Câmara e Fiema discutem geração de emprego e renda

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A adoção de novas ações que possam gerar mais empregos e renda em São Luís foi pauta de diálogo entre vereadores da capital e representantes da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), nesta quinta-feira (18), durante reunião de trabalho realizada na sede da entidade.

O encontro foi coordenado pelo presidente da Casa Legislativa, Osmar Filho (PDT), e pelo presidente da Federação, Edilson Baldez; tendo contado com as participações de empresários e dos vereadores Genival Alves (PRTB), Bárbara Soeiro (PSC), Pavão Filho (PDT), Oswaldo Muller (PT) e Ricardo Diniz (PRTB) – alguns deles são integrantes da Comissão de Recesso da Câmara.

Algumas deliberações foram determinadas após o encontro. A FIEMA e seus associados terão participação ativa nos trabalhos da Frente Parlamentar em Defesa do Empreendedorismo na capital maranhense, colegiado proposto pelo próprio Osmar Filho e que será implantado, oficialmente, no segundo semestre.

Os representantes da Federação também participaram das discursões acerca da proposta do novo Plano Diretor de São Luís, cujo documento já foi encaminhado ao Poder Legislativo Municipal.

“Selamos, neste momento, um pacto pelo desenvolvimento de São Luís em todos os seus aspectos. Os empresários, melhor do que ninguém, conhecem as dificuldades do competitivo mercado de trabalho e são agentes fundamentais na construção de uma pauta permanente de ações direcionadas ao incentivo do empreendedorismo e geração de novas oportunidades de emprego”, afirmou o presidente da Câmara, que agradeceu a sensibilidade da FIEMA em buscar uma parceria salutar com a Câmara em favor dos ludovicenses.

Edilson Baldez classificou o encontro como um marco na história política e empresarial da cidade. “Antes mesmo de tomar posse como presidente da Câmara, o Osmar nos procurou e se colocou à disposição da classe empresarial para estabelecer um diálogo em favor do crescimento econômico da nossa capital. Nós, da FIEMA, agradecemos este apoio vindo dos vereadores”.

Outros assuntos também foram discutidos e inseridos no chamado plano de trabalho. São eles: criação de medidas que facilitem a implantação de indústrias em São Luís; apoio da Câmara à regulamentação, a nível municipal, da medida provisória nº 881/19, que instituiu a Declaração de Liberdade Econômica e o Programa de Desregulamentação – o dispositivo fixa, por exemplo, alvarás de funcionamento e outras licenças de forma automática para atividades de baixo risco.

Bárbara Soeiro destacou o novo momento pelo qual passa o Poder Legislativo de São Luís.

“A Câmara, hoje, está verdadeiramente atenta aos problemas da cidade e buscando soluções e parcerias para resolvê-los. Parabenizo os presidentes Osmar e Edilson por esta união entre classe política e empresarial. Somente assim, unindo forças, obteremos as conquistas que o povo tanto necessita”, comentou.

Foto: Hamilton Jr.

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Um futuro que chegou

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Por José Sarney

Desde moço tive a cabeça no futuro. Sempre queria me atualizar, olhar para frente e não ter lanterna na popa. Assim, começando a ter gosto pela literatura, não me conformava com um Maranhão mergulhado no parnasianismo e aonde não chegara a Semana da Arte Moderna de 22.

Fundamos um grupo de escritores e pintores. Começamos a fazer poesia contestatária das formas antigas e organizamos o Salão de Dezembro no Teatro Arthur Azevedo, chocando com as novas formas.

Foi aí que chegou de Portugal Bandeira Tribuzzi, como ele mesmo dizia, “trazendo Fernando Pessoa na bagagem” e passou a nos atualizar. Conhecemos José Régio, Miguel Torga, Antonio Machado e Garcia Lorca.

Depois meti-me na política, e pensamos em mudar o Maranhão. Tribuzzi fez a parte econômica; nós, a militância política. Governador, pensei não só nas obras, mas nas novas ideias. Trouxemos o primeiro computador. Criamos a Sudema, cópia da Sudene. Com uma equipe de gente nova, implantamos o planejamento, coisa nunca pensada no Maranhão, mandamos os irmãos Lobato e Anselmo ao Japão para ver e estudar as novas tecnologias da educação. Pobres, fizemos um circuito fechado de TV para multiplicar o número de professores (seis mil alunos). Criamos o Projeto João de Barro, até hoje objeto de estudo e tese universitária. Fizemos a primeira televisão educativa do Brasil, que chamávamos de Didática. Criamos cinco faculdades e a UFMA, com a ajuda do Presidente Castelo, e passamos de 745 alunos para cinco mil. Implantamos 74 ginásios Bandeirantes no interior.

Quando recebi o título de doutor honoris causa na Universidade de Pequim, disse que todos os saberes da humanidade eram o resultado da acumulação que vinha da Idade da Pedra à desintegração do átomo. Portanto, o saber devia ser universal e patrimônio da humanidade, jamais objeto de comércio.

Agora chegamos à inteligência artificial, que projeta um futuro inimaginável, com a perspectiva de substituir o homem. As guerras não serão mais de balas e bombas, mas cibernéticas. Não teremos países grandes ou pequenos, mas sim os que dominam ou não dominam tecnologias. Na ponta do iceberg está a guerra comercial entre China e Estados Unidos, para saber quem dominará a tecnologia do 5G.

Assim, o mundo acelera para a velocidade da luz. Tudo se transforma, tudo avança. E o homem? Yuval Harari diz que os empregos desaparecerão em diversas áreas, inclusive na medicina. As máquinas farão diagnósticos e tratamentos.

Não sei se será melhor ou pior. O certo é que o homem que eu sou — e somos — vai desaparecer, como desapareceram os de Neandertal.

A humanidade cresce. Os empregos vão embora. O Brasil está vivendo a tragédia dos 42 milhões de desempregados ou subempregados, sem contar o que acontecerá quando o desaparecimento de empregos do futuro, que será estrutural, se somar a nossa miséria conjuntural.

O Padre Vieira dizia que tinha saudades do futuro; eu também. Mas com essas perspectivas, fico em dúvida: terei saudades do futuro ou do passado?

E agora a mídia publica: entramos no negativo. O Brasil está fazendo como rabo de cavalo, crescendo para baixo.

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Roseana defende a criação de empregos

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“É preciso criar oportunidades de emprego, e não aumentar a cobrança de impostos”, declarou a candidata ao Governo do Maranhão, Roseana Sarney, em ato político ocorrido no início da noite de sábado (25), na praça do Residencial Amendoeira, no Maracanã. O encontro organizado pelo vereador e candidato a deputado estadual Genival Alves contou com a presença de lideranças comunitárias e moradores da zona rural de São Luís que apoiam a candidatura da ex-governadora.

Em seu pronunciamento para os moradores do Residencial Amendoeira, do Santo Antônio e áreas adjacentes do Maracanã, Roseana criticou as pesadas taxas tributárias cobradas de forma impiedosa pelo atual governo, que tem causado o fechamento de vários estabelecimentos comerciais e o desemprego em todos os municípios do Maranhão.

“Falta sensibilidade, competência e experiência em governar para os mais humildes. Acabaram com o Viva Luz, o Viva Água, o Primeiro Emprego. Nada fizeram pelo Maranhão. Duvido que Lula apoiasse um governante que acaba com os programas sociais e persegue os trabalhadores. Se eleita vou reduzir os impostas e retomar os projetos voltados aos mais carentes”, enfatizou Roseana, sob aplausos.

Segundo o vereador Genival Alves, a ausência do governo estadual na capital do Maranhão é visível, pois piorou a qualidade vida dos ludovicenses. “A governadora deixou mais de R$ 2 bilhões de reais em caixa, mas nenhuma obra foi construída por esse governo comunista. Por isso pedimos votos para Roseana, porque ela tem compromisso com a saúde, cultura, educação, infraestrutura, com o povo” disse o candidato a deputado estadual.

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Maranhão sem emprego

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O levantamento sobre a geração de emprego nos estados – divulgado ontem pelo Correio Braziliense e reproduzido hoje por O Estado – é mais uma prova de tropeço da gestão comunista no Maranhão.
A cada novo dado oficial revelado, fica evidente a falta de políticas públicas eficazes para alavancar o desenvolvimento do estado.

Enquanto o governador Flávio Dino (PCdoB) usa todo o seu aparato de comunicação para maquiar a realidade e “vender” um Maranhão que só existe na propaganda, os números traduzem de forma fiel a metáfora de que o estado, de fato, engatou a marcha à ré desde 2015.

A mais nova prova diz respeito à geração de emprego: segundo pesquisa do portal Trabalho Hoje, a pedido do jornal Correio Braziliense, o Maranhão perdeu – de janeiro a novembro de 2017 -, 1.838 postos de empregos formais. O desempenho é o sexto pior entre todas as unidades da federação. Na outra ponta do levantamento, 17 estados conseguiram ampliar a oferta de emprego.

A esse dado, somam-se outros já conhecidos e não menos reveladores da incompetência comunista:

o aumento da miséria (são 312 mil novos pobres no estado desde 2015) e a queda da competitividade maranhense e do PIB.

Esses são os dados reais do Maranhão de verdade, sob o jugo de Flávio Dino. Mas você não os encontrará na propaganda comunista.

Estado Maior

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Valdeny destaca importância do Turismo

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ValdenyBarrosSabatina

O candidado do PSOL à Prefeitura de São Luís, Valdeny Barros participou da Sabatina com jornalistas de O Estado, nesta terça-feira (16).

Valdeny afirmou que a sua candidatura não é um projeto pessoal. “Não é um desejo pessoal querer ser prefeito. É um compromisso social com a  melhoria da vida da população. É um dever do PSOL e do PCB dá uma alternativa para o eleitor da capital”.

O candidato do PSOL disse que a reforma eleitoral prejudicou principalmente o seu partido que tem cinco representantes na Câmara Federal.

Valdeny Barros destacou a dissidência interna no PSTU e que 40% dos militantes do partido deixaram a legenda e estão apoiando a candidatura do PSOL em São Luís.

Para o candidato do PSOL devem ser feitos investimentos na área do Patrimônio Histórico e também preservação ambiental. “Nosso programa tem quatro eixos de trabalho. O Turismo tem que está ligado a outros setores que são de ideias de cidade sustentável. São Luís deve ser Cultural e Ambiental. No Centro Histórico não devemos fazer como foi feito agora criar uma subprefeitura para empregar um playboy ou outro” disse.

Segundo Valdeny Barros, o modelo de desenvolvimento para a cidade não pode ser de industrial e sim de desenvolvimento sustentável. “São Luís está longe da ideia de uma cidade sustentável”.

O candidato do PSOL, disse que a Prefeitura de São Luís destinou somente 1% do orçamento para educação ambiental. Ainda segundo ele, a atual gestão preferiu criar uma secretaria para fazer o relacionamento com os vereadores que serve somente como cabide de emprego. “Nós vamos fazer uma revolução agora para poder fazer as políticas corretas para a população”, destacou.

Valdeny Barros disse que uma das suas prioridade será a revisão imediata do plano diretor da cidade. Segundo ele, grandes empresários do setor industrial querem reduzir a área rural de São Luís para que novos empreendimentos sejam feitos. “O prefeito de São Luís fez uma revisão fajuta com audiência sem a presença de ninguém”.

Segundo o candidato do PSOL falta honestidade dos governos como o estadual que não diz como recebeu a administração enxuta e que as obras que estão sendo entregues são oriundas da gestão antes da dele. “O problema do atual grupo que está aí no poder diz que combate o golpe contra Dilma, mas tem em suas bases vários golpistas como o vice-governador e tantos outros partidos que estão aí”.

Sobre a licitação de transporte, Valdeny Barros diz que será necessário um conjunto de medidas que demorarão a ter resultados. Para ele, o ideal é ter uma empresa pública para gerir o sistema de transporte.

Nesta quarta-feira (17), o candidato a Sabatina de O Estado terá o candidato Wellington do Curso (PP) e na quinta-feira (18) será Eduardo Braide (PMN).

Foto: Reprodução/ TV Mirante

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Saldo positivo

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Com saldo de 14.908 empregos com carteira assinada, o Maranhão fechou o ano de 2013 com aumento de 3,25% na oferta de vagas em comparação a 2012. Os dados positivos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram ressaltados pela Secretaria de Estado de Trabalho e Economia Solidária (Setres) como resultado da política de atração de investimentos implementada pela governadora Roseana Sarney.

Os números do Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), confirmam que o crescimento de 3,25% nas vagas de trabalho formal no Maranhão, em 2013, foi superior às médias registradas nas regiões Nordeste (3,02%) e Sudeste (2,24%) e ainda do Brasil (2,82%).

trabalho

O secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária, José Antonio Heluy, disse que o crescimento no nível de emprego é reflexo dos investimentos públicos e privados que estão em andamento no Maranhão e que somam mais de R$ 120 bilhões.

José Antonio Heluy lembrou que para atender a demanda de empregos que estão sendo criados e essas vagas sejam ocupadas por maranhenses, o Governo do Estado desenvolve ações de qualificação, a exemplo do Maranhão Profissional, que já capacitou milhares de pessoas em todo o estado. “Também temos oferta de cursos profissionalizantes por meio do Pronatec”, destacou, ao frisar a parceria do Governo Federal.

Ele ressaltou que diversas parcerias estão sendo firmadas com as empresas para que as vagas sejam ocupadas por maranhenses. Citou como exemplo a duplicação da ferrovia da Vale, em que estão sendo priorizados trabalhadores dos municípios onde há trechos em obras. O mesmo trabalho está sendo realizado pela Setres com o São Luís Shopping, que passa por uma grande expansão.

Setores

Ano passado, os setores de serviço e comércio foram os que mais contribuíram para a geração de emprego no estado, com a criação de 8.862 e 5.330 postos de trabalho com carteira assinada, respectivamente.

A atividade de construção civil, uma das maiores empregadoras, também contribuiu para que o Maranhão se destacasse na geração de postos de trabalho, com saldo de 776 vagas. Já a administração pública criou 960 vagas e a indústria de transformação, outros 297 empregos.

A única atividade que teve recuo na oferta de emprego foi a agropecuária. A queda, que também aconteceu em todo o país, foi decorrente de sazonalidade em dezembro (período de entressafra agrícola).

Foto: Antônio Martins

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Avanços do Maranhão

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reuniao

A reunião do Conselho de Gestão Estratégica das Políticas Públicas do Governo, referente ao mês de novembro, ocorreu nesta quarta-feira (28), no Salão de Atos do Palácio dos Leões. Avanços obtidos pelo Maranhão em setores como educação, trabalho, renda e cidadania foram destacados na pauta.

“Esse é um momento de avaliarmos as ações do governo do Maranhão, além de trocarmos experiências e conhecimentos. Por isso, este fórum, reúne os secretários e pessoas de notório saber em diversos setores, como saúde, segurança e cidadania”, afirmou o secretário chefe da Casa Civil, João Abreu.

“Esse conselho é local de entendimento, debates e avanços e as reuniões permitem a transversalidade necessária às ações das secretarias”, afirmou a secretária de Igualdade Racial, Claudett Ribeiro, que elencou ações como a Semana do Bebê Quilombola, que está sendo realizada com sucesso no município de Bequimão; e a I Feira da Cultura Afro Brasileira, que ocorrerá no sábado (30) e domingo (1º), no Ceprama. “Será a primeira feira do empreendedor negro no Maranhão e todos estão convidados”, afirmou.

Outro avanço destacado foi o crescimento real de 10,3%, do Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão em 2011, que alcançou R$ 52,1 bilhões de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esse número, que consolida o Maranhão como a 16a maior economia do país é resultado da política de atração de novos investimentos desenvolvida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Indústria e Comércio (Sedinc)”, destacou o secretário João Abreu.

Ele lembrou que a variação do PIB estadual foi superior à média do Brasil (que cresceu apenas 2,7% em 2011) e que a participação do Maranhão no PIB nacional passou de 1,2% para 1,3%. O secretário assinalou, também, o avanço no PIB per capita do Maranhão, que alcançou R$ 7.852,71, ficando à frente do Piauí.

Educação

O bom desempenho alcançado pelo Maranhão na área da Educação também foi destacado pela secretária adjunta de Educação, Conceição Andrade. Ela assinalou que a média das escolas maranhenses foi elevada de 478,75, em 2011, para 481,37 em 2012, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação.

Com o resultado, o Maranhão sobe três posições no ranking das melhores escolas no Enem. Conceição Andrade ressaltou que as escolas estaduais elevaram de 441,5 em 2011, para 449, em 2012, a nota das provas objetivas, que consideram as quatro áreas de conhecimento do Enem: ciências da natureza, ciências humanas, matemática e linguagens.

Outro ponto destacado pela secretária adjunta de Educação foi que os dados do Inep também apontam melhora na participação de escolas nas diversas regiões do estado. “No ranking das 10 primeiras escolas com melhor desempenho no estado aparecem além de São Luís, escolas de Caxias, Lago do Junco, Carolina, Bacabal e Imperatriz”, observou Conceição Andrade.

Emprego

O secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária, José Antônio Heluy, observou avanços do Maranhão no setor, com a criação de 3.563 novas vagas de emprego no Maranhão no mês de outubro, de acordo com números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged).

Foto: Handson Chagas

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