Justiça proíbe ‘Manual de Fiscalização’ do PCdoB

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O PCdoB, ao que parece, tentou criar um mecanismo para burlar a legislação durante a votação deste domingo (7), no Maranhão. Entretanto, a deputada estadual Andrea Murad, candidata à reeleição ingressou na Justiça Eleitoral e barrou a vil tentativa.

Neste sábado (6), o juiz Itaércio Paulino da Silva, do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), determinou que o PCdoB abstenha-se de utilizar durante todo o dia de votação um manual produzido para os fiscais da coligação “Todos pelo Maranhão”.

O magistrado entendeu que o material está totalmente irregular, pois contem a foto e o número do candidato do PCdoB ao Governo do Maranhão, Flávio Dino.

“Pelo exposto, defiro parcialmente o pedido liminar, para determinar que os requeridos procedam a retirada imediata da foto, número e nomes, da capa e da contracapa dos ‘manuais de fiscalização’ número e nomes, da capa e da contracapa dos “manuais de fiscalização” apontados na inicial.

Determinoainda a imediata comunicação, a todos os juízes eleitorais com poder de polícia, que proíbam o uso, nas seções eleitorais, dos “manuais” ou cartilhas, com a foto e número de quaisquer candidatos, em capa e contracapa visíveis aos eleitores, devendo tomar as medidas legais cabíveis e necessárias à sua reprimenda”.

Blog do Jorge Aragão

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Pesquisa fantasma

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Depois de criar os aluguéis fantasmas – também conhecidos como “aluguéis camaradas” -, os funcionários fantasmas da Saúde, as estradas fantasmas – como a MA-006, denunciada no Fantástico -, os hospitais fantasmas e as escolas fantasmas, todos devidamente registrados em ações tanto na Justiça comum quanto na Eleitoral, eis que o governo Flávio Dino (PCdoB) acaba de comemorar a pesquisa fantasma.

Trata-se da pesquisa Econométrica, divulgada com estardalhaço no fim de semana, em blogs, TVs e jornais controlados pelo Palácio dos Leões. A pesquisa é simplesmente chancelada pela assinatura de uma pessoa já falecida. A professora Celene Raposo de Aquino, que assina a pesquisa como responsável técnica, morreu bem antes de os comunistas pensarem em fazer o levantamento.

Para ficar mais claro o escândalo: a pesquisa Econométrica foi iniciada no dia 21 de agosto e registrada no dia 26 de agosto, mas quem deveria assiná-la como responsável técnico já havia falecido pelo menos 19 dias antes de a coleta de dados ser iniciada.

A professora Celene tinha 81 anos e, já debilitada, lutava há meses pela vida em uma UTI de hospital. Não poderia sequer acompanhar o desenrolar do levantamento. A pesquisa festejada pelos comunistas que ora ocupam o Palácio dos Leões a expôs de forma cruel. Num desrespeito sem tamanho a ela e à família. Tudo em nome da manutenção do poder.

Tudo errado

Não bastasse a assinatura de uma pessoa já falecida, a pesquisa Econométrica traz outros dados estranhos.

Um dos proprietários da empresa, Jorge Zibicuêta, é funcionário do próprio Governo Flávio Dino, desde 2015, lotado na Casa Civil, chefiada por Marcelo Tavares.

Além disso, o endereço da empresa – em uma casa simples no Maiobão – é diferente de onde está a logomarca, no São Francisco.

O Estado

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