Acabou a farra

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EduardoCamposPor Marco D’Eça

A Justiça Eleitoral de Pernambuco proibiu, a pedido da família, o uso da imagem do ex-governador Eduardo Campos – morto em acidente de avião, semana passada – nos programas eleitorais.

A decisão, por enquanto, só vale para o estado de Pernambuco, mas a família de Campos já estuda estendê-la para todo o país.

Desde a morte do ex-governador, até inimigos ou gente antipática a ele se aproveitou de sua imagem para pedir votos no horário eleitoral.

No Maranhão, com o início da propaganda de governador e deputado estadual, Eduardo Campos foi citado no programa de Flávio Dino (PCdoB), de Roberto Rocha (PSB), de Bira do Pindaré (PSB) e até do deputado federal Domingos Dutra (SDD), que nunca havia aparecido com o socialista.

A Justiça Eleitoral de Pernambuco já encaminhou ofício à Rede Globo, geradora da propaganda nacional, para impedir o uso da imagem do socialista.

Caberá a ela repassar a determinação às suas afiliadas nos estados.

A multa é de R$ 3 mil para cada descumprimento…

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Morre Eduardo Campos

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EduardoCamposO candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB) morreu em acidente aéreo hoje em Santos, no litoral paulista.

O jato particular que levava o candidato e mais seis pessoas caiu em um bairro residencial. Todas que viajavam na aeronave morreram. Seis pessoas que estavam nas casas atingidas pelo avião sofreram ferimentos e foram levados para o hospital e passam bem.

Eduardo foi entrevistado ontem pelo Jornal Nacional e Globonews (veja aqui). Hoje deveria estar cedo em Santos para cumprir agenda da campanha política.

Eduardo Campos tinha 49 anos que completou no dia 10 de agosto. Na data de hoje, há cinco anos, morreu o político Miguel Arraes (avô de Eduardo Campos).

O Palácio do Planalto divulgou no início da tarde uma nota da presidenta Dilma Rousseff.

Veja a nota na íntegra:

“O Brasil inteiro está de luto. Perdemos hoje um grande brasileiro, Eduardo Campos. Perdemos um grande companheiro.

Neto de Miguel Arraes, exemplo de democrata para a minha geração, Eduardo foi uma grande liderança política. Desde jovem, lutou o bom combate da política, como deputado federal, ministro e governador  de Pernambuco, por duas vezes.

Tivemos Eduardo e eu uma longa convivência no governo Lula, nas campanhas de 2006, 2010 e durante o meu governo.

Estivemos juntos, pela última vez, no enterro do nosso querido Ariano Suassuna. Conversamos como amigos. Sempre tivemos claro que nossas eventuais divergências políticas sempre seriam menores que o respeito mútuo característico de nossa convivência.

Foi um pai e marido exemplar. Nesse momento de dor profunda, meus sentimentos estão com Renata, companheira de toda uma vida, e com os seus amados filhos. Estou tristíssima.

Minhas condolências aos familiares de todas as vítimas desta tragédia.

Decretei luto oficial de 3 dias em homenagem à memória de Eduardo Campos. Determinei a suspensão da minha campanha por 3 dias”.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

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Política e conveniência

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EduardoCamposÉ por essas e outras que cada vez menos acreditamos nas palavras dos políticos, mas é claro que não devemos generalizar.

Esta semana quem esteve aqui foi o candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB) que foi taxativo em afirmar que se for eleito o PMDB não fará parte de seu eventual governo.

Mas vejam só como as coisas mudam tão rápido dependendo da conveniência.

Um dia após dizer que o PMDB não fará parte de seu eventual governo, o candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou “respeitar” a aliança do seu partido com a outra sigla no Rio Grande do Norte. No estado, o PSB lançou a ex-governadora Vilma de Faria ao Senado Federal e vai apoiar o deputado federal Henrique Alves (PMDB) para o governo local.

Viram só como o discurso mudou rápido?

Fica claro que, durante a passagem do candidato do PSB, em São Luís era oportuno criticar Sarney e o PMDB. Apenas isso. E Campos incorporou o discurso velho e cansado da Oposição daqui…

Além do Rio Grande do Norte, o PSB se coligou com o PMDB em outros sete estados: Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Mato Grosso do Sul.

Foto: Felipe Gibson/G1

As informações são do G1

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Sem chance

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josesarneyO senador José Sarney já respondeu à declaração de Eduardo Campos de que se eleito for, não vai querer o apoio do “PMDB do Sarney”.

– Isso não vai mesmo acontecer porque ele jamais será eleito presidente da República. E podem esperar: no segundo turno, ele vai correr para apoiar a presidente Dilma, que ele hoje ataca – disse o senador.

Sarney sabe o que diz.

Coluna Estado Maior/O Estado

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Palanque do PPL

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eduardoezeluislagoO pré-candidato ao governo do Maranhão, Zé Luís Lago (PPL), participou no último sábado (28), da convenção nacional do PSB, realizada em Brasília. Durante a atividade partidária foi confirmado o nome de Eduardo Campos (PSB) para presidente e Marina Silva (PSB), para vice. De acordo com o maranhense, foi confirmado que o palanque oficial do presidenciável no estado será o de Zé Luís Lago.

“Sou único candidato ao governo do Maranhão que garantiu exclusividade ao presidenciável Eduardo Campos, nosso partido faz parte de uma aliança nacional, logo estaremos caminhando juntos no estado”, informou Zé Luís Lago.

De acordo com informações obtidas no encontro, Eduardo Campos não estaria satisfeito com a postura de Flávio Dino (PCdoB), que passou a priorizar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) e ainda insistir no apoio da presidente Dilma Rousseff (PT).

“A leitura que o Eduardo fez é que se ele continuar na camaradagem com o Aécio Neves, ele ficará pra trás, por isso o Eduardo buscará seu próprio caminho nos estados”, informou.

Zé Luís Lago diz que sua candidatura é para valer e ele será o responsável por despolarizar a disputa para o governo do estado. “Existe uma falsa ideia de eleição plebiscitária, eu represento a via popular, eu represento o legado do ex-governador Jackson Lago, o povo tem memória e o resultado será sentido nas urnas”, exaltou.

O PPL faz parte da aliança nacional com PSB-PPS-PHS-PRP e PSL.

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Adversários de Dilma estarão com Flávio Dino

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eudardoeflavioCom as recentes negociações que obrigam o PCdoB a rediscutir os acordos das vagas na chapa majoritária da candidatura da oposição, PSB e PSDB mostram que a direção nacional das legendas têm interesse em seus candidatos locais. A prova disso é a vinda dos pré-candidatos à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB), ao Maranhão.

Tanto Eduardo Campos quanto Aécio Neves fazem oposição à presidente Dilma Rousseff (PT) – e a seus programas sociais, como Bolsa-Família e Minha Casa, Minha Vida, mas receberam apoio de Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão.

Campos, que definiu a ex-senadora Marina Silva como sua vice, desembarca no sábado em Balsas para evento que lançará a pré-candidatura de Roberto Rocha ao Senado. O ato político vem reforçar os interesses da direção nacional do PSB na candidatura de Rocha, que até o início deste mês, era considerado candidato único dos partidos do campo da oposição.

“É uma honra ter Eduardo Campos, candidato do nosso partido a presidente da República, em um ato político de lançamento de minha pré-candidatura ao Senado em Balsas”, resumiu Roberto Rocha sobre o assunto.

Na verdade, Eduardo Campos, que também estará em Timon para evento do PSB, aproveitará para cobrar dos seus aliados no Maranhão, principalmente de Flávio Dino, a manutenção do acordo de candidatura única ao Senado e barrar quaisquer negociações que passem pela vaga de senador dos comunistas com o PSDB, partido que desde semana mudou o cenário da oposição considera já definido.

aecioeflavioTucanos – Mas, se depender do próprio Flávio Dino, os socialistas terão dificuldades para garantir a candidatura única de Roberto Rocha.

Os tucanos também “usarão” a figura nacional da legenda para pressionar posição de Flávio Dino quanto à abertura de espaço para o PSDB em sua chapa majoritária. Há duas semanas, o PSDB impôs ao comunista a rediscussão de sua chapa majoritária como condição para apoiá-lo na disputa pelo governo. Dino foi até Brasília, onde se reuniu com Aécio Neves, ficando subtendido que ele acatou as imposições tucanas Aécio Neves, virá a São Luís dia 9 de maio.

A agenda do tucano será definida hoje, segundo o deputado estadual Neto Evangelista. Oficialmente, Neves vem para ser apresentado ao eleitorado maranhense. Mas na prática, o senador agenda a visita para anunciar a composição do PSDB com o PCdoB, cujas negociações ainda não foram concluídas.

Inicialmente, essas negociações passavam somente pela vaga de vice de Dino, o que parece já estar resolvido com o PDT. No entanto, os movimentos do ex-prefeito de São Luís, João Castelo, fizeram com que a equação da oposição e a entradado PSDB no grupo ficassem ainda condicionada ás conversas com PSB e PDT.

O Estado

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Primeiro turno

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dilmarousseffNova pesquida Datafolha divulgada neste sábado (12) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta vitória da presidenta Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno se a eleição fosse realizada hoje.

Dilma tem 42% das intenções de votos contra 21% de Aécio Neves (PSDB) e 15% de Eduardo Campos (PSB). Brancos e nulos somam 16%, enquanto 7% não responderam em quem votar.

Foram entrevistados pelo Datafolha 1.517 eleitores em 154 múnicípios. A pesquisa foi realizada ontem (11) e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Marina no PSB

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marinasilva

A ex-senadora Marina Silva assinou na tarde deste sábado a filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB); Ela deverá ser candidata a vice-presidente na chapa que será encabeçada pelo governador de Pernambuco Eduardo Campos.

“Eu estou muito feliz de estar aqui. Eu sei que o desafio não é pequeno. O nosso país já é gigante pela própria natureza e precisa se agigantar diante das decisões que tomar. Esse esforço é uma aliança não para destruir, mas sim para construir”, disse Marina.

Marina disse que aliança Rede/PSB vai manter as conquistas alcançadas pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luis Inácio Lula da Silva e buscar a evolução em outros aspectos tão importantes para o país.

E finalizou prometendo seputar de vez a Velha República.

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Dobradinha com o PSB

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flaviodino

A pré-campanha ao Governo do Estado do candidato do PCdoB, Flávio Dino, que integra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) como presidente da Embratur, surpreendeu o mundo político com o surgimento, ontem, nas redes sociais, de uma entrevista do seu patrono político, ex-governador José Reinaldo Tavares, na qual anuncia com quem o comunista “vai caminhar” em busca de votos. A dobradinha vai ser com o presidenciável Eduardo Campos (PSB), atual governador de Pernambuco, que desponta com virtual adversário da presidente Dilma Rousseff.

A perspectiva de que o líder comunista tentaria ser o candidato ou pelo menos um dos candidatos ao governo do Maranhão dando palanque à reeleição de Dilma Rousseff já não é mais nem considerada pelo bloco político que lhe dá sustentação. Num programa de TV aberta, em Caxias, Tavares disse textualmente: “É uma sorte para o Brasil poder ter um candidato do nível do Eduardo Campos […] que vai marchar junto com o Flávio, vai nos ajudar fazer o plano de governo…”.

O presidente da Embratur passa a ser um dos integrantes da equipe do governo do PT que vai estar do outro lado da batalha que Dilma Rousseff vai travar pela reeleição. Ele se junta ao ministro Fernando Bezerra Coelho, da Integração, agora considerado figura estranha ao projeto do PT de permanecer no poder.

José Reinaldo Tavares, que anunciou sem rodeios qual vai ser a opção presidenciável de Flávio Dino, foi o inventor da carreira política do ex-juiz federal que se fez comunista. Em 2006, deu a ele três colégios eleitorais com os quais Dino nunca havia tido qualquer convivência, Caxias, Matões e Tuntum, proporcionando-lhe o único mandato eletivo que teve até hoje, o de deputado federal. Foi na época da campanha tocada com mais de R$ 1 bilhão sacados dos cofres do Estado e rateados entre prefeitos aliados, principalmente esses que apoiaram o chefe do PCdoB do Maranhão.

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Candidatura própria

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robertorocha

Por Jorge Vieira

A decisão do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, concorrer a presidência da República e a necessidade do PSB montar um palanque no Estado para dar sustentação a candidatura do maior líder do partido, pode alterar a composição da chapa majoritária da oposição no Maranhão para 2014.

Atendendo solicitação do governador  Eduardo Campos, o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) deverá rever sua candidatura ao Senado, já lançada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), e lançar seu nome ao governo do estado.

A informação foi passada pelo prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, um dos principais interlocutores de Eduardo Campos no estado, a políticos da oposição. Ele informou que deverá lançar, em breve, a candidatura de Roberto ao governo.

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