Flávio Dino mantém silêncio sobre chacina em SL

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O governador Flávio Dino (PCdoB) mantém silêncio sobre a chacina de jovens da zona rural de São Luís, que a abalou a população na última semana.

Os jovens, que tinham entre 14 e 17 anos, foram encontrados mortos na região do Coquilho, nas proximidades de uma obra de construção de um residencial do programa Minha Casa Minha Vida.

Todos tinham perfurações de arma de fogo nas mãos e na nuca. O crime, que pode envolver agente de segurança pública, chocou a população.

Na semana passada vigilantes da empresa que faz a segurança da obra e dois policiais militares foram ouvidos pela Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP) da Polícia Civil.

“As armas dos policiais e do agente penitenciário que estavam realizando serviços de vigilância, pessoais ou da corporação, serão apreendidas, para serem periciadas”, disse na ocasião, Lúcio Reis, titular da SHPP.

Apesar de o crime bárbaro ter abalado a população da capital e ter chamado a atenção da imprensa nacional, o governador Flávio Dino ignorou o tema.

Ele havia dito, duas semanas antes da chacina, em seu perfil em rede social, que os índices de violência em São Luís haviam diminuído em sua gestão.

Na publicação, o chefe do Executivo pediu para que o internauta fizesse uma comparação nos gráficos, dos dados referentes ao seu governo em relação à gestão passada.

Depois da chacina, contudo, não voltou a falar no assunto.

O Estado

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Chacina e horror

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A chacina registrada na última sexta-feira no povoado Mato Grosso, Zona Rural de São Luís, atesta a incompetência e a falta de comando da Segurança Pública no estado.

Enquanto gestores da SSP se preocupam em atacar a imprensa, criminosos andam sem destemor, unidos até a gente da própria Segurança Pública, para espalhar terror e dor à população.

Uma lamentável e triste situação.

Violência

E não se passaram sequer duas semanas, depois de o governador Flávio Dino armar nas redes sociais que houve redução no índice de criminalidade na capital.

Não se sabe da credibilidade dos dados que a própria SSP apresenta. O que se enxerga nas ruas é uma violência desenfreada.

Assaltos a ônibus, assassinatos de jovens e trabalhadores e a população com medo de sair de suas próprias casas. Isso parece não ocorrer no mundo virtual de Flávio Dino…

Mais violência

Profissionais que atuam com o serviço de transporte de passageiros por meio do aplicativo Uber realizaram uma manifestação ontem, na capital.

O protesto, contra a Segurança Pública do estado, se deu em decorrência do assassinato de Edmilson Azevedo no bairro da Liberdade, durante uma tentativa de assalto.

Edmilson era motorista credenciado pelo aplicativo e estava trabalhando, quando foi surpreendido pelos bandidos.

Silêncio

Em gozo de férias, com todos os privilégios disponíveis ao chefe do Poder Executivo, o governador Flávio Dino silencia sobre os casos.

Depois de armar nas redes sociais que houve a redução no índice de criminalidade na capital, Dino não comenta a chacina dos jovens na Zona Rural e o assassinato do trabalhador de Uber.

Mas o silêncio do comunista não apaga as marcas deixadas pela violência no estado. É preciso agir de forma enérgica, trabalhar e combater a criminalidade.

Estado Maior

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Crime sem solução

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“O descaso continua”, diz Wellington ao cobrar punição após 2ª chacina de animais em São Luís

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) voltou a apresentar proposições em defesa dos animais. Dessa vez, o parlamentar solicitou à  Secretaria de Segurança Publica do Estado (SSP), à Delegacia de Meio Ambiente e ao Ministério Publico (MP) brevidade quanto as investigações a fim de descobrir a identidade de quem provocou a matança dos gatos, episódio que ocorreu no dia 10 de janeiro de 2017 e, também, no dia 23 de novembro de 2016.

O deputado Wellington propôs ainda a criação do Programa de Proteção Animal, além de cobrar ações da Prefeitura de São  Luís, a exemplo da ampliação do número de gatís, na Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ).

“Estamos diante da segunda chacina de gatos em menos de 45 dias. São atos de crueldade personificados no abandono de animais. Em novembro, mais de 30 gatos foram assassinados. A impunidade contribui para a prática de tais atos. Por isso, deixo aqui a  solicitação, a fim de que haja brevidade nessas investigações e se possa, então, punir os sujeitos. Infelizmente; ao que parece, o descaso com os animais continua e nós não podemos admitir isso.

O parlamentar ainda deixou um alerta as pessoas que tem um animal e não tem condições de criá-lo.

“Os animais que são deixados na “Praça dos Gatos” são indefesos, domesticados, mansos e abandonados por seus donos e vivem de doações. Infelizmente o local virou um depósito descartável de animais. Por isso, deixo um alerta para todos. Os que não tiverem condições de criar o animal tem a opção de mandar castrar ou doar, para que não fique jogado em qualquer lugar com fome e chegue até a morte, são vidas e precisam ser cuidadas”, alertou Wellington.

Foto: Divulgação

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