Alcione conta tudo no Conversa com Bial

0comentário

São 70 anos de vida e 45 dedicados à música! Alcione – carinhosamente chamada de Marrom! – foi a convidada do Conversa com Bial desta terça-feira (12).

Ao lado do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira, a cantora mostrou todo seu talento no palco do programa, além de comentar sobre seu processo de emagrecimento e o fato de ser homenageada pelo samba-enredo da Mocidade Alegre de São Paulo no carnaval de 2018.

Pedro Bial abre o programa com aquele discurso!

“É patrimônio nacional. A nossa convidada de hoje está celebrando 45 anos de carreira e, agora em novembro, 70 de vida. Faz um bem ouvir a voz dela, parece que tem poderes curativos, e tem mesmo! É voz que abraça, acalenta, esquenta, seja no ritmo que for. Agora ela está mais magra, depois que o coração deu sustos, deixou 25 quilos para trás. Mas a voz não emagrece, não perde lastro, nem fartura. A voz dela é nossa, é única, é tanta, é generosa. É Alcione.”

Unhas especiais de Marrom

“São de cristais Swarovski. Fiz especialmente para Pedro Bial. Não sei se vocês mulheres sabem, mas existe maquiagem de unha, passa um pozinho e fica brilhando. Minhas unhas são de silicone. Demora umas duras horas para fazer, mas fico uns dez dias com elas.”

Alcione explica mediunidade e fala sobre cirurgia espiritual

“Sou médium como qualquer médium (…) Fui salva (a voz) na espiritualidade. Um médico disse que eu ia perder minha voz, que só tinha mais um ano de voz. Fiquei tão triste, tão triste. (…) Aí fui em Recife, marquei o médico espiritual, fiquei das 21h à 01h esperando. Ele enfiou uma agulha em mim (na garganta), não doeu, a agulha saiu torta. Fiquei sem falar três dias e até hoje estou bem.”

Amizade com Sarney

“Ainda falamos. Gosto muito dele, ele foi amigo do meu pai.”

Política nacional por Marrom

“Nosso Brasil precisa tomar jeito, eu já não aguento mais ver essas notícias. Você fica tão desanimado. Como pode alguém dormir com gente morrendo nas filas dos hospitais? Não sei… (…) Ainda bem que existe o músico. Se a gente não cantar, a gente morre.”

sem comentário »