Central de fakes

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Useiro e vezeiro na ação de intimidar a imprensa levando à Justiça – como supostos fake news – todas as matérias que julga contra si, o governador Flávio Dino (PCdoB) já dispõe, ele próprio, de uma central de fakes funcionando em plena estrutura comunicacional de seu governo. Mais um ato criminoso nas barbas da Justiça Eleitoral.

É dessa central que saem banners e notícias falsas sobre adversários, que estampam jornais e blogs alinhados ao Palácio dos Leões. Foi de lá, por exemplo, que saíram as diversas notícias falsas sobre a candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Todas elas registradas oficialmente nos blogs palacianos, mesmo diante das recorrentes assertivas da própria Roseana sobre a campanha.

Esse aparato comunista já foi alvo de representações do PRP e também compõe o arcabouço de denúncias de crimes eleitorais – sucessivos e recorrentes – do governador e dos seus aliados.

Documentos protocolados por diversos partidos apontam o uso da máquina para autopromoção e ataques a adversários, o que, por si só, já geraria exclusão sumária dos autores da campanha eleitoral presente. Mas as fake news continuam sendo usadas abertamente. Pior: com a estratégia dinista de apontar nos outros o que seus aliados costumam fazer corriqueiramente.

O Estado

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Caravana de Roseana desestabilizou

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A passagem da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) por vários municípios do estado em seu primeiro ato oficial de pré-campanha, mexeu com os brios dos comunistas.

A empolgação da militância e o empenho com que alguns dos principais líderes oposicionistas se dispuseram a “mostrar a cara” para defender uma pré-candidatura contra a força do Palácio dos Leões desestabilizaram os governistas.

O resultado foi um festival de ataques sofridos por Roseana e pelos seus companheiros de jornada – notadamente os pré-candidatos ao Senado, Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) – nos últimos dias.

Por meio das redes sociais, um exército de fakes e de servidores do governo passou o fim de semana tentando diminuir a importância das agendas e, pior, criando mentiras sobre os eventos. Até um falso banner anunciando a presença do presidente Michel Temer foi criado e espalhado na Internet. Coisa de criminosos.

E uma demonstração clara de que não se sustentam as pesquisas fabricadas nos porões do Palácio dos Leões – apontando larga vantagem do governador Flávio Dino (PCdoB).

Fotos: Divulgação

Estado Maior

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Roberto Rocha sem aliança

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O senador Roberto Rocha (PSDB) deverá mesmo ficar sem o PSB. O motivo é que o vice-governador de São Paulo, Márcio França, deverá ser companheiro de partido de Rocha.

Isso reduz as possibilidades de o PSB sair das mãos da ala pernambucana e, consequentemente, no Maranhão, a possível aliança com os tucanos poderá não ocorrer.

Roberto estava aguardando a eleição para presidente nacional da sigla para saber se ficaria com o partido que um dia comandou.

Sem ganho

Sobre o fato de não conseguir ter o PSB no seu projeto de ser candidato a governador do Maranhão, o senador tucano disse apenas que não se perde o que não se tem.

Ou seja, segundo Rocha, se o PSB não ficar com a ala paulista, ele não perderá nada porque não tem o apoio dos socialistas.

Tudo bem, pode até não perder, mas sabe que poderá deixar de ganhar e pior, ainda saberá que quem vai ganhar mesmo será seu principal adversário no estado, Flávio Dino.

Estado Maior

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Uma imagem de milhões

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), elevou à máxima potência, nos últimos três anos, a preocupação com sua imagem no cenário eleitoral. E, na mesma medida, levou às alturas o gasto público com esse tipo de serviço.

Só em 2017, por exemplo, a Informe Comunicação Integrada recebeu R$ 5,5 milhões do Governo do Maranhão apenas para cuidar que a imagem do comunista fosse a melhor possível na mídia nacional.

Os dados são do Portal da Transparência.

A empresa pertence a Rebeca Scatrut, esposa do jornalista Ricardo Noblat, e mantém contrato com o Executivo desde 2015, quando participou sozinha de um processo licitatório.

Desde então, mantém-se por meio de aditivos. No total, durante esses três anos, os gastos com assessoria e imagem do governador já chegam à casa dos R$ 11,32 milhões – somas nunca antes registradas no Maranhão.

Desde que assumiu o comando do Executivo, Dino pagou R$ 1,01 milhão em 2015; R$ 4,72 milhões em 2016; e os R$ 5,59 milhões de 2017.

E como 2018 é ano de eleição…

Estado Maior

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Manchas no caso do ‘aluguel camarada’

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Jean Carlos, proprietário do imóvel alugado participa de encontro com Júlio Guterres

O Governo do Estado oficializou na sexta-feira o desligamento do comunista Jean Carlos Oliveira dos quadros da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).

Jean é filiado ao PCdoB e proprietário de um imóvel na Aurora que abriga unidade anexo da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac), que ficou em evidência no escândalo de repercussão nacional e que ficou marcado como “aluguel camarada”.

O comunista participou diretamente da campanha eleitoral do PCdoB em 2014, quando o hoje governador Flávio Dino (PCdoB) disputava o comando do Executivo. E o imóvel foi utilizado como comitê de campanha. Lá, eram distribuídos materiais gráficos da campanha de Dino e eram realizadas reuniões políticas.

Além disso, Jean Carlos recebeu, desde 2015, mais de R$ 170 mil de dinheiro público, pelo aluguel do imóvel na Aurora. A residência, contudo, só foi ocupada pela Funac no início deste ano.

Foi o que motivou a instauração de inquérito no Ministério Público e pelo menos duas ações na Justiça Estadual. A denúncia é de que houve favorecimento e ato de improbidade administrativa.

Talvez por isso a Emap, agora, ao demitir o comunista, sustenta que não vê ilegalidade na locação do imóvel, mas condenou o agora ex-funcionário por não ter informado, no ato de sua nomeação, a existência do contrato com a Funac.

Ora, se não há ato ilícito, porque exigir informação sobre contratos de locação dos funcionários da empresa?

Está claro que o Governo usa a situação de Jean Carlos para isentar-se de culpa no caso, todo ele nebuloso.

Assim como está claro que a exoneração do comunista não elimina eventual ato de improbidade administrativa cometida no governo Flávio Dino, na locação do imóvel na Aurora.

Ato esse que está sob a investigação do Ministério Público e sob a análise da Justiça.

Coluna Estado MAior/ O Estado

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Cenário eleitoral favorável a Edivaldo Júnior

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EdivaldoJrA coluna Estado Maior desta sexta-feira (1º), fez um levantamento interessante sobre a quantidade de pré-candidatos à Prefeitura de São Luís em 2016. O levantamento aponta até 14 pré-candidatos, mas a expectativa é que pelo menos dez disputem as eleições.

O número deve repetir as eleições de 1992, quando, pela quantidade de candidatos, praticamente não existiram coligações na disputa eleitoral daquele ano e culminou com a eleição de Conceição Andrade a prefeita de São Luís.

Neste ano, além do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) que busca a reeleição, existem 13 interessados. As três legendas da “ultra-esquerda” – PSTU, PSOL e PCB – que, tradicionalmente, lançam nomes ao pleito. Além desses, também se lançaram pré-candidatos Eliziane Gama (PPS), Wellington do Curso (PP), Rose Sales (PMB) e João Bentivi (PHS).

Outros três grandes partidos – PMDB, PSDB e PSB – possuem pelo menos dois pré-candidatos e devem participar da disputa eleitoral com cabeça de chapa.

O cenário eleitoral apresentado hoje é amplamente favorável a Edivaldo, afinal a grande quantidade de candidatos deve beneficiar a eventual reeleição do prefeito. Além disso, Edivaldo segue bem articulado e com no mínimo dez partidos ao seu lado, sendo que esse número deve aumentar nas próximas semanas com o embarque de duas grandes legendas no Governo Edivaldo.

Com essas articulações e com essas quantidades de pré-candidatos, Edivaldo também deve assegurar algo em torno de 50% do horário gratuito da propaganda eleitoral no rádio e na TV.

Esse é o atual cenário político eleitoral em São Luís, sem tirar e nem pôr.

Foto: Honório Moreira

Blog do Jorge Aragão

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Arranhões na Assembleia

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EduardoBraide

Depois de um reinício de atividades um tanto tenso, deputados estaduais agora dão uma pausa para retomar somente depois do Carnaval as discussões sobre a antecipação da eleição da Mesa Diretora.

O tema foi o mais discutido pelos parlamentares na semana passada, quando foi oficializado, pelo deputado Ricardo Rios, um Projeto de Resolução Legislativa propondo a antecipação do pleito. O objetivo dos parlamentares é que a eleição ocorra em março.

A discussão, que caminhava para um consenso entre bancadas e blocos, contudo, acabou provocando um racha na base governista. Isso porque após chegarem a um acordo em torno da reeleição do presidente da Casa, deputado Humberto Coutinho, os parlamentares não se entenderam em relação aos demais cargos, sobretudo, o de primeiro vice-presidente, hoje ocupado por Othelino Neto.

Eduardo Braide lançou-se candidato nos bastidores e acabou perdendo o posto de líder do Bloco Unidos pelo Maranhão, o chamado Blocão – que dispõe de maior representatividade numérica da base do Governo -, para o suplente de deputado Rafael Leitoa.

O parlamentar reagiu, deixou o bloco e conseguiu levar consigo outros seis deputados para um outro colegiado. Houve reviravolta, e após o governador Flávio Dino interferir pessoalmente no processo, ocorreu a recomposição no Blocão.

Há, contudo, um clima de animosidade entre alguns personagens no Legislativo. Uns dizem que ficaram arranhões desse processo. Outros preferem encarar o caso como “página virada”.

Mas, os efeitos somente poderão começar a ser medidos, de fato, a partir da próxima semana.

Coluna Estado Maior/ O Estado

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Senado já em disputa

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FlavioWevertonEdivaldoRoberto

A disputa pelas vagas de senador da República pelo Maranhão – a serem abertas apenas em 2018 – já movimentam todos os setores da política maranhense. E não são apenas os líderes dos partidos mais fortes na base do governo Flávio Dino (PCdoB) a se movimentar pelo posto, como mostrou, domingo, 27, reportagem de O Estado. O interesse mobiliza grandes e pequenos partidos, e políticos de todos os cacifes.

O interesse começa pelo fato de que os dois ocupantes da vaga de senador pelo Maranhão – João Alberto e Edison Lobão, ambos do PMDB – não vão disputar a reeleição em 2018. Isso abre a certeza de que há duas vagas abertas, com garantia de mandato de oito anos, e a chance de disputar, pelo menos, quatro eleições majoritárias neste período.

No grupo de Flávio Dino há candidatos de todos os naipes. Do ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) ao deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), passando pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e pelo prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB).

A oposição, que hoje ocupa as duas vagas, ainda não se movimentou a respeito, mesmo por que os dois senadores pretendem cumprir integralmente o mandato. Mas há pelo menos dois nomes de peso para a disputa: o da ex-governadora Roseana Sarney e o do ex-candidato a governador Lobão Filho (ambos do PMDB).

A movimentação dos candidatos quase quatro anos antes da disputa se dá pelo fato de que será em 2016, nas eleições municipais, que se definirão os cacifes de cada um para a batalha de 18. E quem se apresentar bem no tabuleiro das prefeituras, sairá com amplas chances de emplacar como candidato à senatoria.

Da Coluna Estado Maior/ O Estado

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Cargos e campanha

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JeffersonPortela

Além da visível ineficiência do Estado no setor, a Segurança Pública começa a ganhar críticas também políticas no governo Flávio Dino (PCdoB). Agora, são deputados estaduais e federais aliados do governo que reclamam da “campanha antecipada” do secretário Jefferson Portela.

Militante histórico do PCdoB e candidato em várias eleições, Portela sempre sonhou chegar ao parlamento ­ seja ele qual for ­ e ver no cargo de secretário o trampolim para alcançar seu objetivo. Afinal, a pasta já garantiu eleições recentes para dois titulares, os ex­-secretários Raimundo Cutrim, três vezes deputado estadual, e Aluísio Mendes, este deputado federal.

O problema é que Portela resolveu antecipar em quase quatro anos a campanha, e tem invadido setores de deputados estaduais e federais alinhados ao governo Flávio Dino. Até as nomeações de agentes ou policiais para os mais distantes rincões maranhenses tem de atender aos objetivos políticos do secretário.

E o resultado prático é a crise da Segurança Pública vivida nestes primeiros nove meses de mandato de Flávio Dino, aliás uma gestação.

A postura de Portela é a mesma de outros membros do governo Dino. Eles parecem ansiosos demais por viabilizar­-se nas próximas eleições e geram confronto claro com deputados aliados, por invasão de bases. É o caso, por exemplo, do próprio chefe da Articulação Política, Márcio Jerry. Ele tem cuidado pessoalmente de cada filiação ao PCdoB interessado nas eleições de 2016. Nega qualquer interesse eleitoral, mas os aliados garantem que ele prepara uma megacampanha de deputado federal ­ ou até voos mais altos.

E a postura dos comunistas, obviamente, deixa os aliados desconfortáveis na relação com o governo.

Coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

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