Adriano manda recado ao governo comunista

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O deputado estadual Adriano Sarney (PV) publicou em suas redes sociais uma mensagem congratulando os eleitores maranhenses que compareceram às urnas no segundo turno das eleições e votaram contra o avanço do comunismo no país e no Maranhão.

(Clique aqui e veja o vídeo)

Adriano ressaltou que, em seu segundo mandato, vai redobrar a fiscalização ao governo Dino.

“Parabéns a todos os maranhenses que batalharam nas urnas contra o comunismo no Maranhão e no país. Vou continuar a minha luta, na Assembleia Legislativa, contra os desmandos deste governo comunista”, declarou Adriano.

Nesta semana, o deputado manifestou apoio à luta dos servidores públicos estaduais, que lutam na Justiça por reajuste nos vencimentos e fez um alerta sobre a descapitalização do Fundo de Pensão dos Aposentados (Fepa), promovida pelo governo atual, que pode trazer muitas dificuldades para o pagamento dos benefícios no próximo ano.

Adriano Sarney e Cleinaldo Bill Lopes, presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão (Sintsep) conversaram sobre as lutas dos servidores públicos estaduais pela valorização da categoria. “Apoio a luta dos servidores pelo reajuste de 21% que o governo comunista se nega a cumprir, mesmo diante de decisão judicial”, declarou Adriano.

Foto: Reprodução

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Ecos do absolutismo

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Em 2006, com a eleição do governador Jackson Lago (PDT), iniciou-se um ciclo de absolutismo e perseguição à imprensa e aos adversários nunca antes visto na história do Maranhão.

Qualquer um que ousasse se posicionar contrário aos interesses do governo estabelecido sofria, imediatamente, perseguição jurídica e midiática e desmoralização com claro objetivo de intimidar novas ameaças ao establishment.

É preciso deixar claro que Jackson, desde os tempos de prefeito, sempre foi um democrata, que convivia perfeitamente com as críticas. O problema é que, com Jackson, chegou ao governo uma penca de gente não admitia perder o que achava ter conquistado.

Esse período absolutista e obscuro passou com a retomada do poder por Roseana Sarney (MDB), em 2009. Mas o mesmo obscurantismo perseguidor daqueles tempos voltou agora na gestão do governo Flávio Dino (PCdoB). Voltou com boa parte daqueles que tocaram o terror entre 2006 e 2009, mas também com outros, ainda mais sedentos de poder.

Hoje, qualquer um que ousa discordar do governo comunista é massacrado por uma turba que gravita em torno de sua gestão e quer impor o pensamento a qualquer custo.

Dino é assim, não afeito a críticas e perseguidor de contrários. Mas assusta o fato de que agentes públicos, que deveriam garantir a isonomia de processos políticos, aceitem ser usados por gente intolerante e incapaz de conviver com a crítica.

Se Flávio Dino e sua claque conseguem perseguir quem não reza em sua cartilha – políticos, jornalistas, servidores públicos -, o clima já estaria insuportável em um estado só sob a égide comunista. Mas quando as instituições acabam sendo usadas para atender a essa turma, aí torna-se irrespirável o ambiente político.

Estado Maior

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Filho de Jackson critica aumento da pobreza no MA

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O médico Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, criticou, nas redes sociais, a realidade sobre a pobobreza no Maranhão que, segundo ele, nem mesmo a melhor propaganda feita pelo mais competente marqueteiro pode

“Ficamos mais pobres! Sim, o governo do Maranhão, com os seus programas “Mais”, foi premiado com o Mais Pobreza!, conforme os dados do PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio -, recentemente divulgados, comparando os anos 2016 e 2017. Na pobreza extrema, ou seja, aqueles que vivem com menos de 6,65 reais por dia, a calcular com o dólar a preço de ontem, 3,50 reais, o Maranhão tinha em 2016 na região metropolitana 99.661 pessoas e, em 2017, infelizmente, apesar de todos os “esforços” comunistas, esse número aumentou 48%, isto é, subiu para 147.029 pessoas.

“A falácia e a demagogia dos atuais governantes podem ludibriar aos incautos e ingênuos mas, mesmo assim, estes se deparam com a dura realidade não mostrada nas milionárias propagandas”, finalizou.

Foto: Reprodução/ Facebook

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Perseguição clara contra Fábio Gentil

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Prefeito Fábio Gentil e o secretário Carlos Lula

Foi quase virulenta a reação dos comunistas após a cabal revelação de O Estado de que o governo Flávio Dino (PCdoB) cortou, em 2017, 98% dos recursos a serem destinados ao Fundo Municipal de Saúde de Caxias.

No total, o aporte de recursos para o fundo – na comparação entre o primeiro semestre do ano passado e deste ano – caiu de mais R$ 23 milhões, para míseros R$ 446 mil.

Baseada em dados do próprio Portal da Transparência, a reportagem jogou por terra todos os desmentidos do Palácio dos Leões sobre a polêmica e expôs as entranhas de uma ação que tem como único objetivo perseguir.

Os comunistas perseguem o prefeito Fábio Gentil (PRB) porque ele ousou derrotar na eleição do ano passado o queridinho do Palácio dos Leões, o ex-prefeito Léo Coutinho (PSB). E é por isso que, agora, punem a população de Caxias, fechando a torneira dos repasses para a Saúde do município.

Alegam não ter mais dinheiro para mandar aos Municípios. Mas propõem assumir uma maternidade existente na cidade.

Ora, se há verba para o Estado manter a unidade de forma direta, por que a mesma verba não pode simplesmente ser enviada para que a Prefeitura continue à frente da maternidade – como ocorria na gestão Coutinho?

A resposta é uma só: porque o governo quer fazer política com a Saúde. E como encontrou um gestor que não aceita tal medida, agora o persegue.

Coluna Estado Maior/ O Estado

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‘Dino deixa rastro de derrotas’, diz Edilázio

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Edilázio Júnior: “Flávio Dino deixa rastro de derrotas nas eleições municipais”

Edilázio pontuou as derrotas de Flávio Dino e diz que o eleitorado rejeitou o projeto comunista

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) fez hoje na tribuna da Assembleia Legislativa uma análise do desempenho do governador Flávio Dino (PCdoB) nas eleições 2016 no Maranhão.

“O PCdoB lançou 103 candidatos a prefeito e elegeu apenas 46. Veja a ineficiência do comunismo no Maranhão afora. O governador levou taca em tudo quanto foi canto do Maranhão”, disse.

Edilázio lembrou que apesar de o PCdoB ter conseguido eleger apenas 46 prefeitos, nenhum dos eleitos possuem mais de 3 anos de filiação na sigla.

“Nenhum dos prefeitos eleitos têm ideologia do comunismo, nenhum nasceu no berço do comunismo. Estão lá por quê? Estão lá porque imaginavam que teriam apoio do Governo. Imaginavam que o Governo teria popularidade, que iria lhe ajudar nas urnas, mas não houve isso, pelo contrário. O partido acumulou grande derrota nestas eleições”, completou.

O parlamentar lembrou que além de não ter conseguido eleger a maioria dos candidatos do seu partido político, o governador Flávio Dino perdeu as eleições em alguns dos maiores colégios eleitorais do Maranhão, apenas dois anos depois de ter sido eleito chefe do Executivo Estadual.

“Em Imperatriz, maior cidade do interior do estado, o governador tinha uma candidata que demitiu do serviço público e estava morando lá. Quando abriram as urnas, o resultado foi a vitória do 15, do PMDB do senador Lobão Filho, que estava lá há dois anos. Foi a vitória do 15 de Roseana Sarney, do senador João Alberto”, disse.

Ele também listou outras cidades que registraram derrota de Dino nas eleições 2016.

“Em Pinheiro, na Baixada Maranhense, ele levou taca. Em Lago da Pedra, levou taca. Em Caxias, levou mais taca. Em Barreirinhas, taca. Em Pedreiras, taca. Em Grajaú, que ele morou lá, taca. Dom Pedro, por onde ele passou, taca. E foi assim. Onde Flávio Dino passou deixou rastro de derrota”, finalizou.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

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