autoritários incompatíveis com a nossa Constituição e com uma educação digna”, disse ao alfinetar mais uma vez Bolsonaro.

Até agora, confirmaram presença os governadores eleitos do Acre, Gladon Cameli; Amapá, Waldez Góes; Amazonas, Wilson Lima; Distrito Federal, Ibaneis Rocha; de Goiás, Ronaldo Caiado; Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; Minas Gerais, Romeu Zema; Mato Grosso, Mauro Mendes; do Pará, Helder Barbalho; Paraná, Ratinho Júnior;, Rio de Janeiro, Wilson Witzel; Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Roraima, Antonio Denarium; Santa Catarina, Coronel Carlos Moisés da Silva; São Paulo, João Doria; e do Tocantins, Mauro Carlesse.

Resta saber se o governador terá coragem de encarar Jair Bolsonaro ou vai mandar um representante como fez no governo de Michel Temer (MDB).

Ou simplesmente vai ignorar a reunião.

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Edilázio repreende Dino: ‘respeite a vontade do povo’

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O deputado estadual Edilázio Júnior (PSD) cobrou do governador Flávio Dino (PCdoB), na sessão de hoje na Assembleia Legislativa, postura democrática e de civilidade em relação ao presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Edilázio citou como exemplo a solenidade de comemoração dos 30 anos da Constituição Federal, realizada ontem no Congresso Nacional, em que agentes públicos de diferentes linhas partidárias, ideológicas e políticas, além de representantes do Poder Judiciário do país, agiram em respeito à Carta Magna e em relação próprio presidente eleito, presente na sessão especial.

Edilázio advertiu Flávio Dino e pediu para que o comunista espere, pelo menos, o início do mandato de Bolsonaro.

“Peço para que os aliados do nosso governador, apesar da dificuldade que ele tem para o diálogo, falem a ele que a exemplo do Maranhão, onde a democracia foi respeitada na eleição, da mesma forma foi o pleito presidencial. A vontade popular foi prevaleceu na eleição de Jair Bolsonaro”, disse.

Ele citou a crítica de Dino ao convite formalizado ao juiz Sérgio Moro, e cobrou respeito às instituições.

“O governador sem ter mais até assunto para falar do presidente eleito, vai para as redes sociais até falar da posse de Brasília, que ocorrerá no dia 1º de janeiro, comparando com a sua no Maranhão. Vai para as redes sociais dizer que a posse dele, no dia 1º de janeiro é uma posse democrática, será uma posse alegre, uma posse feliz, uma posse festiva, com plumas e paetês e vai e ataca a posse do Presidente eleito com mais de 55 milhões de votos em Brasília. Então o Governador tem de saber respeitar a maioria, como nós respeitamos a maioria do estado do Maranhão”, completou.

No fim do discurso, ele afirmou que apesar de querer se promover nacionalmente, Flávio Dino precisa esperar pelo menos posse e os primeiros atos do presidente eleito.

“Se quer entrar nesse embate nacional, que aguarde mais um tempo, que dê uma quarentena, que espere os primeiros atos, os primeiros movimentos do presidente eleito, como a própria oposição fez aqui no Maranhão. Assim foi a ex-governadora Roseana, que deu essa quarentena ao presidente, o Lobão Filho, o Edson Lobão, enfim, todos esperaram o governo Flávio Dino, dois anos, para que pudesse aflorar novamente a oposição e fazer os contrapontos. Então governador, tenha um pouquinho de paciência, aguarde os atos que o presidente eleito terá”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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A primeira das reformas

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Por José Sarney

O Brasil é o país das reformas. Nunca deixou de estar na agenda política, desde os tempos de Nabuco de Araújo, Conselheiro, Senador e pai do grande Joaquim Nabuco, quando, no manifesto do Partido Liberal, no Século XIX, lançou o dilema de reforma ou revolução. O mesmo dilema viveu o socialismo na famosa discussão entre Rosa Luxemburgo e Eduard Bernstein. Ela partidária da luta de classe — a revolução —, o outro da socialdemocracia das reformas paulatinas, a que chamavam de reforma social (o SPD, cujo controle disputavam, ainda é um dos principais partidos alemães).

Agora, mais uma vez, só se fala em reformas, só que agora pontuais, da previdência, da política, do sistema eleitoral, e tudo mais, porque nada agrada a ninguém.

Sempre defendi que a principal reforma que devíamos fazer no Brasil era a reforma administrativa. Quando se fala em burocracia, papelada, demora, superposição de órgãos e atribuições, emperramento da máquina, custo Brasil, tudo isso nada mais é do que uma estrutura administrativa bolorenta, antiquada e emperrada.

Qualquer que seja o assunto que tenha o cidadão com o poder público esbarra numa série de órgãos que devem opinar, autorizar, além de precisar de reconhecimento de firma, certidões etc. Calculem que agora mesmo, para o registro de candidaturas nas eleições, o candidato tinha que apresentar uma dezena de documentos. Tudo isso podia ser resolvido com uma declaração do candidato “estou apto pela lei a ser candidato”. Se não tiver que arque com as sanções legais. Mas aqui não se acredita na seriedade da cidadania nem o poder público na palavra dos requerentes. Ninguém acredita que a lei pune a mentira e todos arrumam certidões mentirosas.

Vejo o presidente eleito Bolsonaro vivendo esse momento. Todos querem extinguir ou preservar órgãos públicos. E a administração entra numa perplexidade de não saber o que vai acontecer.

Quando assumi o governo do Maranhão a primeira coisa que fiz foi a reforma administrativa, feita em serviço, isto é, dentro da repartição e acompanhando o processo. Daí chegamos ao que que era necessário acabar e ao que tínhamos que modificar. Como não tínhamos recursos humanos para essa tarefa de modernização, fizemos convênio com o Instituto do Serviço Público da Bahia (referência no assunto) e, através da Usaid, que era a agência americana para o desenvolvimento internacional, trouxemos a Universidade de Miami para trabalhar conosco.

Deixamos uma máquina ágil, desburocratizada, que concluiu pela necessidade da fundação de uma Faculdade de Administração, que criamos, para formar recursos humanos para o setor.

Depois, na Presidência da República, tentei fazer o mesmo. Não consegui. A reação foi tão grande, o lobby dos privilégios foi tão forte, que a coisa não andou. Apenas criei uma instituição necessária, a ENAP — Escola Nacional de Administração Pública, que, infelizmente, não tem o destaque que merece.

Esse ideal de desemperrar a administração é de sempre. Mas é difícil. O Bolsonaro vai provar desse desejo e o poderá satisfazer.

Coluna do Sarney

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Flávio Dino chama Bolsonaro de ‘Drácula’

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O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a criticar o candidato do PSL à presidência da República. Dino comparou Bolsonaro a “Drácula” em entrevista a Folha e nas redes sociais.

“Um candidato que só ataca nas trevas e não pode debater na luz, pois se revela um ditador, é como o Conde Drácula. Deus nos livre desse filme de terror. Foi o que disse ontem e a Folha de S. Paulo registrou.”, escreveu.

Na entrevista à Folha, Flávio Dino disse que debate público é “mortal” para Bolsonaro.

“Os arroubos ditatoriais fazem com que Bolsonaro se pareça com Drácula. Debate público, à luz do sol, é mortal para ele”, afirmou.

Desde que foi definido o segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, o governador Flávio Dino decidiu partir para cima do candidato do PSL deixando claro que será um severo crítico do líder nas pesquisas para a presidência.

Jair Bolsonaro simplesmente ignorou todas as críticas do governador do Maranhão nas redes sociais.

O resultado das críticas vamos saber mais na frente caso Bolsonaro confirme nas urnas o favoritismo apontado pelas pesquisas.

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Pesquisa Datafolha: Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%

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O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (28) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 9 mil eleitores entre quarta-feira (26) e sexta-feira (28).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 10%
Marina Silva (Rede): 5%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 10%
Não sabe/não respondeu: 5%

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 9 mil eleitores em 343 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 26, 27 e 28 de setembro
Registro no TSE: BR-08687/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo”

Leia no G1

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Pesquisa Ibope: Bolsonaro, 27%; Haddad, 21%

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O Ibope divulgou nesta quarta-feira (26) a mais recente pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios no sábado (22), domingo (23) e segunda-feira (24).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 27%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 6%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 11%
Não sabe/não respondeu: 7%

Simulações de segundo turno

Haddad 42% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 4%)
Ciro 44% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)
Alckmin 40% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 3%)
Bolsonaro 40% x 38% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 3%)

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2 mil eleitores em 126 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 22, 23 e 24 de setembro
Registro no TSE: BR-04669/2018
Nível de confiança: 95%
Contratante da pesquisa: Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Leia no G1

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Pesquisa Ibope: Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%

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O Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 5%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 6%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2.506 eleitores em 178 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 22 e 23 de setembro
Registro no TSE: BR-06630/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

Leia no G1

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