Ruy muda o Moto para tentar vencer fora

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Moto perdeu os volantes Curuca e Dudu para a partida de domingo contra o Tocantinópolis pela Série D

Moto perdeu Curuca e Dudu para a partida de domingo (6) contra o Tocantinópolis pela Série D

O técnico Ruy Scarpino definiu o time do Moto com três mudanças para a partida contra o Tocantinópolis, domingo, pelo Campeonato Brasileiro Série B, na abertura do returno.

O Moto perdeu os volantes Dudu e Curuca. Dudu foi expulso no último domingo e Curuca com uma contusão na coxa só deve retornar à equipe se o Moto chegar ao mata-mata.

Outra modificação na equipe será a entrada do meia Marco Goiano que ganhou a posição de Kléo. Outra novidade na equipe será a estreia do lateral-esquerdo Jeferson Sandes que jogará improvisado no meio-campo e o atacante Muller que ficará como opção no banco de reservas.

O time do Moto viaja hoje à noite para o Tocantins definido com Márcio, Diego Renan, Fred, Wanderson e Chico Bala. Felipe Dias, Batata, Jeferson Sandes e Marco Goiano. Gabriel e Rodrigo Dantas.

O Moto tem 5 pontos e ocupa a segunda colocação no grupo A5. O líder é o Águia com 6 pontos. O Tocantinópolis com 4 pontos é o terceiro e o Santos-AP com 1 ponto é o último colocado.

Foto: Biaman Prado/ O Estado

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Moto apresenta Gabriel e Dudu

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Gabriel

O Moto Club apresentou mais dois reforços para o restante do Campeonato Maranhense.

O volante Dudu, de 30 anos que já atuou no Sampaio, São José e que estava no Fluminense de Feira de Santana, na Bahia e o atacante Gabriel que estava no Boa Esporte, de Minas Gerais já estão treinando e serão regularizados esta semana.

O diretor de futebol, Waldemir Rosa disse que espera contratar mais um zagueiro e um lateral-esquerdo para fechar o elenco.

O Moto volta a jogar na quinta-feira (17), às 20h15, contra o Maranhão na decisão do primeiro turno. O time rubro-negro venceu a primeira partida por 2 a 0 e pode até perder por dois gols de diferença que mesmo assim fica com o título. O MAC tem que vencer por três gols de diferença.

Foto: Welliandrei Campelo/ Moto Club

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Morte de Dudu

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Dudu

Morreu hoje (13), o menino, Luís Eduardo Carvalho Souza Filho, o Dudu que foi diagnosticado com Tetralogia de Fallot (T4F), doença caracterizada pela má-formação cardíaca e que estava internado no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

A família de Dudu teve que entrar na Justiça para garantir que o Governo do Maranhão bancasse todo o tratamento em São Paulo. O fato ganhou repercussão nacional.

No início da noite, em sua página no Facebook, a tia de Dudu, Renaura Mota confirmou a morte da criança.

“Dudu sei que você está nos braços de Deus, obrigado a todos que oraram por este anjo, obrigados a todos que nos deram forças durante esses meses de luta, tudo que podia ser feito foi feito. Deus quis ele ao seu lado. Obrigado meu Deus pela oportunidade de lutar pela vida, Dudu cumpriu sua jornada na terra”, escreveu.

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Causa importante

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caminhada

A mãe do menino Luís Eduardo Carvalho Souza Filho, o Dudu, recém-nascido que foi diagnosticado com Tetralogia de Fallot (T4F), doença caracterizada pela má-formação cardíaca e que está internado no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo postou um agradecimento em rede social a todos que participaram neste domingo da caminhada pelo Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita, na Avenida Litorânea.

“Obrigada a todos que compareceram e vestiram a camisa em prol dessa causa! Não só pelo meu filho Dudu, mas por todas as crianças cardiopatas, pois meu filho não foi o primeiro e nem será o último! Por uma causa maior”, escreveu Ana Valéria Farias.

A caminhada foi uma iniciativa da Associação de Assistência à Criança Cardiopata (AACC) Pequenos Corações e de familiares e amigos de Dudu.

A deputada Andrea Murad alertou para o diagnóstico precoce e a necessidade do poder público garantir assistência aos portadores dessa doença. Ela lembrou que no Nordeste, a situação é precária: o déficit em cirurgias para esses casos chega a 90%.

“Estamos acompanhando o drama da família do Dudu, recém-nascido que está em São Paulo lutando pela sobrevivência, um caso repercutido nacionalmente em que a família teve que recorrer à justiça para receber o tratamento. O Dudu se inclui na estatística dos 80% dos casos que necessitam de uma cirurgia cardíaca e teve a sorte de conseguir iniciar o tratamento. O problema é que 13 mil bebês não chegam a receber o tratamento e acabam morrendo antes do primeiro ano de vida. Tenho certeza que se a criança tiver um atendimento adequado as chances dela se tornar um adulto saudável são muitas, em média 90% de chance. Precisamos garantir às famílias mais informações sobre a doença, possibilidades de um diagnóstico precoce e tratamento adequado na Rede Pública de Saúde disponível à toda população”, afirmou.

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Caso Dudu

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SousaNeto1

O deputado Sousa Neto (PTN) criticou  nesta segunda-feira (18), o posicionamento do Governo do Estado diante do caso do menino Luiz Eduardo Filho. A criança está em tratamento em hospital particular de São Paulo, após nascer com uma cardiopatia grave, mas corria o risco de ser transferido para a rede pública, após, em recurso à Justiça, o Executivo alegar que o tratamento está servindo para “financiar riqueza sem justa causa para uma pessoa só”.

Em discurso, Sousa Neto condenou a justifica do Governo Flávio Dino (PCdoB) à custa da saúde de uma criança e lembrou que só para a Secretaria de Assuntos Políticos e Federativos (Seap), comandada por Márcio Jerry (PCdoB), o Executivo já destinou mais de R$ 2 milhões em 2015. “ Segundo eles, tratar essa criança é financiar riqueza sem justa causa para uma pessoa só. Eu quero dizer aqui que financiar riqueza sem justa causa para uma pessoa só é suplementar em 2 milhões a secretaria de  Márcio Jerry, sem mostrar aqui até hoje por quê”, questionou.

Caso – Em decisão proferida na tarde de ontem, o desembargador Ricardo Duailibe, da 5ª Vara Cível, determinou que o Governo do Maranhão continue arcando com as despesas médicas do menino Luís Eduardo Carvalho Souza Filho.  O garoto nasceu com má formação no coração e foi levado para um hospital em São Paulo para o tratamento. A família do recém-nascido entrou na Justiça pedindo que o Governo do Maranhão custeasse o tratamento, mas o Estado havia recorrido da decisão, alegando que bancar tratamento da criança é “financiar riqueza sem justa causa”.

Na sua decisão, o magistrado determina a continuidade da internação do recém-nascido Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, enquanto persistir o seu estado de risco, independentemente de que os procedimentos necessários sejam ou não ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O juiz alega ainda que uma eventual transferência do recém-nascido para o leito pago pelo SUS, ainda que no próprio Hospital da Beneficência Portuguesa, só ocorrerá quando constatado, mediante laudo médico, que o menino encontra-se com o seu quadro clínico estabilizado e que a sua transferência não implicará em qualquer risco de morte.

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Decisão em favor de Dudu

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Crianca

Uma decisão do desembargador Ricardo Duailibe, da Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), determina a continuidade da internação do menino Luís Eduardo Carvalho Souza Filho, o Dudu que foi diagnosticado com Tetralogia de Fallot (T4F), doença caracterizada pela má-formação cardíaca, no Hospital da Beneficiência Portuguesa, em São Paulo.

De acordo com a decisão, divulgada agora à tarde, a eventual transferência do recém-nascido para o leito pago pelo SUS, como solicitado pelo Governo do Estado, ainda que no próprio Hospital da Beneficiência Portuguesa só ocorrerá quando constatado, mediante laudo médico que Luís Eduardo Carvalho Souza Filho está com quadro clínico estabilizado e que a transferência não implicara em qualquer risco de morte.

O caso foi mostrado na semana passada pela TV Mirante e foi destaque na imprensa nacional nesta segunda após reportagem exibida no Bom Dia Brasil, na TV Globo.

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Drama de Dudu

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Crianca

Os pais do recém-nascido que aguarda cirurgia cardíaca no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, não imaginavam que viveriam o drama de ver o filho lutar pela vida. Com um mês de vida, o pequeno “Dudu” foi diagnosticado com Tetralogia de Fallot (T4F), doença caracterizada pela má-formação cardíaca. Como não há tratamento no Maranhão, os pais ajuizaram ação na Justiça pedindo que o Estado pagasse o tratamento em outro lugar.

Antes de sair a decisão, o casal viajou com o filho para o Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo (SP), que é especialista em casos do tipo. “A criança nasce só o lado direito do coração. Fica faltando então o lado esquerdo com as válvulas. Ele passou pela primeira etapa, está numa situação que nós consideramos ainda muito grave. Mas depois ela vai ter que passar por outras duas cirurgias, uma com quatro meses e outra com dois anos de idade”, explica o médico José Pedro da Silva.

“Cada dia aqui é uma vitória. Cada dia que nosso filho fica vivo, lutando, é uma vitória”, desabafa o pai.

Neste mês, o juiz Marco Adriano Ramos Fonsêca, titular da 1ª Vara da Comarca de Pedreiras (MA), condenou o Estado ao pagamento das despesas referentes à cirurgia cardíaca à qual a criança deve ser submetida.

O bebê já está no hospital há 20 dias. Passou pela primeira cirurgia, mas vai precisar ficar pelo menos mais dois meses internado para se recuperar. Os médicos dizem que se a criança tiver que ser transferida, as chances de morte aumentarão.

“Se ele for transferido, se for uma viagem longe, ele corre o risco de morrer na viagem. Até de pegar uma ambulância porque as condições que estão hoje, qualquer modificação pode desequilibrar e a chance de morrer é muito grande”, garante o médico.

MarcosPacheco

Estado quer transferência para o SUS

Mesmo com o parecer do médico sobre o risco, o Estado do Maranhão recorreu à Justiça para tirar a criança do hospital onde está e transferi-la para a rede pública. Na ação, o governo diz que o custo do tratamento é alto e que o dinheiro estaria servindo para “financiar riqueza sem justa causa para uma pessoa só”.

Entre os argumentos, está o caso recente de um bebê com o mesmo problema que foi tratado no mesmo hospital e que rendeu o que foi chamado de uma “conta para o poder público” que teria ultrapassado os R$ 2 milhões.

Os procuradores do Estado pedem que a liminar que garante o tratamento ao bebê seja derrubada porque classificam a situação como “de extremo gasto público”.

“Na realidade, nós não recorremos para abandonar ou para que seja feito um retorno à causa inicial. Na realidade, o Estado, ele existe para servir às pessoas e essa é nossa missão aqui. Exatamento por isso é que nós estamos recorrendo apenas para que a criança, logo após ela estar estável depois da cirurgia, ela passe para o leito do SUS, porque aí você teria uma economia dos recursos que são muito grandes e que estão sendo dispensados para o Beneficência. O custo é muito e hoje, no Brasil, nós, do sistema público de saúde, temos que fazer uma ‘para-economia’ para essa questão da judicialização”, argumenta o secretário de saúde do Maranhão, Marcos Pacheco.

O advogado da família, que também é tio da criança, tem dedicado as últimas semanas exclusivamente para tentar manter o atendimento em São Paulo. “Se a liminar for derrubada, se perde o objeto da ação, que é a vida da criança”, explica Ruterran Martins.

“Ninguém aqui tá pendido um favor. Isso é um direito que é assegurando a nós. É um direito constitucional”, diz o pai. “Eu sei que ele sendo transferido, só Deus sabe o que pode acontecer”, lamenta a mãe. “Nós estamos falando de uma vida. A constituição garante que a vida, independente de qualquer coisa tem que ser priorizada”, acrescenta Luís Eduardo.

Na casa da família em São Luís, os avós torcem pela recuperação do bebê apreensivos e revelam o medo medo do resultado da “briga judicial”.

“Quem é humano jamais deixaria que um bebê desse que está lutando pela vida dele, sair de onde ele está. Tendo todos os procedimentos cabíveis para ele tentar viver. Eu apelo às autoridades que dêem a chance ao meu neto de viver”, pede a avó.

Veja o vídeo

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