CPI da Mulher deve ser instalada segunda

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assembleiaA Assembleia Legislativa deve instalar na segunda-feira, dia 1° de abril, a Comissão Parlamentar de Inquérito de Combate à Violência contra a Mulher, criada ainda no ano passado após a aprovação de requerimento da deputada estadual Eliziane Gama (PPS). Uma reunião entre os sete membros da CPI aconteceu na quarta-feira, 27, último dia de sessões antes da Semana Santa, mas a falta de um acordo sobre o comando da comissão acabou adiando a instalação.

O Estado apurou que a deputada estadual Francisca Primo (PT) é a mais cotada para presidir a CPI. O líder do Bloco Parlamentar pelo Maranhão, deputado estadual Roberto Costa (PMDB), deve ser o relator. A escolha dos dois está marcada para acontecer à tarde, em nova reunião agendada para as 15h, na Sala das Comissões, antes da sessão plenária. Mas ainda deve haver discussões.

Há duas semanas, Eliziane Gama reclamou pa possibildiade de ela nem particpar da CPI que criou. Os colegas negaram a possibildiade e nomearam os membros com a presença da popular-socialista. Ela, então, reclamou que a base do governo, em maioria na comissão, não permitirá que ela seja presidente, ou relatora.

Líder do Blocão, Roberto Costa refutou qualquer envolvimento do governo nas decisões da bancada na Casa. Ele diz que os parlamentares tentarão instalar a CPI nesta segunda. Segundo o peemedebista, mais importante do que os deputados que dirigirão os trabalhos é a atuação concreta da CPI na apuração de denúncias de crimes contra as mulheres.

“Quem quer que dirija a CPI tem que ter em mente que precisamos trabalhar duro, apurar com afinco, todas as denúncias que cheguem. O avanço da nossa sociedade não permite mais que se cometa nenhum tipo de violência contra ninguém, muito menos contra uma companheira”, declarou.

Vereadores também discutem CPI na Câmara

Se conseguir apenas mais duas assinaturas, o líder do PRP na Câmara Municipal de São Luís, Francisco Chaguinhas, já poderá apresentar à Mesa Diretora o requerimento para criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) por meio da qual pretende investigar as relações das terceirizadas com a Prefeitura de São Luís.

Inicialmente batizada de “CPI da Multicooper” – devido ao rompimento do contrato da cooperativa com o Município, deixando quase 1.400 cooperados sem salários por quase um ano -, a comissão foi rebatizada pelo autor como “CPI das Terceirizadas” e ampliará a apuração.

Atualmente, Chaguinhas já conta com nove assinaturas em seu requerimento. São necessárias 11 para conseguir a aprovação. “Precisamos saber desse contrato com o Executivo. É importante que se deixe bem claro que é necessário avaliar que existe uma cortina de fumaça entre o Executivo e esse contrato assinado com a Multicooper”, ressaltou Chaguinhas.

Ex-sócio da cooperativa, o vereador Ricardo Diniz (PHS), diz que não existe mais nenhum contrato com a Prefeitura de São Luís desde abril de 2012.

“A Multicoopper não ficou devendo nenhum cooperado, pois todos os meses trabalhados foram pagos”, completou.

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